Ă© por isso
muita gente sabendo muito sobre muita coisa. Ă© por isso que tudo estĂĄ indo tĂŁo bem.
tumblr dot com
DEAR READER
dirt enthusiast
styofa doing anything
Peter Solarz
No title available
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
No title available
I'd rather be in outer space đž
Not today Justin
will byers stan first human second

Kiana Khansmith

if i look back, i am lost

⣠Chile in a Photography âŁ

â

romaâ
NASA

izzy's playlists!
Today's Document
Show & Tell
seen from United States
seen from Latvia
seen from United Kingdom
seen from United Kingdom
seen from Poland

seen from Malaysia

seen from United States
seen from Chile
seen from Malaysia
seen from United States
seen from Poland
seen from United States

seen from United States
seen from Philippines
seen from Nigeria
seen from Canada
seen from United States
seen from Canada
seen from France

seen from TĂŒrkiye
@naoenadanada
Ă© por isso
muita gente sabendo muito sobre muita coisa. Ă© por isso que tudo estĂĄ indo tĂŁo bem.
Sei lĂĄ, acho que virei o vĂ©io das instalaçÔes. Ou das videoinstalaçÔes, que me parece ser mais adequado nesse caso. No domingo, 4 de janeiro, visitei a 36ÂȘ Bienal de SĂŁo Paulo, no PavilhĂŁo Ciccillo Matarazzo, e as obras que mais me impactaram foram aquelas que contavam com suportes audiovisuais. Salas escuras, lugares para sentar ou deitar, atenção sugada pela tela em movimento, pelo som ao redor⊠Seria um reflexo da nossa vida atual, absolutamente imersa em telas o tempo todo? NĂŁo tenho essa resposta, mas creio que a pergunta Ă© vĂĄlida.
Camille Turner e sua âinstalação sonora imersivaâ, DreamSpace, que de fato conduz Ă meditação (se vocĂȘ se permitir), com a voz suave, as projeçÔes delicadas no cĂ©u/parede. A angolana Helena Uambembe e o vĂdeo Long Long Long Ago, uma espĂ©cie de fĂĄbula narrada pela prĂłpria artista, na qual a briga de dois irmĂŁos gĂȘmeos causa a divisĂŁo de um continente em dois. JosĂšfa Ntjam, com o filme Dislocations, cuja proposta visual me remeteu na hora ao universo estĂ©tico da Björk (posso estar viajando, claro). O franco-argelino Kader Attia e La Valise oubliĂ©e, que mergulha em trĂȘs malas esquecidas para recontar histĂłrias da Guerra de IndependĂȘncia Argelina. Thania Petersen entregou um vĂdeo que parecia uma pintura viva, conduzida por uma hipnĂłtica mĂșsica sufi, uma ĂĄrvore crescendo, homens montando peixes voadores, dançarinos e dançarinas girando, girando. Pirei na brisa.
Destaco ainda a instalação (sem vĂdeo) Templo da ĂĄgua: rio TietĂȘ, do colombiano Leonel VĂĄsquez, que captou minha atenção tĂŁo logo entrei na sala e me deparei com a plataforma de formato circular.
E nĂŁo poderia deixar de mencionar Myrlande Constant. As obras da artista tĂȘxtil haitiana, ricas em cores, lantejoulas, contas e tambores decorativos, sĂŁo extraordinĂĄrias. Drapo, bandeiras de vodu. BelĂssimas.
(Cinco mulheres, apenas dois homens. Pode ser um dado relevante para constar? Acho que sim.)
Por fim, escrevo isso apenas para lembrar do que vi e senti. Um registro compartilhado. (Viegas)
Depois de uma carreira de 46 anos, o T.S.O.L. parece estar descendo definitivamente do palco. Uma sĂ©rie de shows na California no inĂcio de 2026 indica um ponto final na longa trajetĂłria.
A de Huntington Beach (CA), cuja sigla significa True Sounds of Liberty, tem uma ligação muito grande com o skate e, no meu caso, foi mais do que isso â ajudou-me a entender essa relação.
