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@nayuswifee
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Mark Tuan × Reader // Sugestivo // W.C.: 0.4k
Notinha da Sun: Eu prometi pra mim mesma que, quando escrevesse pela primeira vez com o Mark Tuan, ia fazer piadinha com o Mark Lee. Então tá aí!! KKKKKK
Obs: Eu falei que ia escrever pedido, mas tudo que eu escrevia tava ruim (não que isso não esteja também KKKKK) aí falei dane-se e escrevi isso.
Honestamente? Mark não conseguia se concentrar. Prometeu que faria uma live naquela sexta-feira, mas não imaginou que estaria na sua casa, no seu quarto. Foi você quem o convenceu com jeitinho, jeitinho esse que envolvia seu olhar do Gato de Botas, uns beijinhos e se fazer de carente. Ele teve que improvisar os equipamentos, mas, nos últimos minutos, praticamente se contorcia na cadeira rosa da escrivaninha porque desviava o olhar involuntariamente pra você.
Distraída, uma mão no celular, rolando provavelmente o feed do Instagram com o polegar, enquanto sua mania insuportável te fazia contornar os próprios lábios com as pontinhas dos dedos. Deitada na cama de casal, as pernas irrequietas, nem percebia o que estava fazendo, mas certamente estava o afetando.
Você cansou do celular, virou-se, admirando-o, no exato momento em que Mark retirou os fones pra arrumar os cabelos, escovando-os pra trás. Você sorriu, se apoiando no cotovelo, a mão segurando a bochecha, obcecada pelo seu namorado gostosinho.
— Se eu tô distraído? — ele provavelmente respondeu a uma mensagem do chat, e você ergueu a sobrancelha divertida. Mark encontrou teu olhar por dois segundos pra não dar muita bandeira e sorriu pra webcam. — Acho que eu só tô cansado.
Uma despedida rápida e ele já estava diante de você. Depois, engatinhando sobre você. Você sorriu, se fazendo de desentendida. Óbvio que não via a hora dele ser, enfim, só seu novamente. Estava só de calcinha e blusa larga exatamente pra isso.
— Você é ridícula — ele afirmou, te encarando de lado, o corpo sob o seu, pesando, quente. Podia senti-lo, e aquilo era uma dádiva. A mão masculina, palma maior que a tua, acariciava sua pele exposta, subindo pra cintura, expondo mais. — Só tava fingindo que tava no celular, né? Na real, queria me secar esse tempo todo.
— Tava só te admirando... — você soa inocente, mas a mordidinha na pontinha do seu indicador, juntamente com o sorriso safado, são o bastante pra fazê-lo afastar sua mão e te beijar, de levinho.
— Que coincidência... — Mark sussurra pertinho da sua boca, sorrindo com a mesma malícia fingida de inocência que você estampava no rosto. — Eu também tava pensando… que merda de sorte que eu tenho de ter uma mulher linda me esperando desse jeitinho...
A mão serpenteou teu corpo, as camisas de ambos desaparecendo, ao passo que o silêncio do quarto era preenchido por estalinhos de beijos e respiração acelerada.
— Eu quase disse — ele admitiu, tirando o rosto do seu pescoço, o cabelo bagunçado.
— O quê?
Você questionou, as unhas arranhando-o de leve, fazendo-o estremecer e fechar os olhos de prazer.
— Que eu tinha que desligar pra te fazer gemer.
Aí, sinceramente?? Eu preciso de um homem mais velho, que droga 😭
eu tava com uma saudade enorme de escrever meu deus🥲
tava com saudade desse cantinho aqui também, quero as novidades😁
↬ᴇɴɢʟɪsʜ ʟᴏᴠᴇ ᴀғғᴀɪʀ
sinopse: Johnny não esperava encontrar alguém tão intrigante quanto você em um bar no bairro mais riquinho de Londres.
