O sorriso que alcança vem da espontaneidade da emoção. Seja sempre sincero consigo mesmo e, assim, busque a conquista de todos com a simpatia. Você influencia mais do que acredita. Milena Poletto
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O sorriso que alcança vem da espontaneidade da emoção. Seja sempre sincero consigo mesmo e, assim, busque a conquista de todos com a simpatia. Você influencia mais do que acredita. Milena Poletto
Daqueles textos os quais achou que um dia iria criar um blog
“Ser livre é sair de nós mesmos e enxergar o ponto cego da percepção. A cegueira é aprendida do mesmo modo que a visão. Tentar racionalizações para justificar atitudes egocêntricas é rejeitar compreender a dinâmica da vida. Conhecimento retido é tão ruim quanto a ignorância. Sem movimento, ele se torna conhecimento deturpado, sem valor. […] ninguém conhece o novo sem humildade de abertura e entrega. […] Resistir ao conhecimento é sofrer a repetição e a inadaptação.”
MONTEIRO, Pedro Paulo. A mente e o significado da vida
Como votado, este é meu texto a respeito da maturidade. O trecho acima serve apenas como introdução da linha de raciocínio, lembrando que tudo o que está escrito aqui é de cunho expositivo e opinativo, ou seja, não há intuito de persuasão.
Em uma dessas tardes de férias, nas quais sempre me pego com a mente esvaziada de preocupações a respeito da vida acadêmica, uma junta de assuntos aleatórios (como descreveriam meus amigos: “da galera de humanas”) me bateu de surpresa. Peguei- me a refletir a respeito do comportamento humano em certas situações, seja em ambientes de pouca intimidade pessoal, ou não. Dessa maneira, comecei a viajar em reflexões hipotéticas, majoritariamente, focando minha atenção ao comportamento humano. Com isso, demonstrei- me inquieta com as possíveis escolhas tomadas e dei- me a questionar a maturidade de cada pensamento feito. Daí por diante, minha mente esteve apenas direcionada na falta de maturidade alheia (mas depois lembrei da minha, então, relaxa, galera). Em como a gente se estagna em pensamento e cria barreiras sobre cada possível atitude que contrariasse seu orgulho… explodi em teorias! Perambulante pela casa, construí minha face “filósofa” e me expus à construção sólida do que seria a maturidade, além dos mecanismos para alcançá-la.
A priori, o foco da teoria foi a análise comportamental. Diferentemente do que a maioria das pessoas pensam, o comportamento maduro não segue padrão. A pessoa nitidamente madura não é aquela que fala menos e observa mais, nem aquela que sempre te apresenta uma resposta consistente para quando você a pede um conselho, nem a “chata do rolê”, muito menos a mais inteligente da turma. Ser inteligente no papel não é o mesmo que nas emoções. O emocional tem um cargo muito superior em classificação, vai além de saber o que falar, está mais relacionada à resposta que sua mente recebe sobre cada problemática. Por exemplo, sempre nos referimos aos nossos pais e amigos quando recorremos à ação inconsciente da nossa resposta comportamental sobre algo. A simples exposição facial, o riso, as brincadeiras, tudo nos remete aos indivíduos com quem mais nos deparamos. Pense, a verdade que lhe é imposta é aquela na qual você convive mais, por isso o conflito entre diversas ideologias e religiões. Muitos não aceitam a opinião alheia porque não conviveram com aquele tipo de raciocínio a vida inteira, muito menos compreenderão se alguém tentar explicar. Outros, de exposição mais neutras, tendem a absorver o máximo possível de informações e a “aceitá-las” igualmente. Talvez possa achar que estes sejam mais maduros, todavia, em sua maioria que apoia tal raciocínio, o motivo primordial da sua aceitação vem da descrença de todas. Pode- se reparar, quando alguém é indiferente a algo, acaba a apoiando, mesmo sem perceber. Ora, se não a incomoda, que deixe ser livre, que eu apoie porque faz o bem, entre outras motivações. Aliás, não se sinta totalmente imaturo de imediato se algo desconhecido te incomoda, mas reflita apenas depois da resposta mental e física que você demonstra. Dessa forma, para ser maduro, não são apenas os comportamentos físicos que importam, e sim, sua mente. O mais importante é se conhecer, visualizar e entender como se reage a cada discussão em que se encontra.
