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@marissa-swan
Alguém sabe como fazer gif se mexer junto de um psd? É que estou usando esse aqui: http://venusrps.tumblr.com/post/50111369735/hollandofrp-character-graphic-sample-012, mas não estou conseguindo manter os gifs se mexendo. Nenhum deles e não faço ideia como fazer isso. Já salvei para web, mas continua não se mexendo. Alguém sabe como posso fazer?
sorry jubs, não sei : <
Goodbye Apathy || Dorcas&Marissa
Depois de três longas e entediantes aulas, Dorcas já não aguentava mais escrever em pergaminhos, por mais que ela amasse pergaminhos novos, não estava nenhum pouco afim de passar horas escrevendo neles. A única coisa que a estava animando naquele dia era saber que teria treino de Quadribol no fim da tarde, e finalmente poderia jogar toda a sua força e concentração naqueles bastões. Sabe aqueles momentos que as horas parecem não passar? Esse era um deles, parecia que quanto mais ansiosa a loira ficava mais o relógio custava a bater.
Finalmente a ultima aula estava no fim, Dorcas nunca tinha visto uma aula de Feitiços passar tão devagar, ela geralmente gostava dessas aulas mas aquele dia nada a estava realmente animando. Saiu correndo pelos corredores, indo o mais rápido possível até o campo de Quadribol esperando já encontrar todos prontos para que o treino começasse logo, mas para sua decepção não foi bem assim que as coisas aconteceram. Primeiro ela demorou mais do que o esperado para descer até os vestiários, e antes mesmo de poder finalmente entrar no campo com sua vassoura recebeu a noticia que o treino havia sido cancelado, e pior ainda para que um da Sonserina acontecesse em seu lugar. A raiva tomou conta da Grifinória, como isso poderia estar acontecendo? Ela precisava fazer algo para se divertir e precisava ser já.
Saiu bufando do lugar, apenas deixou sua vassoura no mesmo lugar que havia pego e saiu do lugar sem nem mesmo ouvir o que os sonserinos falavam atrás de si, já sabendo que boa coisa não deveria ser, então decidiu ignora-los a sair estuporando todos eles de uma vez só. Até que poucos minutos depois, viu uma pessoa de costas, belos fios pretos, pele branca, e no mesmo momento a reconheceu, Marissa, finalmente alguém que sempre sabia como se divertir. — Rissa! Graças a Merlim eu te achei! — gritou a loira antes mesmo de chegar até a amiga. — Não sei o que você pretendia fazer, mas agora você vai vim comigo! — completou meio ofegante de animação.
Os últimos dias haviam sido tão calmos para Marissa, tudo bem, ela havia estado em pânico pelos ataques, e ainda havia todo o lance que havia acontecido e ela e Emmeline fugindo para o mundo trouxa, mas logo depois de toda esses problemas a escola se viu em um momento de calmaria, o que era muito estranho. Alguns alunos ainda estavam na enfermaria, enquanto outros foram para casa e ainda não haviam voltado. Hogsmead havia sido cancelada e com razão e todos ali andavam com um pouco de medo, eles estavam em um ataque, eles deviam apenas ser jovens curtindo e sobrevivendo a escola, mas eles haviam parado no meio de uma guerra, uma guerra que ninguém sabia quem eram os inimigos, eles não sabiam entre aspas, pois enquanto os alunos estavam mal, você poderia ver vários sonserinos rindo, parecendo que o castelo fosse dominado por verde.
Depois de sua ultima aula Marissa viu sem nada para fazer, a maioria de alunos haviam voltado para seus quartos, enquanto outros foram treinar o quadribol, uma das coisas que Marissa mais odiava no mundo. Respirou fundo, ela não estava com sono e não queria voltar para sua torre ou para seu dormitório onde as garotas estavam lá, estudando ou dormindo, ou apenas não fazendo nada. Coisa que era bem comum ultimamente, Marissa pegou seu pergaminho e seu livro de adivinhações e colocou na mesa da torre corvina apenas para não pegar peso.
