Como eu me vejo não é como os outros me vêem
Sou resíduo-produto da sarja, Estorvo de escarros repudiados Por vis propósitos avariados, Contornados por uma obscura tarja.
A minha imagem causa-me repulsa, Pois sou a antagônica propagação Da própria e inexorável negação A mim intrínseca! E reza que pulsa
Em meu corpo uma predisposição A ver a maliciosa convicção Que descaradamente me domina!...
Minha carne se consome em traição: Sou a incorporação da contradição, Sou uma epidemia que se dissemina!...
- Vigilius Pluto
















