Um oferecimento para aqueles que também amam Hime.
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@martasavana
Um oferecimento para aqueles que também amam Hime.
E chegou este dia!
Hahahaha o dia em que eu me lembro que fui uma criança/adolescente noveleira e começo a desenterrar as músicas temas de novela que eu mais gostava e ainda gosto.
Que sensação gostosa.
Eu não acompanho mais novela, mas ta aí um trabalho que eu super adoraria fazer: curadoria musical para novelas <3
Essa canção composta pelo Dudu Falcão e interpretada pela Dani Carlos (por onde andará essa mulher maravilhosa?) é uma das que mais amo e que eu sempre gostava de cantar, minha cara.
Aliás, o Dudu Falcão compôs dezenas de canções para novelas e tem um disquinho em que ele interpreta algumas, eu achei super legal saber que foi ele quem compôs músicas que eu adoro, como Paciência e O silêncio das Estrelas, ambas interpretadas pelo Lenine.
Amo tanto essa canção, é só isso mesmo.
Vou rumar além pra ver se tenho dentro do que sou esse tracejo Que mostre na alma o que não vejo Um barco acerta o desencanto Um barco à vela pelo Atlântico Quem sabe serei rei no mar profundo Entre outros tantos reis já afogados Lá ao leste da lei, onde o abraço seja o das águas que rodeiam miraculosas meu sono sem fim Ouro no mar escuro-azul a lua fina firma no céu um rasgo nu veja o que fiz quando der
Amo as canções do Zeca por tantos motivos e amo mais agora que tenho essas marchinhas políticas maravilhosas pra pular o carnaval :D .
A Céu é a minha cantora brasileira favorita e esse clipe novo trouxe uma perspectiva tão bonita e encantadora do que eu tinha imaginado antes quando ouvi a música corpocontinente.
Ah! Que acaso maravilhoso ter esbarrado hoje nas guitarras inspiradoras do guitarrista português Tó Trips.
As melodias do Tó eu levo pra vida, principalmente os álbuns Guitarra 66 e Guitarra Makaka.
Eu tinha muito pra falar sobre esse novo trabalho da Angel Olsen, All Mirrors, só que eu não tenho mais.
O que eu penso é que ele precisa ser mais escutado, mais lembrado, mais reconhecido.
Eu acho que o trabalho todo fala por si e nada do que eu disser vai abarcar a experiência de ouvi-lo .
Eu só agradeço. Eu realmente fui tocada por cada uma das canções e aqui deixo Impasse.
Sempre que ouço o novo trabalho do Thiago é como se eu tivesse curtindo a noite paulistana.
E eu aproveito.
Tenho encontrado a felicidade nos meus dias sempre que ouço essa linda música. Obrigada, Vitor e Milton.
A Courtney Barnett, artista que eu adoro, lançou essa canção e eu curti muito. Foi algo que me trouxe alegria no dia de hoje.
Vale a pena ouvir “ Everybody Here Hates You” e dar uma boa dançadinha, rs.
Hoje eu acordei me sentindo tão feia.
Decidi dedicar a mim mesma essa canção. Preciso me lembrar de fazer isso comigo mais vezes, em dias assim.
Eu escuto muitas coisas no aleatório. Aqui na casa da minha família a internet é mais lenta e não consigo usar spotify, então eu ouço muita coisa pelo youtube e outras plataformas mesmo. Sempre descubro bandinhas de post-rock que eu não conhecia como essa daqui que escutei hoje: The Six Parts Seven.
Estou estudando bastante durante o dia por aqui e nos intervalos esses sons me relaxam.
eu amo nostalgia.
em qualquer lugar eu amo nostalgia.
gosto de me debruçar sobre esse sentimento e de me sentir humana. e de me perguntar como posso ressuscitar os mortos.
yo la tengo me ajuda com isso e meus olhos ficam molhados.
eu tenho pensado em começar a escrever lá no medium e em publicar meus poemas que sempre ficam mofados nos meus caderninhos, mas eu gosto de escrever aqui também e de publicar tudo junto com as músicas que mais gosto.
ainda mais agora que percebi que o bug dessa página se resolveu sozinho e assim me sinto incentivada a não deixar isso aqui morrer. quem sabe agora eu compartilhe como antigamente... me sinto tão piegas sempre.
from the album Tales of the night forest
Eu lembro do dia que você previu o futuro e disse “sei o que vai acontecer (...) eu vou ficar cada vez mais pequenininho”.
