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volta cmg?
você namora o matheus, sai fora
passa seu facebook?
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Eu percebi que estava te amando quando eu quis todos os dias ver o seu sorriso, quando a única coisa que eu queria era poder te fazer sorrir pra ver a sua alegria, era um motivo pra eu sorrir também. No começo eu não percebia o que você causava em mim, não me tocava de como eu estava gostando de você, e cada dia que passava, eu gostava mais ainda. Eu não percebia como eu ficava ao falar com você, de como eu adorava as suas piadas sem graça. Eu só percebi que estava te amando quando te ver triste me fazia ficar triste também, eu seria capaz de tirar a sua dor pra colocar em mim, se fosse possível. E se eu pudesse, eu nunca te deixaria ficar triste, faria o que fosse preciso pra você ficar bem. Percebi que estava te amando quando o meu dia mudava ao falar com você, e saber que você estava bem me fazia ficar bem também. Eu percebi que estava te amando a cada dia mais quando tudo mudou a partir do momento que você tinha entrado na minha vida, e só depois de um tempo que eu fui me dar conta de que, sem você é tudo sem graça, que ficar um dia sem saber notícias suas me deixa mal, sem você, tudo fica vazio. Desde que você tinha entrado na minha vida, tudo começou a ter um novo sentido, você me deu novos motivos pra sorrir. Você conseguiu me fazer bem de uma maneira que ninguém nunca tinha conseguido. Eu percebi que estava te amando quando eu escutava alguma música e lembrava de você, quando os meus textos começou a ser escrito pra você. Percebi que o meu amor só aumentava quando eu acordava e a primeira coisa que eu pensava era em você, era em ir correndo falar com você. Eu percebi que estava te amando quando eu já não via nada melhor no mundo, do que estar com você.
Nathalia V. (via re-novada)
Ele: Eu não consigo desistir...
Ela: De quê?
Ele: De nós.
Você me deixou, você me magoou, como você diz "você me deixou ir" mas eu não quero e não consigo ficar sem você, então eu peço pra que se não seja pra ser meu amor, minha bebê, minha namorada peço que não me deixe, seja pelo menos minha amiga, minha colega, só não fique longe de mim. Não me esqueça, não deixe de me ligar. Eu tentei, você tentou, mas não deu, nós não combinávamos o suficiente. E você sabe que eu ainda te amo, e que se você quiser voltar, eu quero. Só fica colada em mim, deixa eu continuar roubando sorrisos seus? Eu quero que você me veja dormir de novo. Eu sinto falta do nosso namoro, ou melhor, da nossa namorizade, como você dizia, eu só queria que você não me abandonasse, mas, não fica longe de mim que eu não aguento princesa.
- Desculpa, mas não é você, sou eu. Só que dessa vez fui eu quem soltei essa desculpa esfarrapada. Essa desculpa que tantas outras vezes foi usada comigo. Mas dessa vez, era num sentido diferente. Não que eu quisesse terminar, até porque nunca tivemos nada. Mas era necessário te deixar livre, você sempre gostou de ser livre. Não queria que se prendesse, não a mim, não sem a sua própria vontade. Não te amo, nunca foi amor e nos dois sabemos disso. Mas te gosto, muito. Ainda te cuido, se você quiser. Não vou dizer que ainda estarei aqui quando você resolver volta, porque não sei se aguento esperar tanto tempo e não quero fazer promessas que não sei se serei capaz de cumprir. Mas vá, voe bem alto, pra bem longe. Experimente. Conheça pessoas novas. Se apaixone. E quando voltar, diz o ditado que o filho sempre a casa torna, se eu estiver aqui. Se, eu ainda estiver. Poderemos começar do zero. Agora, se eu já tiver seguido com a minha vida. Por favor, não volte para atrapalha-lá.
Querido John (via querido--john)
Lembrei do seu sorriso, e sorri de volta.
Ele não era o cara certo. É triste, irritante e perturbador. Mas ele não era. Não abria a porta do carro, achava normal rachar a conta no primeiro encontro e adorava sexo em público. Ele era normal. Nem alto, nem baixo, nem magro e nem gordo. Nem lindo de morrer nem feio de correr. Mas tinha um sorriso de menino travesso e os olhos mais doces do mundo. Só os olhos. E a gente nem tinha muita coisa em comum. Mas também odiava motel barato e gente efusiva. Ele provavelmente não era o cara certo. Não tinha paciência quando eu estava de tpm e não era do tipo romântico. Nunca me deu flores, nunca beijou meu olho ou recitou um poeminha clichê. Nunca nunquinha. Mas sempre beijava minha testa ou o topo da cabeça. Segurava minha mão sempre que dava e tinha os melhores dedos pra fazer cócegas. Ele era meio irresponsável, dirigia sem carta de motorista e xingava velhinhas no trânsito. Mas sempre me poupava das suas grosserias ou daquele cigarro maldito. E coitada de mim se eu fumasse. Ele agia feito meu pai e tirava do sério até minhas amigas virtuais. Não tava nada certo. Ele não era o cara. Minha mãe achava que ele merecia um par de tênis novo e meu pai tinha preconceito com sua cara meio amarrada. Mas eles até gostavam dele. Porque por algum motivo idiota, eu parecia feliz. Eu também odiava seu cabelo todo bagunçado e não era fã daquela sua amiga meio mestiça. Ele não perguntava se tava tudo bem, não fazia questão de ouvir um “eu te amo” todos os dias e não tinha todo o tempo do mundo pra mim. Então, o cara certo com toda certeza não podia habitar o mesmo corpo que ele. Mas ele simplesmente sabia que tava tudo bem ou tudo mal. Ou que eu o amava, todos os dias e sempre um pouco mais. E o pouco tempo que tinha, era meu. Não precisava compartilhar atenção com ninguém. Era eu, ele e sua cachorra ciumenta. E eu também não gostava do seu gênio forte e da sua tendência a fazer burrada na maior parte do tempo. Não gostava do seu perfume enjoativo e nem daquela cueca xadrez. E ele tinha um jeito estranho e inteligível de me acalmar ou me mandar calar a boca. Então, em algum momento, entre as amigas contra e as briguinhas pelo telefone, ele parecia ser o cara. E eu não tô dizendo que sou louca por ele ou que consegui mudar o seu teu jeito meio burrão de ser. Nada disso. Na verdade, eu não ligo se ele bebe mais do que os caras do boteco ali da esquina ou se me dá um bolo às vezes. Eu só não acho que ele possa ser o cara certo ou o errado quando na verdade, ele é o cara.
Gabriela Machado. (via copodeleite)