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mwdge:
flashback, october 31st, 2019
Com a resposta, não foi tão discreta quando a analisar a loira. Seu olhar tanto curioso quanto descrente com o que ela acabara de dizer. Não conseguia ver nada na outra que fosse desgostar a ponto de vê-la em seus pesadelos. “Mas por que adoraria?” Ok, já tinha percebido que ela gostava daquelas coisas, mas não concebia o prazer em deixar alguém assustado. “Realmente não ia querer você nos meus pesadelos.” Até abrandou um sorriso em seu rosto, agora voltando a olhar o caminho que seguiam. Outra pergunta lhe apetecendo enquanto isso. “Mas, me desculpa perguntar… Eu sou meio ruim de referências...” Começou meio envergonhada. “Mas você tá vestida de que?” Completaria que o look estava ótimo e que a favorecia, mas achou melhor morder a língua e segurar-se. “Aé, deixa um bocado de gente mal se tem muito e usam muito nessas festas.” Franziu de novo o nariz, numa se dera muito bem com esse. Ergueu uma sobrancelhas rapidamente. “Só?” Perguntou atenta, mexendo a cabeça pra respondê-la depois. Talvez antes, enquanto assustada, mas agora, apos a conversa breve, não sentia necessidade. “Eu acho que estou bem agora… digo, sem sede.”
Que criatura mais estranha. Effy não soube dizer se aquela pergunta era genuína ou não, embora acreditasse ser, pois encontra-se com receio de caracterizar a fadinha como mundana, talvez, porque ela aparenta ser algo mais. Com um revirar de olhos que falhou em camuflar seu sorriso, a mais alta olhou para longe. “Digamos que eu gosto do assunto pesadelos. Mas por que você não ia me querer nos seus? Medo que eu te assuste demais?” Questionou com certo divertimento, fitando a outra loira de soslaio. Seria Effy muito semelhante ao idiota por trás da fantasia de Pennywise por gostar de assustar os outros? Seria ela uma hipócrita? O trope apareceu em sua cabeça como se por auto complete e a francesa se forçou a olhar na direção do horizonte. “Não é nada de terror, é uma das roupas que escolheram para a Virginia Woolf num filme recente sobre a vida dela e eu gostei.”
Por experiência, deveria ser Wednesday Addams, mas isso só faz com a família e o assunto até lhe deixa um pouco na defensiva. Sendo incapaz de seguir com o assunto, procurou pela mão de Tinkerbell de forma sutil, aproximando-se do seu lado. “Quão boa você é correndo?” Sua voz saiu baixa e os olhos estavam cravados numa das árvores a alguns metros de distância, onde havia visto a silhueta do palhaço preferido esse ano. “No três,” apertou a mão dela, sinalizando que deveria se preparar. “Um. Dois. Três!” E deu disparada, sem soltá-la, causando um estardalhaço em Pennywise que provavelmente esperava só pular de trás do seu esconderijo e lhes assustar, agora tentando alcançar as duas pela rua mal iluminada e quase deserta.
hpetcr·:
O sotaque parecia ser qualquer coisa genérica e americana, mas Peter não se incomodou com isso. Apenas arqueou uma sobrancelha, achando graça nela realmente acreditar que ele não era de outro lugar além de NY. “Faz sentido… Você escreve sobre o que?” Quis saber, mesmo que não fosse atrás de material algum, além de duvidar que Effy fosse respondê-lo com a mesma seriedade que perguntava sobre os livros. Se ela queria se esconder, então não faria sentido contar tantos detalhes de seus trabalhos. “Você gosta mesmo…” Assentiu levemente com a cabeça, um sorriso um tanto debochado nos lábios, não precisando ser o maior intérprete de pessoas para notar isso. E então, veio aquela sugestão. O australiano a encarou, um tanto desconfiado, achando que talvez isso estivesse ficando estranho… Mas, ainda assim, topou fazer o que lhe era sugerido. “Ok…” O mais velho se inclinou, deixando seu rosto próximo da curva do pescoço alheio, respirando fundo para capturar seu odor. Se comparado com as coisas que ouviu sobre os franceses, aquilo estava longe de ser ruim… “Talvez você seja uma francesa diferente.” Murmurou, não vendo necessidade em falar no tom normal já que estava tão perto, afastando-se devagar. “Ou as pessoas estão difamando seu povo. Você quem sabem.”
