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@nystories-blog
Create compelling, delightful and inclusive experiences for children.
Carol
“Dearest, there are no accidents and everything comes full circle.”
When Marnie Was There
O mundo dos desenhos/filmes animados já está ficando acostumado com meninas sendo as estrelas de suas próprias histórias e heroínas de suas próprias aventuras, não mais sendo peças nas artimanhas de grandes feiticeiras ou prêmios para um príncipe almejar. O filme mais famoso a deixar isso claro talvez tenho sido Fronzen, da Disney, onde vemos Elsa e Anna sendo as verdadeiras protagonistas e heroínas, relegando seus interesses amorosos. Em “When Marnie Was There” também somos apresentados a uma Anna, uma menina introvertida, que não gosta de sua aparência, não se acha agradável e se sente indesejada. Anna odeia a si mesma.
“In this world, there's an invisible magic circle. There's an inside, and an outside. And I am outside. I hate my self.”
A outra menina pode não se chamar Elsa e ter poderes de gelo, mas é uma jovem loura de profundos olhos azuis e uma história mais misteriosa e profunda ainda. O nome desta menina é Marnie, e é ela quem dá o título da obra.
As semelhanças entre as duas obras não são apenas coincidência do destino, mas indicam as mudanças que vem acontecendo na representação das mulheres em desenhos e filmes de animação (que para crédito Studio Ghibli, vem acontecendo muito antes que na Disney).
Marnie foi dirigido e co-escrito por Hiromasa Yonebayashi, que também dirigiu O Mundo dos Pequeninos e foi o animador de A Viagem de Chihiro. Talvez o último longa-metragem dos Studio Ghibli, “When Marnie Was There” é uma adaptação do livro britânico homônimo escrito por Joan G. Robinson.
Quando Anna sofre um ataque de asma e é encaminhada ao médico, ele recomenda que a menina se afaste da cidade por alguns dias e encontre um lugar com ar puro, pois esse é o principal agravante de sua doença. A princípio Anna não parece simpática à ideia de sair de casa. Na realidade, Anna parece apática com absolutamente tudo e todos, mas, sem muitas opções, ela acaba aceitando a ideia de sua mãe-adotiva de passar um tempo na casa de parentes que moram no interior.
A interação de Anna com os personagens e cenários é extremamente meticulosa, você percebe perfeitamente quando ela está forçando alguma emoção ou quando ela está sendo genuína em seus sentimentos enquanto o filme decorre. E, falando em meticulosidade, chama atenção os cenários hiper-realistas do filme.
Eventualmente Anna conhece Marnie, uma menina estrangeira que é o oposto dela em quase tudo – ao ponto de Anna confessar em determinado momento que “queria ser Marnie”. Mas Marnie não é tudo o que aparenta ser, e descobrir exatamente quem ela é faz parte do mistério que Anna vive em sua aventura.
christmas time
Charli XCX's documentary “The F Word and Me” – with the f-word in this case standing for feminism – are full of extraordinary female artists - Miley Cyrus, Taylor Swift, Nicki Minaj, Ryn Weaver, Jack Antonoff, Marina Diamandis and more.
Charli XCX is 23-year-old, who has written tracks for the likes of Iggy Azalea, Icona Pop, Rihanna, Gwen Stefani and is fast becoming a global pop star in her own right.
It seems like a golden age for female artists, a time when they are finally running the music world - even singers like Beyonce proudly stand in front of a feminist logo. But what is it really like to be a woman caught up in the pop machine today?
This film follows Charli across one incredible summer, as she takes her raucous show to festivals like Glastonbury and Lollapalooza. She talks to fellow artists about what it's like to be a woman in the music business, as she finds out what feminism, the real 'f-word', means in the 21st century.
"I make my own decisions, good and bad, and to me, that's what feminism is all about," XCX added.
Read more: http://www.rollingstone.com/music/news/watch-charli-xcxs-feminism-film-the-f-word-and-me-20151125#ixzz3uV0ODtED
BBC Official Trailer: https://www.facebook.com/bbcthree/videos/10153379328610787/?pnref=story
randomness
mood
_really nice stuff (graphic/animation)
_ favorites
gameplay: museum of simulation technology
In a culture where being social and outgoing are prized above all else, it can be difficult, even shameful, to be an introvert. But, as Susan Cain argues in this passionate talk, introverts bring extraordinary talents and abilities to the world, and should be encouraged and celebrated.
a culture where being social and outgoing are prized above all else, it can be difficult, even shameful, to be an introvert.
_garotass
This motherfucker sat on this account for two fucking years waiting to make this joke and all I can think about is how long they must have agonized thinking of the best way to deliver the punchline that they would only have one shot in their life at doing.