Decidiu ir até o salão principal, se não achasse ninguém conhecido ia ficar brincando de colorir sua pena, já que não tinha nada melhor para fazer. Seus planos mudaram quando ouviu a voz de uma loira chamando-a. Dorcas Meadowes. Ela e Marissa costumavam ser unha e carne, mas Dorcas havia andado tão sumida ultimamente, ouviu a amiga gritando por ela e foi até sua direção. – Mãos, pensamentos sou toda sua, tire-me desse tédio que carrego. – falou rindo do desespero da amiga, ela sempre adorou o jeito como Dorcas era sempre exagerada.
The rain is our friend || Marissa&Bertha
A sensação de estar ali deitada e sentindo a chuva batendo no seu rosto era maravilhosa para a loira. Ela poderia passar uma tarde toda daquele jeito que não reclamaria, mesmo ficasse encharcada de água e suja de lama. Por um lado, Bertha achava lama extremamente nojenta e por outro, era só terra molhada. Se a terra não fosse suja, até que não seria tão nojento sentir lama em alguma parte do seu corpo. Ao se lembrar disso, Bertha sentou-se rapidamente e tocou no seu cabelo loiro tentando sentir pelo tato se estava com lama ou terra. É claro que estava, que outra coisa ela poderia esperar? Ela estava deitada na grama que havia terra e estava chovendo. Percebeu que a chuva começou a aumentar e o vento frio aparecer. A lufana sempre teve uma paixão inexplicável por frio e não se importou muito com o vento forte, mas ela sentia vontade de sair dali, ficar debaixo de um edredom e tomar um copo bem grande de chocolate quente.
- Claro que foi uma boa ideia. - Retrucou enrugando a testa em discordância. - Eu acho que nós nos divertimos, mesmo que agora esteja bem frio. Valeu a pena, de qualquer forma. - Deu de ombros. Esse era o problema de ter amigos corvinos, sempre a razão fala mais alto. Possivelmente foi uma idiotice sair nesse frio e elas poderiam ficar doentes por conta disso, mas correr riscos fazia parte do mundo de Bertha e com certeza de Marissa. - Eu já marquei de ir com o James e Marlene. Mas poderíamos beber alguma coisa nos Três Vassouras, que tal? - Ela se sentiu mal por estar recusando um convite da amiga, mas ela já havia marcado primeiro com os grifinórios e não iria dar para trás naquela altura. Além do mais, ela passaria a tarde na presença de James Potter, como não aceitar e não querer isso? Ela nunca tinha ficado tanto tempo perto de qualquer um dos marotos e seria uma experiência que provavelmente a loira iria amar. Bertha aceitou a ajuda da amiga para se levantar do chão e deu lingua para a garota por causa da implicância. - Você não conhece nenhum monitor? Dizem que aquele banheiro é maravilhoso e tem água quente perfumada com direito a bolhas de sabão. - Bertha comentou se imaginando no banheiro dos monitores - lugar onde nunca entrara antes, mas sempre teve vontade - e acabou abrindo um sorriso por causa dos pensamentos. - Eu acho que o momento pede um copo bem grande de chocolate quente e não fale de deveres comigo até o dia de amanhã chegar. - Antes que a amiga pudesse falar algo, pegou a mão de Marissa e começou arrastá-la em direção ao castelo. Murmurou um feitiço para tirar o excesso de água das duas, afinal, não queriam um rastro de água as denunciando para os monitores ou para Filch. Foram bem rápidas em direção a cozinha, conseguiram com os elfos copos cheios de chocolate quente e toalhas. Não demoraram muito na cozinha porque precisavam ir rápidas para algum banheiro tirar toda aquela sujeira do corpo. Bertha não se arrependia, valeu a pena tomar aquele pequeno banho de chuva.