Tenho flashes de memĂłrias daqueles momentos em que comecei a levar o skate como a coisa mais importante do mundo, no final dos anos 1980. Num desses momentos, lembro de ver, escrito com caneta azul, âTSOLâ num couro branco de um tĂȘnis de algum desconhecido que dividiu uma sessĂŁo comigo. NĂŁo consigo ter certeza se, quando vi isso, jĂĄ sabia ou nĂŁo do que se tratava.Â
Depois (ou antes), o T.S.O.L. era a banda da mĂșsica do Grito da Rua, âFlowers By The Doorâ, que tocava em todo encerramento do programa que levou o skate para dentro das casas brasileiras (ou paulistas, ou paulistanas). âCeremonyâ, do New Order, era a abertura. Ou seria o contrĂĄrio? NĂŁo cravo, mas o fato Ă© que essas sĂŁo, atĂ© hoje, duas faixas que arrepiam a memĂłria afetiva de qualquer um da minha geração que anda (ou andou) de skate.
Quando o saudoso Cesinha Chaves, em seu programa Vibração, apresentou uma banda que estava começando a ganhar destaque â um certo Guns Nâ Roses â, chamou atenção para a vestimenta do baterista Steven Adler: uma camiseta do T.S.O.L. Procure aĂ o videoclipe de uma canção chamada âSweet Child Oâ Mineâ.
A Ășnica vez que pichei um muro na vida escrevi, em spray laranja, âT.S.O.L.â Achei estranho quando vi que a banda meteu cabelos e visual de banda de heavy metal na capa de âHit and Runâ. Mas âitâs the size of your heart, not the length of your hairâ â aprendi em outro hino punk, âJoin The Armyâ, do Suicidal Tendencies.
No pesado discurso que introduz âOne Shot Awayâ, num ĂĄlbum ao vivo chamado Hell and Back Together, o vocalista chama atenção para alguĂ©m que morreu por overdose, e imagino que esteja falando de Hillel Slovak, jĂĄ que cita os Red Hot Chili Peppers e o acontecimento trĂĄgico era recente. Claro, a mensagem de pegar leve (ou nem pegar) com drogas me atingiu, e sou grato por isso atĂ© hoje. E o RHCP era, para mim, a banda que tocava na plataforma do Vision Skate Escape â âah tĂĄ, tĂŽ entendendo legal essa ligação skate-mĂșsicaâ.
Volto a reforçar: nĂŁo hĂĄ uma clareza cronolĂłgica nessa minha admiração pela banda â atĂ© por ser uma Ă©poca em que as coisas chegavam quando tinham que chegar, sem ondas digitais que percorrem tudo no instante em que algo passa a existir.
Num acontecimento um pouco mas nem tanto mais recente, a parte de Pedro Barros em âPropellerâ, o primeiro vĂdeo de skate da Vans, usa âRed Shadowsâ, digna da importĂąncia do momento histĂłrico. âSoft Focusâ, para Mike Anderson em Not Another TransWorld Video, de 2011, tambĂ©m Ă© memorĂĄvel.
Acho que Ă© suficiente. O T.S.O.L. estĂĄ longe de ser minha banda favorita, mas acho que a importĂąncia deles na minha vida estĂĄ bem explicada. A ligação com a mĂșsica me ajudou a entender que o skate era algo muito maior do que um esporte. âNothing For Youâ Ă© minha favorita do T.S.O.L. E Ă© o Ășnico ingresso que comprei Ă toa. No dia do show, num galpĂŁo na Barra Funda, derrubaram o portĂŁo. O ticket nem saiu do bolso. (Prieto) -
After a 46-year career, T.S.O.L. seems to be finally stepping off the stage for good. A series of shows in California in early 2026 points to a full stop in this long trajectory.
The band from Huntington Beach (CA), whose name stands for True Sounds of Liberty, has a very strong connection to skateboarding â and, in my case, it was more than that: it helped me understand that relationship.
