" ––– Three 𝔬𝔦𝔫𝔨𝔢𝔯𝔰 wearing pants, plate of ( 𝒽𝑜𝓉 𝒶𝒾𝓇 ), basket of Grandma's 𝕓𝕣𝕖𝕒𝕜𝕗𝕒𝕤𝕥 and change the bull to a gill, ɢᴏᴛ ɪᴛ!"
Vladmir Donndubhán as 𝐊𝐫𝐨𝐧𝐤
YOU ARE THE REASON
trying on a metaphor
TVSTRANGERTHINGS
ojovivo

roma★
Monterey Bay Aquarium
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
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I'd rather be in outer space 🛸
d e v o n
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@pcrta
" ––– Three 𝔬𝔦𝔫𝔨𝔢𝔯𝔰 wearing pants, plate of ( 𝒽𝑜𝓉 𝒶𝒾𝓇 ), basket of Grandma's 𝕓𝕣𝕖𝕒𝕜𝕗𝕒𝕤𝕥 and change the bull to a gill, ɢᴏᴛ ɪᴛ!"
Vladmir Donndubhán as 𝐊𝐫𝐨𝐧𝐤
CAAAAAAAAAAAAAAAAAAAPIM
“ ––– ALEXANDER!” Proferiu, o tom de voz mais alto do que o comum. As palavras levaram Vladmir a tomar um susto, e já pensar na presença do garoto de sete anos correndo pelos cômodos com a típica energia que todos haviam chegado a conclusão que era infinita. O filho de Lyra e Dmitri também possuía uma dificuldade absurda em comer seus vegetais, insistindo que todos eles eram capim. Ora, Vlad preparava uma linda salada, com todas as cores, verduras e legumes, e Alex ainda insistia que eram mato? Já havia explicado milhares de vezes para o garoto que não existia capim laranja e aquilo se chamava cenoura, mas simplesmente não entrava na cabeça do mais jovem, e ele continuava correndo pela casa e gritando ’capim’. “ ––– Alex volte aqui!” Proferiu, correndo em direção a voz. “ ––– Não é capim, é cenoura! Volte para comer seus vegetais!”
eu te ensino a gostar de carne bb
’ ––– Não quero gostar de carne! E eu não sou bebê. Tenho trinta anos!“ Proferiu, a indignação presente na voz. As pessoas não sabiam que os animais eram mortos para elas os comerem?! Vlad achava que era uma informação que poucos conheciam, visto que não imaginava que tantas pessoas poderiam ser más o suficiente para comer animais mortos, sem pensar no seu sofrimento e o de sua família. ” ––– Mas você poderia parar de gostar de carne. Temos comidas vegetarianas muito gostosas. E inofensivas.“
32 – O que você considera um assunto sério demais para se fazer piada a respeito?
Se havia uma coisa com que Vlad se importava, e muito, era o meio ambiente. Ora, as pessoas utilizavam os recursos nada nossa querida Terra como se fossem infinitos, mas Donndubhán sabia que aquilo não era verdade! Um dos principais alvos da crueldade humana, no entanto, eram os pobres animaizinhos! Mortos, comidos, feitos de vestes, casacos de pele, lã! Como eles não sofriam com isso? E matavam filhotes de frango para fazer algo chamado galeto! O que as mamães galinhas acham dessa atrocidade com seus pequenos bebês? Ah, lembrava-se: elas não achavam, pois estavam mortas! Aquele assunto tocava o fundo do coração de Vlad. “ ––– Com os bichinhos!” Disparou, a expressão entre melancolia e indignação tomando conta de Donndubhán. Mas segundo Anya ––– e ele confiava na irmã, tão dócil e delicada Anya ––– disse que havia uma espécie, fofa e inocente, que estava quase acabando. “ ––– Não se brinca com a morte de pobres esquilinhos! Tão fofos e inocentes, não fizeram nada para serem mortos e comidos! Salvem os esquilos!”
