Sabendo que a fortuna dos Lovecraft reduzia drasticamente as chances de um deles ser expulso de Durmstrang, Darius agia como se as regras não existissem. Naquela tarde de verão, revirava os estoques de refrigerados da cozinha enquanto seu novo pet, Valesca, a planta carnívora, emitia grunhidos no vaso em cima da bancada. “Frango... Frango... Peru...” murmurava para si mesmo. “Não faça essa cara, eu sei que você não gosta de aves.” Darius falava com a planta, enquanto a familiar Terra parecia entretida com a frustração de sua nova colega de quarto. Mais uma caixa resfriadora sem comida para Valesca. “Ei, você sabe onde ficam as carnes vermelhas?” perguntou a [MUSE], que entrava na cozinha.

