I have flashes of memories from the moments when I began to treat skateboarding as the most important thing in the world, in the late 1980s. In one of those moments, I remember seeing âTSOLâ written in blue pen on the white leather of a sneaker worn by some stranger who shared a session with me. I canât be sure whether, when I saw it, I already knew what it referred to or not.
Later (or earlier), T.S.O.L. was the band behind the theme song of Grito da Rua, âFlowers By The Door,â which played at the end of every episode of the show that brought skateboarding into Brazilian homes. âCeremony,â by New Order, was the opening theme. Or was it the other way around? I wonât swear to it, but the fact is that, to this day, these are two tracks that send shivers through the emotional memory of anyone from my generation who skates (or skated).
When the late Cesinha Chaves, on his show Vibração, introduced a band that was beginning to gain prominence â a certain Guns Nâ Roses â he called attention to the drummer Steven Adlerâs outfit: a T.S.O.L. T-shirt. Look up the video for a song called âSweet Child Oâ Mine.â
The only time I ever spray-painted a wall in my life, I wrote âT.S.O.L.â in orange paint. I found it strange when I saw that the band adopted long hair and a heavy metal look on the cover of Hit and Run. But âitâs the size of your heart, not the length of your hairâ â I learned that from another punk anthem, âJoin the Army,â by Suicidal Tendencies.
In the heavy spoken intro to âOne Shot Away,â on a live album called Hell and Back Together, the singer draws attention to someone who died of an overdose, and I imagine heâs referring to Hillel Slovak, since he mentions the Red Hot Chili Peppers and the tragedy was recent at the time. Of course, the message about taking it easy (or not doing it at all) with drugs hit me hard, and Iâm grateful for that to this day. And RHCP was, to me, the band that played on the platform in Vision Skate Escape â âah, okay, now Iâm really getting this skateâmusic connection.â
Iâll stress it again: thereâs no clear chronology to my admiration for the band â especially because it was a time when things arrived when they had to arrive, without digital waves instantly carrying everything the moment it came into existence.
In a somewhat â but not that much â more recent event, Pedro Barrosâs part in Propeller, Vansâ first skate video, uses âRed Shadows,â a track worthy of the historical importance of that moment. âSoft Focus,â for Mike Anderson in Not Another TransWorld Video (2011), is also unforgettable.
I think thatâs enough. T.S.O.L. is far from being my favorite band, but I believe their importance in my life is well explained. The connection with music helped me understand that skateboarding was something much bigger than a sport. âNothing For Youâ is my favorite T.S.O.L. song. And itâs the only concert ticket I ever bought for nothing. On the day of the show, in a warehouse in Barra Funda, the crowd knocked down the gate. The ticket never even left my pocket. (Prieto)
Mark Gonzales, 1986
Freestylin' magazine, jan/1986.
16 Tons
Pausa breve na vida para conferir o primeiro vĂdeo de Felipe Andrade, produzido pelos Flanantes. Eles avisaram que era prodĂgio. O caminho Ă© o certo, as companhias sĂŁo as melhores e o mais importante estĂĄ lĂĄ - o sorriso no rosto por andar de skate. O futuro vai ser como Felipe quiser. (Prieto)
