Estou pensando em começar a escrever contos com minhas aventuras 🤤😏
Alguém afim?
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Estou pensando em começar a escrever contos com minhas aventuras 🤤😏
Alguém afim?
Bon Nuit.
Um pedacinho de que vos escreve.
Reencontro
Fazia quase dez anos desde a última vez que eu vi S. Ele continuava o mesmo de sempre: aquele cara extremamente simpático, divertido e brincalhão, mas com aquele ar que, no fundo, denunciava suas intenções. Nossos corpos, mesmo em conversas casuais, sempre exalavam uma química inegável, seja numa mesa de bar, tomando cerveja e rindo sobre a vida, ou dividindo um cigarro divertido.
A verdade é que eu nem me lembrava exatamente de como nos conhecemos. Ele, por outro lado, me recordou que foi na época em que eu estudava Direito, na mesma faculdade onde ele fazia outro curso. “Já faz uns dezessete anos”, comentou ele. O tempo realmente voa.
No começo, eu o evitava. Ele estava em um relacionamento monogâmico, e nas minhas regras, homem comprometido era território proibido. A gente se esbarrava no estacionamento da universidade, e ele sempre me chamava para o carro. Eu sempre inventava uma desculpa e saía pela tangente.
Em 2016, ambos solteiros, acabamos nos envolvendo. Trocamos alguns encontros sexuais intensos, mas quando percebi que aquilo poderia virar algo mais sério, recuei. Eu não queria nada sério.
A vida seguiu seu curso. Eu viajei, estudei, e depois de nove anos fora, voltei. Assim que S. soube do meu retorno, as investidas começaram novamente. Resolvi ceder. Naquela noite, não esperava mais que uma boa conversa com um velho conhecido.
Algumas cervejas depois, e já estávamos no carro dele. Entre tragos de dois baseados, aconteceu o inevitável: um beijo. Um beijo cheio de desejo e tesão acumulado ao longo dos anos.
Há algo que não mencionei antes: S. é amigo do meu analista, com quem, em algum nível, desenvolvi uma certa transferência erótica. Claro, ele não sabia disso, mas meu analista sabia, tanto dessa transferência quanto do meu envolvimento com S.
No meio daquele beijo intenso, S. murmurou:
— Você beija como se fizesse sexo oral com a minha boca.
Naquele instante, pensei: “F. jamais diria algo assim”. E me entreguei ao beijo, às mãos de S., que deslizavam pelo meu corpo arrepiado.
Queria que ele me tocasse, e foi exatamente o que ele fez. Suas mãos, já sem timidez, passaram por debaixo da minha calça, e ele encontrou o que não esperava: eu estava sem calcinha, completamente molhada. Ele sorriu.
— Do jeitinho que eu lembrava, toda molhadinha e quentinha — sussurrou, introduzindo um dedo, enquanto me chamava de gostosa e confessava que queria passar o dia inteiro me devorando.
Ele pediu para me chupar, mas a verdade é que eu queria mesmo era sentir o gosto dele. Comecei pela cabecinha, sentindo seu pau babando de desejo. Passei a língua , brinquei e aos poucos, o coloquei inteiro na boca. Ele gemeu, quase em um suspiro, e disse:
— Não vou aguentar, posso gozar na sua boca?
Assenti, e ele me entregou seu prazer.
Naquele momento, ele insistiu para irmos a um motel, mas eu resisti. Adoro provocar, deixar a expectativa no ar.
— Posso te chupar? Fazer você gozar gostoso? — perguntou, com os olhos ardentes. Eu cedi. Gemi nos dedos e na língua dele, enquanto meu corpo cedia ao prazer.
Ele, então, me fez um pedido:
— Senta em mim, molhadinha e gozadinha bem devagar?
O espaço apertado do carro não nos permitiu mais do que um beijo antes de nos despedirmos. E, como sempre, fui embora.
Querido diário,..
Vou comentar sobre uma experiência ou apenas minha criatividade ?! ...
