eu não quero varrer os meus pedaços novamente. eu não quero cortar minhas mãos tentando me remontar. e eu não quero ser essa estrutura falha que a qualquer toque desaba.
Three Goblin Art
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Not today Justin
Game of Thrones Daily
trying on a metaphor

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AnasAbdin

izzy's playlists!
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pixel skylines
I'd rather be in outer space 🛸
i don't do bad sauce passes

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祝日 / Permanent Vacation

Kaledo Art
DEAR READER
Cosimo Galluzzi

roma★
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
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@mxnaysa
eu não quero varrer os meus pedaços novamente. eu não quero cortar minhas mãos tentando me remontar. e eu não quero ser essa estrutura falha que a qualquer toque desaba.
Era tanto amor, que acabou me sufocando. As mentiras contadas a João.
Sigrid at Panorama 2018. Portrait by @3dnewyorker
Enterrei meus sentimentos ainda vivos. Ouço seus gritos dolorosos por socorro, me perturbando toda madrugada.
C.
a vida é feita de idas partidas, mas, calma, uma hora alguém fica.
“Talvez nos sentimos vazios porque deixamos pedaços de nós em tudo que costumamos amar.”
— R. M. Drake.
by Anna Hollow
As cargas não estão mais leves, os ombros que estão mais fortes.
I want you to think about me at night, when you can’t sleep and you look outside and see the stars. And think about the times we used to look at the night sky. I want you to remember all the fun we had. And then I want you to go to sleep knowing that somewhere in the world I can’t sleep either because I’m thinking too.
“Ela trouxe palavras bonitas e alguns cigarros. Trouxe também aquele sorriso de canto e contou algumas histórias engraçadas. Rimos tanto, tanto, tanto, entretanto ela pediu para que eu esboçasse um gesto de entendimento: eu não conseguia entender uma palavra sequer. Ela então apagou seu último cigarro com a naturalidade de quem está acostumada a enterrar os primeiros amores. Rasgou os meus contos ainda não escritos e escreveu no espelho, com a delicadeza de uma mão trêmula, “eu te amo tanto que prefiro não te estragar. Adeus”. Depois de rir e vir tantas vezes pelo meu mundo, desapareceu levando os silêncios, as cinzas, os contos e esse coração aprendiz que, de tanto esperar, desaprendeu a ter paciência.”
— Eu me chamo Antônio.
Eu sofro aquilo que em mim não se silencia Eu sofro por aquilo que reverbera meu doer Tudo me acompanha o choro com entoações singélicas Eu rezo - perdoe meu sonho lúcido com tua presença
É porque te amo - e se estou em tão condição quero tão somente vossa presença que é este clarão capaz de dissipar o desconforto que é viver.