“Mas, por hora, se você me encontrar na rua, só me abrace. Tô precisando.”
— Tati Bernardi.
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“Mas, por hora, se você me encontrar na rua, só me abrace. Tô precisando.”
— Tati Bernardi.
Grupo criado, mandem os números
Estávamos pensando em fazer uma festa em sua casa. Já tinhamos feito uma anterior e deu bastante certo e, por essa razão, decidimos investir em outra. Festa pequena, com um som legal, bastante bebida e alguns amigos mais próximos. Marcamos num sábado, para começar às 19hrs e ir até não aguetarem mais. Começamos a beber e a dançar. Os amigos também estavam bem animados, não deixando a festa desanimar. O único problema, ou talvez nem tão problema assim, era que quando eu bebia, sentia uma vontade ainda maior da minha namorada. Sempre tenho vontade de beijá-la o tempo todo, porém, com a bebida era uma sede insaciável. Quanto mais a beijava, mais eu queria. Por volta das três da manhã, eu já estava pensando na hora em que todos iriam querer dormir e nos deixar à sós, porém, nada acontecia. Todos estavam bem ligados, dançando e bem agitados. A bebida foi acabando e resolvemos fazer uma roda com os amigos para brincar de verdade ou consequência, deixando bem claro, óbvio, que nenhuma das duas iria beijar alguém, além de nós. Com isso, os desafios que eram passados, estigavam ainda mais. Mandaram eu chupar sua língua e eu nem preciso dizer que a minha vontade naquele momento, foi de levá-la para seu quarto e continuar a nossa própria brincadeira. A hora foi passando e as ideias foram acabando, com isso, lá para às seis da manhã, algumas pessoas foram indo embora. Eu já não aguentava mais esperar. Estava louca para ficarmos sozinha e poder fazer o que bem entender. Mas, eu sabia que isso não iria acontecer, pois ficaram gente para dormir e por não ter espaço, teriam que dormir no quarto junto com a gente. Não liguei muito, porque estavam todos bem “alegres” e iriam dormir rápido. Deitamos em sua cama e com um sorriso safado, pedi um cobertor. O quarto estava quente e nossos corpos, bem mais quentes, porém, não havia outro jeito. A bebida, o calor do momento, a tensão de alguém acordar, só estigava nós duas. Começamos a nos beijar, pegou em meus cabelos puxando-os de leve, me fazendo soltar um suspiro. Foi beijando meu pescoço e dando pequenas mordidas. Sem esperar por mais, colocou uma de suas mãos por dentro do meu short e por cima da calcinha começou a esfregar. Minha vontade era de tirar toda a sua roupa e ignorar as pessoas que estavam ali. Minha respiração ficava ofegante a cada movimento seu. Agarrava nos lençóis para tentar controlar as emoções. Sem esperar por mais, tirei sua mão e sentei em seu colo, ela deu um sorriso safado e logo colocou um de seus dedos dentro de mim. Eu ficava louca por aquela mulher e não existia vontade de parar, então, comecei a rebolar, aumentando a velocidade e a força. Ela gostava e eu, bom… ainda mais. Quando eu sentia que ia gozar, mordia com força meus lábios. Até que desci e ela ficou nos movimentos de vai em vem em meu clitóris e claro, eu sabia que logo iria gozar. Começou a sussurrar em meu ouvido me chamando de gostosa, pois sabia que eu não resistia. Até que minha respiração aumentou muito mais e… gozei, gostoso. Sempre ficava envergonhada, então ficamos sorrindo uma para a outra com a cara mais safada que poderia existir, me deu um beijo e sorrindo disse “você tem que parar de ser gostosa, porque eu não resisto.”
