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The best gift in the world 🥺💕
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marlaheron:
❛ ( marla não era tão adepta ao mar antes de conseguir o emprego de salva vidas. a verdade é que por um tempo, teve medo dele. as águas são profundas demais, inexploradas demais. preferia a segurança, o certo. por isso que, durante muitas vezes, sempre havia escolhido piscina aquelas águas. mas então, havia sido levada até ali e, pouco a pouco, começou a usufruir de sensações doces, leves por toda a beleza marítima. você não sentiu nem um pouco de medo, oliver? o questiona pela necessidade de saber que não era a única que havia sentido outras coisas no local. mas tenta levar o pensamento para longe. a brisa leve, o cheio do mar… são as coisas que se concentra para que não pense no que havia a deixado sem ar mais cedo. eu nunca disse isso. a voz se estende. não demora muito após retirar as vestes para que seja pega no colo. de fato, ocorre uma surpresa de marla. ela começa a rir, sem conseguir muito reagir. ei! me solta! a voz invade o local, mas ela até mesmo o segura pelo pescoço, buscando mais segurança ali. você me paga. enquanto finge-se de brava, ela observa enquanto entram na água. o bom do álcool é que a faz sentir mais leve, como se tudo fosse mais simples. eu que te salvei, lembra? sou seu escudo. e aproveita os minutos antes de ser posta na água. aquela ação de fato é mais dolorosa que parece. o gelo faz com que tudo em si arrepie, as ondas batendo na pele contribuem ainda mais. sem pensar, marla pula no colo alheio, o circundando com as pernas enquanto o agarra com seus braços. meu deus oliver isso tá um gelo! eu vou morrer congelada! e a face próxima a ele carrega um bico de reclamação enquanto pensa se tomaria coragem para voltar o corpo aquela agua. )
tem a concepção que o medo ( semelhante a tantas outras emoções mundanas ) existe por um motivo. lembrar-nos que todos sem exceção alguma têm uma fraqueza. não há porque rejeitar ou negar a existência dele, apesar de lhe parecer estúpido nutrir algo por uma mera fantasia. medo é uma palavra muito forte, uh? incitou num meditar efêmero em demasia, o sorriso jocoso esculpe os lábios avermelhados pelo frio. é mais uma sensação estranha, sabe? um lance que não importa. também não está tão sóbrio assim para pensar sobre a importância, afinal aquilo nem ao menos lhe acrescenta algo ! por quê? você sentiu alguma coisa? apesar de perguntar torce por aquele assunto ser encerrado logo, após tanto tempo no circo o assunto já se tornou tão... entediante. a água, por outro lado, lhe cativa em significância ao submergir o corpo arrepiado na superfície. é surpreendido, porém, pelo jeito que ela se agarra em si tão subitamente. o que é isso aqui? que tipo de salva vidas você é? alfinetou ao envolver o corpo feminino junto ao seu, as mãos firmes peregrinam pela superfície das costas até firmar-se a cintura onde segura com certa posse. vou fingir que não vi isso, uh? provoca ao soprar em confidência enquanto a derme resvala junto a dela, a água aos poucos para de incomodar tanto ao habituar-se. não precisa dessa desculpa, sabe? 'pra se agarrar desse jeito em mim, babe. retrucou com um sorriso dissimulado, o som da risada demonstra em partes a brincadeira implícita. 'cê precisa mergulhar, vai. incentivou ao dedilhar os dígitos sob a derme, o corpo afundando levemente na água. sempre tem um jeito melhor de se aquecer, uh? a sentença ressoa num timbre rouco & astucioso, o resvalar do lábio na cartilagem da orelha direita diante um sorriso oblíquo.
