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Three Goblin Art
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Sade Olutola

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🪼

Janaina Medeiros
I'd rather be in outer space 🛸
Mike Driver
Jules of Nature
KIROKAZE
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ

Origami Around
Cosmic Funnies
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@olucasmatos
• follow me for more creative stuff •
The first moviment of revolution is after the end of the road.
Gallardo Quintero
Sobre o processo
O fazer arte, pra mim, não se trata do produto final. Não se trata de ouvir a canção pronta e bonita, com todos os seus instrumentos arranjados e afinados, combinados e harmonizados. Não é sobre ter pronto um quadro colorido e belo. Arte, pra mim, é sobre processo.
O fazer arte é o que mais me encanta, é no transformar alguma coisa em outra diferente. Já diz um dos grandes artistas que me inspira, Austin Kleon, “pense o processo, não o produto”. E isso eu levo comigo todos os dias da minha vida, fazendo arte ou não. Penso nisso quando me arrisco e faço alguma colagem, como essa daqui.
É legal, depois de todo trabalho, de recordar, sobrepor imagens, trabalhar em uma composição, ver finalmente o trabalho pronto. É satisfatório. Mas a beleza está em todo esse processo.
A beleza da música está na composição, experimentação, se ver em meio de um processo harmônico, harmonia e desarmonia. Em fracassar e ter sucesso. Em fugir dos padrões e também trabalhar em cima deles. Seguir processos e quebrar regras. O belo da arte é isso. Está no transformar, recriar e compor.
É pensar o processo, não o produto.
Aqui estão as fotos que serviram de referência e furto pra arte ali de cima.
• it's just a pixel in the dark horizon. it's just us trying to wake up.
Baiacast, o podcast
Sou meio que metido a sabichão. Não de um modo ruim, mas às vezes gosto de ver se eu sou capaz de fazer aquilo que admiro. Por essas e outras acabei fazendo música, escrever, editei uns vídeos e acabei caindo no mundo do podcast. Eu curtia ouvir alguns, e logo pensei “acho que consigo fazer isso aqui”.
Então, lá em um longíquo 2016 eu começava o Baiacast. Com idas e vindas, hiatos e recomeços, o Baia recentemente voltou de vez (mais uma vez). Pra me dar uma boa margem de acerto, resolvi passar de um formato semanal para um quinzenal. E não é que tá dando certo?
No Baiacast falo de tudo um pouco. Como a própria bio do podcast, eu falo um monte de coisa legal. Pra ti que está lendo isso e quer dar uma conferida, o programa está disponível em um montão de plataformas dedicadas. Aqui vai alguns links:
Blog principal, Spotify, Deezer, Google Podcast e iTunes.
Te convido pra ouvir. Acho que é uma boa pedida. Grande abraço.
Visita o blog do podcast, baiacast.blogspot.com pra te ligar nos links relacionados do episódio. #PauNoCuDoIntolerante
Episódio novo no podcast. Acabei falando um pouco sobre essa discussão que sempre vem: filme de herói é cinema? Filme da Marvel é cinema?
What a trailer, guys. We can meet Endgame, Game of Thrones... I don't know. Nothing can be compared with Star Wars.
Life is just a measure of how much time we spend working on our dreams
Gallardo Quintero
Eu sempre fui fascinado por Star Wars, e ver como foi o processo de crianção de um personagem como o Yoda, é muito tri! O Caíque tem um canal onde ele fala sobre cultura pop, mas trata muito mais a fundo curiosidades e fatos acerca da saga Star Wars.
Esse vídeo mostra com detalhes quase o passo a passo dado pelo George Lucas pra crianção do ícone Jedi da saga.
Here we go again
Desde o início da minha jornada com blogs e escritos na internet, eu acabo fazendo um post como esse. O post que marca uma volta meio que em definitivo.
Estava eu por esses dias relendo posts antigos do meu primeiro blog, um tumblr chamado Escritor Escroto. Fiquei orgulhoso pelo o que li, mesmo se tratando de um Lucas que estava ali, com seus pouco mais de 13, 14 anos. Claro, muita coisa acabou envelhecendo mal, como alguns dizem, mas o que me chamou a atenção foi a persistência daquele Lucas.