Agradeceu por Bertha saber aquele feitiço para tirar o excesso de água. Elas estavam bem molhadas antes. – Eu não preciso ser amiga de um monitor para ir ao banheiro, venha. – depois de passarem pela cozinha Marissa subiu levando Bertha ao banheiro dos monitores, deixaria a loira lá e iria para o seu banheiro, não confiava muito nesse. – Bom, é aqui que nós nos separamos, eu vou para o meu banheiro. – comentou para a garota, Marissa não gostava muito da ideia de usar aquele banheiro que muitos já haviam usado antes dela, ela confiava em seu banheiro limpinho que ela mesma deixava preparado com um incenso de rosas, era uma coisa trouxa para deixar cheiro, mas ela achava que dava um toque especial a seu banho e até para si, pois ela mesma algumas vezes saia com cheiro de rosas. Subiram até o banheiro e Marissa parou na porta observando Bertha. – Eu não quero te deixar, acho que algo de mim vai se partir, sem você. – falou esticando as mãos toda melodramática, mas como uma boa brincadeira, Marissa adorava aqueles momentos idiotas dela.
Marissa chegou a pensar que talvez nunca fosse sentir-se tão bem assim novamente, depois da morte de sua mãe tudo havia sido mais difícil para ela. O pior era quando Hogwarts entrava em férias, mas as coisas seriam diferente agora, haviam de ser. Lembrou-se do que Bertha falou e voltou para comentar. – Tudo bem, eu vou achar alguém para ir comigo, te encontro lá, loira. – falou para Bertha sorrindo, ela estava animada para aquele passeio a um bom tempo, nada mudaria sua opinião. Ela só teria que achar alguém para ir, era muito chato ir sozinha, mesmo que depois fosse encontrar seus amigos.
E deu uma gargalhada, uma gargalhada que chegou a doer seu estômago, talvez ela estivesse sendo um pouco exagerada, mas um pouco de exagero fazia muito bem algumas vezes. Ela havia ficado tão séria ultimamente, ela merecia aquela felicidade, Marissa nunca havia feito mal a ninguém pelo que ela lembrava, e aquilo devia continuar assim. Acenou para a garota enquanto fazia o caminho para a torre Corvina, as coisas estavam começando a fluir bem agora.
lucky strikes in hogsmead l Marissa x Emmeline #Flashback
Deu um sorriso com a resposta da garota, mas sem deixar aparecer os dentes. Olhou para trás rapidamente antes de acompanhá-la enquanto andava. Já estava esquecendo de sua avó no hospital, de todas as coisas ruins acontecendo. Tinha que esquecer, uma hora ou outra a vida cobra, porque ninguém pode ficar sofrendo para sempre. Ou pode? Não importava. Aquela pergunta vinha constantemente na cabeça da loira, principalmente ao pensar em sua mãe. A mulher sofria porque queria, nunca fez uma única coisa pra mudar isso. E quando quer dizer nem uma única coisa, está falando sério. O máximo qe aconteceu para melhorar foi ir ao psicólogo, mas isso foi por obrigação, afinal, nem ao menos queria. De qualquer jeito, Emmeline acredita que ninguém muda sem que queira mudar. Não adianta ir ao psicólogo, psiquiatra, médico, hospital… seja o que for. Se você não quiser mudar, ninguém pode fazer isso com você.
A pergunta de Marissa pegou a garota de surpresa, fazendo-a encarar a amiga com as sobrancelhas franzidas. Não entendeu muito bem… ou nunca havia pensado no assunto. “Como eu lido com a minha mãe?” perguntou a si mesma. Não era uma relação fácil, mas as duas se amam e querem o bem uma para a outra. Do mesmo jeito que não fazem nada para promovê-lo.
— Não, não… tudo bem — disse rapidamente, descontraída. Aquele não era um dos assuntos mais agradáveis no momento, pela briga da mãe e da filha, mas era um pouco inevitável. — Eu não sei… Nem ao menos falo muito com ela. Elena vive sozinha, quase não sai de casa. É estranho ainda não ter recuperado totalmente se já fazem 7 anos do acidente — mais estranho era Emmeline sentir um peso no coração ao falar do mesmo. Sete anos e continuava ali aquele medo de tocar no assunto com os outros. — Admito que não faço nada para ajudá-la, até porque ela não gostaria da minha ajuda. De qualquer jeito, se depender dela, vai morrer jovem e sozinha — de certo modo doía falar daquele jeito sobre sua mãe, mas era verdade e a mulher já a irritava há uns dias.