Você é como açúcar, tempero e tudo o que há de bom... | Belladonna
“ ––– Açúcar é bom. Dá gosto nos doces e tira a acidez de outros.” Ponderou, o sorriso aberto nos lábios e os olhos sendo comprimidos ao olhar para Belladonna. Haviam se aproximado nos últimos dias, e Vlad começara a apreciar demais a companhia da camareira. Ela era dócil, paciente, sempre solícita, o ajudava e se deixava ser ajudada por ele. E bem… Ela era bonita; e Vlad também apreciava aquilo. “ ––– E tempero dá gosto.” Concluiu, as íris castanhas repousadas na camareira, e elas também sorriam, compreendendo o elogio. “ ––– Obrigado, Bella. Você também é tudo de bom.”
18 – Qual é a sua memória mais terrível?
O rosto, sempre iluminado por um otimista sorriso em Vladmir, foi aos poucos se fechando para uma expressão melancólica raramente vista no funcionário. Mesmo com sua memória curta, o quarto Donndubhán não deixava de sentir… falta. Falta de alguém, de uma presença marcante na casa dos irmãos icorianos, e sinceramente, aquilo pesava nele até os dias atuais. As mãos morenas foram juntadas e comprimidas, assim como os lábios, e o homem se segurava para não deixar as lágrimas escorrerem com a lembrança de Ivanna. Ela não era alegre, nem entusiasmada ––– jamais fora. A segunda Donndubhán era uma mulher fria, antipática, direta demais e as vezes suas palavras podiam machucas terceiros, mas perto de tudo o que ela e Gavril haviam feito pela família, aquilo não era nada mais que insignificante ––– os outros doze basicamente deviam suas vidas a Ivanna. “ ––– As palavras de Gavril.” Proferiu, levantando as íris castanhas marejadas para a Rubi. “ ––– Ivanna não vai voltar para casa.”
peito ou bunda?
“ ––– Essa é uma pergunta estranha.” Proferiu, pendendo a cabeça para o lado e deixando clara a confusão estampada nas íris castanhas. Sabia que os carnívoros comiam peito de frango, mas bunda? Nunca tinha ouvido falar, e aquilo era no mínimo esquisito. “ ––– Não prefiro nenhum dos dois. Eu sou vegetariano.”
Have you been 𝔴𝔯𝔦𝔱𝔦𝔫𝔤 those 𝓵𝓮𝓽𝓽𝓮𝓻𝓼 to 𝕪𝕠𝕦𝕣𝕤𝕖𝕝𝕗?
i. Gavril Donndubhán ; 37 years old ; Colin O'Donoghue.
ii. Ivanna Donndubhán ; died with 25 years old ; Phoebe Tonkin.
iii. Anton Donndubhán ; 33 years old ; Ben Barnes.
iv. Vladmir Donndubhán ; 31 years old ; Nick Bateman.
v. Rodion Donndubhán ; 30 years old ; Nico Tortorella.
vi. Daveed Donndubhán ; 29 years old ; Thomas McDonell.
vii. Natasha Donndubhán ; 27 years old ; Nina Dobrev.
𝕥𝕙𝕖 𝕯𝖔𝖓𝖓𝖉𝖚𝖇𝖍𝖆𝖓 𝕤𝕚𝕓𝕚𝕝𝕚𝕟𝕘𝕤 + ɴᴀᴍᴇ ᴍᴇᴀɴɪɴɢ.
viii. Dmitri Donndubhán ; 25 years old ; Max Irons.
ix. Lucy Donndubhán ; 25 years old ; Elizabeth Gillies.
x. Rafir Donndubhán ; 24 years old ; Drew Roy.
xi. Anastasia Donndubhán ; 22 years old ; Danielle Campbell.
xii. Valerya Donndubhán ; 20 years old ; Joanna Marie.
xiii. Fyodor Donndubhán ; 18 years old ; Shawn Mendes.
xiv. Adelaida Donndubhán ; 14 years old ; Mackenzie Foy.
𝕥𝕙𝕖 𝕯𝖔𝖓𝖓𝖉𝖚𝖇𝖍𝖆𝖓 𝕤𝕚𝕓𝕚𝕝𝕚𝕟𝕘𝕤 + ɴᴀᴍᴇ ᴍᴇᴀɴɪɴɢ.