marlaheron:
❛ ( depois de tudo que passaram naquela casa de horrores, eles mereciam uma pausa, uma tranquilidade para ambos. não foi difícil a decisão para onde iriam. a brisa que bate em seu rosto se mistura com o teor de álcool que o corpo possuí. marla fecha os olhos e sente. nem mesmo as imagens assustadoras que outrora havia visto no circo a incomodava mais, ali sente até mesmo a respiração funcionar de forma correta, coisa que, durante a noite, julgou que estava prestes desandar. eu também. estava morrendo de medo de realmente acabar morrendo nos sustos. e não é somente uma brincadeira, o medo de fato havia passado mas ela escondia daquele com um sorriso leve. os dígitos brincam com a areia, marla segura a garrafa e leva a boca, ingerindo um pouco daquele álcool enquanto observa as ondas durante o breu iluminado por poucas luzes dos postes. mesmo assim, é fácil o observar ali. não me diga que você quer entrar ali, oliver! a risada vem quase em um automático quando o vê tirando a blusa. marla umidifica os lábios a visão, balançando a cabeça como se não acreditasse na alternativa. se a água estiver gelada você vai ficar me devendo uma. ela se levanta. talvez seja o álcool fazendo isso com ela, mas ela nem ao menos liga de tirar a blusa e os shorts o qual vestia. pelo menos teria uma roupa para voltar para casa depois. sua sorte é que eu bebi o bastante pra me fazer achar que isso vai ser incrível. recita sem conter o sorriso, segurando a mão alheia enquanto o puxa em direção a agua. )
a sinestesia é verossímil a uma libertação profunda. cada sensação obscura, duvidosa & demasiada é atenuada pela calmaria do mar. desfruta na pele do que muitos dizem: não é água com açúcar que acalma. toda aflição é abrandada pelo silêncio gostoso & acolhedor. ao fim ali é o seu lugar mais seguro e deleitoso; ambiente que não troca por absolutamente nada nesse mundo. quiçá apenas quando está em seu barco, destituído de qualquer interferência externa, é compatível ali. um sorriso cheio de bonança pincelou-lhe os lábios avermelhados, o asiático revira as íris diante a sentença. o jeito que 'cê é exagerada ! esconde o fato de que havia sentido sim algum teor de medo; apesar de recitar inúmeras vezes que são apenas fantasias. projeções muito bem elaboradas no computador, certo? que se foda; não estava mais lá então não importa. não só pensando, babe. vai me dizer que não está com vontade, uh? umidifica a boca enquanto com certa audácia & obstinação, o oh encurta a distância ao pega-la no colo. não seria a primeira vez só naquele dia... então que diferença faz? tarde demais, babe. agora 'cê não tem como voltar atrás. garante ao caminhar a passos lentos sobre a areia macia, o aroma peculiar do mar lhe aquece de uma maneira ímpar; extraordinária. o que vou estar te devendo, uh? eu meio que salvei tua pele lá. ditou quando se põe a observar o rosto de marla, a água gélida fê-lo caminhar rapidamente com a figura feminina no colo. o som da risada & do suspiro ressoa pela ventania, sendo que a põe ali cuidadosamente. me fodi, porra. 'tá gelado demais.
𝐨𝐥𝐢𝐯𝐞𝐫 & 𝐦𝐚𝐫𝐥𝐚.
álcool. algumas gotas a mais em seu organismo & a magia ( merda ) na certa. não sabe explicar bem quando ou o porquê a ideia surge, mas quando se liberta de toda aura do circo desfruta de uma liberdade única. quantas horas esteve à mercê de um só lugar? não faz a menor ideia ! porém, quando escapa do aparente labirinto sem fim da atração de horrores, oliver gargalha em puro êxtase. em partes pela adrenalina ( como pode fantasias ostentarem de tamanho realismo ! ) & a influência do etílico em seu sangue. achei que a gente ia ficar 'pra sempre lá dentro. pontuou em meio a um sorriso banhado em puro êxtase, a garrafa de vidro sendo estendida na direção dela. a visão da praia logo à frente sendo demasiado atrativa, especialmente quando os dígitos se enterram suavemente na areia. o som da maré seguido do silêncio ( quebrado vez ou outra pelo som de risadas sem sentido ) é verossímil a um paraíso. 'cê está pensando a mesma coisa? perguntou ao retirar a camiseta branca de uma só vez, o levantar do corpo seguido da visão atrativa para o mar. 'cê topa ir comigo, uh? só uma vez, vai. aposto que a água está gostosa 'pra cacete. a julgar pela temperatura da areia logo abaixo dos pés descalços, oliver pontuou que não estaria tão gélida o quanto parece. estendeu a mão por fim na direção dela, o sorriso charmoso ampara ali ao morder o lábio em entusiasmo. vem logo, marla. @marlaheron
humanadetaubate:
Na primeira vez que a caranguejo de pelúcia escorregou da garra, Marina não se espantou ;; aquela máquina não era conhecida por ser fácil, então o incômodo não foi tão grande. Era só um jogo, afinal. Na segunda, praguejou baixo, mas não se deu por vencida. Um grandíssimo erro, diga-se de passagem, pois na nona, ela já havia alcançado um novo tipo de fundo do poço! Sentia a face queimar de ódio e frustração e, pelos céus, justamente ela ( uma pacifista! ) agora ponderava se as chances de acabar na cadeia ou com alguma grande multa do circo valiam a vontade de sair quebrando aquela obra demoníaca, ao melhor exemplo do ditado pacífico só o oceano! Talvez sim, talvez não, não conseguiu chegar a uma conclusão, pois Oliver chegou antes, distraindo-a de toda aquela cólera com os arrepios familiares que a sua proximidade trazia ( e que ela fez o possível para ignorar conforme revirava o olhar, ainda que de um jeito bem mais leve que há poucos segundos ). ❛ Ollie, por acaso eu já te mandei a merda hoje? ❜ acompanhada de um sorrisinho amarelo, provocativo, a dúvida soou mansa, quase como se questionasse sobre o tempo ou alguma grande técnica milenar daquela maquina idiota que ele parecia prometer. Sua postura, porém, logo tornou a denotar um azedume quando escutou as críticas não construtivas alheias. ❛ Como assim segurando errado?! Só dá pra apertar o botão e mover essa alavanca maldita que não prende nada! ❜ bufou com um gesticular para o brinquedo, cujos barulhinhos pareciam rir dela. Quase tanto Oliver. ❛ Nossa, muito obrigada por notar o óbvio. Percebeu isso só agora ou preferiu ficar rindo da minha cara? ❜ ah, por que Ginger ainda perdia o tempo perguntando? E com outro suspiro mais discreto, em resposta ao próprio pensamento ( apesar de um sorriso mínimo ameaçar surgir no canto dos lábios ), moveu a cadeira para o lado, para dar espaço ao outro. ❛ É claro que não! Eu não usei tantas fichas assim …. ❜ a exclamação, no entanto, perdia a certeza ao tentar contar quantas haviam sido, de fato.. Céus e mares, então era assim que o vício em jogos começava .. ❛ Muito bem, madre Teresa. Me mostra como se joga, então. Se me conseguir esse caranguejo ai eu penso em te recompensar pelas fichas. ❜
proximidade é incentivada por todo magnetismo; uma energia da qual é incapaz de controlar ou ignorar. tal sinestesia é intensificada a enésima potência ali, de um jeito que ele desfruta à bel prazer. também não é de sua vontade rejeitar cada arrepio, especialmente quando a sensação é boa ‘pra caralho. uma lembrança de tempos que, se depender de si, hão de voltar muito em breve. a mente inclusive lhe trai com inúmeros pensamentos, derivados de toda proximidade deleitosa entre eles. não só observa como sorri ( apesar de toda discrição do ato ) ao vê-la de tal forma. quase como se estivesse prestes a saborear; provar de uma sensação do qual é viciado mais uma vez. 'cê poderia usar essa boca 'pra tanta coisa, ginger. escolhe justamente me ofender ! destilou com um sorrisinho de escárnio esculpido nos lábios, a risada divertida carregada de bom humor acompanha à sentença. por exemplo, poderia dizer: por favor, oliver. me ajude com esse maldito jogo. realiza uma imitação fajuta do timbre alheio; talvez não esteja nem perto de chegar a nota certa. revirou os olhos com demasiado divertimento, o reclinar do corpo encurta a distância ao aproximar o lábio do pescoço. talvez esteja usando a força errada, uh? exemplificou ao colocar as mãos sobre a dela, encobrindo-as ao envolver o botão enquanto sorri suavemente. viu só? 'pra tudo tem um truque. vociferou destituído de qualquer soberba ou vaidade, apenas tem agora um objetivo real de conseguir a pelúcia a todo custo. rir de você é até que gostoso. 'cê fica toda vermelha brava, sabe? tão bonita. elogia entre linhas de sarcasmo & flertes singelos, o endireitar da postura é seguido por um curvar de braços acima do tórax. me recompensar com fichas? indagou com um sorriso oblíquo nos lábios carmesim, oliver então se abaixa ligeiramente até a altura dela onde os lábios quase encostam a cartilagem da orelha. a respiração roça ali junto ao sorriso quase traiçoeiro. você consegue oferecer melhor do que isso, uh? não somos crianças. pontuou uma vez que admira as íris alheias com certa intensidade; frenesi. você merece mais do que só um caranguejo como prêmio, baby. a mão dominante peregrina ardilosamente sob a superfície dos ombros femininos, dedilhando com tanto domínio e precisão que logo lhe traz um caminho certeiro ao queixo. os dígitos roçaram na curvatura do pescoço até, posteriormente, brincar com o lábio inferior num pressionar moderado. você não concorda?