“Eu escrevo sobre turismo. É. Meu livro mais aclamado se chama 12 meses, 12 festas -- seu guia anual definitivo e sugere festas ao redor do mundo, dependendo do mês.” O sorriso vacilando em seus lábios decerto anuncia com clareza que está mentindo, mas Effy não se importou. Bebeu mais alguns goles do vinho e deixou a garrafa de lado, fechando os olhos com um suspiro, abraçando o próprio corpo. Estaria escrevendo, com certeza, se estivesse sozinha -- aproveitando a ira das gotículas de água e a solidão do escuro como ignição para mais um conto, quem sabe, que pode chegar a ser incluído na sua próxima publicação, mas a companhia ainda não estava tão ruim assim, logo, poderia esperar até ele lhe entediar. “Por que eu saberia? Não passei minha vida cheirando estranhos, d’accord?” Tentou usar o ombro para empurrar o mais alto, porém não chegou nem na metade do caminho. “E o que você faz, grand homme?” Perguntou enquanto uma das suas mãos procurava algo escondido por baixo do sofá, tirando de lá um maço de cigarros e um isqueiro. “Além de, claro, rejeitar pedidos para trocar as lâmpadas dos apartamentos dos seus amigos?”
mwdge:
flashback, october 31st, 2019
Midge franziu o nariz num gesto curto, que geralmente fazia quando estava curiosa, enquanto tentava identificar de onde vinha o sotaque que tinha se dado conta que a outra tinha. Agora que a loira tinha ressaltado que tão era dali, despertou sua curiosidade. “Eu acho apavorantes… Mas de onde você veio?” Preferiu ser direta a chutar porque tinha ideia, mas vai que estivesse errada? Olhou do rosto ao braço da mais alta, sem saber se o convite era real, mas não era de ser desconfiada. Depois de uns segundos de delay aceitou e atou seus braços, saindo com ela do meio e graças a deus de perto da decoração da mulher sem cabeça e do palhaço assustador. “Você não está se sentindo bem? Porque a gente devia pegar uma água… As vezes eu acho que as pessoas ficam mais tontas em festa de Halloween que o normal, por conta do gelo seco.”
“Eu adoraria dizer que vim dos seus pesadelos, mas hoje eu não estou vestida para assustar ninguém. E você...” não parece merecer meu lado mais ácido. “Esquece. Eu vim da França, mais especificamente de Normandy.” Falou com um suspiro cansado no final, como se revelar algo pessoal lhe fosse fisicamente incômodo. Para sorte das suas inúmeras e diversas defesas, havia um assunto bem mais urgente com o qual tratar e pôde abafar -- por hora -- seus bons atos em ordem de... fazer outro bom ato. Revirou os olhos para si mesma. “Nunca pensei nos efeitos do gelo seco assim...” fez uma nota mental para pesquisar a respeito disso quando tivesse tempo, caminhando para fora da casa e pelas ruas, de braços dados com Tinkerbell. “Mas eu estou bem, eu só...” não soube como completar sem acabar soando idiota, então deixou a frase morrer novamente. Há muitas reticências em seu discurso com a fada e os pontinhos parecem correr por seus braços como formigas, atrapalhando tudo. Devido à hora, todas as crianças já tinham desaparecido das ruas que, quase desertas, sopravam com o uivo ameno de Outubro por entre as árvores. Olhou na direção da mais baixa, disfarçando a recém descoberta preocupação. “Se você quiser água, podemos arranjar água.”