E eu que não dei a devida importância a isso e nem a sua experiência, vejo tudo acontecendo comigo. Vejo o quão insignificante tenho me tornado, as memórias cada vez mais gastas pelo uso e também posso prever que a qualquer momento elas possam desaparecer, assim como eu também em sua vida.
É impressionante o quanto as coisas podem se apequenar na nossa vida. Mesmo as experiências mais belas e mais potentes.
Tudo parece muito pequeno para mim.
Crying wind possui apenas dois minutos e 31 segundos de guitarras penetrantes. Um tempo pequeno e exato o suficiente para representar o que é: uma beleza antiga, um perfume passageiro, uma lembrança quase a se tornar insignificante.
Sigo no caminho de aprender o que significa desapego.
Eu tenho tantas coisas incompletas. Tantas coisas que eu gostaria de desenvolver mais, de adentrar
coisas inacabadas...
como o pensamento de que as palavras guitarra e ferrugem são palavras profundamente complementares.
Eu preciso mais de mim pra esse tipo de coisa. Só não sei ainda como ter mais de mim. É a pergunta que me faço todos os dias “como ser mais de mim? como ter mais de mim?”
O ano acabando e eu fico vendo quantas coisas no caminho que eu deixei e que gostaria de tomar nas mãos novamente, fazer um carinho
rostificar
todas essas coisas sem nome, essas experiências indizíveis... esses planos sem forma que eu simplesmente tive coragem de abandonar, começar e não terminar e não dar um rosto e não.. e não... não sei como
e eu nem falo de pessoas, não sei o que falar quanto a pessoas.
Já me despedi tanto e tanto, e já voltei tanto e tanto, que não sei mais fazer isso, eu acho que perdi o jeito... uma despedida que eu consideraria uma despedida decente no passado, hoje não considero mais, não vejo mais sentido porque eu posso voltar e, assim, isso tudo logo se esvazia com esses meus movimentos, minhas idas e vindas.
Também continuo me perguntando muito “como posso dar um rosto? como posso atribuir um nome a tudo isso?”
por que tudo o que tenho nas mãos é sempre inacabado e sem forma? e assim, eu sempre termino de mãos vazias no fundo e no fundo... e ao final de tudo as cortinas vão se fechando antes que eu possa atribuir qualquer significado e o que fica são apenas rastros de uma experiência, de uma relação com um fora que nem mesmo teve a chance ou o tempo de ter sido amadurecida por dentro....
amadurecida como eu gostaria, amadurecida de vez, apenas por mim, sozinha, do começo ao fim...
estou sempre nesse trabalho de amadurecimento inacabável e por vezes, doloroso.
O tempo nunca é suficiente para amadurecer tudo, sempre fica algo que escapa. Talvez porque.... será que o que está completamente amadurecido está morto, na verdade? Não, talvez o que está morto é o que está velho demais para estar vivo.
E agora eu me pergunto, o que está velho demais em mim? o que envelheceu e morreu no caminho? há algo velho e morto e mesmo assim, eu estou tentando retomar, trazer a vida?
É essa sensação de envelhecimento e morte que me intriga?
Me Voy, a song by Cat Power on Spotify
te ofereço essa canção do disco novo da cat power porque ela fala muito da gente, de mim principalmente, do que eu sinto em relação a mim mesma, lá no fundo... essa sensação de estar sempre partindo ou de partida pra algum lugar. tem muitas músicas da cat power que falam disso também, essa mesma sensaçãozinha, como a canção rablin' (wo)man, dentre outras... um beijo, meu amor.
Você tem medo?
"sem o medo havia o mundo" (Clarice Lispector)
“O medo parece ter várias causas – tememos perder, falhar, nos machucar –, mas em última análise todos os medos se resumem a um só: o medo que o ego tem da morte e da destruição.” (Eckhart Tolle)
Vencer o medo de ser...