shut’em up
xmycuscarrow:
Era movido por tamanho instinto que chegava a ser cômico. Amycus nunca foi o maior dos pensadores, no entanto era fácil que ele se colocasse em um papel de desinteresse quando com outras pessoas, o que definitivamente não acontecia com Alecto. O corpo parecia dominar a mente do loiro e ele se entregava para Alecto sem amarras ou limitações, exibindo-se em tamanha nudez que ultrapassava quaisquer confianças que ele poderia ter com quaisquer outras pessoas. Indubitavelmente, a gêmea era sua maior paixão e não havia amor digno de comparação com o que ele sentia por ela, fazendo-o duvidar grandiosamente de que um dia viria a existir. Sempre foi mais impaciente, urgente em suas movimentações para que a tomasse como sua rapidamente, conquanto a loira sempre foi seu ponto de controle, o fazendo grunhir baixo em misto de desejo e voracidade quando ela soou com tamanho erotismo. — Fuck, I want your pretty lips on my cock now… — Falou entredentes, visto a necessidade visceral que tinha de a dominar completamente. A boca dominou o pescoço dela entre beijos e sugares mais fortes, demarcando a pele alva com manchas arroxeadas. Propositadamente, ele resvalou o pau na bunda dela, esfregando-o com um pouco mais de força do que seria necessário para que a sentisse. — Get on your knees. — Ordenou com firmeza na voz, mesmo sabendo que Alecto somente faria o que ela quisesse. Não obstante, o desejo de sentir a maciez e umidade dos lábios alheios no próprio pênis resultava em arrepios frequentes, a ponto de o estremecer minimamente sempre que a imagem lhe vinha à mente. Subiu a mão do pescoço bonito até que o polegar alcançasse os lábios dela, deslizando o dedo sobre o inferior alheio antes de a liberar para que ela pudesse seguir seu pedido.
Alecto por si só já era extremamente impulsiva, no que dizia respeito de Amycus então, era ainda mais. Era também muito boa em descontroles, sobretudo no que dizia respeito ao irmão gêmeo e, quando se tratava momentos mais físicos, ele sempre tinha seus melhores, os preferidos. Desde a virgindade perdida com ninguém menos do que ele, nunca mais tinham parado, possuíam um magnetismo, uma tensão sexual forte por demais. Além disso, a conexão que tinham ia muito mais longe do que isso, uma vez que também acreditava firmemente que ninguém seria capaz de sentir por Amy sequer metade do que nutria por ele. Não, seu amor era muito forte para que alguém pudesse nutrir do mesmo carinho e desejo pela pessoa que deveria ser unicamente sua.
Nutria da mesma impaciência, portanto usualmente queria o dominar ou ser dominada logo. Mas sua vontade por ele era absurda por demais, queria o dominar, o enlouquecer com os próprios lábios antes de tudo, a mínima ideia disso desde já enchendo o corpo feminino de um tesão que não era capaz de sentir com mais ninguém. Era uma pessoa muito sexual, mas com ele tudo vinha infinitamente multiplicado. Tombou a cabeça para trás pelos beijos e sugares tão deliciosamente enlouquecedores, arfando um pouco mais alto, a respiração feminina desde já descompassada. — Porra. — O xingamento veio pelo resvalar contra sua bunda, que arrancou um gemido mais do fundo da garganta de Alec, que precisou segurar-se para que não o mandasse a foder por trás logo de uma vez, era tão deleitoso quanto torturante o ter se roçando em si sem barreiras, o corpo chegando a tremer com evidência. Era extremamente mandona e isso acabava se projetando em horas como tais também, contudo... quando estava com ele, eram várias as vezes em que também apreciava ser mandada, assim como entrava em êxtase com toda a possessividade alheia. Uma vez que o polegar deslizou sobre seus lábios bem preenchidos, o tomou em um sugar provocante, soltando um riso erótico até que por fim se afastasse de fato.
Se colocou de joelhos como mandado, o rosto ficando na posição perfeita, contemplando o pau rijo que tinha para si. Não demorou sequer mais um segundo, o tomando entre as mãos e levando a língua cálida para que vagarosamente lambesse toda a sua base. Os olhos mais escurecidos pela excitação se fixaram nele com divertimento, um sorrisinho estampando a face alva de Alecto, como quem estava prestes a fazer algo tão errado. Para que o provocasse um pouco, se posicionou melhor e levou o membro até sua entrada, estimulando o próprio clitóris com a glande, um grunhido sendo solto pela tortura proporcionada para si mesma. Não se demorou ali, contudo, pois no segundo seguinte já tinha levado a boca até o lugar em que a intimidade estivera, o chupando com uma urgência que parecia querer escorrer de si. As mãos não foram até sua base por ora, ocuparam-se indo até os testículos em uma massagem vagarosa, não ousando ignorá-los pela ciência de que o lugar sensível era um bom ponto de prazer.