hpetcr·:
Peter assentiu com a cabeça, deixando que a garrafa fosse para as mãos dela, se acomodando mais no sofá, deixando seu corpo relaxar, com sua cabeça encostada no sofá, levemente inclinada e virada na direção dela. “Entendi… Eu até continuaria a perguntar sobre sua mudança, mas acho que não é o tipo de assunto que nos interessa.” Deu de ombros, desviando seu olhar para cima, assim como mexeu sua cabeça para isso, só retomando a posição anterior com a grande revelação. Uma de suas sobrancelhas se ergueu, tanto com a forma como ela conseguia dinheiro tanto com a provocação. “E por que precisa de um pseudônimo? Acha que as pessoas não te levariam a sério ou?” Buscar por privacidade poderia ser também uma opção, mas nem chegou a verbalizar. “Eu não sei, não conheço a fama dos franceses… Só que são fedidos. Foi isso que você falou, né? Que você é francesa…”
“No. It is not.” Tentou imitar o sotaque dele, embora seja péssima nisso -- tenta bastante imitar o de Aynsley achando que a proximidade vai lhe fazer adaptar com mais facilidade, porém é encontrada apenas pela frustração da sua própria incapacidade. “Eu não queria que ninguém soubesse quem eu sou.” Deu de ombros, olhando para frente. Também foi por pura estupidez, sem realmente ter considerado que as besteiras que escrevia iam lhe render uma publicação futura. “What can I say, I love being an énigme.” Tomou outro gole do vinho ruim e respirou fundo, seu rosto inteiro sendo tomado por um riso diante do comentário a respeito de franceses, lutando contra a vontade de falar que as maiores e mais famosas e melhores casas de perfume vêm do seu país natal... É bem mais interessante brincar com a oposição. Voltou a fitar o mais alto, um pouco mais séria, apesar do ar divertido ainda ser visível. “Por que você não vem mais perto e diz se eu sou fedida também?”
hpetcr:
“Então… Por que quer ficar bêbada?” Arqueou uma sobrancelha, achando a figura feminina um tanto peculiar; desde o primeiro encontro deles demonstrou ser uma moça de personalidade forte e marcante, mas que tendia para um lado mais sombrio, da maneira mais interessante possível. “Ok…? Eu realmente não sabia quanto tempo você estava morando aqui, mas…” Levantou as mãos em rendição, deixando que ela guiasse o rumo da conversa. Bebia mais enquanto ouvia as perguntas dela, franzindo levemente sua testa. “Não… Você já deu? E sim, já aconteceu, mas tinha muito álcool envolvido… Nunca fez isso?”
“Eu não sou uma anfitriã muito simpática... Álcool ajuda com isso.” Piscou um dos olhos, sarcástica, tirando a garrafa das mãos dele novamente, para sorver uns quatro goles, um atrás do outro, só parando quando quase começou a rir da desculpa dele a respeito do papo furado. “Faz pouquíssimo tempo, detetive. Eu nem tenho certeza... Mais ou menos um mês?” deu de ombros, umedecendo os lábios e relaxando sua pose -- esticou as pernas no tapete e fechou os olhos, ouvindo os trovões e a violência da chuva acertando as janelas. “Eu publico livros sob um pseudônimo... Pode-se dizer que inventar nomes falsos é meu ganha-pão.” Riu-se fraco, balançando os pés antes de abrir os olhos e virar a cabeça na direção alheia, passeando com o olhar por todo o corpo dele antes de chegar ao seu rosto e só então responder a segunda parte. “Bom saber que álcool não te impede de performar,” provocou, com a ponta esquerda dos lábios curvando para cima. “Je suis française. What do you think?”
mwdge:
flashback, october 31st, 2019
“Eu bem estou tentando.” Disse já olhando em volta pra ter certeza de que o homem não estava por perto. Passou o olho rápido pelas pessoas e ao tê-lo em seu campo de visão encolheu-se, instintivamente mais perto da outra loira. Por outro lado, o gesto o colocou mais perto também da decoração sem cabeça e ao olhar pra cima fez uma careta, como as pessoas conseguiam gostar desse tipo de coisa? “…as pessoas se empenharam bem nessa festa.” Não que a fantasia dela não estivesse bem feita e ela não tivesse dedicado um tempo a mais em sua maquiagem também, pra perfilar ainda mais seu rosto, mas nem comparava-se a qualquer coisa assustadora por ali. “Por que diz isso?” Perguntou, mas ela mesma chegando a conclusão e soltando um suspiro antes de emendar. “Bem na cara huh?” Torceu os lábios. “Bom, tecnicamente sim, eu ia encontrar meus amigos por aqui, mas tá todo mundo fantasiado ou com máscaras, acabei não encontrando ninguém… E você?”
