O sue cabelo longo, que desce até a cintura, é algo maravilhoso — algo que me chama para perto. Você caminha à frente e olha para mim sutilmente, de lado, como se me convidasse a segui-la em direção a algum lugar que eu também desejo ir.
Você fica um pouco sem jeito, mas ao mesmo tempo parece gostar do meu constrangimento. Então me abraça de um jeito que nunca fui abraçado antes, como se seus braços me envolvessem por inteiro, de uma forma inexplicavelmente boa.
O seu olhar diz que me quer, como se quisesse segurar aquele momento por mais tempo. Naquele momento, não existe nada melhor. Eu gosto de estar com você, e você gosta de estar comigo.
Juntos, topamos coisas que nos fazem sentir vivos e, ao mesmo tempo, aventureiros. Você é simplesmente você — incomparável. Única. Linda. Maravilhosa. Minha.
Ah, na quinta-feira você me abraçou dizendo que, naquele momento, era só isso que podia fazer. Mas foi algo totalmente inesperado. E foi muito bom. Na verdade, foi a melhor coisa daquele dia. Sentir seu cheiro e seu corpo perto do meu e não querer te soltar de jeito nenhum.
Até as pessoas ao redor olharam aquela cena. Talvez porque gestos assim estejam cada vez mais raros hoje em dia. Mas ainda existem — e nós fomos um deles. Ter momentos com você é algo que eu nunca imaginei que pudesse ser tão bom, e é muito bom.
Como diz Keshi: “Eu odeio dançar, mas dançaria com você. Não gosto de ninguém… então me diga por que é diferente com você? E por que eu faria qualquer coisa para sentir o seu toque?”
— Christopher
