Marissa estava totalmente arrependida por ter perguntado, deveria ter sido menos indiscreta, a garota nunca soubera separar o que falava então sempre perguntava antes de pensar, ela deveria ter tomado algum cuidado, agora estava com aquela cara de idiota ressentida, mas claro que Emmeline não faria o contrário, afinal aquela ali era Emmeline, ela nunca diria não ou algo contrário ela era legal demais para isso, ninguém poderia dizer que Emmeline não era simpática. Respirou fundo, o que ela faria agora? Teve que ouvir a resposta da pergunta idiota que ela havia feito, ainda sem graça de ter feito Marissa ouviu cada palavra dita por Emme, até a voz da garota soava diferente conforme ela falava não era algo bom a ser perguntado. Lembrava de Emmeline ter um dia contado a história que ela também perdera alguém da família importante, mas no caso dela foi seu pai, Marissa tinha perdido sua mãe. Seria engraçado se não fosse trágico.
Colocou a mão nos ombros da amiga, pegando o braço da mesma e prendendo-se no dela. – Eu sei como é, o que aconteceu com a minha mãe faz mais o menos esse tempo e meu pai está no estado vegetal dele, trancado em seu quarto. Eu não sei mais o que fazer, por isso, perguntei, desculpa ter sido indelicada era pessoal você não precisava ter respondido, obrigado do mesmo jeito Emm. – abraçou a amiga de leve, ela sempre podia contar com Emmeline para qualquer coisa, a loira sempre ajudava ela nos momentos mais difíceis, e agora com aquela resposta de seu pai, Marissa não sabia mais o que fazer.
Começou a pensar no que falar para a loira para ver se ela ajudava a responder. – Emme, meu pai. – foi cortada pela multidão de pessoas que começaram a correr para todos os lugares, ela não sabia o que estava acontecendo. Apertou-se em Emmeline. – Não me alargue. – sussurrou para a loira, mas as pessoas começavam a empurrá-las mais e mais, Marissa teve um vislumbre de ver algo preto soltando feitiços. Aquele seria o fim. Marissa apertou-se mais e mais a Emmeline, não queria ver se a garota estava reagindo bem ou mal, elas tinham que sair dali. Puxou a loira para o lugar mais perto. Os três vassouras, podia ver o lugar deserto, e algumas pessoas escondidas lá. Ao lado de Emme foi para debaixo de uma mesa, a que ficava em frente à lareira. – Emme vou tentar um feitiço para chamar meu pai, ele tem que nos ajudar. – murmurou para a garota. Marissa estava tremendo e quase chorando. Jogou algo amassado que tinha e fez como havia lido, as lagrimas já pelo seu rosto. Foi quando viu a imagem de seu pai. – Pai, estamos presas no três vassouras, eu sei que você odeia mágica, mas preciso que você use o pó de flu que tem em casa e venha nos buscar junto com os Aurores, estamos escondidas, por favor, eu preciso de você. – não pode ver seu pai novamente, pois tudo havia virado cinzas. Aquela havia sido a ultima chance.
Pode ouvir a porta se abrindo e as botas pretas, Agarrou-se mais a Emmeline, tentando esconder seu choro. Ela estava aterrorizada, eles não poderiam achá-las ali, não poderiam. Elas iam ficar bem, tinham que ficar.
Os alunos desse castelo estão tão estudiosos.
Todos em seus dormitórios estudando essa semana, não é?
