Era quase vinte duas horas da noite, chovia muito, uma noite que deu tudo errado no trabalho, porém não podia sair de lá sem finalizar os relatórios, eu estava exausto de tanto trabalho, mal tinha tempo para minha esposa, definitivamente minha vida tinha caído em uma rotina desgastante ao ponto que eu só queria um pouco de paz.
Finalizei o serviço e já tinha passado do serviço, peguei a chave do carro e desliguei a tela do computador e tranquei a porta de minha sala. Sigo andando até o elevador, passos cansados e ofegantes, quando eu vou apertar o botão do elevador do nada ele abre, me deparo com a assistente de meu chefe, toda molhada e muito puta da vida.
- oi Roger, desculpa esta voltando uma hora dessa para o escritório, porem perdi o ultimo ônibus para meu bairro e com essa chuva é certeza de não passar outro novamente tão cedo.
Roger- oi Manu, tu moras aonde?
Manu- eu morro atravessando salvador, sair aqui da barra e ir para lauro de Freitas fica muito complicado!
Roger- quer que eu te leve em casa?
Manu- imagina, tu chegou aqui era 7 da manhã e olha a hora que você ta saindo.
Roger- você também. Fica muito atrás não, bora to precisando dirigir um pouco pra espairecer de tudo isso de hoje.
Descemos o elevador, ela não estava nada contente, achando que estava me atrapalhando, mas não estava.
Entrei no carro e quando sair do estacionamento do prédio parecia que salvador estava passando por um diluvio, chovia muito… como a tempos tinha chovido, porem o transito estava quase impossível de andar, nas rádios a transalvador ( o órgão que cuida do transito de salvador) tinha avisado que tinha acontecido um grave acidente na avenida paralela e estava quase impossível de passar, em seguida minha esposa liga, perguntando aonde eu estava e falei que tinha saído do trabalho e estava indo dar uma carona para uma estagiaria ela odiou a notícia e pediu para eu ir para casa que ela iria arrumar o quarto das visitas para ela, estava impossível chegar em qualquer lugar desse jeito e a Manu ouvindo tudo isso no viva voz, ela só balançou a cabeça e concordou, desliguei a chamada e fui em direção ao meu condomínio.
Roger- Manu, não quer avisar para sua família não?
Manu- já avisei para minha amiga que eu divido o apartamento, não moro mais com minha família, por isso eu faço algumas horas extras no trabalho, para pagar o aluguel do apartamento.
Roger- entendi. Olha minha esposa é um pouco maluquinha o nome dela é Venus, ela tem um jeito todo peculiar porem não é má pessoa.
Manu- Venus? Nome bonito e diferente.
Roger- uhum, deusa grega, conta que surgiu de dentro de uma concha de madrepérola, tendo sido gerada pelas espumas (aphros, em grego). Em outra versão, é filha de Júpiter e Dione. Era considerada esposa de Vulcano, o deus manco, mas mantinha uma relação adúltera com Marte.
Vênus foi uma das divindades mais veneradas entre os antigos, sobretudo na cidade de Pafos, onde o templo era admirável. Tinha um olhar vago, e cultuava-se o zanago dos olhos como ideal da beleza feminina. Possuía um carro puxado por cisnes.
Vênus possui muitas formas de representação artística, desde a clássica (greco-romana) até às modernas, passando pela renascentista. É de uma anatomia divinal, daí ser considerada pelos antigos gregos e romanos como a deusa do erotismo, da beleza e do amor.
Manu- como tu gravou tudo isso homem?
Roger- olha para mim moça, vamos e convenhamos não sou tão belo, tive que usar das minhas artes manhas de nerd para visgala, mas estamos bem até hoje, alguns problemas, mas nada que não consiga mudar com o tempo.
Chegando no estacionamento, meu vizinho tina estacionado na minha vaga e tive que estacionar no final do condomínio, porem a chuva só piorava, tirei meu casaco do banco de trás e dei para a Manu, ela vestiu e fomos andando para casa, definitivamente estávamos ensopado pela chuva, subimos até o terceiro andar, quando coloquei a chave na fechadura, Venus abre a porta e já vai me dando uma toalha pra mim e a Manu ela parecia que sabia que iria chegarmos todo ensopados, ela deu um sorriso que eu meio que estranhei pra Manu porem sei a mulher que tenho, fui para o banho e a Manu ficou na sala esperando eu sair, não demorei muito e logo ela foi em seguida.