avisos: strangers to ??; meio sugestivo, uso de bebidas alcoólicas; menção a outros membros e acho que só
notas: o johnny passa mt essa vibe de qm vc viveria um romance de verão!!!! espero mt q vcs peguem as referências😪
⊱⋅ ──────────── ⋅⊰
𝘸𝘩𝘦𝘯 𝘵𝘩𝘦 𝘭𝘪𝘨𝘵𝘩𝘴 𝘨𝘰 𝘰𝘶𝘵
𝘴𝘩𝘦'𝘴 𝘢𝘭𝘭 𝘵𝘩𝘢𝘵 𝘪 𝘦𝘷𝘦𝘳 𝘵𝘩𝘪𝘯𝘬 𝘢𝘣𝘰𝘶𝘵
𝘵𝘩𝘦 𝘱𝘪𝘤𝘵𝘶𝘳𝘦 𝘣𝘶𝘳𝘯𝘪𝘯𝘨 𝘪𝘯 𝘮𝘺 𝘣𝘳𝘢𝘪𝘯
𝘬𝘪𝘴𝘴𝘪𝘯𝘨 𝘪𝘯 𝘵𝘩𝘦 𝘳𝘢𝘪𝘯
𝘯𝘰, 𝘪 𝘤𝘢𝘯'𝘵 𝘧𝘰𝘳𝘨𝘦𝘵 𝘮𝘺 𝘦𝘯𝘨𝘭𝘪𝘴𝘩 𝘭𝘰𝘷𝘦 𝘢𝘧𝘧𝘢𝘪𝘳
Johnny era muito desapegado, o tipo de pessoa que não ligava, ou demonstrava não ligar. O americano era um espírito livre.
Era comum o encontrar em uma pista de skate no centro de Chicago com dois ou três amigos. Apesar de viver mais fora de casa do que dentro, era estudioso e, ao contrário do que muitos acreditavam, mantinha suas notas altas, o que possibilitou uma bolsa em Londres.
A Sra. Suh, apesar de relutante, sempre desejou o melhor para o filho e, em meio a lágrimas orgulhosas, se despediu dele no aeroporto desejando boa viagem.
Johnny era extrovertido, charmoso até demais e ele sabia muito bem disso. Arrancava suspiros no corredor da faculdade mas ele só dava um sorriso de canto, sem tirar os olhos do caminho, se recusava a admitir que gostava da atenção.
No exato momento, o Suh estava deitado na cama de seu dormitório, este que dividia com Mark. Pensativo, não conseguiua dormir sentindo seu cheiro impregnado nas roupas meio úmidas, o americano podia jurar que ainda conseguia sentir seus lábios beijando os dele.
Infelizmente, era a última noite do maior em terras inglesas, ele sabia que quando voltasse pra Chicago ninguém acreditaria em suas palavras. Chegaria em casa apenas com as lembranças e com resquícios das marcas que você deixou no pescoço dele.
Tudo começou em um final de semana de maio qualquer. Mark estava animado e Johnny precisava daquela atenção sem compromisso, ambos precisavam extravasar em algum bar, beber até não aguentar mais e quem sabe sair de lá acompanhados.
Se arrumou com o estilo que estava acostumado, uma blusa branca que apesar de larga marcava o físico forte, uma calça baggy que caia perfeitamente em seu corpo deixando a barra da cueca aparecendo, as correntes que não tirava do pescoço e uma jaqueta preta.
O Suh passou seu perfume de sempre afirmando pra si mesmo que faria a noite valer a pena, gostava de ser notado.
Ele e o canadense chegaram rápido em Mayfair, o que era impressionante, já que estavam em uma noite de sábado. Entraram em um bar conhecido por ser frequentado por universitários e já foram para o balcão pedir suas respectivas cervejas.
— Aí cara, olha pra trás... Você não consegue sair de casa sem que tenha alguém babando por você, né? — Mark fala o provocando e ri.
E é nesse momento que Johnny percebe seu olhar nada discreto sobre ele, o mais velho te encara de cima a baixo. Linda demais. O tipo de pessoa que não passa despercebida. Seus cabelos soltos caiam perfeitamente sobre os ombros a mostra pelo tomara que caia que usava, a saia era curta o suficiente pra o deixar imaginando coisas e seu coturno dava personalidade a mais para o estilo. A bolsa preta destacava o símbolo da Louis Vuitton em prata e o drink na sua mão já denunciavam que você vinha de família rica.
O Suh não era idiota, percebeu tudo muito rápido, mas também não deixaria passar a oportunidade de te beijar como se não houvesse amanhã no banheiro apertado do bar, então não perdeu tempo e foi na sua direção.