parte do seu interesse pelo circo vinha pela presença de uma das irmãs performando, mas lara-rose não podia negar o quão fascinante era a junção de cores e pequenos acontecimentos dentro daquele espaço. curiosa, também era impossível deixar de lado a vontade de entrar em cada barraca, conhecer cada artista e ficar bem longe de palhaços. ao ver muse passar por si, claramente adentrando em um dos muitos espaços e confiante para seu destino, a veterinária prontamente foi atrás. “ei!” chamou um pouquinho mais alto, deixando com que um sorrisinho delineasse nos lábios carmesim. “onde ‘cê vai?” parecia corajosa o suficiente para acompanhar a outra pessoa para onde fosse, então até arriscou um arquear interessado das sobrancelhas. “posso ir junto? prometo que sou uma ótima companhia e posso tentar ganhar um ursinho pra você. quase uma acompanhante dos sonhos, diria!”
perde a conta de quantos lugares ainda hão de ser explorados. quanto mais investiga ( da forma mais gostosa & divertida possível ), maiores são a gama de infinitas possibilidades. a sensação é de não haver fim; andar em círculos entre atrações das mais diversas e imprevisíveis. não há como não esboçar um sorriso ou outro tamanho rejúbilo que o local incita. uma espécie de agrado à sua criança interior que, honestamente, oliver às vezes nem se dá conta que existe. quando é abordado por lara-rose, a irmã de sua ex-namorada, um sorriso gentil atinge os lábios carmesim. interrompe o próprio trajeto; as mãos antes nos bolsos são erguidas em sinal de rendição. juro que sou inocente. replicou em timbre amistoso & brincalhão, observando-a com atenção diante à proposta. sou praticamente um viajante sem rumo, lara. ditou num tom propositalmente reflexivo, cuja entoação demuda a uma breve risada espontânea. 'pra ser honesto estava indo comer! 'cê já comeu? me disseram que a comida daqui é ótima. acrescentou ao apontar discretamente o caminho que seguiria, aguardando por uma confirmação. se você quiser me acompanhar fica à vontade, uh?
ambientação: circo
“Dessa vez eu vou acertar o alvo moço, eu juro!” Sorriu de maneira constrangida para o atendente que resmungava de dor por ter sido atingido por uma bolinha que escapara da mão de Joanna enquanto tentava participar da brincadeira. Não apenas o funcionário, como várias das pessoas ao redor já haviam sido vítimas de sua falta de coordenação. Aquela era sua última chance de conseguir a prenda e também recuperar sua dignidade, então a professora respirara fundo e mirou o alvo com atenção. Tentou imaginar o que Indiana Jones faria naquele momento e ele certamente conseguiria acertar o alvo para abrir passagens secretas. Contou na mente até três e então jogou a bolinha, apenas ouvindo outro resmungo de dor ao fundo quando atingira outra pessoa. “Eu desisto! Oficialmente, eu desisto! O meu pai me pediu para levar um gorila de pelúcia para a casa e eu vou voltar de mãos vazias, porque não consigo sequer segurar uma bolinha direito. E eu sinto muito Indiana Jones, mas eu tentei!”