Primeiras Vezes
Fazendo a segunda edição da CLIFE, me deparei assumindo matéria do jovem Matheus Mendes, que jå anda por marcas como Converse e April. Filho do skatista profissional Wallace Belo, tem um longo caminho pela frente ainda, mas com tudo para chegar onde quiser chegar. O moleque é skate puro.
No sempre emocionante momento da entrega da revista para o pautado, ouvi alguĂ©m falar "a primeira dele!" - o que eu sabia, mas que sempre se reforça quando se ouve de uma outra voz. Por um instante, lembrei de quantos "primeira vez" fiz, ao longo de quase duas dĂ©cadas trabalhando em mĂdia impressa de skate.
AĂ, ontem, no Instagram, essa matĂ©ria do Tiago Lemos na CemporcentoSKATE, em 2010, foi revivida.
Na intro, escrevi: Correndo Com o Tempo
Cada ser humano tem seu prĂłprio tempo. O intervalo necessĂĄrio para pensar e o momento da tomada de decisĂŁo variam de acordo com cada consciĂȘncia. O ponto Ă© que o dia tem as mesmas 24h para todos. E Ă© aĂ que Tiago Lemos começa a levar vantagem.
NĂŁo posso afirmar, sem a pesquisa que nĂŁo farei agora, se essa Ă© a primeira matĂ©ria do Tiago - mas certamente Ă© a primeira nessa publicação, e a primeira que eu fiz dele. Achei curioso o uso da palavra "intervalo"- que voltaria a ser vista no tĂtulo (Intervals) do vĂdeo da New Balance, jĂĄ com o Tiago consagrado como um dos maiores da face da Terra a pisar num shape e bater o tail.
Tempo. Primeira vez. Intervalos.
the art of riding a skateboard
the art of printing magazines
CLIFE 2
A segunda edição da CLIFE viajou. De Bordeaux atĂ© Split, de BrasĂlia atĂ© Atenas, o skate desgastando vĂĄrios cantos do mundo estampa as pĂĄginas da revista - e uma conversa com o pessoal do ISMO.MOV esclarece outros pontos.
https://www.ismo.mov/a-nova-onda-dos-impressos-de-skate/
Becker Dunn /foto Mason Miller
like a bone under my skin
i give you me
i give you nothing
sente o drama #naoenada
âVocĂȘ viu a parte do Jovontae Turner no Love Child?â
âO Uni.Versus Ă© bom demais. A parte do Akira Ă© incrĂvel.â
Acredito que o termo âvĂdeo parteâ tenha surgido em conversas desse tipo. Num vĂdeo com diversos skatistas (os chamados full lenght) quem assiste sempre acaba tendo um trecho, ou parte, preferida, inesquecĂvel. Tem a discussĂŁo sobre quem abre, quem fecha, a âparte dos amigosâ, os tombos, enfim, diversos segmentos dentro de um filme.
Ă muito mais fĂĄcil fazer um vĂdeo individual, de um sĂł skatista. Basta casar apenas duas agendas, a de quem vai manobrar e do videomaker. Por conta disso, tornaram-se extremamente comuns na era digital. Tivemos uma seção conjunta site/revista chamada Videoparte CemporcentoSKATE, justamente pra divulgar esse tipo de trabalho. Fazer um vĂdeo com cinco ou seis skatistas, por exemplo, demanda muito mais tempo, os problemas e decisĂ”es a serem tomadas crescem exponencialmente. Por isso os vĂdeos longos sĂŁo cada vez mais raros e deveriam, ao menos, serem mais valorizados. Ă difĂcil encontrar uma mĂșsica boa, que encaixe, e tenha seus direitos de uso negociados ou liberados? Pense em seis. Ou sete. Um skatista costuma se machucar? Imagine meia dĂșzia. Encontrar bons picos pra um tĂĄ difĂcil? E pra oito?
Por tudo isso, quando um skatista lança um vĂdeo desse tipo, individual, sempre fico na dĂșvida: Ă© parte de que?