— Você não é nada discreta, sabia? — O americano diz com um sotaque estadunidense marcante e um sorriso de canto que fizeram suas pernas tremerem.
— Como se eu quisesse ser. — Você retruca a altura, o que o diverte.
Ele dá um sorriso de canto deixando o olhar passar devagar demais por sua boca. Você percebe, ele também não é nada acanhado.
— Johnny. — Ele diz estendendo a mão. — E a princesa tem nome?
Mal sabia você o que viria a partir desse momento. Quando menos percebeu, a pegação saiu do banheiro do bar e parou no banco de traz do seu carro. Você não era boba, o faria trabalhar um pouco mais pra chegar onde realmente queriam.
Na semana seguinte o Suh te encontrou no mesmo bar novamente, ele sentiu um frio na barriga só te ver e estava quase implorando para que você chegasse a ele mais rápido, o que era incomum pro jeito no maior.
Dessa vez as coisas foram levemente diferentes, você o levou até sua casa, que também ficava em Mayfair. Abriu um vinho e você tinha certeza que seu pai reclamaria mais tarde, era um vinho especial demais para aquela situação. Beberam duas, três, talvez quatro taças sem ver o tempo passar. Quando menos esperou, já estavam em sua cama king size, ao apagar das luzes, Johnny a achava ainda mais perfeita.
As coisas escalaram rápido demais. Vocês passaram a se ver quase todo dia. Você o mostrava Londres e ele babava sempre que te ouvia falar. O que viveram foi único e era estranho para o Suh pensar que não seria o mesmo depois de você.
No último dia que se viram, o tempo estava estranho, mas isso não os impediu de se encontrarem em um parque no centro. Caminhavam de mãos dadas e você segurava uma rosa que o mais velho te entregou. Sabiam que provavelmente não iriam mais se ver mas isso não foi tópico na conversa. Se divertiram e brincavam como se conhecessem a anos.
Ele fez questão de te deixar em casa, foram andando e o tempo cinzento da cidade não deu trégua. Antes que pudesse chegar já estavam encharcados. Você odiava despedidas e ele descobriu que elas também não o agradavam.
— Acho que nunca vou conseguir me esquecer de você. — O americano diz sem acreditar que essas palavras sairiam da boca dele um dia.
Se despediram com um beijo sincero, não sabia ao certo se era apenas água da chuva molhando seu rosto mas também não admitiria que estava chorando por um carinha qualquer.
Assim, Johnny voltou pra casa, seu rosto perturbava a calmaria que antes existia dentro dele. Ele realmente não seria mais o mesmo.
⊱⋅ ──────────── ⋅⊰
GENTE ERA PRA TER SAIDO HJ MAS EU PROGRAMEI ERRADO😭😭😭😭
vou postar agr mesmo me fazer de maluca
GENTE ERA PRA TER SAIDO HJ MAS EU PROGRAMEI ERRADO😭😭😭😭
vai sair coisinha amanhã😁
hard rock — Yuta Nakamoto
Yuta Nakamoto × Fem!reader | w.c — 1.1k | fluffzinho de lei
notinha da Sun — meus últimos textos floparam KKKKKK pode ser que estejam ruins, sei lá. BUT esse aqui tá muito bom, tá bom?? Eu juro, acreditem em mim 😔🙏 Eu tinha essa ideia faz um tempo já na cabeça, desde que eu fui pra Gramado e visitei meu primeiro hard rock da vida, o que faz tipo uns 3 anos, acho??? Mas enfim, espero que vocês gostem!!! 😭🙏
— Você não acha que ele tá demorando demais naquela mesa? — você perguntou para Mark, que estava do outro lado do balcão, enquanto permanecia encostada nele.
Mark Lee ergueu o olhar do tablet — no qual, diga-se de passagem, ele não usava pra anotar nada, e sim pra jogar Tetris — e direcionou os olhos para a tal mesa.
Duas garotas conversavam animadamente com o seu letrista favorito que, surpresa!, também era seu namorado. Todo sorrisos. Você sabia que era pura simpatia, que ele tinha nascido pra ser um rockstar. Mas ainda assim... o ciúmes queimava devagar, lá no fundo.