para ser honesto toda ambiência para lá de esquisita lhe proporcionou paciência. por exemplo, a frequência quase unânime de filas gigantescas por metro quadrado. no dia a dia, quem sabe, oliver sequer permaneceria ali com tanto afinco. só que ali… é um quão divertido assistir cada competição. àquela altura já havia acumulado inúmeras pelúcias, prontamente distribuídas para crianças que encontra no caminho. além de, naturalmente, ter perdido outras tantas fichas com jogos do qual era péssimo. tal que a situação que assiste logo à frente, despertou-lhe um certo grau de empatia. é foda ‘pra cacete ser humilhado na frente de todos, oras ! ‘cê vai desistir? indagou de braços cruzados, a cabeça reclinada alguns centímetros para o lado. ‘cê não pode desapontar o indiana jones, porra! ele é uma lenda. incentivou a medida do possível, um sorriso delineia a boca carmesim em seguida. o gorila gigante ‘tá esperando você, pô. tenta mais uma vez. vai quê.
mginnyad:
diante da pronúncia do outro rapaz, ginny erguei a cabeça para o céu, procurando a lua. estranhamente não parecia em lugar algum, o que fez a garota constatar que talvez não tivesse nascido ainda. “ei, não tem graça alguma!” proferiu, as mãos na cintura enquanto tentava parecer brava. era inútil, no entanto, porque desconfiava que jamais poderia sustentar sentimentos ruins em relação a oliver por muito tempo. “você não precisaria correr, aposto que não te devorariam. deve ter um gosto horrível!” implicou, como sempre fazia. era uma de suas formas de demonstrar apreço, afinal. “aceito ir para lá apenas se houver comida ou animais fofinhos de pelúcia, são minhas condições.” cruzou os braços, fazendo sua típica e infantil birra. não era motivo de orgulho, mas ginny não conseguia evitar.
não consegui reparar na lua com você aqui, ginny. recitou num tom explícito de ironia mesclado ao charme do timbre rouco. apesar de haver sim uma verdade por trás da pronúncia, graças a desatenção quanto a imensidão azulada. não fica assim, vai. aproximou-se com suavidade ao dedilhar com a ponta dos dedos a derme macia, afagando o queixo para alcançar a maçã do rosto onde aperta com cuidado. ‘cê fica adorável toda bravinha, cute. resiste a vontade de exprimir um sorriso, as íris se reviram nas orbes ao ouvi-la falar a respeito de seu gosto. se deus não estivesse no controle, de certo que a resposta seria outra. nah, discordo de você. eu sou irresistível. exprime em um tom de vaidade que, no instante seguinte, transformou-se numa risada bem humorada. ‘cê quer uma pelúcia agora é? vamos conseguir uma ‘pra você. envolveu os ombros dela com o braço direito, de modo a aproximar o rosto suavemente do dela. além de comida, óbvio. não posso deixar essa gatinha com fome. senão logo ‘cê vira uma leoa.
the looks served in just one music show… 🥵
marlaheron:
❛ ( ela nunca pensaria que a aranha que ele falara não existia, talvez por ser medrosa demais, porém no primeiro momento ela somente se desespera, até que reconhece o tom de voz. automaticamente ela observa o ombro e empurra ele pelo tórax. eu não acredito que brincou com isso! bufa e cruza os braços, basicamente o fuzila com os olhos durante alguns segundos, mas não é como se mantivesse por muito tempo. acha que eu combino com o tipo gostosa? na verdade ela é só morta mesmo… nunca virou pó. um suspiro pesado se torna presente, como se doesse lembrar da cena, o que realmente acontecia mas ele não precisava saber. é claro que não! a não ser que a vez que consegui queimar o café conte… da de ombros, tentando fugir do assunto que havia se tornado demais nos seus flops diários. é de terror! eu nunca vi mas sempre falam. como você ouviu? eu não sei nada do enredo mas… tenta explicar, as pessoas de fato falavam bastante daquilo, mas ela nunca havia tido interesse de fundo para saber sobre. é só não chegarmos perto de bueiros e estamos salvos de it, ‘pô. mesmo que diga isso, as coisas começam a assustar conforme entram ali. por que não podiam ter algumas luzes pelo lugar? não tornaria tudo mais divertido? menos assustador? ótimo momento pra falar isso aliás, porque eu ‘tô planejando como vou sair correndo e me esconder atrás de você se alguém nos matar aqui dentro. engole seco. a mão aperta um pouco a alheia, buscando certa segurança que outrora insistia em não precisar. ela até se aproxima mais dele, colando os braços enquanto busca ficar longe das figuras que apareciam em seus lados. não é? imagina o tanto de tempo… não seria melhor algo menos assustador? uma casa de coelhinhos por exemplo. são tão fofos. seriam perfeitos… )
