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Prólogo.I.II.III.IV.V.VI.VII.VIII.IX.X.XI.XII.XIII.XIV.XV.XVI.XVII.XVIII
"Querida Naomi, Você tem o futuro em suas mãos. As coisas que pode fazer e as coisas que vai fazer...
GALERA, SOMETHING HAPPEND.
Eu perdi o capítulo. Procurei o quarto inteiro e não achei. Como eu não quero fazer outro porque perdi o gosto para escrever MC, eu vou apenas explicar pra vocês mais ou menos o que acontece.
A tia dela não é presa, ela foge antes que algo de ruim aconteça do tipo ela apodrecer na cadeia. A Alice acorda num hospital e o pessoal tá todo lá, e depois de muito enrolarem eles contam pra ela que a tia dela está mandando ela pra um centro de reabilitação e o irmão dela para um orfanato porque, mesmo longe, a tia dela tem influências em todos os lugares.
Quando ela tenta fugir do hospital, vários médicos e enfermeiros chegam no quarto, dão um sedativo pra ela e ela apaga.
Acorda uma semana depois no centro de Reabilitação.
E a Web acaba assim. Não me matem. Obrigada e Boa noite pra todo mundo.
Pessoas da minha vida que não lembram mais de mim porque eu dei uma sumida.
Eu fiz a sacanagem de não postar o fim de MC pra vocês e isso tá me deixando muito mal, então vou postar o ULTIMO CAPÍTULO DA WEB hoje a noite, assim que eu chegar do trabalho e achar o capítulo, depois vou falar pra vocês um pouco de uma web nova que to criando MUITO diferente de MC e espero que vocês leiam como boas pessoas que são. Amo vocês e até a noite.
CAPÍTULO 9 – O PODER DE CURA DO WHISKY.
Os batimentos estavam acelerados. Eu podia ver o céu de Van Gogh. Estava leve como uma brisa. Aquilo era maravilhoso. E então fui puxada para a realidade, indigna de qualquer pena.
Acordei com uma luz forte em meu rosto. Havia um “bip” constante que acompanhavam meus batimentos.
Foram três dias. Três dias desde que meu pai morreu. E há um dia, eu havia confirmado o que já sabia: que Dolores tinha envenenado meu pai. Eu só precisava do porque e do como. Voltemos há três dias atrás.
- Senhor, como faço para descobrir que remédio é esse¿ - perguntei para o moço atrás da bancada.
Eu havia vagado na noite por horas. Sentia-me destruída. Consegui andar até a república que eu, Caio, Clari e Mitri morávamos antes de ir para casa de minha tia e me dirigi ao bar do Zé. Ele me ajudou e me deixou dormir em seu escritório. Disse que sempre gostou muito de mim e que eu poderia ir para lá quando quisesse.
Na manhã seguinte, me arrumei, peguei o frasco que havia roubado da casa de Dolores, onde havia um pouco do “remédio” vque ela dava para meu pai e fui até o laboratório farmacêutico mais perto.
- É fácil, senhora. Anote suas informações aqui e deixe o frasco. Depois de amanhã terá seu resultado.
- Não tem como acelerar o processo?
Ele negou com um movimento de cabeça.
- mas posso fazer de grátis pra você. Gostei de você, e parece estar bem desesperada - ele falou isso e depois olhou-me da cabeça aos pés.
Eu assenti devagar.
- Obrigada. – Foi o que consegui dizer.
- Nada. Assim que o resultado sair, eu te ligo.
Agradeci novamente e sai do laboratório.
Eu não tinha para onde ir. Não tinha com quem contar. Eu estava perdida.
Andei até chegar na pista de skate. Sentei-me no topo de uma das rampas. O sol estava matando, mas eu não ligava. Não dava a mínima para merda nenhuma agora.
Respirei bem fundo diversas vezes. Tentava procurar consolo no ar fresco ou em qualquer outra coisa, minúscula o quanto fosse.