Foram mais ou menos três anos escrevendo no Escritor Escroto. Toda semana tinha alguma coisa nova, algum texto, haikai, poema, o que fosse. E eu gostava muito daquilo. Lembro de até ter rolado, uma bem rudimentar camiseta do blog, quando eu comprei uma camiseta branca barata e caneta de tecido preta.
O escrito ficou todo borrado, quase que ilegível, mas eu a vestia com orgulho. Era algo meu, o meu blog, os meus textos ali. O que acabou fugindo um pouco de apenas uma camiseta.
O que mais me inspirava a escrever era o Humberto Gessinger, músico gaúcho, que acabou virando escritor. Eu adorava os textos dele e as letras de suas canções. Eu queria ser como ele, tocar como ele e, acabou vindo também, a vontade de lançar um livro como ele. Desde os primórdios da minha adolescência que tenho esta vontade de transformar meus textos e escritos aleatórios em uma obra literária! Ia ser incrível!
E eu acho que talvez seja por isso que eu esteja ensaiando uma volta para esta plataforma, onde tudo começou.
Aqui (e em qualquer lugar) a métrica não me incomoda. O número de curtidas, de visitas, de compartilhamentos que algum texto meu arranje. Aqui é um espaço onde eu posso ser eu mesmo, escrever e publicar um texto para mim mesmo. Com este post, este escrito, estou dando as boas vindas à mim mesmo.
Aqui vamos nós. Mais uma vez.
Simplicity is the ultimate sophistication
Leonardo da Vinci
A few weeks ago I gave a new talk at Bond in San Francisco. It’s a list of 10 things that have helped me stay creative in such chaotic times:
Every day is Groundhog Day
Build a bliss station
Forget the noun, do the verb
Make gifts
The ordinary + extra attention = the extraordinary
Art is for life (not the other way around)
You are allowed to change your mind
When in doubt, tidy up
The demons hate fresh air
Spend time on something that will outlast them
I really loved giving this talk. (And, as I’ve hinted, it is a preview of my next book.) If you’ve been struggling too, hopefully you’ll find something helpful in it. Please share it with anybody you think could use it. And if you want to keep up with me, subscribe to my newsletter.
#newspaperblackout #steallikeanartist
Quando o ódio transborda
Volta e meia dou uma visitada em antigos sketchbooks pra ver o que acontecia na vida do Lucas do passado. Acabei esbarrando nesse desenho que fiz, em uma manhã bem cinza, tipica do outono/inverno pelotense, em um café.
A manchete estampada na contracapa do jornal que o senhor lia era exatamente essa. Talvez um reflexo não apenas dos tempos daquele Lucas. Isso, comparado ao do presente, não mudou nada.
Infelizmente.
Abstract
Já foi constatado cientificamente, que o ser humano passa, em média, 83% em seu tempo de uso da plataforma Netflix, escolhendo a programação, e apenas 17% realmente assistindo. Estes são dados completamente inventados no momento que escrevo este texto, mas fala a verdade: e não é assim mesmo?
Foi numa dessas que decidi arriscar e apertar play em Abstract, uma série original da Netflix, constituída de documentários diversos, acompanhando alguns dos grandes nomes de várias áreas do design, como Paula Scher, destaque do design gráfico e tipografia, o arquiteto Bjarke Ingels e a cenógrafa Es Devlin.
O primeiro episódio fala sobre ilustração, acompanhando a rotina e a criação do ilustrador alemão Christoph Niemann.
Indico a série, pra todos que admiram toda forma de arte e que, de certa forma, fazem parte dos 83% da minha estatística baseada em absolutamente nada.
Sinto hoje em Satolep
Sinto o vento no qual o outono viaja até as ruas de Satolep. Os casacos guardados, desde meados de agosto passado, começam a dar o ar da graça, trazendo consigo leveza e densidade, e a certeza da despedida das ondas quentes do verão.
A mescla entre o minuano que se aproxima e a quentura da luz do sol me abraça. Caminhando pelas calçadas estreitas da XV, inicio uma tímida cantarola, invocando os versos "sinto hoje em satolep o que há muito não sentia”. Sinto frio e calor. Sinto amor e saudade.
Sinto o sol e Satolep em mim.