2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

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Stranger Things
Sweet Seals For You, Always
Game of Thrones Daily
trying on a metaphor
todays bird
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
Monterey Bay Aquarium

@theartofmadeline
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let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Not today Justin
Xuebing Du
d e v o n
Keni

Andulka

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One Nice Bug Per Day

Product Placement
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@morphinepills
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O Novo Homem O homem será feito em laboratório. Será tão perfeito como no antigório. Rirá como gente, beberá cerveja deliciadamente. Caçará narceja e bicho do mato. Jogará no bicho, tirará retrato com o maior capricho. Usará bermuda e gola roulée. Queimará arruda indo ao canjerê, e do não-objecto fará escultura. Será neoconcreto se houver censura. Ganhará dinheiro e muitos diplomas, fino cavalheiro em noventa idiomas. Chegará a Marte em seu cavalinho de ir a toda parte mesmo sem caminho. O homem será feito em laboratório muito mais perfeito do que no antigório. Dispensa-se amor, ternura ou desejo. Seja como for (até num bocejo) salta da retorta um senhor garoto. Vai abrindo a porta com riso maroto: «Nove meses, eu? Nem nove minutos.» Quem já concebeu melhores produtos? A dor não preside sua gestação. Seu nascer elide o sonho e a aflição. Nascerá bonito? Corpo bem talhado? Claro: não é mito, é planificado. Nele, tudo exacto, medido, bem posto: o justo formato, o standard do rosto. Duzentos modelos, todos atraentes. (Escolher, ao vê-los, nossos descendentes.) Quer um sábio? Peça. Ministro? Encomende. Uma ficha impressa a todos atende. Perdão: acabou-se a época dos pais. Quem comia doce já não come mais. Não chame de filho este ser diverso que pisa o ladrilho de outro universo. Sua independência é total: sem marca de família, vence a lei do patriarca. Liberto da herança de sangue ou de afecto, desconhece a aliança de avô com seu neto. Pai: macromolécula; mãe: tubo de ensaio, e, per omnia secula, livre, papagaio, sem memória e sexo, feliz, por que não? pois rompeu o nexo da velha Criação, eis que o homem feito em laboratório sem qualquer defeito como no antigório, acabou com o Homem. Bem feito.
Carlos Drummond de Andrade, in 'Versiprosa
(via (19) Tumblr)
Quanta gente vestida de coração nu.
Eu me chamo Antônio (via vertiginal)
Eu Te Amo
Ah, se já perdemos a noção da hora Se juntos já jogamos tudo fora Me conta agora como hei de partir Se, ao te conhecer, dei pra sonhar, fiz tantos desvarios Rompi com o mundo, queimei meus navios Me diz pra onde é que inda posso ir Se nós, nas travessuras das noites eternas Já confundimos tanto as nossas pernas Diz com que pernas eu devo seguir Se entornaste a nossa sorte pelo chão Se na bagunça do teu coração Meu sangue errou de veia e se perdeu Como, se na desordem do armário embutido Meu paletó enlaça o teu vestido E o meu sapato inda pisa no teu Como, se nos amamos feito dois pagãos Teus seios inda estão nas minhas mãos Me explica com que cara eu vou sair Não, acho que estás te fazendo de tonta Te dei meus olhos pra tomares conta Agora conta como hei de partir.
Tom Jobim
Angelo Frontoni, Anna Karina and Michel Subor on the set of “Le Petit Soldat”, 1960
Could The Masterpiece Be a Fake? Profit, Revenge And ‘The Art Of Forgery’
Art historian Noah Charney on what to look for in a painting:
“It depends on the type of painting but if we’re talking about an oil painting one of the things that has to be replicated in order for it to appear old is called craquelure and craquelure is the web of cracks that appears naturally in oil paint over time as it expands and contracts and that literally looks like little webbing on the surface and you can study that and you can determine whether it was artificially induced to make it look old quickly or whether it appeared naturally. There are various tricks to try to make it appear that it was old when it was artificially induced, but that’s usually a good clue for oil paintings. … We actually have some accounts, voluntarily presented by famous forgers, for their own recipes for how to make forgeries and a handful of the forgers in the book volunteer themselves — they were never caught — because they wanted the notoriety.”
Photo: Guy Isnard, a police official, curating an exhibition of fakes in Paris, 1955. Photo by Robert Cohen for Time-Life.
“I’ll never forget the day Marilyn and I were walking around New York City, just having a stroll on a nice day. She loved New York because no one bothered her there like they did in Hollywood, she could put on her plain-jane clothes and no one would notice her. She loved that. So as we we’re walking down Broadway, she turns to me and says ‘Do you want to see me become her?’ I didn’t know what she meant but I just said ‘Yes’- and then I saw it. I don’t know how to explain what she did because it was so very subtle, but she turned something on within herself that was almost like magic. And suddenly cars were slowing and people were turning their heads and stopping to stare. They were recognizing that this was Marilyn Monroe as if she pulled off a mask or something, even though a second ago nobody noticed her. I had never seen anything like it before.” - Amy Greene, wife of Marilyn’s personal photographer Milton Greene
eu sou como pão com ovo
velhocaos
todo mundo come, mas ninguém assume. o homem que tá na minha cama até agora me comeu a noite toda, mas não vai me assumir amanhã. nem depois. vi agora que ele tem marca de aliança no dedo. o porteiro do prédio que me come com o olhar toda vez que passo não irá me assumir porque me acha um viadinho escroto. o padeiro que come meu dinheiro todas as manhãs não irá me assumir. nem o leiteiro. e nem o comerciante. o governo que come minha dignidade todo dia não irá me assumir porque não dá a minima se na minha rua tem iluminação ou saneamento básico. os professores da universidade que me comem a paciência com lições de platão e freud não me assumirão porque eles tão pouco se fudendo pro que já sei. platão choraria. a noite me come outra vez. e me regurgita quando o sol vem. e eu vomito palavras porque não me assumo. eu me devolvo pra praga do mundo. uma vez, encontrei helena. uma moça dos cabelos azuis. ela me disse que o amor não assumiu ela. que era assim como eu. uma vagante. que fica procurando calor em cada esquina. mas volta pra frieza da casa dela. outra vez, na praça, me deparei com dona patrícia. ela me disse que a terra não assumiu ela. o marido foi e ela ficou. que vivia sozinha esperando ser boa suficiente pra servir de comida pra terra. dona patrícia era uma graça. os botecos estão cheios de não-assumidos, babe.
(via add a caption)