Claire Keane
Jules of Nature
sheepfilms

roma★

⁂

oozey mess

ellievsbear
No title available
cherry valley forever
he wasn't even looking at me and he found me
Cosmic Funnies
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Stranger Things
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
𓃗
occasionally subtle
🪼

Discoholic 🪩

tannertan36

Janaina Medeiros
seen from Poland

seen from United Kingdom

seen from Malaysia

seen from Austria
seen from T1

seen from United Kingdom
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Indonesia
seen from United States
seen from Malaysia

seen from Türkiye

seen from Canada
seen from United States
seen from Germany

seen from United Kingdom

seen from Peru

seen from Portugal

seen from Russia
@nocturnas1997
“É apenas mais uma pessoa que entrou na sua vida para tumultuar, dessas que não te levam a sério e não querem nada com nada. É só outro alguém por quem você se encantou e que não veio com a miníma intenção de ficar. Mas quer saber? No fim, chega a ser engraçado. Porque pessoas como essa você já encontrou várias. E superou todas.”
— Pedro Pinheiro.
Agora que você me deixou, eu ando entendendo de melancolia
EU
“A forma como vivenciamos o amor se transforma ao longo dos anos. Quando você tem 15 anos e se apaixona pela primeira vez, tudo é excitante e eufórico, cada pequeno ato é pra sempre e você quer eternizar cada carícia. A partir do momento que você já teve o seu coração partido entende que muitas pessoas vão passar pela sua vida, até finalmente alguém ficar, você se torna recioso e as coisas deixam de ser tão leves quanto antes. Quando você chega na fase adulta já criou milhares de barreiras para se proteger e afasta as pessoas para não ter que lidar com a frustração/dor de vê-las partir. Entregar seu coração pra alguém vai se tornando mais difícil, a cada vez que ele trincou e você tentou colar os pedacinhos, até se anestesiar com a idéia de que talvez você não seja feito para o amor.”
— abismoadois (via abismoadois)
Eu Não Quero Perder Nada
Algum momento presente.
Tão acolhedor era o cair da tarde sobre Beladona, que o sol e a lua pareciam dançar exibindo suas belezas sobre as ruas encharcadas naquela época do ano. As folhas amareladas das árvores que tentavam resistir ao inverno criavam uma malha macia e delicada sobre o chão, cobrindo o pouco do verde que restava e trazendo nostalgia ao coração dos mais velhos e encanto para os mais novos. “É a voz dos espíritos cantando enquanto buscam seu caminho.” diziam os mais velhos quando o vento chiava passando pelas frestas.
Esse mesmo chiado escorregou sobre uma porta de carvalho numa velha casa. O ruído ecoou sútil entre as paredes e chegaram como um cumprimento aos ouvidos de Diana. A garota até então mergulhada em seus sonhos despertou com a boca seca, seus olhos percorreram embaçados de um lado para o outro, flagrando apenas o cintilar trêmulo das velas que celebravam a véspera do Dia dos Mortos. Jogou a coberta para o lado e aceitando a insônia que havia se aconchegado a sua companhia, ela se levantou. Caminhou até o banheiro deslizando as mãos sutilmente sobre o pijama de seda, jogou água fria sobre o rosto tentando figurar em sua mente os pedaços emocionantes do sonho do qual havia despertado. Saiu pela porta até a janela e contemplo a bela paisagem monocromática composta pela neve fina que caia como algodão do céu e a escuridão que a noite trazia para o descanso. Ali, encostada na janela ela sentiu um calafrio percorrer sua espinha, não do tipo que embrulha o estômago e acentua os sentidos alarmados, mas do tipo que excita e dispara o coração.
Continuar lendo
Quem é tumblr desconhecido, reblogue!
Eu 🙋
Para você que está lendo isso:
Eu te desejo toda a força que você precisa para superar os dias difíceis.
"É possível saber um monte de coisas e mesmo assim não acreditar em nenhuma delas."
