Você poderia parar de falar? Eu realmente não quero ouvir.
— Só segue andando, DongKi. Ignora.

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Você poderia parar de falar? Eu realmente não quero ouvir.
— Só segue andando, DongKi. Ignora.
acrosstheuniversegirl:
Assentiu ao receber a direção. Ficou um pouco hesitante ao ouvir que havia polícia. Bem, Daisy não estava fazendo nada errado. Ela já era de maior, mas quem acreditaria? Ela apenas tinha os documentos americanos em mãos, os provisórios da unidade coreana estavam praticamente vencidos e havia a necessidade de renovar. Ela era praticamente uma clandestina. Assim que ele respondeu a respeito de sua mania, Daisy sorrira novamente. — Ah, entendi. Meu pai fumava também, ele havia parado quando minha mãe engravidou de mim. — Contou, sem razão alguma. A americana sempre achara bonito essa atitude de seu pai, preferindo manter o ambiente limpo e saudável para a vinda da primogênita. — Então, acredito que se tiver um motivo forte, é mais simples deixar de fumar. Eu uso algumas coisas também… — Completou, dando de ombros. Voltou-se para o caminho e ponderou se devia ou não ir na direção que o maior havia a apontado. — Você vai comigo? — Perguntou, por fim.
Diante da palavra uso, Jinhwan deixou-se imaginar o que ela significaria. A surpresa também ficou expressa em seu rosto, quando ele arqueou ambas as sobrancelhas e fitou a garota uns centímetros abaixo de si. A curiosidade, que nunca foi algo muito presente na vida dele, fez-se presente e ele quis logo se livrar dela. — Você usa o que? — Perguntou tentando soar despreocupado, enquanto começava a andar na direção do caminho seguro. Tirou o capuz e guardou o isqueiro no bolso, sabendo que a polícia poderia pará-los por conta de sua aparência e Jinhwan não queria isso. — Vou. Até uma parte. — Assentiu, suspirando por entre os lábios.
wanna come?
imoodboy:
- Eu estou com calor - não era mentira, seu corpo costumava se esquentar muito rápido, dizia para si mesmo que era um problema , já que convive assim e isso só o deixava mais estressado ainda. Mas nada que um banho de água gelada não o deixasse bem. Olhou o horário no celular, e pensar que daqui a algumas horas teria que estar disposto o suficiente para ir treinar. Girou sob os calcanhares e voltou para perto do outro, seus olhos estavam pesados e agora o nariz congestionado, o frio as vezes lhe fazia mal e Hyun sequer percebia. - Vou andando pra minha casa - segurou no ombro do menor e piscou lentamente tentando se livrar da vertigem - você vai me acompanhar?
— Não perguntei se está com calor ou não. Está frio. Está noite. Você vai ficar gripado. — Ainda insistiu antes de apenas suspirar. Então que ficasse sem blusa no frio da noite em Gwangju, nenhum metabolismo aguentaria aquilo sem que ficasse com uma gripe horrível. No entanto, não seria Jinhwan a fingir-se de babá alheia quando nem o conhecia e não estava com vontade. — Vou. Se aparecer no jornal amanhã que um bêbado morreu no caminho de casa, vou me sentir culpado, então eu vou. Sem nenhuma gracinha, tipo sair correndo, entendeu?
demthepuppy:
- Quase - se abaixou ficando acocado - Ah - suspirou pesado e voltou a ficar em pé - Mian, eu não sou daqui, então eu não sei.. por onde tenho que andar - enfiou as mãos no bolso do casaco e se curvou - Obrigado. Estava perto de casa, ou quase, mas seria bom ter uma companhia. Quase pediu para que o estranho lhe acompanhasse, mas poderia ser um estorvo para o mesmo. - E-eu vou sim, obrigado de novo - se curvou novamente e girou sob os calcanhares indo em direção ao condomínio.
Jinhwan apenas o observou com algo que parecia preocupação. Ele realmente parecia estar muito assustado e imaginou como havia chegado àquele ponto com aquela estrutura. — Você disse que não é daqui, não é? Se dizer onde mora, posso te levar até lá e te mostrar o caminho mais seguro para evitar que isso aconteça novamente.
"Losing someone isn't easy, but you're making it harder than it needs to be."
Jinhwan nãoprecisava ouvir aquilo e nem ele precisava ter ditto. Seu corpo se retesou eele bufou, erguendo-se de onde estava. Se o outro não fosse um cego maldito,tão fodido por não poder enxergar, Jinhwan provavelmente teria socado ele,tamanha era a raiva que sentia. — Não é você que decide isso ou não. — Respondeuentredentes e deu as costas, sumindo do lugar antes que batesse nele ou fizessecoisa pior. Ele nem mesmo podia se defender realmente.