— Sei lá... vai ver elas são turistas e ele tá dando dicas de lugares pra visitar — Mark deu de ombros, olhando da mesa pra você e de volta.
Você estreitou os olhos, cruzou os braços. Se Yuta não voltasse com os pedidos — que você, gentilmente, levaria pra cozinha daquele hard rock bar — nos próximos cinco minutos, felizmente ou não, você mesma iria até lá. Com sua aliança de namoro, seu colar combinando e, quem sabe, até o papel de parede do tablet em que vocês dois estavam abraçados, e ele te olhava como se você fosse o mundo dele.
Ha. Como se você não fosse exatamente isso.
— Mark, você é muito inocente... Mas vou te dar um crédito porque meu namorado te ama — você disse, pegando o tablet das mãos dele.
Mark fez aquela carinha clássica de coitado, e você seguiu confiante. Do seu jeitinho mandão, autoritário — tudo tinha que ser do seu jeito. Não era à toa seu cargo no restaurante: cuidava da recepção, da lojinha de camisetas, dos shows... tudo de alguma forma caía nas suas mãos. E seria mentira dizer que você não adorava.
— Quer parar? — Yuta perguntou assim que você se aproximou da mesa. Ele já se despedia das garotas, avisando que o pedido sairia em meia hora.
Você revirou os olhos, mas amoleceu quando ele te puxou pela cintura, deixando um beijo demorado na sua bochecha.
— Ia fazer o quê lá, lobinha? Marcar território?
— Sim? — você respondeu, como se fosse óbvio.
Yuta sorriu, beijando o dorso da sua mão como um perfeito cavalheiro. Estava lindo. Na noite anterior, ele tinha insistido pra que você cortasse o cabelo dele — porque só as suas mãos tocavam nas madeixas dele. Você aceitou, meio insegura. Ele tinha deixado o cabelo crescer mais do que você imaginava... mais por sua tara mesmo. Dizia que dava tesão quando ele deixava longo. Mas você sentia falta do habitual.
A verdade? Você era meio tarada por ele. Toda cheia de toques, e tentava disfarçar porque vocês trabalhavam juntos. Mas ficava difícil, ainda mais quando ele era tão irresistível. Inferno, piorava no seu período fértil.
— Nayu... — ele sorriu quando voltou da cozinha, após deixar os pedidos. Era baixa temporada, o restaurante mais vazio, o que te dava tempo de sobra pra ser uma desocupada carente.
— Fala — você incentivou, enquanto ele segurava suas bochechas, acariciando sua pele com os polegares.
Você era a maior musa dele, e todo mundo sabia.
Yuta finalmente tinha conseguido uma chance com uma produtora local, e precisava entregar algumas músicas autorais. Uma delas — senão todas — era sobre você. Desde o início do namoro, ele vivia dizendo que não achava perfeito o suficiente pra te nomear numa canção. Mas tinha mil versões da mesma música, porque escrevia um pouco a cada vez que dormiam juntos. Quando ele te observava no silêncio da madrugada... cabelo bagunçado, roupas pelo chão, o rostinho sereno que ele tanto amava.
— Não vai me dizer que se arrependeu do corte. Eu ainda tô sexy. — você provocou.
— Não é isso — ele sorriu, e te levou até o balcão.
Mark, tentando parecer ocupado, secava um copo pela milésima vez.
— Você terminou a música? — você perguntou.
— Terminou?! — Mark ecoou, curioso, finalmente envolvido.
Yuta pensou. Você quase roía a pontinha do dedo, ansiosa. Ele se encontraria com o pessoal da produtora naquela noite. Precisava ter tudo pronto.
Yuta abriu um sorriso. E antes mesmo de confirmar com a cabeça, você o cobriu de beijos — nas pontas dos pés, sem se importar.
Ele te abraçou, e guiou sua boca até a dele num beijo que, honestamente, deveria ser censurado pro horário.
— Ai, tá. Chega. Quanto amor... quanto amor... — Mark murmurou, fingindo desgosto, enquanto Yuta te apertava com ainda mais vontade.
— Como você conseguiu? Achei que tava com burnout — você perguntou. Os últimos dias tinham sido puxados, mas você esteve com ele em cada detalhe, incentivando, mostrando que ia dar certo.
— Acho que borrar esse seu batom e dormir contigo me deixou inspirado.