Certo dia, estava no trabalho e confesso que tenho uma queda enorme pelo meu chefe, afinal não é todo dia que um homem de terno fica irresistível.
Em 5 anos que sou sua secretária, faz pouco tempo que comecei a sentir desejos em tudo que ele faz, como é atraente imaginar ele me fodendo em cima da mesa da sala de reunião ? Ou eu abaixando sua calça debaixo de sua mesa ?! As vezes sinto uma vontade louca de levantar da minha cadeira, abrir aquela porta e me derreter em seus braços...
Corpos e Almas
Na penumbra, sob os reflexos tênues da luz da lua, três figuras se entrelaçavam em uma dança ardente de paixão e desejo. Seus corpos se moviam em uma coreografia frenética, uma sinfonia de toques e carícias, criando uma melodia única e envolvente.
Ela, envolta pela sensualidade natural, era um retrato de encanto e mistério. Seus cabelos negros caíam em cascata sobre os ombros, um contraste sedutor com a pele pálida iluminada pelo luar. Seus olhos, um profundo oceano de desejo, refletiam a paixão que queimava dentro dela. Seus lábios, entreabertos em suspiros, exalavam a promessa de prazer intenso.
Ele, a personificação do vigor e da masculinidade, irradiava uma energia magnética. Com traços fortes e determinados, seus músculos se contraíam em um balé de movimentos sincronizados. Seu olhar, intenso e faminto, refletia a ânsia pelo contato com seus amantes. Seu toque, firme e ávido, era uma declaração silenciosa de um desejo insaciável.
E então, o terceiro elemento nesta sinfonia carnal: uma presença misteriosa que envolvia o ambiente como uma névoa carregada de excitação. Era a personificação do fogo selvagem, a chama que alimentava a luxúria que ardia entre eles. Uma entidade etérea, invisível aos olhos, mas palpável na intensidade das sensações que provocava.
Seus corpos se encontravam, unidos em um abraço íntimo e apaixonado. O calor de suas peles coladas era uma fusão de desejos entrelaçados, o suor escorrendo como testemunha silenciosa da entrega mútua. O aroma que os envolvia não era apenas o perfume de suas essências individuais, mas a mistura inebriante de paixão compartilhada.
Gemidos sussurrados ecoavam no ambiente, entrelaçados com respirações ofegantes. Palavras sussurradas ao vento, promessas de amor e luxúria trocadas entre olhares ardentes. As mãos, explorando cada centímetro da pele alheia, deixavam rastros de ternura e desejo em seu caminho. Arranhões sutis, reflexos da entrega total ao prazer que os envolvia.
Não eram apenas duas almas se encontrando naquele momento intenso, mas três entidades imersas em uma dança tríplice de amor, desejo e entrega. Era o encontro de vontades, corpos e almas, transcendendo os limites físicos para mergulhar em um oceano de prazer.
O tesão, como um fio condutor, tecia os laços invisíveis que os uniam, alimentando o fogo que queimava em seus corações. Amor e paixão entrelaçados em uma teia complexa de emoções intensas. Cada respiração, cada suspiro, era um elo que fortalecia o vínculo entre eles.
E naquele instante de êxtase, não havia mais distinção entre o você, o eu e o nós. Eles eram uma entidade única, uma sinfonia perfeita de sentimentos compartilhados. O prazer que exalavam não era apenas físico, mas uma manifestação pura da união de almas apaixonadas.
Assim, em meio ao deleite mútuo, entre gemidos entrecortados e suspiros de êxtase, os três se entregaram à magia avassaladora do amor. Não como indivíduos separados, mas como uma tríade unida pela força indomável do desejo, selando ali uma história de paixão e entrega inesquecíveis.
E foi assim que, em um clímax de sensações avassaladoras, a tríade se dissolveu na obscuridade, deixando apenas vestígios de um amor intenso, um desejo avassalador e a promessa de futuros encontros tão ardentes quanto aquele momento etéreo.