Seus dentes de coelho são uma graça, deveria sorrir mais.
― Essa é uma das coisas mais estranhas que eu já ouvi.
"You never talk about it, why?"
Ah, aquilo era verdade. Ele nunca tinha falado sobre aquilo. Nem com Noeul, nem com psicóloga alguma. Mesmo com sua irmã, o assunto nunca parecia vir. As lembranças eram muito vívidas e doíam demais. Mesmo a simples menção indireta de algum desconhecido sobre o acontecido fazia com que algo que ele não gostava remexesse em seu interior. Culpa, dor, sofrimento, fome, tristeza, solidão, raiva, pânico, medo, insegurança, inferioridade, constrangimento, ódio, desespero. Tudo isso era real para Jinhwan, real demais. Ele vivia aquilo. Não tinha razão nenhuma para querer falar sobre aquilo com alguém; só queria esquecer o mais rápido possível, da maneira mais indolor. Por que traria aquilo à tona para alguém? Mesmo porque… Não queria parecer frágil para alguém. Não era frágil, sabia se defender e por isso se defendia, dia após dias, hora após horas. Não que vissem isso como muito mais que grosseria e má educação. E se fosse má educação? Não era da conta deles de qualquer forma. Quando criança, a responsável por si erasua irmã, que tinha apenas sete anos. Ela não soube me educar muito bem, mas fez muito melhor que meus pais, obrigação. Era o que Jinhwan tinha vontade de responder quando essas palavras eram cuspidas para si. ― Vocês não se importam de verdade. — Resmungou e olhou para o outro. Era verdade, também, o que dizia. Mesmo os médicos e os policiais aos quais sua irmã tivera que explicar sua situação para que entendessem os machucados e o barulho no condomínio. Ninguém realmente se importava pelo que passara e pelo que estava passando. Ninguém jamais se importou comos inferiores. Jinhwan já tinha sido motivo de chacota e não queria passar por esse constrangimento novamente tão cedo. Era por todos esses motivos que nunca falava sobre isso.
"I'm not comfortable with this conversation."
Conversa? Ela chamava aquilo de conversa? Era patada atrás de patada e a pirralha ainda chamava de conversa. Ele a fitou, sério o suficiente para parecer desinteressado (e ele realmente não estava). ― Então pare de puxar assunto. — E foi tudo. Suas mãos puxaram o capuz sobre a cabeça e ele deu meio a volta, decidindo que tinha sido uma péssima ideia ter escolhido aquele lugar para livrar-se de alguns pensamentos.
"How long has it been since you lost them?"
Ele não podiafugir. Sabia que a outra era psicóloga (forense, teimava em lembrar) e isso sótornava a situação toda estranha. Seus olhos se fixaram no chão, próximo aospés alheios, enquanto pensava. Pais.Quando os havia perdido. ― Eu acho que nunca os tive de verdade. ―Sussurrou, não esperava que ela tivesse ouvido de qualquer forma. Quando ergueuo olhar, fixou-o, dessa vez, em alguma região acima dos olhos alheios. ― Dois anos. ― O tom audível, abriaespaço para que continuasse cerca de cinco segundos permanecendo naquelaposição desconfortável. Seus braços se cruzaram em frente ao peito e elearrumou-se naquela cadeira. — Possoligar para a minha irmã? Ela pode explicar a situação. Converse com ela.
Tu és tão belo, mesmo com suas cicatrizes e inclusive com elas. Mas por favor, nunca vá longe demais, pois se um dia partir, o mundo em cinza perecerá pela ida de um anjo que os outros insistiram em as asas cortar.
— Ah, tá.
O perigo está no que pode fazer com os outros ou no que eles podem fazer com você?
— Interprete como quiser.
"Who hurt you this badly to make you this way?!"