— Sério?
— Seríssimo — ele respondeu firme, com aquele sorriso provocante, a mão firme na sua nuca.
— Se eu dormir contigo a semana toda... você escreve um álbum?
Yuta te beijou de novo, mais uma vez.
Era expediente, vocês estavam dando muita bandeira.
Mas... quem se importava?
— Quer apostar?
já já vai sair coisinha pra vcs não me abandonem pfv
oiiieeeee
e se eu voltar (anos dps hihi)
W I SH
gênero. fluff
tokuno yushi × fem!reader
wc. 1.4k
n/a. posso ser sincera? não gostei de nada que eu escrevi aqui, mas eu queria muito responder esse pedido desde que a mah (@nayuswifee) me enviou (inclusive mah tá um pouco diferente do que você me pediu, mas espero que você goste mesmo eu não tendo curtido kkkkkk se tiver minimamente bom eu já tô feliz 🙏). eu sinto que o yushi é um tanto quanto atentado, do tipo atentado no sigilo, sabe??? então eu tentei transmitir isso na escrita kkkkkk e no mais é isso!!!
Boa leitura, docinhos!!! ⭐
2 . my love is young and it's strong
Você ainda se recordava de observar Yushi num uniforme da banda marcial em algum evento organizado pela escola de vocês, a imagem dele tocando um trompete com maestria enquanto você contava os minutos para aquela aula acabar, observando-o pelo vidro da porta, continuava viva na sua memória. Não poderia se esquecer de todas as vezes que Yushi esperava com expectativa o professor deixar a sala para te puxar para dentro do cômodo instantes depois.
Ele costumava ter a fama de bom moço, representante da sala e sempre o primeiro aluno quando se tratava de notas, mas ele gostava de te bagunçar um bocado sempre que tinha a chance.
Além de um ótimo musicista, Yushi gostava de cantar, foi por isso que ele resolveu se declarar num karaokê que o pessoal da escola tinha o hábito de frequentar, num dia específico em que vocês dois inventaram de matar aula e Yushi fez questão de mudar as letras das canções de forma proposital para dizer que estava perdidamente apaixonado.
As coisas continuaram dessa mesma forma por alguns meses, com Yushi te levando para a sala dos professores escondido só para te mostrar o grande arsenal de chocolates de um professor chocólatra e para te beijar também, certo, o chocolate era apenas um pretexto para deixar seus lábios inchados e vermelhinhos. Tudo estava absolutamente perfeito, até as provas finais chegarem e Yushi te dizer de que tinha passado para a universidade de Oxford, na Inglaterra; sem mesmo ter comentado sobre ter se inscrito para lá.
Você decidiu de que seria melhor terminar para que ambos não tivessem que ficar “presos um ao outro”, mas isso era só uma desculpa sua, já que queria um motivo concreto para parar de pensar nele, virar a página, qualquer coisa, e se Yushi não fosse mais o seu namorado, talvez isso ajudaria, você não iria sofrer todos os dias querendo vê-lo, tudo certo. E mesmo Yushi achando todo o seu diálogo uma bobagem, ele aceitou sua decisão, apareceu na sua casa de manhãzinha, antes de embarcar no seu vôo, e te beijou docemente, desaparecendo no carro dos pais logo a seguir.
Agora, haviam se passado dois anos desde então, era o seu aniversário de 20 anos e por coincidência, o encontro anual dos seus colegas do ensino médio foi marcado no mesmo dia, por isso todos ao redor da mesa do restaurante despojado que você havia encontrado, estavam com chapeuzinhos de aniversário de cores vibrantes na cabeça.
— O Yushi acabou de pousar, acho que ele só vai deixar as bagagens na casa dos pais e daqui uns 40 minutos ele chega — Riku disse sem pensar nas consequências e você engasgou com uma batata frita. Todos fizeram questão de olhar para Riku com uma expressão que dizia claramente “Você é tapado?” — Eu só chamei ele, como fiz no ano passado. Como que eu ia saber que ele ia aceitar o convite e não dar furo que nem na outra vez? Quer dizer, ele tá morando na Inglaterra agora.
— Você podia ter tido a decência de me avisar, Riku — Você admitiu ao passo que Sion se juntava a mesa com uma nova porção de batatas em mãos.