( A guerra que me ensinou a viver)
"Para meu pai, por fazer o que pôde para não mostrar o pior de si. E para minha mãe, por garantir que nunca víssemos o pior dele".
Livro: É assim que acaba;
Autora: Colleen Hoover
“O desejo de conquistar a perfeição trouxe mais uma noite de insônia, já tão cotidiana e particularmente, a pior e mais agonizante. Quero socar a minha propria cara e me jogar da janela. Longe desse caos da cidade que consome. Sofro a mitose dos vazios. Faminto me alimento da raiz que todos se fartam, mas é indigesto. Farto da vida. Esse plano já não satisfaz. Minha vida é um vendaval. Escorro pelos ares feito areia num deserto de inconsequência e inquietação. Vento que cheira a cansaço, que cheira choro contido. Me tornei um refém do vento. Por onde passo deixo um pedaço. A cada queda, tenho menos pressa em levantar e continuar o caminho. Minha alma se perdeu no caos dentro do seu próprio vazio. Por isso, alheio, não sei sentir-me onde estou. O mundo é um lugar habitado por espelhos, pois vejo o meu medo em cada esquina. O retrato de vidro quebrado. Vejo destroços de mim. Vejo minha alma ali. Tento me encaixar em caminhos tortos. Meus cálidos sentidos se apavoram, desconfiados e preocupados que o futuro, não seja tão fácil assim. Me faz querer desistir. A vida é uma promessa falha que odeio ouvir porque já não acredito mais. Não vejo a morte separar o que a vida traz. Não há sinal de calma. Não há alívio pro aperto que levo, pros meus olhos cansados. Me agarro ao travesseiro para tentar calar essa mente tão barulhenta que me sabota todos os dias. Tudo se torna mais difícil quando chega a noite fria assosegada. O peito pesa, e descompassa a minha respiração. Aperto o passo e sufoco a cada respiração. O peso invertido, e os pensamentos que me alimentam sufocam a cada respiração. Ando sufocado a cada minuto buscando uma janela que me ajude na respiração. Essa noite é de demônios. Cheira à dor e à paixão e já me é familiar essa exaustão. De dançar ao som da solidão. De tentar manter as coisas juntas. De tentar controlar o que não pode ser controlado. Dessas pressões que me agonizam por meu interior. De tudo sempre me parece tão assustador. Dessas minhas inquietudes de pensamentos que sempre se tornam dor, em proporções elevadas onde apenas sinto dor. Espero que as rachaduras não mostrem minha dor. Exausto desses meus fracassos que só me trazem dor. Eu não consigo dribla-los. Tudo me atingi de uma forma descomunal. Irreal. Em qualquer temporal. Nada normal. Anormal. De forma lírica. Escândalos poéticos, escritos em linhas e versos. Dor que só é bonita nos versos. Dramatizando poeticamente. Drástico em mim o estrago. Pateticamente melancolico como um moribundo. Tropeço na minha própria existência. A cada dia à mais que passa despejo nas folhas, mágoas sem fim. E nuvens de lembranças pairam sobre mim. O tempo arde e chove em mim. Um mar tão profundo e sem boias para mim. Sentimentos que inundam-me. Tento não morrer por isso que parece tão pouco pra mim. Tem sido tempos difíceis pra mim. Talvez seja o que desejo ser e não consigo ser. Já quis ser tanta coisa. Muitas ainda quero. Muitas não mais, ou não exatamente daquela forma. No fundo, sei que tudo isso que quero ser é ser eu antes de ser tudo. Onde meu eu se sinta em casa. Para não ter que encontrar janelas, e lá me encontrar.”
— Messias, Vítor
A luz esta acesa, mas as vezes parece que é mais uma artimanha do destino para nos manter seguindo em direção ao abismo. A luz, assim como as sombras, nos tira a visão clara do que está pela frente. Eu não aguento mais olhar para o céu e pedir por paz, não aguento remar esse barco em águas densas que não me deixam sair do lugar, que me engolem em meio à palavras confusas e totalmente afiadas. Machuca, de todos os lados esse ferimento a queima roupa, de onde estão vindo essas facadas? Alguém, por favor, faça parar!