@donndwbhcn
Encontrar Elmer em Wisteria Hollow era uma coincidência, mas Kitty não pôde acreditar nos próprios olhos quando avistou @pcrta deixando a cozinha. Poderiam ter sido contratados para espioná-la? Talvez Lady Darrow escondesse uma personalidade maquiavélica e tivesse arquitetado todos os eventos que a levaram para a corte de luz, logo precisaria de informantes para saber os resultados de seu plano! Ou poderia ser apenas mais uma coincidência. De qualquer forma, Kitty não poderia reclamar, estava satisfeita por poder importunar dois de seus vizinhos preferidos. Vlad, em especial, era uma vítima excelente para sustos. Ela o seguiu até um corredor vazio, mal iluminado, cuidando para que seus passos não fossem ouvidos. Aguardava o momento perfeito, o acúmulo de tensão que resultaria na pegadinha mais bem sucedida de Adoria. “Vlaaad…” sussurrou, escondida, deixando que a voz ecoasse na construção. E esperou. Quando seus instintos disseram que era o momento, pulou nas costas dele, segurando firme. “WAHAAAHAAH!”
Wisteria Hollow era diferente de todos os lugares que Vlad outrora havia pisado. Não estava acostumado com luxos, visto que crescera numa família pouco abastada --- onde sobreviviam com o que Gavril e Ivanna arrecadavam com o salário, e com o dinheiro que Anton conseguia das vendas de limonada no quintal, onde basicamente todas continham água, para render mais, segundo ele. E Natasha já dizia que o costume havia perseguido Anton, visto que fazia o mesmo com a advocacia hoje em dia. Mas para Vlad, as palavras da irmã jamais fizeram sentido --- se você jogasse água nas papeladas, elas estariam arruinadas! E sendo o mais rico dos irmãos, ele deveria saber o que fazia, não? Atravessava o corredor que o levaria para seus aposentos, o ambiente escuro, visto que já era tarde e passava da hora de se recolher. Lembrava-se da mãe do Elmer, a mulher mais devota a Uros que já conhecera, dizendo que Vlad tinha que orar para este --- segundo ela, Uros falava com as pessoas. E foi o que Donndubhán pensou quando ouviu o chamar do seu nome no escuro, as orbes acastanhadas se arregalando enquanto virava-se para o lugar de onde a voz havia saído. “ --- Seu Uros...?” Indagou, mas não demorou muito para que sentisse o peso em suas costas, proferindo um grito. “ ---- Aaaaaaaaaaaaaaaaah! Não, seu Uros! Eu prometo que vou orar para o senhor hoje!”
@walfcrd @lausurpadorc
Encostada na pia da cozinha, Constance observava Vlad fazer os preparativos para o jantar daquela noite. Estava esperando pelo momento em que diriam que estava liberada para preparar a grande mesa que recebia os moradores da fazenda. Aquela seria uma cena bastante comum, se o cozinheiro não estivesse tão disperso no que fazia. Constance tinha noção que mesmo @pcrta sendo um tanto avoado as vezes — o que facilmente a deixava irritada — fazia seu trabalho com dedicação. Ele nunca errava nos temperos ou cortes das carnes e sempre sabia o que trazer de novo para as receitas. Naquela noite, no entanto, ele parecia perdido em pensamentos. Pegara-se preocupada com o amigo. Não era do tipo de garota que gritava aos quatro ventos a importância das pessoas em sua vida, mas ela considerava-as verdadeiramente. “Para com isso, Vlad.” A camareira exclamou, colocando suas mãos sobre as do outro. “Do jeito que está fazendo isso vai acabar arrancando seu dedo fora e eu não sei lidar com homens desesperados.” Tendo a certeza que o cozinheiro parara o que fazia retirou suas mãos e cruzou os braços, encarando-o com os olhos semicerrados. “Desembucha de uma vez. O que deu em você hoje?”