— E aí você não viria. Qual é a graça? — A graça é que você estaria se prevenindo de uma situação embaraçosa, se você já se esquivava de Yushi nas redes sociais e em conversas que o envolviam, direta ou indiretamente, imagine como seria pessoalmente, será que seu corpo entraria em estado de alerta e seu cérebro involuntariamente movesse seus músculos para debaixo da mesa? Ninguém sabia ao certo como responder.
Você se tornou monossilábica depois disso, uma amiga ao seu lado não parava de contar sobre a vaga de emprego que conseguira numa multinacional, mas tudo que você conseguia pensar era em Yushi, será que seu visual continuava o mesmo? Ele estava mais maduro? Seu inglês adquiriu algum sotaque britânico? E a pior curiosidade de todas: será que ele estava de rolo com alguma britânica misteriosa e sensual?
Você balançou a cabeça para todas essas indagações e direcionou o olhar para a entrada do restaurante como se já soubesse que ele estava por alí, parecia até que a temperatura do lugar havia mudado, a mesa de vocês estava bem longe da cozinha, mas você conseguia sentir as bochechas esquentarem como se estivesse com o rosto próximo dos fornos. Sinceramente, ele parecia mais alto, o cabelo mais cumprido, mas o estilo descolado ainda continuava presente considerando a escolha do moletom da universidade de Oxford como a peça principal do seu visual. Yushi se acomodou bem na cadeira livre do seu lado, a cadeira em que a garota da multinacional estava sentada, mas que se tornou desocupada assim que ela se levantou para dar um pulinho no banheiro.
— E como andam as coisas, senhor advogado britânico? — Yushi sorriu para o amigo Riku que empurrou uma cestinha de nachos para Yushi, que aceitou o alimento sem pestanejar. Você permaneceu imóvel ao lado dele, vendo-o mergulhar metade da tortilha na guacamole e torcendo para que ele não percebesse que você estava observando-o feito uma maluca, embora essa fosse a verdade.
— Suportáveis. Estudar direito é legal, mas eu 'tava é com saudade de vocês — Ele confessou e virou o rosto bonito na sua direção, tocando na sua bochecha e acariciando a pele sem vergonha alguma, como se vocês nunca tivessem terminado e continuassem íntimos daquela forma — Senti sua falta também.
Mesmo que você parecesse ridícula aos olhos dele, com aquele chapeuzinho que mal cabia na sua cabeça e a expressão abobalhada, seu coração disparou com a confissão como se vocês tivessem regressado alguns anos, quando seu interior facilmente se abalava com uma fala sussurrada e um beijo roubado antes do início da aula.
Você vem que tentou dispensar o convite de ir até o karaokê mais próximos relembrar os velhos tempos quando Sion sugeriu, insatisfeito com apenas aquele momento que tiveram conversando e gargalhando no restaurante com direito a muitos acompanhamentos e os drinks mais malucos do cardápio. No entanto, quando deu por si, lá estava você, sentada no meio do sofá extenso da sala de karaokê enquanto o tempo que pagaram por passava na tela juntamente com a letra de uma canção que Yushi tinha escolhido para cantar.
Alguns colegas cochilavam de cansaço no estofado, outros foram procurar por glicose no balcão do karaokê para terminar bem a noite, então quando Yushi chegou nos últimos acordes da música em questão, a única pessoa que pode testemunhar os cem pontos foi você no fundo da sala. Reconhecer que foi exatamente com aquela música em questão que ele se declarou para você anos antes fez seus olhos se encherem de lágrimas e você desejar que as coisas não tivessem terminado daquele jeito.
— Feliz aniversário — Yushi desejou, erguendo um isqueiro que tinha tirado do bolso do moletom canguru, por algum motivo, ele costumava dizer que era devido a sua experiência de escoteiro, Yushi sempre tinha consigo as coisas mais inusitadas como o presente isqueiro fofo de um dos personagens de Hello Kitty. Você sorriu, gostando de mirar seus olhos sob a luz da pequena fonte de calor e no momento que você fez o movimento de assoprar a vela improvisada, Yushi fechou o objeto, selando os lábios nos seus de repente. O que fez com que você desse um pulinho do sofá pega completamente desprevenida.