Vênus- amor, ela é linda né?
Roger- uhum, muito bonita. Mas por que você deu aquele sorriso de canto a canto?
Vênus- Imagina nos três como bom não seria né?
Aquela hora minha mente começou a maquinar de uma maneira como a tempos não acontecia jamais pensei na secretaria de meu chefe em algo sexual, mas não é uma má ideia.
Ele demorou algum tempo no banho e quando saiu, vênus deu uma camisa minha para ela que virou um vestido isso minha mulher me falando, eu sabia que a vênus tava com um puta tesão na Manu e isso me estigava mais e mais. Manu não quis tomar nada e foi dormir eu só coloquei minha cueca e fui dormir, porém não parava de chover e os trovoes vinham mais forte do que nunca, mas sempre que trovejava eu e a Venus trepava, isso mesmo que vocês estão lendo. Não era sexo, amor ou qualquer outro termo, mas sim era só trepava. Ela gemia alto, pedia para bater na cara dela, na bunda dela, esporrava porra pelo corpo dela, dentre outras coisas… aproveitávamos o barulho dos trovoes que ninguém dava pra distinguir o que era gemido de trovão e assim fazíamos nosso mundinho diferente e mais feliz, porém por conta do trabalho dela e o meu isso parecia tinha sumido até aparecer a Manu, quando ela ouviu o primeiro trovão a mão dela foi direto em meu pau a boca direto no meu pescoço, tinha tempos que ela não fazia isso, tomar atitude e vim daquela forma, abaixou minha cueca, começou a me masturbar e dando leves beijos no meu pescoço ela sabe que meu pescoço é fatal, questão de segundos meu pau ficou do jeito que ela ama, duro e firme. Ela se virou e desceu da cama, terminou de tirar minha cueca, subiu que nem uma gata na cama, se ajoelho entre minhas pernas, uma mão segurando firme meu pau e a boca beijando devagar meu pau, mas ela não se contentou em fazer isso, fez questão de deixar a bunda bem empinada. Ela sabe muito bem que eu amo aquela bunda dela toda empinada, primeira vez que eu vi ela eu pensei “essa mulher tem uma bunda de coração” mas era perfeito demais, sinceramente eu sou apaixonado pela bunda dela. Eu sei que tinha muito tempo que ela não me chupava daquela forma, ela babou gostoso demais, engolia, brincava com a língua passando por toda cabeça do meu pau e quando eu gozei ela engoliu tudinho e continuou chupando, não deixou meu pau mole por segundo nenhum, definitivamente a mulher me matou só com a boca, como no início do namoro, mas o foda foi ela passar a língua e ver minha porra escorrendo pelo meu pau e ela chupando tudinho e conseguiu me fazer gozar pela segunda vez ai eu avancei em cima dela, porem ela não deixou.
Vênus- guarde toda essa vontade para me fuder e fuder a Manu amanhã, se preocupe não que amanhã ela é nossa.
Roger- sério que você quer ela? Eu sabia pelo seu olhar logo quando ela chegou, mas se você se garante conseguir isso, então eu espero.
Vênus- pelo olhar que ela deu em você amanhã vai ser legal.
Eu sabia que aquele olhar dela não era atoa ela estava tramando tudo antes dela chegar, aquela mulher quando quer algo ela não mede esforços. Ela foi no banheiro e voltou, e fomos dormir, passou quase uns vinte minutos esfregando sua bunda em meu pau, meu tesão estava a mil, mas sabia que no outro diria iria valer essa espera.
Eu acordei em torno de 6 da manhã e não para de chover, trovoes continuaram o céu todo escuro, liguei a cafeteira e fiquei olhando olhando fixo para a janela a mente estava distante questão de segundos sai a Manu do quarto só com minha camisa e estava sem calcinha, quando ela me viu ela meio que se “assustou” sabia que ela tinha feito aquilo proposital.
Roger- pode me chamar só de Roger. Dormiu bem?
Manu- só não melhor que vocês dois, desculpa mas deu pra ouvir tudo da parede do quarto, não precisa fazer nada não porque já tem um tempinho que eu queria dar pra você e ainda mais com essa mulher linda que você tem, como não querer fazer algo a três?