Se Vlad já estava desolado na festa, quando soube das fofocas das garotas pelo esquilo, ficou mais ainda quando soube que o esquilo, de fato, não existia! Ele o havia imaginado, segundo outrem, por causa daquela inofensiva a deliciosa bebida que estava sendo servida na festa. Se sentia, traído, enganado, horrorizado, com a falta de sensibilidade das pessoas de hoje em dia ––– além deles comerem esquilos, pobres animais que não haviam feito nada para ser mortos ––– e se perguntava se deveria voltar a confiar nelas; mas cá entre nós, todos sabemos que amanhã Vlad estará sorrindo novamente. " ––– Não vou não, Conny." Teimou, enquanto continuava a cortar o alface. Um alface, veja bem, não um esquilo em extinção! Além de não enxergar a beleza interior, as pessoas não enxergavam a importância da vida dos animais! " ––– É só o que o esquilo me falou. O esquilo que não existe." A frase poderia soar confusa, e Vlad não pensou bem quando a proferiu assim como nunca pensava antes de proferir qualquer coisa ––– de qualquer forma, se Conny estava ciente do efeito do slush, entenderia. " ––– As meninas que eu achei que queriam ser minhas amigas não querem só ser minhas amigas... Entende?" Indagou, como se realmente fosse algo difícil de assimilar. " ––– Eles esqueceram, Conny. esqueceram. O que realmente importa é a beleza interior... Ninguém mais a valoriza."
walfcrd:
Jacob corria sem parar há dez minutos, percorrendo um caminho surpreendentemente tortuoso até o salão, vestindo apenas calças e um pano velho comprido amarrado em seu pescoço como uma capa. Sequer se lembrava do que estava fugindo quando avistou seu mais novo amigo — palavra forte demais para ser usada sóbrio, mas não afetado pelo slush — @pcrta sentado com @lausurpadorc em um sofá. Sem pensar duas vezes, se jogou entre os dois, intrometendo-se na conversa que tinham. “Olááá alôôô olááá” falou, e soltou uma gargalhada que se encerrou em um engasgo. Não estava com fôlego suficiente para aquilo após a corrida. “A vida é difícil.” Alguns instantes se passaram antes que Jacob pudesse processar as informações captadas de Vlad e seu amigo, discutidas logo antes de sua intromissão. Recordou-se de uma frase. “Você canta, é? Canta alguma coisa aí” pediu, dirigindo-se ao outro comprador.
Mama Eacker bem que havia tentado alertar o filho sobre os perigos do Novo Mundo quando este enfim saiu de casa, com aqueles conselhos bem de mãe mesmo;; não fale com estranhos “mas mãe eu não falo nem com os conhecidos”, cuidado com os selvagens, carregue sempre roupas limpas na mala, identidade para não ser enterrado como indigente e jamais aceite bebidas estranhas. E — ah! — como Elmer gostaria de poder ter se lembrado justamente deste último alguns momentos atrás, quando optou por aceitar aquele tal slush! Ele estava longe de ser um alcoólatra, é claro, contudo, a bebida — aceita por acidente, é claro — não lhe pareceu ser tão forte assim de início, de modo que acabou se permitindo repetir mais um copo — ou será que foram quatro? Para ser sincero, Elmer havia parado de contar vez que os garçons continuavam trazendo, o que pôde apenas acabar em um resultado: ele, com a cabeça mais leve do que costumava estar e um sorriso bobo que ia de orelha a orelha, jogado no sofá e rindo de forma exagerada de absolutamente tudo o que saia da boca de @pcrta. Ele sequer sabia direito o que o amigo estava falando, no entanto, parecia ser tão engraçado! Tão perdido em sua própria diversão desconexa, o falso Whitethorn sequer reparou na chegada abrupta do louro barulhento, ainda que este nem tivesse tentado passar despercebido;; e quando seus olhos bateram nele, a única resposta plausível que sua mente pôde formular foi que aquele estranho e franzino garoto tinha surgido ali do nada!! Mas ora só, esse lugar tem até feiticeiros!! ❝ — Mas como que você faz isso??? Você viu, Vlad?? ELE É MÁGICO!!!!! ❞, o observava em total admiração e espanto, elevando a voz sem nem