— Você tá tão fofa com essas bochechas rosadinhas, não consegui resistir — Yushi sorriu, puxando as suas pernas para o colo dele com a maior naturalidade do mundo e fazendo as suas maçãs do rosto se aquecerem um bocado mais, se isso era possível.
— Eu não consigo mais. Não consigo mais te ver online em alguma rede social e não poder te dizer que tô com saudade e que não vejo a hora de te encher de beijos — Ele disse enquanto acariciava suas pernas cobertas por uma meia-calça, ele tocou seu queixo suavemente, fixando seus olhares — Você me entende, né? Também se sente assim?
Você assentiu com o olhar, contemplando quando um sorriso esplêndido se fez presente nos lábios dele.
— Acha que consegue lidar com um relacionamento à distância?
Yushi não demorou nem um milésimo para te responder de prontidão:
— Eu só não consigo ser só o seu amigo.
CARAS
a sun é incrível dms né? eu tava com tanta sdd de ler algo bonitinho assim e q fizesse eu me sentir acolhida...
obg sunzinha💗
ainda não tenho coragem pra assistir o documentário do Lucas.....
td essa situação me abalou dms, estou juntando forças
oiie😇
primeiramente mt obg pelas mensagens no post que eu falei que ia me afastar, vcs são dms💗
enfim, meus problemas com a minha mãe não melhoraram mas eu aprendi a não deixar isso me afetar tanto quanto afetava antes então minha volta é definitiva😁 (vem cá, é canônico toda escritora ter mommy issues?)
inclusive kkkkkk eu pretendia voltar antes porém meu celular foi parar na piscina de uma amg, fiquei o Carnaval todo praticamente sem telefone e agora tô com um novo (amem🙏), foi mt difícil recuperar minhas coisas ent dei prioridade a isso e voltar com mais calma dps
mas e aí, novidades?
e mds tem tanta coisa que eu quero ler aq pq eu vi que um monte de escritoras que eu acompanho atualizaram e estão postando bastante
é isso um bjo💗
⇾𝙱𝚎𝚝𝚝𝚎𝚛 𝙼𝚊𝚗
sinopse: Depois que você entrou por aquelas portas, tudo mudou e Jungwoo mudaria completamente para estar ao seu lado.
avisos: menção a cigarro; menção a relações sexuais; um palavrãozinho; jungwoo namoradinho :)
notas: JUMPSCARE!!! tô voltandinho gnt, resolvi aparecer com esse aq só pq a sunzinha tava querendo ler e tá pronto a mt tempo, dps eu explico pq meu sumiço demorou mais q o esperado☝️ boa leitura :)
⊱⋅ ──────────── ⋅⊰
𝘥𝘢𝘳𝘭𝘪𝘯𝘨, 𝘢𝘭𝘭 𝘰𝘧 𝘮𝘺 𝘸𝘳𝘰𝘯𝘨𝘴, 𝘵𝘩𝘦𝘺 𝘭𝘦𝘥 𝘮𝘦 𝘳𝘪𝘨𝘩𝘵 𝘵𝘰 𝘺𝘰𝘶
𝘸𝘳𝘢𝘱𝘱𝘦𝘥 𝘪𝘯 𝘺𝘰𝘶𝘳 𝘢𝘳𝘮𝘴, 𝘪 𝘴𝘸𝘦𝘢𝘳
𝘪'𝘥 𝘥𝘪𝘦 𝘧𝘰𝘳 𝘺𝘰𝘶𝘳 𝘭𝘰𝘷𝘦, 𝘺𝘰𝘶𝘳 𝘭𝘰𝘷𝘦
𝘪'𝘮 𝘢 𝘣𝘦𝘵𝘵𝘦𝘳, 𝘣𝘦𝘵𝘵𝘦𝘳 𝘮𝘢𝘯
Jungowoo estava com a cabeça deitada nas suas coxas, recebia um cafune gostoso nos cabelos platinados vindo de você e podia jurar que não existia melhor lugar no mundo para se estar.
A chuva do lado de fora era intensa, conseguia ver a água bater fortemente contra janela, mas o volume - relativamente alto - vindo da TV abafava os sons de fora do apartamento. O Jung se sentia seguro, sentia que estar com você foi a melhor decisão que poderia ter tomado.