âVocĂȘ viu a parte do Suciu, chamada Verso?
âE a vĂdeo parte do Tiago, pra New Balance? JĂĄ vi 10 vezes e ainda nĂŁo acredito no nĂvel que ele chegou!â
Eu nĂŁo enxergo razĂŁo em chamar de âvĂdeo parteâ algo que se encerre em si mesmo, que nĂŁo faça parte de um todo. Sei que Ă© algo jĂĄ aceito e absorvido no skate, mas indo pra semĂąntica, nĂŁo faz nenhum sentido. E como tenho certa preocupação com a forma que as palavras sĂŁo empregadas (e acredito atĂ© que o mau uso de algumas delas tenha contribuĂdo pra nos metermos nesse atual poço sem fundo polĂtico/social), achei justo discutir o uso. Essa Ă© mais uma daquelas discussĂ”es pouco relevantes e talvez muito importantes, ou seja, as mais legais de se ter depois da sessĂŁo.
NĂŁo vai aqui nenhum desmerecimento pra vĂdeos individuais. AtĂ© citei apenas dois ali, entre tantos, inesquecĂveis desde a primeira assistida. Ă sĂł uma questĂŁo do uso do termo. Nos textos que eu assino, chamarei apenas de vĂdeo. NĂŁo Ă© o comum, Ă© coisa minha. Ă sĂł pra avisar quem me lĂȘ que a ausĂȘncia do âparteâ nĂŁo foi esquecimento. (Prieto)
A histĂłria do skate no Vale do AnhangabaĂș Ă© mĂ©rito dos skatistas locais, de geraçÔes passadas, da atual e atĂ© mesmo das futuras. Esses caras fizeram o difĂcil e cansativo trabalho de tirar o poder pĂșblico de sua cegueira caracterĂstica e obrigĂĄ-los a fazer o mĂnimo: cuidar das pessoas e da cidade. Qualquer pessoa, fĂsica ou jurĂdica, entidade ou instituição sabe dessa verdade. Sabe que pode atĂ© tentar, mas jamais vai se apropriar de algo que foi feito com a alma de skatista. #salveovale de quem quer ser dono dele. (Prieto)
Helmet - Live and Rare (2021)
âLive and Rareâ, do Helmet, Ă© um dos melhores ĂĄlbuns ao vivo que jĂĄ ouvi. E, por favor, desconsidere o fato de eu ser muito fĂŁ da banda. Eu tenho pouco conhecimento tĂ©cnico de mĂșsica. Sou um escutador. Mas a forma com que as mĂșsica soam aqui, o jeito que cada instrumento se separa do restante, Ă© algo encantador. Sei lĂĄ como foi gravado ou mixado. SĂł sei que Ă© lindo.
Interessante ainda ouvir o prĂłprio Page Hamilton falar sobre as diferenças. O disco tem um lado A/lado B - sumariamente ignorados e unidos pelo Spotify, e imagino que por outras plataformas tambĂ©m. O lado A Ă© gravado em 1990, no CBGB, e o B no âBig Day Outâ, festival no verĂŁo australiano em 1993. E isso faz a diferença, pelo menos de acordo com o lĂder da banda - o ambiente ensolarado australiano, as meninas de topless, tudo um grande contraponto a uma NY soturna, um CBGB Ășmido. NĂŁo hĂĄ lado melhor ou pior - eles sĂŁo diferentes de uma maneira belĂssima. Essencialmente Helmet, faça chuva ou faça sol.
A faixa âImpressionableâ Ă© o que eu entendo que faz a parte ârareâ, do tĂtulo, jĂĄ que as demais mĂșsicas estĂŁo presentes nos ĂĄlbuns da discografia da banda. A crueza complexa das faixas do Meantime, Born Annoying e Strap It On estĂĄ em sua plenitude no setlist. John Stanier, um dos maiores baquetas da histĂłria, Ă© um massacre a parte no meio do som pesado, quebrado, hipnĂłtico. Stanier foi da banda atĂ© o Aftertaste, de 1997. Page Hamilton foi trocando o time, mas sempre manteve a integridade musical e a banda segue na ativa atĂ© hoje. Cara, eu amo Helmet. Desencana, nĂŁo desconsidere isso nĂŁo. Mas ouça esse âLive and Rareâ de ponta a ponta, faça-se o favor. (Prieto)