Droga, ela fode comigo. (via painforpai)
Resolvemos ir ao shopping. Como sempre, eu levava horas para me arrumar e a deixava esperando. Ficava um pouco bolada, mas quando me via, era como se estivesse me comendo com os olhos. Eu gostava daquela sensação, de me sentir desejada por ela. Andamos pelo shopping de mãos dadas e, às vezes, até abraçadas. Ela já estava ficando irritada por ver aqueles homens mexendo comigo, decidimos então, assistir a um filme. Fomos para a fila comprar os ingressos. Fiquei em sua frente. Suas mãos ficavam em minha cintura, de vez em quando apertando-as. Suspirava em meu ouvido e sussurrava dizendo o quanto me queria naquele momento. Eu disfarçava e sorria, afinal, tinha bastante gente. Escolhemos um filme que parecia ser chato e que por ser em dia de semana, a sala poderia estar vazia. Na hora de escolher as cadeiras, decidimos sentar na última fileira, claro. Ótima para suas intenções. Ela estava com a cara mais safada de todas e eu já sabia que não iríamos assistir o filme. Faltavam uns vinte minutos até a hora do filme começar, então, resolvemos esperar, sentadas em um banco. Ela colocava sua mão em minha coxa e suas pernas se balançavam mostrando sua ansiedade para me ter. Conversávamos sobre coisas simples, mas, mesmo assim, seus olhos não saiam da minha boca e de meus seios. Faltavam cinco minutos e fomos entrando na sala. Nos sentamos. A sala não estava vazia, mas, ao nosso lado não tinham muitas pessoas. Antes do filme começar, nos beijamos intensamente, deixando nossa respiração ofegante. Ela coloca sua mão por baixo da minha saia e da um sorriso safado entre o beijo. Ela não conseguia ficar parada, passando sua mão por toda a minha perna e rapidamente por cima da minha calcinha. Não parava de me olhar, me beijava e olhava de novo. Pegou na minha nuca e olhou dentro dos meus olhos, mordendo meu lábio inferior. Coloca meus cabelos de lado e começa a beijar e a morder meu pescoço. Sussurra em meu ouvido “eu preciso te chupar, ou eu morro”. Eu sorrio e falo que não tinha como, então, ela coloca minha calcinha de lado e da um sorriso de lado. Eu sorrio de volta e ela sussurra “mas isso eu posso” e coloca um dedo em minha bct, fazendo com que eu fechasse os olhos e mordesse meus próprios lábios. Eu falo o quanto ela era maluca, mas ela não liga. Esquecemos o resto das pessoas e onde estávamos, então, ela começa um vai e vem devagar, olhando em meus olhos e fala “eu sei que você não quer que eu pare”. Vendo minha reação, não precisava nem de resposta. Ela coloca o segundo dedo e aumenta um pouco a velocidade. Eu respiro fundo e aperto seu braço. Eu queria gemer e não podia. Queria gritar e não podia. E aquilo estava me deixando louca e muito molhada, querendo mais. Quando ameaça a gritar, ela me beijava. E eu apertava seu braço, por não ter onde segurar. Ela pedia por gemidos e eu sabia o quanto ela amava meus gemidos. Gemia baixinho em seu ouvido, fazendo com que ela fechasse e revirasse seus olhos, deixando-a também molhada. Quando eu sentia que ia gozar, eu tiro sua mão. E ela só sentia mais vontade de colocar dentro de mim. Quando acabou o filme, fomos direto para o banheiro, sorte de sermos duas mulheres. O banheiro era grande e bem espaçoso. Ela tranca a porta e começa a me beijar intensamente, me deixando com mais vontade de tirar minha roupa, de querê-la dentro de mim. Me coloca sentada e começa a me chupar, faz movimentos rápidos com sua língua, fazendo um vai e vem com seus dedos e chupando e chupando ainda mais. Eu ficava louca, tentava segurar nas paredes, e puxava seu cabelo. Ela coloca os dois dedos de volta e sussurra “agora eu não vou parar” e continua com seus movimentos, sendo mais rápidos. Sinto que vou gozar e falo “eu vou gozar, eu vou gozar” e ela da um sorriso safado, não parando. Me olha nos olhos e diz “goza pra mim”, me fazendo gozar chamando seu nome. Saímos do banheiro rindo atoa, com nossas vontades de uma pela outra ainda maior.
Droga, ela fode comigo (via painforpai)
E o grupo?
Só mandar o número anônimo.~lore