As coisas começaram a passar como flashes em minha cabeça. A monte da minha mãe, os vídeos da internet, a briga com meu irmão, a situação com a minha tia... Tudo de ruim que havia acontecido e cheguei a uma conclusão: família é sinônimo de problemas. Pelo menos a minha.
Peguei meu celular e olhei a tela. Sete ligações perdidas e quinze mensagens. Revirei os olhos. Eles realmente achavam que eu ia atender?!
Eu podia ler o começo das mensagens. “Mitri: Cadê você?”, “Mitri: Volta por favor, esta...”, “Clarisse: preciso de você...”, “capeta(Dolores): O enterro...”
Abri a ultima sobre o enterro de meu pai. Dizia que seria no mesmo local de minha mãe, as cinco da tarde e que era para eu aparecer pois ela não iria chamar a polícia em consideração ao meu pai. Devo dizer que achei aquilo um insulto, ela o havia matado, que consideração teria por mim além do dinheiro que estava herdando? Apesar disso, eu sabia que ela queria que eu fosse, pela maquiagem. Meus parentes todos estariam lá, ia ser uma ótima oportunidade de encobrir toda a merda que estava acontecendo.
Eu iria, mas ninguém me veria por lá.
-
Cheguei no enterro e fiquei escondida atrás de umas árvores. Como previsto, estavam todos lá. Os pais de minha mãe, meu avô por parte de pai, meus tios por parte de pai e mais uma porrada de gente.
Sentados na fileira da frente estavam Joel, Clarisse, Caio, meu irmão, minha prima e o Davi.
O padre começou a ler um discurso preparado por Dolores. Ao terminar a cerimônia, esperei até que todos fossem embora e me aproximei do local. Meus batimentos começaram a aumentar e as lágrimas rolaram quando cheguei perto do caixão.
Fiquei olhando aquela caixa preta naquele buraco e a vontade que tive foi de me jogar ali e ser enterrada junto dele.
Sentei-me no chão e fiquei olhando, fingindo que não era meu pai que estava ali, que eu estava olhando um caixão vazio.
- Você está bem? – a voz de Davi veio de trás de mim.
Eu ri. Que pergunta idiota. Típico dele.
- O que você acha? – perguntei, virando-me para olha-lo.
- Sinto muito. - disse ele e sentou-se ao meu lado – Eu não sei o que dizer sobre tudo isso.
Eu suspirei.
- Não precisa dizer nada. Como está todo mundo?
- Preocupado. Mitri passou a noite inteira acordado. Só não foi atrás de você porque a Dolores aumentou drasticamente a segurança. Clari está desesperada e o Caio... bem, digamos que ele nunca mais vai fugir pelo telhado de novo.
Eu teria rido se a situação não estivesse tão feia.
- é complicado. – Conclui – Olha, eu tenho que ir, não quero que mais pessoas percebam que eu estou aqui. Fala pro Mitri que eu estou no bar do Zé. Quando eles conseguirem sair, pra passar lá.
Davi assentiu, suspirou e me deu um abraço forte.
- Ali... Eu só queria que você soubesse. No dia que te vi naquela ponte... Um desespero subiu em mim. Eu bati o olho em você e vi que você era muito especial. Eu fiquei com medo de te perder sem nem te conhecer. Eu acredito em você e confio em você. Se cuida, tudo bem?
Eu sorri um pouco ao me lembrar daquela noite. Dei outro abraço nele, enxuguei as lágrimas, levantei e fui embora.
Voltei para o bar do Zé e decidi trabalhar. Era o melhor que eu podia fazer agora. Zé hesitou um pouco, disse que não era para eu trabalhar e sim descansar, mas acabou desistindo de discutir comigo.
A noite passou rápido, assim como o dia seguinte. Ele foi resumido em bebidas e comidas para outras pessoas e paradas para o choro de vez em quando.
As pessoas me reconheciam por ali, então passei o dia conversando com uns adolescentes. Eu, Caio, Clari e Mitri havíamos virado lendas por ali, Tudo o que os novos residentes sabiam sobre nós era “eu ouvi falar que...” e coisas do tipo.