The rain is our friend || Marissa&Bertha
- Eu que sou mal exemplo? - Bertha retrucou cruzando os braços e fazendo bico impaciente. Tanto ela como Marissa sabiam que a loira não ficaria irritada, mas ela queria implicar com a amiga corvina. A morena, quando não estava pela sua fase triste e distante, sempre estava disposta a aprontar alguma coisa ou criar uma nova festa. Não que ela chegasse aos pés dos marotos, longe disso, mas Bertha tem certeza que a garota não era o melhor exemplo para ser dado a qualquer um. Então, porque não implicar com ela? Tudo bem que a lufana está longe de ser um bom exemplo, mas também não servia para influenciar alguém a fazer coisas erradas. Pelo menos, Marissa dava um bom exemplo de como ser inteligente, esperta e se dar bem nas matérias. Bertha precisa aprender esses passos com a amiga, mas algo a impedia, talvez fosse preguiça, lerdeza ou simplesmente burrice. Como tentar ser como a amiga quando ela está na Corvinal, a casa dos inteligentes? - Ok, chega de rir de mim. - Reclamou tentando controlar o sorriso e empurrou a amiga. A gargalhada de Marissa é tão contagiante que fazia a loira tirar o bico e querer rir também.
Sentiu a amiga arrastá-la em direção aos jardins, mas não se importou, também sentia pressa em ir tomar banho chuva, algo que não fazia há muito tempo. Bertha soltou-se da morena e correu pelos jardins sentindo a chuva molhar seu corpo. Sorriu automaticamente. Como existia pessoas que não gostava disso? A loira não conseguia acreditar. Olhou para a amiga e ficou feliz em vê-la tão alegre, tão diferente dos últimos dias. - Isso não vai acabar bem. - Bertha comentou rindo, mas ainda assim aceitou o pedido da morena de rodar. Como previa, caiu no chão assim que a menina a soltou. A grama estava molhada e fofa, não sentiu dor nenhuma, apenas gargalhou achando muita graça de tudo. Fechou os olhos sentindo a chuva batendo em seu rosto como um alívio, uma escapatória que estava precisando. Sua mente estava em branco, sem preocupações. - Ninguém quer. - Bertha respondeu ao comentário da amiga. Manteve-se de olhos fechados, estava se sentindo serena daquele jeito e queria continuar assim, ainda mais se iriam falar de um assunto pesado. - Eu queria fugir de tudo, sabe? Mas tenho medo de me tornar uma covarde. - Falou com toda a sinceridade que sentia. - As vezes sinto que nada me prende aqui. - Sua voz soou um pouco triste e pediu aos céus que a amiga não tivesse percebido, não queria acabar com aquele clima de alegria com suas divagações inúteis. Com certeza, Marissa tinha coisas piores para se preocupar e ela não queria trazer qualquer lembrança a tona. - O que faremos agora? Ficamos deitadas aqui conversando?
Marissa sabia que não era prudente ficar ali deitado, mas deixou-se levar por mais alguns minutos em companhia de Bertha, a chuva molhando todo o seu rosto, cada gotinha caindo pelo rosto e das bochechas até o chão, algumas grudavam em seu pescoço. Ao sentar para observar o que acontecera ao redor pode notar que a maioria de lugares estava com poças de lama, afinal aquilo era tudo grama e mais grama, era o jardim, ela deveria esperar por algo assim. Foi então que os ventos começaram a chegar junto a chuva, sempre odiara ventos frios e chuva, preferia as chuvas quentes de verão, que acompanhavam do sol e não faziam com que ela ficasse toda encolhida. – Acho que não foi uma boa ideia ter saído. – abraçou os braços já gelados, como o tempo mudara tanto depressa a ponto delas nem perceberem aquilo? Talvez estivessem mesmo se divertindo, pelo menos Marissa estava. Queria gritar ao mundo que estava feliz, que era feliz que nada mudaria, talvez uma gripe não fosse um preço tão ruim a pagar para isso. O cabelo de Marissa que era ondulado atrás estava ensopado junto com toda a sua roupa, levantar deveria ser difícil ali, lembrou-se do dia que tivera que carregar Greta. É aquele também havia sido um dia legal. – Vai para Hogsmead, amanhã? Parece que vai ser legal. – comentou a amiga, esse passeio estava sendo comemorado há décadas pelos alunos.
