Isadora Lima Fonseca tem 17 anos, e é uma puro-sangue. Está cursando o seu 7º ano e foi selecionada para a casa Corvinal em Hogwarts. Algumas pessoas dizem que se parece com o famoso trouxa Gabriella Wilde.
“You shoot me down, but I won’t fall. I am titanium.”
Varinha: 25 cm, ébano, cerne de pelo de pata de acormântula.
Patrono: ainda é um borrão.
Bicho-Papão: Ela está viva, porém é como se fosse um fantasma, ninguém nem a vê ou a ouve.
Espelho de Ojesed: Ser reconhecida mundialmente como jogadora de quadribol, e seus pais vivos a aplaudindo da arquibancada, orgulhosos.
Clubes, Monitoria e Quadribol: Apanhadora e capitã da Corvinal, alquimia.
Isadora nunca soube muito sobre o passado de sua família, aliás, mal sabia sobre os próprios pais. O pai de Isadora morreu quando a garota ainda estava na barriga da mãe, fato que abalou muito a jovem mulher, agora teria que criar uma filha sozinha, fugindo dos cobradores de uma dívida muito antiga de sua família. Todos os seus parentes haviam sido mortos ou tinham conseguido desaparecer, o que fazia de Rafaela o alvo dos cobradores. Nunca soube ao certo como a família se endividou de tal forma, pois quando tomou conhecimento do assunto, só soube que devia mais do que conseguiria pagar em cem anos de trabalho. Assim, Isadora nasceu em meio ao caos e ao perigo, nunca tendo um lar fixo, já que mudavam-se a cada seis meses, ou até mesmo antes, para não correrem o risco dos cobradores encontrarem-as. Rafaela nunca contou à filha o motivo de fugirem tanto, e a unica coisa que a garota soube do pai foi seu nome e seu status de sangue.
Entretanto, quando Isadora tinha cerca de sete anos, o gato pegou o rato, e Rafaela acabou desistindo de fugir. No entanto, não permitiria que a filha vivesse do mesmo modo que ela, sempre alerta e fugindo, para no fim, ser morta. Assim, mandou a garota para Londres, de onde, da última vez, sua irmã mandou notícias. Porém, Isadora teve azar, os cobradores haviam encontrado sua tia antes dela. Quando estava prestes a desabar, sozinha, num país totalmente diferente do Brasil e em que ela não dominava completamente a língua local, ela viu que sua mãe havia escrito no mesmo papel em que anotara o endereço da tia, o nome de um homem que, segundo dizia a caligrafia apressada, seria seu padrinho. Foi mais fácil do que a garota pensou que seria encontrar o Sr. Chapman, que a acolheu sem hesitar.
Apesar do padrinho quase nunca ficar em casa, nem a mulher dele, o filho do casal fazia companhia a ela. Quer dizer, os dois entretinham-se em trocar faíscas ou evitarem-se pelos cômodos. Dory, como foi apelidada pelo padrinho, nunca entendeu o motivo dos dois se darem tão mal, mas de início, foi apenas briga de criança mesmo, o fato do Sr Chapman já ser ausente na vida do filho, e ainda trazer outra criança para dividir a rara atenção. No entanto, Dory acabou criando-se mais como uma empregada do que como filha. Ela gostava de ajudar na cozinha ou a arrumar o jardim, e também tinha prazer em deixar os cômodos impecáveis e limpinhos. Como evitavam-se na maior parte do tempo, ela mal teve chances de conhecer Baelfire, antes de sua partida para Beauxbatons. A casa ficou bem mais silenciosa e sem vida sem o garoto, mas em suas palavras, estava tudo perfeitamente pacífico. Apesar da garota saber que era uma bruxa, como os pais, o padrinho e Bael, ela nunca pensou que fosse para uma Escola de Magia. Mas Rafaela tinha pensado em tudo, inclusive, havia deixado dinheiro para a garota em Gringotes, e também matriculado-a em Hogwarts. Tudo foi uma imensa e interessante novidade para Dory, desde a compra dos materiais, até o último segundo do primeiro ano. Ela estava tão maravilhosa com tudo que mal queria voltar para casa no final do ano. Ter sorteado-a para a Corvinal foi uma sábia decisão do Chapéu, mesmo que aos olhos dos outros, não pareça. A garota nunca foi muito de sentar e estudar, mas como dizem, não há somente um tipo de inteligência.
No segundo ano, Dory descobriu sua paixão por alquimia, que acabou tornando-se um hobbie. No terceiro ano, descobriu o amor da sua vida. Não, não um garoto. Ela descobriu o quadribol. Era boa naquilo, e se aperfeiçoou até ser digna do posto de capitã. Raras eram as partidas em que a garota não pegasse o pomo, e logo seu talento se fez notável. Pais de alguns alunos de Hogwarts que trabalhavam no ramo do esporte começaram a patrociná-la, dando à garota as vassouras de última linha. Apesar de sempre manter as notas razoeis, ela sabia que assim que se formasse, faria de tudo para ser jogadora profissional de quadribol.
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