A perguntaquebrou a figura imponente de Jinhwan. Seus olhos vagaram, tão perdidos quantoele mesmo. As pessoas sempre tinham respostas para as suas grosserias, noentanto, ele não esperava que a resposta da vez foi uma pergunta e fosse aquelapergunta. Um gatilho perfeito. Lembranças preencheram sua mente e mordeu oslábios com tanta força que o corte que encontraria mais tarde estava explicado.Lembrava-se claramente do quão assustado e perdido sentia-se no cantinho dobanheiro sujo, lembrava-se de sua irmã protegendo a si mesmo contra o peito,ambos desnutridos e sujos. O pesadelo não se resumia à casa, contudo; naescola, era a mesma coisa de sempre. As surras que levavam, os castigos, ficavamvisíveis nas mangas curtas do uniforme que uma vizinha muito bondosa deixoupara eles. Roxos, queimados, tiras vermelhas das surras com as tintas; porvezes, eram pretas. Mas a lembrança mais vívida era a do sorriso de seu pai; umsorriso assustador que sempre assombraria os sonhos de Jinhwan. Conforme elecrescia, as lembranças pareciam mais pesadas, densas, no entanto, bem maisnítidas do que aquelas em que apenas apanhava; passou a retrucar, chutar devolta, tentar socá-lo. A noite, sua irmã o procurava com desespero pela casa,encontrando-o na porta do quarto dos mais velho, com uma arma em mãos echorando como um bebê. Who hurt you this badly to make you this way?! Continuava retornando apergunta e não importava quanto tempo ele passava questionando a si mesma sobreela, ela não parecia justa. As costas das mãos esfregaram os olhos e asbochechas, secando as lágrimas que as lembranças derramaram. Fungou, tentandoparecer indiferente, enquanto desviava o olhar do cego, com medo que elepudesse ler a si e a sua mentira, mesmo que tivesse plena consciência de suacegueira. Você sente minha falta e nãopode evitar se tornar uma cópia minha. As palavras não tinham vindo de seupai, mas de sua imaginação fértil, no entanto, eram verdades e issoaterrorizava Jinhwan. Sentia falta da única figura paterna que tivera durantetoda sua vida, não importava o quão apanhasse nas mãos dele, e admitir algocomo isso soava ridículo e assustador. Puxando o ar e o soltando lentamente,Jinhwan procurava retomar a calma. — Não é da sua conta. — Mentiu e o gosto amargoda mentira logo se espalhou por seus lábios. — Não é como se fosse mudar algo.
Se você fosse uma moto, eu queria ser as rodas, só pra poder ficar por baixo de você
— A qualidade dessa cantada é mais de 8000. Procura-se quem enviou.
mentiras bonitas ou verdades feias?
— Verdades feias. Você fica com a consciência limpa e não magoa ninguém por ter sido mentiroso e dito o que a pessoa gostaria de ouvir, mas sim o que a pessoa tinha que ouvir.
Top 3 filmes
— Invasores: Nenhum sistema está à salvo, Clube da Luta e Ilha do Medo.
Deep Ass Starters.
Sometimes it's hard to get in depth with your muse and their backstory, because you can't figure out how to bring those things up with others. Here are a couple of starters intended to make things a little more personal!
"What's holding you back?"
"I'm not comfortable with this conversation."
"Will you /ever/ be comfortable with this conversation?"
"Let me in sometime!"
"It's not that easy, you know."
"Help me understand."
"It's hard to connect with someone when all they do is push you away."
"Why are you always so cold?"
"Why are you always so happy?"
"Are you really happy now?"
"Who hurt you this badly to make you this way?!"
"What, did your ex mess you up that badly?!"
"Why do you keep fighting it any time you feel?"
"It's a problem, I get it."
"This is all kinds of messed up."
"That's not exactly a good coping method."
"So what happened, with your parents, really?"
"What was your childhood like?"
"Everyone has at lest a little bit of mommy/daddy issues. It's nothing to be ashamed of."
"My parents aren't exactly perfect models, either."
"You were bullied? What for?"
"Was it hard? Coming out, I mean."
"You can't just run away all the time."
"You can't just hide all the time."
"Are you still thinking about them?"
"I'm not the enemy here. But this makes me wonder who the real one is for you."
"Is the reason you're so cold and defensive because you feel threatened?"
"How long has it been since you last spoke to them?"
"You never talk about it, why?"
"How come you're so different around them?"
"It's like you don't have a care or worry in the world."
"You seem so perfect. I don't get it."
"What was your ex like?"
"I don't think I was ever good enough for them."
"Are you not comfortable being intimate?"
"Why don't you feel comfortable being intimate?"
"Letting someone see you that vulnerable, it's a scary thing."
"Are you scared of being hurt?"
"Have you ever been taken advantage of?"
"Why are you afraid of saying I love you?"
"I never understood how someone could say those words so easily."
"You're hurting others the way you've been hurt in the past, don't you think that's ironic?"
"You use people to make yourself feel better."
"I'm scared of being used again..."
"Losing someone isn't easy, but you're making it harder than it needs to be."
"How long has it been since you lost them?"
"You're too attached."
"I'm not attached, I'm just comfortable with what I'm familiar to."
"Maybe the real reason you're so controlling is because, deep down you'd rather have them in your grasp than lose them."
"Why did you ever break up?" / "Why did we ever break up?"