o seu conhecimento acerca de filmes de terror resume-se a duas coisas: todo mundo em pânico e casa monstro. critique-o à vontade; mas oliver julga seu arsenal riquíssimo. ao ponto de, inclusive, elaborar uma teoria que ambos são o elenco perfeito ‘pra morte certa. a gostosa & a cota asiática. qual filme de terror que mantém o asiático vivo? nenhum ! até mesmo the walking dead… decepção. você ser gostosa só te coloca numa situação delicada, babe. adverte com um sorriso provocativo, a língua estala no céu da boca diante o pensamento. ‘cê não sabe que a gostosa é sempre a primeira que morre? alfineta bem humorado, surpreendido por um reflexo totalmente distorcido da imagem deles em um espelho. um sobressalto tomou-lhe à frente, enquanto uma risada divertida de pura excitação é audível. não acredito que me assustei com a porra do reflexo. de novo a energia do local, soturna e fantasmagórica demais, atiça toda curiosidade de oliver. onde será que estão as câmeras, uh? os caras do circo devem estar rindo ‘pra cacete. afinal, se fosse ele quem estivesse à mercê de tudo, também estaria gargalhando por cada susto ou gritinho de pavor. it é um tanto problemático, não é? fora que o segundo filme é um porre. isso sim é tortura psicológica. chego a ficar arrepiado. reclamou antes de ser surpreendido pela aproximação, sendo que oliver revira as orbes suavemente. medrosa! sussurrou próximo ao auditivo feminino, a mão esquerda recai sobre os ombros num abraço quase protetor. qual caminho ‘cê quer ir? direita ou esquerda? pensa rápido. a ideia de tê-la lhe protegendo ( mesmo que em utopia ) foi por água abaixo. ‘cê não ia me proteger até a morte, marla? atiça com um sorriso perambulando, a face ostenta de uma suavidade única quando julga ver o final em uma das opções. traição isso aí.
shebrave:
“Você acha mesmo?” Meghan mordiscou o lábio inferior novamente, mas daquela vez, em ansiedade, enquanto encarava o alvo em frente. “Seria ótimo para o meu ego se eu acertasse novamente, mas acho qu…” Pensou em dizer que provavelmente não iria conseguir, mas sua fala fora cortada pela voz de um grupo que afirmava que tratava-se apenas de sorte de principiante. Sendo uma garota competitiva e orgulhosa, a ruiva não admitiria que seguissem a desdenhando daquela forma. “Bando de babacas.” Resmungou apenas para o rapaz ao seu lado ouvir, enquanto voltava a posicionar a flecha contra o arco. Por mais que a pressão agora fosse maior, Meghan seguia sentindo-se tranquila com o que precisava fazer… Algo em seu íntimo lhe dizia que não existia possibilidade de errar e a ruiva acreditava naquilo. Soltou a fecha após focalizar o alvo, aguardando os milésimos de segundo antes que ela atingisse o local esperado, voltando a pular quando aconteceu. “Eu ainda não acredito!” Voltou-se para o moreno que a incentivara com um sorriso largo nos lábios. “Acho que vou dar o prêmio físico para você, cara! Sério. O meu prêmio já foi assistir o queixo daquele grupo cair no chão quando acertei outra vez.”
apesar da vitória não lhe pertencer o sabor de vê-los irritadiços é impagável. sorte de principiante é o caralho. ditou sob os ombros em defesa à garota, afinal o jeito que ela segura o arco demonstra certo domínio; experiência. quem sabe fosse uma atleta ou alguém com uma aptidão genuína. qualquer que fosse a opção não anula o sabor da vitória. incentiva através do olhar para que ela prossiga, observando com afinco todo a postura e em seguida a flecha acertando o alvo. oliver comemora com palmas e um riso extasiado, o sorriso bonito esculpa a boca quando a observa orgulhoso. quem se importa com o prêmio físico? só a cara dos babacas já pagou tudo. ditou num tom divertido, porém, quando o prêmio da pelúcia lhe é estendido pelo dono da barraquinha, oliver o aceita prontamente. essa tua vitória merece no mínimo uma cerveja gelada. sugeriu em uma cena um quão engraçada, afinal estava com um panda gigante em seu colo. ‘tô me sentindo lisonjeado com o presente. brincou ao ajeitar a pelúcia um quão avantajada, a mão direita sendo estendida na direção dela. inclusive eu sou o oliver. você é? instigou por não reconhecê-la de primeiro momento, ao menos acredita não tê-la visto prontamente em outra situação. mas a levar em consideração à sua grande dificuldade de reconhecer rostos, o oh não duvida de absolutamente nada.