Com muito esforço levantou-se do gramado lamacento e estendeu a mão para Bertha. – Só vai com calma, gorda. – e deu de ombros brincando. Assim que ajudou a garota Marissa deu mais uma volta em torno de si e olhou para os olhos claros de Bertha. – Acho que vamos ficar um pouco gripadas, também acho que devemos tomar uma coisa quente para não termos hipotermia, está muito gelado agora. – resmungou para a loira, era verdade. Tentou ver se não havia ninguém ali para dedurar as garotas para o Diretor, além do fato que ela não queria mais fazer nenhuma detenção, não era legal ser chamada apenas por um banho de chuva. Ela poderia ser chamada por várias outras coisas como: entrar na floresta proibida, pular algumas aulas, beber escondidos, esse tipo de coisa, mas um banho de chuva não faria mal. – Se quiser eu te explico a matéria que você quer amanhã a noite, ou até hoje, mas acho que demorarei para tirar essa terra do meu cabelo, vamos indo? – anunciou fazendo sinal para entrarem em Hogwarts.
lucky strikes in hogsmead l Marissa x Emmeline
Para sua surpresa, uma força de Merlin resolveu colocar na cabeça de Emmeline que a mesma deveria ir à Hogsmeade naquela tarde. Só que a força estava um pouco atrasada, até porque todo mundo já havia combinado de ir com outras pessoas e estavam indo nesse exato momento. Porém a loira não ignoraria sua vontade inesperada, portanto em cinco minutos estava de banho tomado e com sua roupa escolhida em cima da cama. Simples, uma calça jeans — que estava visivelmente comprida demais —, uma regata branca e justa, com rendas embaixo (sem nem mesmo chegar na calça).
Seu dormitório estava vazio, ou pelo menos parecia, não poderia garantir que não havia nenhuma amiga escondida nas cobertas. Emm prendeu seu cabelo em um rabo de cavalo alto e colocou um tênis, pronta para ir à Hogsmeade em uma caminhada. Como não tinha ninguém com ela inicialmente, não seria tão estranho se estivesse por lá se fosse para se exercitar, não é mesmo? Além de que havia comido demais na janta passada, acabado com seu estoque de doces logo depois: uma caminhada juntaria muito bem o útil ao agradável.
Assim que chegou no Salão Principal, e juntou a um grupinho de pessoas, para que talvez pudesse disfarçar o fato de estar indo sozinha. Parecia uma intrometida na conversa deles, apenas observando cada um falar com atenção. “Lufa-Lufa vai ganhar a taça de Quadribol esse ano, estamos treinando mais que nunca” “Mas a taça de casas já está ganha, Grifinória está bem na frente” “Quando a Sonserina vencer os dois vocês vão engolir” “Calem suas bocas e vejam os fatos, não há como vencer a Corvinal”… Finalmente, quando a loira estava prestes a se virar e sair, alguém cutucou-lhe nas costas. — Rissa, está indo para Hogsmeade também? — perguntou, um tanto aliviada por “encontrar” alguém.
Sorriu a pergunta de Emmeline e sussurrou para a garota para que as garotas que pareciam estar discutindo não ouvissem. – Sim, e vim te tirar daqui também. – E mesmo não se importando com as garotas lá tentou puxar Emmeline para vir com ela, mas quis deixar para que a garota decidisse, não queria forçá-la a nada, poderia conversar com ela no mais tardar, mas o tempo parecia passar tão depressa, Marissa queria contar, queria gritar ao mundo, ela havia recebido uma coruja de seu pai, mesmo que muitos achassem que aquilo não significasse nada, significava o mundo para ela, significava uma chance, seu pai voltando à vida significava voltar aos negócios, tirar seu avô do monopólio, destronar ele. E Marissa teria sua vida de volta, claro, nada seria a mesma coisa sem sua mãe, mas ela e seu pai poderiam dar um jeito, ela tinha fé naquilo, tinha mais fé naquilo no que em qualquer outra coisa, porque amor era poder e não uma fraqueza, mesmo que ela achasse que amar alguém era extremamente errado.
