O COROA DA SAUNA
*Conto erótico fictício
Nesse final de semana, eu estava no tédio e com muito calor. Sem nada para fazer em casa, decidi ir ao clube para me distrair um pouco e refrescar.
Logo que cheguei, meu olhar foi como flecha nos homens de sunga que estavam próximos à piscina. Mas algo dentro de mim dizia “vá à sauna”.
Seguindo minha intuição, desisti da piscina e fui em direção à sauna. Assim que entrei, observei o movimento: tranquilo, quase ninguém. Pensei: “vou ficar um pouco aqui, uma sessão de 15 minutos e volto nas piscinas para manjar rola”.
Manjar rola é um dos meus hobbies, eu ficou louco pensando sobre o que tem debaixo do shorts/cueca/sunga dos homens, que surpresa será o pênis dele. Isso me instiga muito! Pênis grandes me excitam demais e uma boa protuberância desperta minha atenção. Adoro a sensação de “descobrir” qual o tamanho do pau de um homem quando ele fica duro.
Falando em protuberância, eu ja estava na sauna há uns 10 minutos quando um coroa de sunga vermelha chegou. Nessa hora, eu estava tomando uma ducha fria para retornar à sessão.
Ele se posicionou à minha frente, e assim como numa cena de filme, eu comecei a olhá-lo dos pés à cabeça. À medida que eu subia o olhar, prestei atenção em cada detalhe do seu corpo de frente.
Os pés grandes e esteticamente bonitos. Suas pernas e cochas mostravam uma definição natural, com pêlos discretos e interessantes. Em seguida, fixei meu olhar na melhor parte de um homem: sua exuberante região fálica, com sunga da cor do desejo, vermelha.
Fiquei hipnotizado com o que vi, eu não conseguia deixar de frisar meu olhar no volume da sunga do coroa, com o pênis em direção ao umbigo - o que deixou a sunga ainda mais recheada. Ele se virou brevemente de lado e deu para ver o quanto aquele volume era chamativo, um convite para a luxúria e prazer.
O tempo parou, até que me dei conta de que precisava liberar a ducha para o coroa. Continuei correndo meus olhos pelo seu corpo e me deslumbrei com uma barriga e peitoral atléticos, discretamente definidos e com pelos acinzentados no tórax. Seu rosto era sério, olhar penetrante e estava me encarando.
Sem dúvida, ele percebeu que eu estava completamente hipnotizado, olhando em direção ao seu volume na sunga, mas em momento algum se sentiu desconfortável ou saiu. Dei lugar para que ele entrasse no chuveiro, o cumprimentei e fui em direção à sauna a vapor.
Assim que entrei, vi que não tinha ninguém. Sentei no canto lateral da porta e fechei os olhos para iniciar minha sessão. Passado pouco tempo, ouvi a porta sendo aberta e o coroa da sunga vermelha entrou, sentando à minha frente, porem, do outro lado, também na lateral da porta. Pela posição, eu conseguia vê-lo completamente, e seu volume permanecia lá, atraente, chamativo e tesudo.
Ele olhou pra mim e fechou seus olhos. Passado alguns minutos, ninguém entrou na sauna. O coroa também percebeu, pois olhou para os lados e começou a passar sua mão no pau de forma bem sutil. Continuou olhando pra mim enquanto se acariciava e quando percebeu que eu não desviava os olhos fez um gesto com as mãos me chamando para ir em sua direção.
Como eu estava completando hipnotizado, não pensei em nada, apenas fui, respondendo o convite e caminhando até chegar na sua frente e ajoelhar.
Na sauna, há alguns degraus para que as pessoas sentem. Ele sentou no segundo degrau, deixando a altura perfeita para que eu me curvasse à sua masculinidade. Antes de começar a mamar, peguei eu seu volume, acariciei, masturbei pela sunga, e só de sentir aquela protuberância, eu ja estava completamente entregue ao desejo.
O calor da sauna se juntou ao calor que eu sentia em minha mente. Percebi que o seu pênis estava duro como pedra, completamente em chamas, querendo prazer.
Assim que eu botei seu pau pra fora, de lado na sunga, eu me deparei com umas das rolas mais robustas que ja vi, era média, cerca de 18 centímetros, porém, grossa e carnuda. Meu corpo estava úmido por causa da sauna, mas a boca estava salivante por causa daquele pau. Cai de boca e comecei a mamar como se ele fosse o único homem da face da terra.
A tensão e o medo de que alguém entrasse na sauna, misturado à excitação e ao prazer me deixou sedento. Então, mamei com mais vontade, masturbei seu pau, lambi seus ovos e encarei seus olhos completamente revirados pelo prazer. Mamei durante um bom tempo e não queria mais parar. Eu afundava o pau na minha boca e, na minha cabeça, eu precisava engolir aquilo de tão majestoso que era. Eu queria mais, ele queria mais.
Então, pegou seus dedos e começou a enfiar no meu cu. Eu tremi quando meu corpo sentiu seus dedos dentro de mim. Olhei pra ele e perguntei: “vc quer me comer?” Ele apenas balançou a cabeça confirmando, levantou, foi em direção à porta e ficou olhando pela janelinha de vidro pra ver se alguém estava vindo. Ele me chamou e me colocou contra a parede, de costas.
Enquanto olhava pela janelinha, vigiando pra ver se alguém viria, ele abaixou sua sunga e a minha também. Segurou seu pau posicionando ele no meu orifício. Eu estava tão excitado e entregue aquele momento, que eu apenas relaxei e deixei acontecer. A rola entrou, eu senti, ele sentiu e ambos estávamos no paraíso. Ele metia forte, eu gemia, ninguém ouvia.
O entra e sai, corpos pelados e suados, seus gemidos de macho, meus gemidos de dor e prazer. Carne com carne.
Ele continuou a meter cada vez mais rápido, sedento. Ele estava desejando meu cu e apreciando cada metida que dava. Foi então que, com uma metida forte e profunda, segurando os meus braços pra trás, ele gozou. E enquanto preenchia meu cu com seu esperma, eu senti o seu pênis pulsar dentro de mim.
Ele continuou penetrado durante um tempo, e eu não tive pressa de tirar aquele pau de dentro de mim. Por fim, quando ele retirou, eu senti a porra fazendo o caminho dentro do meu rabo e deslizando pra fora.


