marlaheron:
❛ ( qual era o segredo daquele lugar? como ele poderia causar tantos efeitos das mais diversas formas em si? não sabia o que circos deveriam fazer com seus corpos, por isso nem ao menos suspeita, sente algo errado. entretanto quando está ao lado dele não pensa tanto nisso. desvia até os pensamentos para que eles não tomem todo o tempo. mas assim que ele insinua uma aranha em si, não é como se fosse pensar em outra coisa. OLIVER! ela grita, a mão começa a se bater, procurando a aranha no corpo. como poderia ter tanto medo de insetos assim? tira, tira, tira, tira! por favor. ela pede, contraindo os ombros em seu máximo enquanto espera a ação alheia. eu não sou distraída! ela engole seco, mas se recompõe fazendo cara feia para ele. eu queria tocar, só para ver se é de verdade. recita, mesmo as mais assustadoras a fazem sentir isso, em um contraste claro com o arrepio da espinha que a causam. eu? óbvio que não vou. a pose demonstra falsa confiança, mas um sorriso se mantém por entre os lábios. eu sou mesmo. hill house e todas as temporadas de american horror story, porque claramente eu sou o tipo de pessoa que vê isso. bem… ela nunca havia nada de terror. sempre fugindo do tipo de filme para evitar o estresse de não dormir a noite depois. vai me jogar na sua frente, oliver? um sorriso surge a brincadeira. marla ri leve, segurando os dedos alheios mesmo com aquela cena que chegava a ser doce se não estivessem prestes a entrar naquela casa mal assombrada. então vamos entrar, serei sua protetora até a morte nos separar, pode deixar. ela se curva, fingindo segurar um vestido inexistente enquanto ri baixo a todo aquele teatro. não tem medo? poxa! tava planejando invadir sua casa e te assustar a noite. não vou conseguir?
a ameaça fictícia do inseto lhe rendeu boas risadas. sem maldade alguma no timbre, óbvio. apenas o bom & velho entretenimento; o debater bem como ação ligeiramente hiperbólica sendo acompanhados de primeira mão. puta merda, marla! ela já te picou. exclamou ao segurar com cuidado os ombros dela; semelhante a um conforto fraterno ao aproximar o rosto sutilmente. você é o novo peter parker… mas pode confiar em mim. confere só por via de regra, mas era óbvio que não há nenhum aracnídeo suspeito por ali. se bem que ‘cê combina mais com a natasha romanoff. no final não faz diferença! é tudo pó mesmo né? desdenhou com um singelo pesar no peito encenado de forma dramática. você é distraída ‘pra cacete, marla! admite de uma vez. bagunçou os fios loiros da mais nova, o braço direito adornando os ombros ao adentrar o espaço supostamente amaldiçoado. essa série é de terror? nunca ouvi falar. ‘cê acredita? não é como se fosse minimamente fã do gênero, mas se fosse interessante por que não descobrir ? o máximo que pode acontecer é um palhaço aparecer! se for o cara de it… puts. tombou a cabeça para o lado oposto, as íris voltando-se para o breu logo à frente. a escuridão mesclada a decoração sorumbática é peculiar. se fosse um filme de terror ‘cê acha que morreria primeiro? cutuca subitamente as costelas da garota, visando dar um susto enquanto uma risada peregrina dos lábios. precisa admitir, porém, mesmo que em cumplicidade que o ambiente é assustador ‘pra cacete. comparável com a verossimilhança entre os lobisomens e as criaturas. que bizarro, uh? esse lance todo. ‘tô pensando no trampo do caralho que não foi ajeitar tudo isso.