No fim do dia eu estava menos deprimida. Havia conseguido parar de pensar em tudo. “Parado”, mas assim que caiu a noite e eu terminei de limpar a última mesa, sentei-me e comecei a chorar.
- Chega de choro, menina. – Zé falou, sentando ao meu lado e me servindo um copo de Whisky.
- Eu não consigo – falei, entre soluços.
- Consegue sim. Bebe.
Virei o copo. Ele me serviu mais um pouco. Virei novamente.
- Agora, respire fundo.
Fiz o que ele falou.
- ótimo. Agora escute. Você está assim agora por causa do choque que teve ao ver seu pai daquela forma, mas já passou por muita coisa para chorar tanto. Você vai engolir esse choro porque ele não vai trazer seu pai de volta, dividir essa garrafa comigo porque eu quero ficar bêbado tanto quanto você e então vai dormir, pois amanhã sai o resultado da farmácia e não quero que você passe a noite acordada por causa de ansiedade.
Eu obedeci. Nós bebemos até eu não me aguentar em pé, então Zé me ajudou a ir até o escritório e eu capotei na cama que ele havia improvisado para mim.
Acordei com o meu celular tocando.
- Alô?! – perguntei, desnorteada.
- Oi? Senhorita Alice Ferreira?
- Sim...
- Aqui é o Bruno da farmácia. Você deixou um líquido comigo antes de ontem. Eu acabei de receber os resultados.
- Estou indo pra aí.
Desliguei o telefone e levantei rápido. Lutando contra a dor no corpo inteiro, na cabeça e a vontade constante de vomitar todos os meus órgãos, me arrumei e corri rua a fora.
Cheguei ofegante na farmácia. Bruno me olhou e arqueou a sobrancelha, remexeu no balcão, pegou duas pílulas, um pouco de água e me entregou.
- Toma. É pra ressaca. Você parece estar precisando.
Respirei fundo umas trinta vezes, então tomei as pílulas.
- Obrigada.
-Sem problemas. Me dá seu telefone e nós ficamos quites.
- Você já tem.
- Então só preciso de um encontro.
- Quem sabe mais tarde. Você conseguiu os resultados¿
Ele assentiu. Foi até o balcão novamente, pegou um envelope e me entregou. O abri ali mesmo.
- O que é isso aqui? – perguntei, apontando para um nome esquizito que tinha escrito no papel.
- É um tipo de veneno. Bem raro, na verdade. Se você der para a pessoa e dependendo da dose, ela pode morrer em alguns anos.
- E se for injetado?
- Na quantidade que diz aí... semanas. Onde conseguiu isso?
Fiquei olhando para o rosto de Bruno por algum tempo. Eu não sabia como reagir. As conclusões eram extremas demais, assustadoras demais.
- Eu... e... Pode me emprestar seu celular?
Bruno hesitou por uns instantes, mas acabou por me emprestar seu aparelho. Disquei o número de Caio e esperei até que ele atendesse.
- Alô?!
- Caio?
- Não, Dolores.
Respirei fundo.
- Melhor ainda. Espero que você tenha dado um fim nos seus venenos, pois eu vou ligar pra polícia e eles vão revistar a casa inteira.
- Alice, querida, a polícia está toda atrás de você. Eles nunca vão me prender. Ou esquece que eu que banco as viagens de lazer de cada um deles?
- Eu tenho um plano, Dolores, cuidado. Quero te encontrar. Só você.
- No cemitério. Exatamente onde seu pai foi enterrado.
- Te vejo lá.
Dolores
Pretty much what my life consist of right now..
Ben Lloyd Hughes, the boy who will be playing Will in Divergent. ^.^
Cdê os comentários, caras??
Insultos? Tenho alguns, mas não são tão importantes. Ainda me declaro aqui ;) Os capítulos estão ótimo. Quando vai postar mais? Beijos
Ah... Valeu s2 Vou postar semana que vem, eu acho, porque o capítulo nove já tá pronto.
Ta foda o capitulo mano, pqp JHDJDJCJCJFKKFJCJVOGOFKCJFJDJFJD
jOIJSoasduhadauhodhuoashduoauodhahoudias :3