perceber, só que já caindo na gargalhada mais uma vez. O pedido, normalmente, seria negado de maneira categórica conforme Elmer tentaria desconversar ou desaparecer, uma vez que a última coisa que gostaria de fazer — além de se enfiar numa roubada como o casamento e num lugar que nem tentavam disfarçar o roubo — era reviver os seus anos de banda — também conhecida como O maior fracasso de sua vida. Contudo, aquela situação nada tinha de normal. Como que é ele poderia negar qualquer coisas ao seu novo amigo mágico???? E foi por isso que ele prontamente se colocou de pé;; o que provou ser uma péssima ideia, já que, em seu atual estado, foi apenas o tempo de se levantar para que caísse de bunda no chão, diante. O moreno pareceu genuinamente chocado por uns bons segundos, no entanto, logo este choque se dissipou em uma estrondosa gargalhada. ❝ — Ai, agora eu esqueci o que ia cantar… Comecem algo ai que eu sigo!! ❞
F L A S H B A C K
Vladmir estava desolado. Depois de uma boa e longa conversa com seu recente amigo, Jacob Walford, e algumas taças da incrível bebida de frutas que haviam tão gentilmente lhe servido outrora, Vlad começou a se encontrar em lugares estranhos com bichos esquisitos. Uma vez tentou falar a língua dos esquilos, e estava se esforçando nos estudos para se comunicar devidamente com os pequenos peludos. Contudo, agora um esquilo parecia falar a sua língua! Um esquilo fofíssimo, infelizmente ameaçado de extinção, segundo Anastasia, e bem... Se os esquilos normais já estavam em extinção, imagina os que falam a nossa língua! Vlad tinha que protege-lo! Ninguém cozinharia aquele esquilinho, nunca, jamais! Conversaram por um bom tempo, até ele informar a Vlad as verdades acerca as figuras femininas de Wisteria Hollow. Tão simpáticas, pensava Donndubhán, sempre próximas e sorridentes. Sempre querendo fazer novos amigos, o que para o moreno, era essencial! Porém, a verdade, segundo o esquilo que ele havia chamado de Nut, aquelas garotas na verdade queriam namorar ele só porque achavam o rosto dele bonito! Um absurdo, um descaso! Quer dizer que as pessoas de hoje em dia só ligam para as aparências? Eles esquecem do que mais importa: a beleza interior! Onde estava a importância desta? Seu amigo Elmer, por exemplo, não era muito bonito por fora, mas Vlad sabia, tinha fé, que por dentro, sua alma era bonita. " ––– De que importa a magia Elmer... Quando a verdadeira magia do amor não é considerava por essas pessoas?" Ponderou, o rosto tomado por uma careta de decepção. " ––– Por que vocês estão rindo? O esquilo disse e... Não é engraçado! É trágico! Vai causar o fim da humanidade!" Secundou, levantando-se de onde se encontrava sentado. Contudo, quando ouviu sobre música, o esquilo imediatamente lhe disse que cantar ajudava a esquecer as coisas ruins. Cantaria sobre seus sentimentos! Sendo assim, Vlad tomou a frente do grupo. " ––– We know what people think when they see us!" Iniciou, olhando para @walfcrd a espera da continuidade.
donnadecasa:
⧼ ✢ Ante o questionamento do homem, tudo o que poderia fazer fora assentir levemente, já afastando-se dele para que pudesse arrumar um bandeja — por Uros, Berta não estava ali, já tendo recebido mais de um puxão de orelha da outra cozinheira por, como ela dizia, invadir seu espaço. ❝ —— Sim, ela mesmo. Lysandra. ❞ Assentiu de leve, como se ela própria houvesse acertado o termo. Ainda era complicado associar corretamente os nomes às joias, tendo memorizado primeiro as joias que representavam cada garota, à pedido de Sra. Culpepper é claro. Qualquer atividade, contudo, fora interrompida com o comentário seguinte do rapaz, um risinho baixo escapando dos lábios levemente abertos da camareira. Esquadrinhando o rosto alheio, tomou para si que ele realmente acreditava no que falava, e isso fez com que as bochechas de Bella corassem de leve antes de, novamente, assentir ao outro. ❝ —— Lysandra é a Lazuli, hun? Eles, os Thron, as apelidam com nomes de pedras. O senhor não ouviu falar nisto? ❞ Questionou com curiosidade, esquecendo-se completamente da bandeja conforme se apoiava de costas no balcão, permanecendo de frente para Vladmir, um leve encolher de ombros sendo resposta do agradecimento do homem. ❝ —— Não há de que. ❞ Gracejou, lábio inferior sendo capturado entre os dentes da camareira, que finalmente se permitia dar uma olhada pelo ambiente — que Lysandra não se incomodasse com um pequeno atraso. ❝ —— Acertou, senhor Donndubhán. Belladonna, à seu dispor. Diga-me, o que teremos o prazer de experimentar esta noite? ❞