Marissa tinha aquele pensamento desde a morte de sua mãe quando seu pai havia ficado desolado sem ela, se amar alguém estava submetido a uma dor como aquela Marissa não amaria ninguém, era arriscado demais, triste demais. Uma vida sem amor era uma vida mais segura, sem riscos ou pegadinhas do destino, poderia ser uma vida mais crua, mas sem duvidas seria uma vida que ela poderia viver, que poderia aceitar. Por isso aceitar o noivado de seu avô com um desconhecido não havia sido o mais difícil, o pior foi a sua liberdade toda indo embora, como aquilo era injusto, mas as coisas mudariam para Marissa, em alguma hora tudo teria que parar de dar errado, ela já não agüentava mais tudo acontecendo, em algumas noites ela desejava virar sua forma de animada e sumir para sempre entre a floresta sem deixar rastro, mas quando ela olhava e via seus amigos, sabia que não poderia deixar aquela pequena parte dela perdida, se ela tinha que lutar por alguém seriam seus amigos e seu pai, apenas por eles.
Tentou pensar sobre Emmeline, sabia da mãe dela, sobre sua avó, será que ela também se sentia como ela? A curiosidade a pegou desprevenida e a falta de senso fizera ela perguntar. – Emme, se não se importar de responder, como você lida com sua mãe? – tentara soar o menos ofensivo, não sabia porque, mas a garota poderia não gostar ou até ficar um pouco brava com a pergunta então decidiu retirar. – Desculpa, não é da minha conta, esquece. Quer ir a algum lugar? – perguntou fazendo referencia a Hogsmead e querendo mudar de assunto antes que falasse da carta.
The rain is our friend || Marissa&Bertha
Fazia um tempo que a loira não via a amiga animada desse jeito. Ela, por mais distraída que fosse, tinha percebido que algo de errado havia acontecido com Marissa, mas nunca se atreveu a perguntar a garota qualquer coisa. Percebeu sutilmente que a morena estava distante e com seu brilho apagado. Andava pensativa e menos brincalhona, algo estranho para Bertha. Quem conhece Marissa sabia que a morena é a alegria em pessoa, sempre de bom humor e contagiante. A loira deixou passar isso porque com essa pressão quase-guerra todos estavam um pouco para baixo e um pouco sérios demais. Além do mais, Bertha tenta não ser chata, ou seja, se Marissa não quisesse contar, ela que não forçaria. Com a animação percorrendo o corpo de Bertha, a garota ficou ainda mais animada vendo a amiga naquele estado de animação. Ela pode não saber o que estava acontecendo com a amiga, mas sentiu a necessidade de comemorar isso. Podia ser uma necessidade boba, mas a loira gostava dessas coisas pequenas e que podem modificar um momento. Talvez seja por isso que ela tem uma leve fama de sem juízo. Tudo bem que também tem vários outros motivos para essa fama, mas provavelmente esse motivo também incluía no pacote.
A lufana nunca admitiria para qualquer um que gosta quando Marissa cria apelidos para qualquer um. Não que ela aprove alguns apelidos, até mesmo os apelidos que a morena deva para Bertha, mas ela se divertia com alguns e adora implicar com a amiga com os apelidos criado para ela, além de criar alguns apelidos bobos para implicar com Marissa. Escutou o que a amiga falou e concordou com um aceno de cabeça, ela tinha razão no que tinha dito. - Ah, mas hoje é um caso especial. - Respondeu o comentário. - Eu estou animada por causa da chuva, se esqueceu que eu amo chuva e por algum motivo estranho fico animada quando chove? - Deu um sorriso travesso lembrando das vezes que sua mãe a controlava quando estava em casa para não tomar um banho de chuva toda vez que chovia no verão. Não ocorria direto nas férias, o que era um alívio porque Bertha gosta de sair e aproveitar as férias, mas quando ocorria, ela queria aproveitar também. A lufana sentiu como se Marissa estivesse lendo sua mente ao oferecer tal proposta. Apesar de estar com vontade de aceitar, a loira preferiu pensar um pouco primeiro, afinal, estava no colégio, suas notas não estavam muito boas e poderiam pegar alguma gripe a impedindo de fazer seus deveres ou ir em alguma aula. Fora que se fossem pegas por algum professor escutariam um grande sermão. Mas a loira não resistiu ao biquinho da amiga e nem ao seu dedo estendido. Essa seria sua comemoração pela a amiga estar bem de volta. - Eu vou… - Começou falando sugestivamente. - Mas só se você me ajudar a estudar. Sabe como é, minhas notas estão novamente não muito boas. - Deu um sorriso amarelo. Ser corvina significava ser inteligente, uma ajuda da amiga corvina seria maravilhosa. Mas sabia que Marissa era capaz de ficar implicando por ela por deixar seus estudos tão de lado.