Vênus- ótimo Manu, poupou um tempinho de toda conversa
Eu tomei um susto com a vênus na porta do quarto ouvindo tudo aquilo, ela foi em direção a Manu e já foi logo se chupando, peguei minha xicara do batman e enchi de café e fiquei vendo as duas se chuparem na cozinha, café estava quente forte como eu gosto, mas só não tava quente como aquelas duas se beijando, as mãos das duas se explorando, pareciam que as duas se pegavam a anos, eu fiquei com um puta tesão de ver aquilo, até a Manu parar e olhar pra mim, parou de beijar a vênus e veio até a minha direção e me beijou, amei aqueles lábios pequenos e sabiam o que fazia, ela foi logo ajoelhando, abaixou minha cueca e antes de colocar a boca a Vênus falou…
Vênus- se você ouviu tudo de ontem, então você sabe que agora é a vez dele de retribuir o que fiz com ele, porem em nos duas.
Brotou um sorriso todo besta no meu rosto, Manu se levantou e pegou na minha mão e fomos para o quarto a vénus se deitou na cama e abriu as pernas, Manu subiu em cima dela e as duas ficaram se chupando, eu ajoelhei na cama e passeia mão na buceta da Manu, ela estava toda molhada e quando ela percebeu ela empinou um pouquinho eu passei a língua na buceta dela, amei o gosto daquela buceta e cai de boca, mas a Vênus queria ver pediu para a vénus se deitar ao lado dela e comecei a chupar a vénus, masturbando a Manu, aquela buceta toda molhada das duas a Vênus tava muito molhada como a tempo eu não via, ela passou a mão na minha barba e fui beijar ela, ai entra mais uma língua da Manu e começa os três se chupar e se pegar na mesma cama, vénus pediu para eu deitar, Manu sentou no meu pau, PUTA QUE PARIU, QUE BUCETA APERTADA E QUENTE FOI AQUELA, mas não se contentou com isso a vênus sentou na minha cara, apertei a cintura dela e fiquei chupando aquela buceta gostosa da porra, eu sabia que ela não iria demorar pra gozar eu sabia que aqueles gemidos era o orgasmo se aproximando, nisso a Manu pediu para ela se virar para as duas ficarem se beijando e o desejo dela foi atendido e nisso eu comecei a lamber o cuzinho dela e a Manu cavalgando e masturbando ela, foi o suficiente para a vênus gritar de tesão e o primeiro orgasmo chegou com tudo, ela ficou meio ofegante, mas continuou firme. Manu saiu de cima e pedir para ela se deitar, quando ela se deitou vênus foi logo indo chupar ela, ficando de quatro com aquela bunda toda empinada, coloquei na buceta dela, toda ensopada de gozo e quente, TAVA MUITO QUENTE AQUELA BUCETA, definitivamente foi algo fora do normal tudo aquilo, comecei a meter e a Manu gritava “mete com força nessa puta, vai!! Mete com força nela” e com a mão a vênus deu dois tapinhas na bunda e sabia o que ela queria, abri a mão e dei um tapa com gosto na bunda dela, parecia um barulho de um trovão mas só era minha mão, foi nítido a bunda branca dela ficar marcada, ela tirou a boca da buceta da Manu e falou “ME FODE CARALHO, GOZO NESSA MINHA BUCETINHA, VAI GOZA EM MIM” eu comecei a meter com força, não era com velocidade mas era com força, sabia que ela amava isso e vi a perna esquerda dela tremer um pouco ai eu apertei a cintura dela e comecei a meter com velocidade de GOZEI A PORRA TODA, cheguei ficar sem ar na hora, ela parou de falar e começou a se tremer toda e a Manu amando tudo aquilo, vendo ela ter mais um orgasmo, ficou de quatro na cama, abriu as pernas da Vênus e começou chupar minha porra e ao mesmo tempo chupar ela, meu tesão não passava de forma alguma e poucos segundos meu pau já estava dentro da Manu e ai o que eu fiz com a vênus eu repeti igualzinho com ela, mas ela não gozava, vênus se levantou, eu coloquei ela de frente e a vênus sentou na cara dela e voltei a gemer, ai ela gozou tão intenso que molhou a cama toda, os três estavam extremamente cansados e acabamos dormindo os três na mesma cama, acordamos algumas horas depois e foi o dia todo de sexo, foi o dia mais louco que eu tive em relação a sexo. Quando anoiteceu a Manu pediu um Uber mesmo com toda aquela chuva, ela falou que precisava ir para a casa, ela tinha uma viagem marcada e não podia faltar. Eu e a Vênus voltamos para a cama e ficamos conversando tudo aquilo que tinha acontecido e com certeza ira ter mais…