Confusão foi amiúde se esvaindo da expressão de Donndubhán a medida que absorvia a explicação de Belladonna. Ah, então era aquilo! A mesma coisa de quando Dmitri chamava Lyra de sunshine, por mais que ela não fosse literalmente um raio de sol ––– pessoas não se casavam com raios de sol sendo que eles eram inanimados, claro! Disso Vlad sabia, e era outra coisa que Anton jamais o convenceria do contrário! " ––– Ah!" Exclamou, num claro tom de compreensão, e abriu um sorriso largo e sincero para a camareira. " ––– Então os Thorn encontraram apelidos carinhosos para as garotas. Entendi." Tão gentil da parte deles, por mais que Jasper pudesse se mostrar carrancudo as vezes, e Natasha dizer que essa história era tudo conversa pra boi dormir e para colocar dinheiro no bolso deles. Os Thorn eram a prova clara que jamais devemos julgar pessoas pelo que elas parecem ser! " ––– E você, Bella? Qual pedra você foi apelidada?" Indagou, ainda com um sorriso nos lábios. Será que ele podia ser uma pedra também? Ou eram apenas as garotas? Lucy dizia que isso de 'coisa de garotos' não existia, então Jasper, sendo boa pessoa daquele jeito, poderia pensar a mesma coisa. Ele e Lucy deveriam se conhecer ––– ela era bem mais paciente do que a Natasha e com certeza não ia dar uma vassourada na cabeça do sr. Thorn, como a outra já prometera fazer com delinquentes que sujam o chão limpinho dela. " ––– Bastante coisa!" Proferiu, e fez menção de conduzir Belladonna até o balcão da cozinha, onde ainda haviam algumas peças que poderiam ser consumidas antes da comemoração. " ––– Temos trufa de maracujá." Ofereceu uma a camareira. " ––– Alguns vinhos e o tiramisu. O Leonardo enviou o café da Itália para fazermos. Espero que a senhorita goste"
walfcrd:
pcrta:
“Não é?” concordou, e ingenuamente sorveu mais um gole da bebida. Já sentia uma sensação diferente subir à sua cabeça, mas imaginou que fosse por não ter se alimentado direito naquele dia, comeria alguns canapés e logo voltaria à perfeita sobriedade. Se houvesse algo diferente no slush, todos os funcionários saberiam, certo? “Por favor, faça isso.” Jacob mostrava alguma simpatia para com Vladmir, não apenas por sentir certa empatia pela classe trabalhadora em geral — isto é, por aqueles que se mostrassem honestos e dedicados —, mas também pelo cozinheiro lhe parecer uma versão incauta de seu bom amigo James Duncan. “Está trabalhando hoje?” questionou.
Depois de servir todos os bolinhos e colocar a bandeja na cozinha, Vlad sentia que poderia tomar a liberdade de ficar cinco minutos trocando palavras com um comprador ––– principalmente quando este parecia ser muito inteligente. Vlad uma vez tentara entender algo sobre multiplicação que ele falava mas achou muito difícil. Ingeriu um gole da bebida e tentou identificar o que continha nesta. " ––– Eu acho que aqui tem frutas vermelhas, hortelã e mais alguma coisa que eu não sei o que é... Acho que quem preparou pediu um ingrediente que não usamos geralmente. O Leonardo deve estar com mais plantações." Deu de ombros. Brunelleschi geralmente chegava com inovações, mas não que Vlad não as conseguisse identificar. Provavelmente alguma erva italiana inédita. " ––– Estou. Na verdade, achei que não estariam, mas duas garçonete me disseram que eu estava enganado e tinha me esquecido que hoje era dia de cozinhar e servir. Muito gentil da parte delas."