Apollo, Apolito, Apollinho.
Nesse momento, só consigo pensar no quanto eu queria ver você mais uma vezinha e te abraçar bem forte, mesmo você sempre fugindo dos abraços (haha).
Você chegou com tanta energia em nossas vidas, foi o primeiro cachorrinho que conquistou por completo os nossos corações.
Vou sempre me lembrar do quanto você pulava de alegria quando recebia a gente.
Do quanto você chorava quando Vinícius ou Laís saíam de casa.
Do quanto você encarava quando via alguém comendo.
Do quanto você era cuidadoso quando as crianças chegavam perto pra brincar e mexiam com você da forma que nenhum adulto conseguia e você simplesmente deixava calmamente e pacientemente, mostrando sua índole pura e bondosa.
Do quanto você discernia à sua maneira quem fazia o bem e quem fazia o mal e estava disposto a tudo para proteger quem você amava.
Do quanto você era protetor e fazia questão de dormir na porta da casa sempre que não havia um homem em casa tomando para si a função de impedir qualquer mal de chegar até nós.
Do quanto você era amoroso, pronto pra receber carinho e permanecer no carinho pelo tempo que fosse possível.
Sem falar nas suas expressões únicas que sempre traziam sorrisos para quem visse, misturando rostos misteriosos com recalcados e mostrando que à sua maneira você entendia o que a gente sentia.
Ou dos momentos em que você roubou silenciosamente alguma carne que deixamos de bobeira, automaticamente nos forçando a buscar outra alternativa para a refeição.
Ou quando um dia você chegou perto da gente com um hálito delicioso de sabonete assustando todo mundo e no fim fazendo todos rirem de chorar com a sua mais nova paixão.
Ou as muitas vezes que você convenceu qualquer pessoa com um olhar pidão, impossível de resistir, a te dar algum pedaço de pão. Olhar esse que mexia até mesmo com o nosso emocional e nos comovia de modo que quando não podíamos te dar comida nos sentíamos mal, com uma pena sem igual.
São tantas lembranças que ficarão, que sinto que a sua vida foi tão significativa e com propósito e trouxe tanto para cada um de nós.
Por mais que nos console saber que você não está sozinho agora e que está rodeado de entes queridos falecidos das nossas famílias e de sua priminha, Dianinha, ainda dói muito deixar você ir. Você realmente vai fazer falta e vai ser impossível preencher o espaço que você vai deixar.
Te amamos muito, Apollito e ansiamos pelo dia em que nos reencontraremos 🤍










