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Só queria nós, um beck. E nós!
Quando eu ouço as nossas músicas sem você bate aquela saudade
E de repente eu, me apaixonando de novo...
Relacionamento aberto, por que não?
Nesta semana estava conversando com um dos meus colegas de faculdade sobre relacionamentos abertos. Em meio à conversa, ele se referia várias vezes como “relacionamento aberto” (poligâmico) e “relacionamento sério” (monogâmico).
Deixei passar, mas não pude evitar que aquilo me incomodasse, quer dizer, relacionamentos abertos não são sérios?
Curiosa, como sempre, passei a ler alguns artigos bem interessantes sobre o assunto e alguns outros que pouco valeram a pena.
À princípio achei que fosse culpa somente da igreja, que não deixa de ser meio verdade, mas cheguei a outras razões bem inesperadas: CAPITALISMO e SEXISMO!
Pois é, descobri que antigamente, por questões de herança paternal, criou-se a monogamia. Afinal, todos sabem quem é a mãe, mas a paternidade é uma dúvida. Então o capitalismo, com ajuda da sua sempre fiel igreja católica, estabeleceram normas familiares que proibiam (principalmente à mulher) a infidelidade. Então estamos nós, séculos depois, com as mesmas (ridículas) concepções de que as pessoas são mercadorias e, quando muito, só servem para produzir mais dinheiro. Filhos são, primeiramente, herdeiros. Mulheres são, primeiramente, progenitoras desses herdeiros. E tudo que importa então é quem vai dobrar o dinheiro de uma família burguesa de prestígio.
Então reprimimos nossos desejos, vivemos nossa vida inteira sendo condenados e nos condenando por “trair*” alguém.
Mas é natural do ser humano sentir desejo, atração e até se apaixonar por outras pessoas. Não somos simples maquinas programadas a amar apenas uma pessoa e nem somos assexuados para não sentir desejo por outrem. Sofremos com esse padrão social em que tentamos nos encaixar, mas que cada dia mais se prova furado. Homens traem, mulheres TAMBÉM traem (porque sentimos tesão também, ok?) e quando não, sentem vontade, mas vivem infelizes para satisfazer essa norma.
Acredito, realmente, que os relacionamentos durariam mais se parássemos de achar que as pessoas são como iPhones que você compra numa loja e depois é todinho seu. Pessoas não são iPhones. Pessoas sentem!
Espero que um dia a igreja pare de ser tão hipócrita e deixe as pessoas viverem da maneira que quiserem sem condená-las. Enquanto isso não acontece, é válido pensar sobre relacionamento aberto, como ele pode ser sério sim e como, talvez, possa ser algo mais duradouro. Afinal, ninguém se sentirá preso, nem enjoado e nem cairá em rotina.
Mas quem achar que monogamia é melhor, vá em frente!
E não se esqueçam que a única certeza que temos é de que iremos morrer, vale mesmo a pena não ser feliz?
Domingo 6h
escovar os dentes
pra dormir de novo as 11h
(hora que era pra estar acordando)
“Eis aqui um fato sobre mim: eu não consigo desistir das pessoas. Minha mãe me ensinou ainda quando eu era uma criança, que eu nunca devo fazer algo por alguém esperando que esse alguém me faça algo em troca. Mas eu simplesmente não consigo. Isso que lhe digo sobre nunca desistir das pessoas, se dá ao fato de que tenho sempre no peito esse desejo reprimido de que elas nunca desistam de mim também.”
— Luna.
“Por favor, dê o direito do outro ir. Deixe que ele siga sua vida da forma que achar melhor. Sem rancor. Sem mágoa. Deixe que o outro se vá, que ele busque e corra atrás dos seus sonhos, que ele erre, e vai errar, mas deixe. Você não tem o direito de impedir que alguém siga um caminho diferente do seu. Porque pessoas não pertencem a pessoas. Elas pertencem a si mesmas. E o que elas decidem fazer com sua vida, bem, isso é problema delas…”
— Isabela Freitas.
Uma hidro, um beck, uma cerva e você.
Era tudo que eu queria!
Sou um tipo de pessoa que, quando escuta as coisas, fica o dia inteiro com elas na cabeça.
Máh Soares. (via recontador)
Gosto dos seus olhinhos que… quase se fecham quando você sorri.
Matheus Fernandes. (via adesejar)