O filme que passava na tela era completamente desinteressante para o garoto deitado em você, mas ele toparia qualquer coisa se isso significasse estar do seu lado. Era difícil para ele explicar como ou porquê tudo isso começou, ele apenas sabia que precisava de você por perto e sabia muito bem que você era a mudança que ele precisava na vida.
Para Jungwoo era engraçado pensar que a algum tempo atrás, em uma noite de sexta, ele não perderia a chance de estar no clube mais badalado da cidade, fumando qualquer merda e saindo de lá as quinze pras três da manhã com uma qualquer.
Depois que você resolveu aparecer no mesmo clube, tudo mudou. Na primeira vez em que você passou pela portas do lugar, Jung sentiu o coração parar e percebeu que estava ferrado.
E então, suas idas passaram a ser frequentes, praticamente todo final de semana você aparecia com o mesmo grupo de amigas, sempre roubando a atenção do mais velho pra si sem nem perceber.
Depois de um tempo, você também reparou nele é claro, Jungwoo sempre foi atraente, porém não tinha uma boa impressão dele no começo, o garoto tinha uma certa fama nada legal ao seu ver. Sempre com um cigarro entre os dedos, rodando o local e cumprimentando a todos como se fosse prefeito, era impossível ver ele sair desacompanhado no final da noite e era óbvio o que ele estava indo fazer com a "sortuda".
Até o dia que o coreano tomou coragem e foi falar com você, ele podia jurar que desmaiaria a qualquer momento de tanta ansiedade. Era estranho já que nunca tinha ficado assim antes - principalmente por alguém que ele se quer conhecia -. Afirmava pra si mesmo que sua presença o deixava desnorteado, seu perfume o deixava tonto, completamente hipnotizado no jeito tão natural que seu quadril balançava quando a via andar. Você iluminava o habiente com um brilho natural, como se fosse uma estrela ou qualquer coisa parecida, ele jurava ter enlouquecido.
As tentativas de Jung foram falhas, você não deu muita bola pra ele e pela primeira vez ele voltou pra casa sozinho. Não era capaz de te tirar da cabeça.
Nas idas seguintes ao clube, ele também voltava desacompanhado, pensativo. Tudo que estava acostumado a fazer antes parou de fazer sentido. Não via mais graça em sair com alguma garota aleatória e no dia seguinte acordar cedo e sair de fininho sem explicações, sem compromisso. Não via mais graça em estar sempre com uma rodinha diferente de amigos, parou pra perceber que não pertencia de fato a nenhum desses grupos.
Demorou pra ele "te conquistar", ele percebeu que precisaria agir diferente. Ele queria mudar, depois de perceber que a vida que ele levava não fazia mais sentido, queria mudar por ele e por você.
Hoje em dia, depois de finalmente se permitir sentir por outro alguém, criar laços, ele não trocaria isso por nada. Estar em seus braços é sinônimo de lar pra ele, jura que morreria pelo seu amor, morreria para passar e eternidade ao seu lado.
Jungwoo se tornou uma pessoa doce e carinhosa, até mais empática, sem perder aquele charme malandrinho. Quem o visse agora ficaria surpreso e ele se sente orgulhoso, você o tornou um homem melhor, a única que poderia o tornar melhor, mas sem fazer absolutamente nada, foi tudo vindo dele.
⊱⋅ ──────────── ⋅⊰
oii gente...
então, acho q é importante vir falar isso aqui
meio que por uns problemas familiares (minha mãe), eu vou ficar off essa semana e de vez enquando dar uma sumida, mas não é um hiatos ou nd do tipo (até pq eu acabei de começar o blog e tá me fazendo um bem danado)
já tô sofrendo por antecipação pq eu gosto mt do que eu tô construindo aq e não tô conseguindo acompanhar outras escritoras que eu amo mt
enfim...
um bjo gente, até breve
não gosto de quando as coisas não saem como planejado😡
vo posta coisa amanhã SE TUDO DER CERTO
Mahhh eu preciso na minha mesa a fic do Jungwoo de better man 😭😭😭 tô sonhando com essa
hihihi🤭🤭🤭
ent, eu tô planejando postar a do johnny amanhã e dps eu posso postar a do jungwoo só pra vc sun🤔😈