talvez seja mero exagerado incentivado por toda aura do lugar; mas o bem-estar é quase utópico. sequer é apaixonado por circo em tamanha intensidade, afinal pode contar nos dedos quantas foram às vezes em que frequentou um. só que ali... é visivelmente diferente. um quão excêntrico demais, díspar numa proporção gostosa. quando a observa por alguns instantes, por exemplo, oliver questiona-se mentalmente sobre o quão menos jocoso seria sem a companhia dela ali. por sorte o curso misterioso não é feito em autônomo. as fantasias. repete lentamente num timbre jocoso; uma maneira de fazer uma versão simbólica de terra para marla. ‘cê reparou que tem uma aranha no teu ombro? questionou de forma séria, um quão impiedosa ao elevar a mão direita ao outro ombro. distraída! cutucou a testa dela com a mão livre com suavidade, a língua estala no céu da boca ao negar com a cabeça. tocar? acho que não. ainda mais porque não tem uma sensação tão agradável de algumas, mas isso não é meramente relevante para si. não vai? ah, duvido. a língua peregrina sobre os lábios carnudos, umidificando-os quando um riso de cumplicidade dimana. você acertou, uh? na real estou te chamando ‘pra me proteger. fiquei sabendo que ‘cê é formada em hill house. não faz a menor ideia do que seja, mas havia escutado algumas pessoas comentarem sobre no esquadrão. aceita ser meu escudo humano, marla? curvou-se verossímil a um príncipe, ou uma versão mais cafona, semelhante a alguém que irá convidar para dançar. prometo te usar ‘pra me proteger! até que a morte nos separe. finaliza ao tocar a destra dela com o lábio, pressionando-o suavemente ao endireitar a postura num riso divertido. vai se foder, porra. eu lá tenho cara de quem tem medo de bicho papão!
@at circus
╰ “estamos em noite de lua cheia? porque é sério, acho que eu vi um lobisomem.” a voz de ginny soava um pouco assustada, por mais que ela quisesse se mostrar corajosa e descolada. “não tenho apreço por caninos, principalmente se forem lobos, ainda mais lobisomens.” a garota balançou a cabeça, bufando de leve. “a maquiagem é ótima de verdade, quase me assustou. mas por favor, me diga qual a tenda dos horrores para que eu possa ficar bem longe. não quero cruzar meu caminho com o de um lobisomem.”
não há como negar que o capricho para com as fantasias é admirável. pode-se até dizer que, querendo ou não, a perfeição chega a confundir os olhos. não só lobisomens como asas parecem ser fidedignas à realidade; porém, oliver busca admirar tudo com bom humor. inclusive a fala da garota logo a frente que, por estar distraído, lhe causou uma gargalhada espontânea. claro que não! quer dizer não prestei muita atenção na lua. coçou a nuca ao fingir pensar sobre a hipótese, o corpo inclina suavemente na direção dela ao simular contar um segredo. se duvidar a gente é o banquete deles. não tem ‘pra onde fugir. suspirou um quão dramático, o findar de um sorriso ladino esculpe os lábios. desculpe, okay? não resisti. mas se você quiser podemos ir pra lá. não parece ter lobos ou criaturas horripilantes.
o algodão doce derrete com extrema facilidade em seu paladar. a sinestesia ímpar predomina a cada segundo que permanece naquele circo, cujas atrações sorvem toda concentração de oliver. não há pressa alguma em vislumbrar, literalmente admirar os detalhes um quão realistas demais. até mesmo para ele, um grande cético sobre tudo e todos, encontra-se verdadeiramente deslumbrando. verossímil a uma estranha sensação de pertencimento; como se estivesse em casa bem ali. quanto mais explora, descobre detalhes que antes não lhe foram tão discerníveis. você reparou como as fantasias estão bonitas ‘pra caralho? indagou para @marlaheron, uma vez que estão peregrinando juntos por cada aventura do circo. ‘cê aceita ir comigo naquele de terror? sugeriu ao interromper os passos, apontando para o portal decorado com assombrações. parece divertido, vai. eu seguro tua mão se você ficar com medo. provocou com uma expressão ladina na face, o sorriso suaviza aos poucos em sua face.