Os lábios da francesa se abriram num sorriso divertido -- as reações da outra loira eram demais engraçadas para resistir à vontade de rir. Uma Tinkerbell perdida e assustada no meio de um mundo de pesadelos... Effy teve que lutar contra impulso de procurar papel e caneta para escrever, tão forte foi o relâmpago de inspiração que lhe acertou por conta daquela imagem. “É meu primeiro Halloween fora de casa e eu resolvi dar uma olhada nas decorações que os americanos fazem. Até agora eu estou bem satisfeita.” Seus olhos deixaram o rosto da fada para esquadrinhar pontos aleatórios às costas desta, e então viu a aproximação do idiota magrelo vestido de Pennywise. Ela suspirou e ofereceu o braço à mais baixa. “Por que não saímos daqui um pouco? Eu estou precisando de ar puro,” mentiu, apressando-se para que pudessem deixar o local antes do palhaço perceber o medo na sua companhia e acabar com o pé de Effy na sua garganta. Sem ligações da polícia, foi tudo o que sua família pediu antes da filha do meio embarcar em direção do país americano.
arielivanov:
“Olha, eu adoraria me fazer de durona e dizer que este tipo de filme não me assusta, só para te impressionar. Mas eu estaria mentindo”. Deu de ombros, enquanto desamarrava os seus tênis para tirá-los antes de se acomodar contra o estofado, observando a tela da televisão enquanto a amiga se preparava para reproduzir o longa. “Posso me aconchegar em você caso sinta medo?” Perguntou com um pequeno sorriso contra os seus lábios.
Mayfair soprou o ar pela boca diante da resposta de Ariel. Por que alguém iria querer lhe impressionar? Decerto, todos deveriam ter essa mentalidade mas a realidade é bem diferente. Bem mesmo. Logo, ouvir aquilo não fez sentido algum e resultou naquilo que parecia uma risada mas não é exatamente uma risada. “É um filme idiota, capaz de nem te fazer ter medo...” deu play e se afastou para descansar o notebook da mesinha de centro, levantou-se mesmo que sem necessidade, aproveitando o momento para se espreguiçar e pegar as pipocas que havia preparado. Só que teve de parar no meio da sua ação de oferecer o recipiente à Ariel, para encará-la de sobrancelhas franzidas. “Eu não respondo muito bem a pessoas me tocando sem aviso prévio.” Avisou, negando a confusão com a cabeça e voltando a se sentar ao lado da morena, o olhar vacilando na direção dela por um instante. “Se você quiser eu posso procurar algum bicho de pelúcia para você abraçar. Meu roommate deve ter vários.”
In ten years’ time, I want to live in a house with big windows.
“ nevermind i take it back. “ ( peter )
“Now that I’m winning you’re gonna take it back? No way in hell.”
@hpetcr
“ a kiss doesn’t mean anything. ” ( pedroca )
“Is that right?” Liberou a fumaça, olhando para o mais alto com uma curiosidade crescente, batendo o cigarro para que as cinzas caíssem no chão. Estava mantendo a sua distância, de costas na parede durante toda a duração daquela conversa que tomava curvas interessantes, até que ele disse aquilo. “Then I suppose it wouldn’t mean anything if I kissed you right now.” Aproximou-se dele até seus pés ficarem diante dos de @hpetcr, levantando o queixo numa demonstração de atrevimento, assim como seu meio sorriso que sumiu por trás de mais uma tragada.
am i honest or just a hypocrite? ( peter )
“That remains to be found out, I suppose.”
“ can you roll over? you’re crushing me! ”
“You’re hogging the sheets, I’m not rolling over. You roll over!”
Maeve Wiley trying to suppress a smile, looking pensive or sad after Otis choose ur fighter
❛ Why wasn’t I invited? ❜
“You jump when I look at you wrong, Ashley... I just assumed you wouldn’t want an afternoon with my book club gang, they are worse than I am and they would chew you up. They can smell fear.”
[ 📞 ] ‘ tell me you’re not planning on doing anything stupid. ’ (madalena)
@madsxdownes )
[ 📞 ] silêncio. “yeah… do you want me to lie and tell you i’m not gonna do something stupid, or do you want me to not answer it and then you’ll know i’m definitely going to do something stupid?”
😚 Kiss my muse on the cheek / midge
Como dizem os americanos, what the hell was that? Totalmente inesperado, sem aviso prévio, sem preparação. Effy virou-se devagar na direção da mais baixa, as sobrancelhas vincadas numa cristalina expressão de confusão total. “Why did you do that…?” esperava que @mwdge fosse incapaz de notar que o beijo em sua bochecha causou uma reverberação de arrepios estranhos na sua coluna, descritos como num livro aberto no seu olhar. “Don’t do it again.”