Marissa começou a dar pequenos pulinhos como qualquer garota idiota faria quando recebesse qualquer coisa, mas não importava, a chuva lá fora continuava a cair, seu bom humor estava exalando e nada poderia dar errado naquele dia, nada como um dia de chuva para limpar todos os sentimentos negativos que rondavam-na nos últimos que? Dias, meses até anos, desde que sua mãe morrera nada havia dado certo, mas Marissa tentava não deixar nada transparecer, mas tudo relacionado a Marissa era ou doença ou aquele olhar triste, os últimos meses não haviam sido nada agradáveis, ainda mais com seu avô na sua cola, mas ela estava tentando o melhor. – Ajudas para estudar? Senhorita Jorkins anda a bolar aulas para se dar mal nas matérias? Que danadinha, você é um mau exemplo para mim. – fingiu-se ofendida, mas acabou por gargalhar mais e mais. Marissa adorava poder rir de Bertha, ela era uma daquelas pessoas que você sempre conseguiria tirar alguma piada ou fazer alguma brincadeira que ao final não levaria a garota a odiá-la ou se revoltar.
Colocou às mãos na cintura em sinal de reprovação e depois deu uma gargalhada puxando-a pelo pulso. – Vamos antes que a chuva acabe. – falou em um tom mais alegre dirigindo-se ao lado do jardim. As primeiras gotas espessas caindo em seu rosto, como se lavasse o seu rosto, e logo mais foram caindo, as gotas passando pelos fios de seu cabelo, poderia começar a sentir a roupa aos poucos com sendo molhada com os pingos, a chuva que elas haviam pegado quando entraram não estavam tão forte, mas quando Marissa começou a rodar, mostrando a felicidade pode sentir a chuva mais forte já a molhando por completo, cada gota tirando um problema de seu ombro, ela sentia-se como um pássaro saindo da gaiola, ela estava começando a sentir gosto da liberdade. – Rode comigo, gorda. – comentou pegando as mãos da loira, pegando o pulso contrario ao seu e tendo apoio, depois de três voltadas, Marissa ainda sentia-se um pouco tonta então soltou a mão de Bertha, mas seu impulso estava tão forte que acabou por fazer com que ela caísse ao chão.
Não conseguira ficar sentada por muito tempo, acabara por deitar no chão mesmo e olhar a loira. – Eu não quero uma guerra, ou seja, lá o que for que esteja acontecendo, eu não quero nada disso, eu apenas quero esquecer tudo. – Marissa sempre tivera o plano de fugir para o mundo trouxa caso algo explodisse, mas ela estava tão conectada as pessoas que saiba que no momento que ela saísse ela estaria sujeita a viver uma vida medíocre no mundo trouxa e tendo que aceitar as coisas de seu avô, já que tudo estava ligado a ele por ele estar fornecendo dinheiro para tudo relacionado a ela e seu pai, Marissa queria que aquela chuva além de dar um resfriado a ela, desse alguma solução, mas isso estava impossível.
The life of Marissa Swan
Lillly Kruk as Marissa Swan 8 years old.
Anna Christine Speackhart as Marissa Swan 18 years old.
Emily Blunt as Marissa Swan 28 years old.
some infinities are bigger than others
Lily Kruk é uma marissa mais nova PERFEITA!
ooc: MUITA VERDADE! OBG nony, vou mudar tudo :3 te amo!
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