Após alguns pontos apontados anteriormente (os que eu lembrei nesse instante), voltei- me a questionar quais seriam os passos para conquistar a maturidade plena. Foi aí que eu concluí que, assim como a mente, o raciocínio da conquista pelo intelecto maduro é diferente segundo o indivíduo. O que realmente importa é a resposta final, o resultado de todo o esforço. Para mim, e analisando a minha personalidade em si, descrita como “desligada, fria, impulsiva, …”, pude reparar que o método para que eu possa atingir minha maturidade é pela exposição do meu emocional. Não só eu precisaria abrir mão do meu “cantinho” do cérebro, onde eu armazeno todos os sentimentos que julgo desnecessários no momento, mas também teria que me tornar uma pessoa mais tolerante, devido a minha fidelidade às crenças. Ainda sou tudo isso, todavia, até o momento, considerava- me infinitamente mais intolerante ao diferente. A mudança me assustava e tudo que diferia dos meus princípios era motivo de crítica, todos que me magoavam eram postos em uma “caixinha”, na qual eu escondia meus sentimentos de perda e mágoa, mas direto me pegava a estremecer de dor e raiva. Eu aprendi a ter autocontrole exterior aos 10 anos, desde minha luta contra o bullying, porém, o rancor não passava, ele sempre me amedrontava. As pessoas tinham visões distorcidas dos indivíduos marcados e finalmente havia me caído a ficha de que eu havia me tornado a agressora (enfim, voltando ao momento de reflexão). Todo aquele meu blá blá blá de cristianismo e conduta cristã havia se tornado pura hipocrisia. A tristeza me bateu profundamente e a sensação de humilhação dispersou pelo meu corpo. Minha única saída da culpa, da sensação de frieza e da corrupção emocional se encontrava no reconhecimento, na instauração da humildade, não somente ético em fala, mas direcionada a uma reforma intelectual. Eu teria que dimensionar a minha intensidade emocional e buscar o equilíbrio de forma mais pura possível, para não correr o risco do desligamento físico apenas. O segredo não estava em si apegar aos problemas, estava mais para tentar equilibrá- los. Dessa maneira, eu passei a me intensificar neste sentido, que talvez possa parecer paradoxal (“a maturidade viria da busca intensa pelo equilíbrio”), e já fui notando a diferença do meu humor. A chateação reduziu e eu me sentia melhor, todavia, sempre me encontrava em um estágio de recaída, no qual eu falava de forma inadequada, pronunciava- me de forma errônea até mesmo sem perceber. Diria que a fase de transição de tentativa de mudança ao autoconhecimento é a mais difícil.
Em suma, a meu ver (apenas a meu, tá galera), a conquista da maturidade plena não existe para a espécie humana (nascemos falhos). Acredito que seja blasfêmia pura denominar que alguém seja inteiramente maduro, e ainda pior se denominar disto. A busca pelo convívio sadio surge pela autoanálise, em que esta surge pela humildade, em que esta surge pela aceitação da possibilidade de falhas, e, assim, surge uma cadeia de fatores na qual nos remete a uma inconsistência em conquista da maturidade. Não digo que é inconsistente no sentido de satisfação (porque se já notamos um avanço em nossos comportamentos, já estamos ótimos), mas sim na conquista absoluta. Remeter- se à simplicidade em caráter e humildade não é fácil, ainda mais se frisarmos a potência da criatividade humana, além das fantasias criadas por ela. Todavia, exponho a possibilidade de mudança, na qual teremos que sofrer muito para obter a premiação final que pode parecer asneira para muitos. Diversos amigos já desprezam a necessidade de um psicólogo em momentos de crise emocional, imagina se eu disser a eles que precisamos nos questionar a respeito das nossas condutas e buscar uma reforma de intelecto… (haha, amo vocês, bigos). Gosto do trecho a seguir de um autor anônimo, resume bem a parte da questão de simplicidade em pensamento e o significado dessa “abobrinha toda que escrevi”, em que revela uma metodologia até mesmo engraçada da mudança de comportamento:
“ Antes de mais nada, para se estudar do que se trata o processo de amadurecimento por simplicidade, a priori, necessita- se de uma autoanálise. A designação, eu diria, de uma pessoa madura, na contemporaneidade, encontra-se distorcida. Dizer que o indivíduo atingiu um estágio de maturidade, talvez não esteja. Observe: em cada contexto, seja de familiaridade ou não, o indivíduo tende a sempre analisar a situação conforme as condições que ela fornece de solucionar tal problemática. Dessa forma, atribuir a conclusão de que “o ser humano aprende na pressão” pode ser inserida para se sobressair de qualquer obstáculo. Todavia, a maturidade em que o problema é resolvido é o que se importa neste processo.
A simplicidade em pensamento, e não o modo arcaico de fluidez, é o quesito mais imprescindível para tal obtenção. Reflita: dar voltas em um bairro em chamas, em prantos pela sua perda, é o viável a se fazer? Acredito que não. Todavia, o pensamento mais simplista e direto seria correr para ajuda, sem refletir sobre deixar de cuidar de uma pequena parcela. A atitude arcaica seria pensar que conseguiria salvar a todos, proteger apenas a si mesmo, ou, pelo menos, uma pequena parcela com pensamentos tolos dos tais arriscar sua própria vida para adquirir reconhecimento heroico, etc. A não ser que já tenha contato com a vida de um corpo de bombeiros, ou da força militar, o mais maduro a se fazer é utilizar o racional e ligar e buscar ajuda. Dessa forma, já adianta-se que ter o pensamento simplista não condiz com a corrente arcaica, como muitos acreditam.
Um intelecto maduro surge da bondade, em que a solidariedade e a ‘humilhação’ pode ser inclusas, todo isso sendo obtido pelo modo mais simples: pela ausência de maldade e orgulho impostos pelo mundo.”
Espero ter exposto minha idealização de forma mais clara! Beijos!
Fim das Férias de Verão
E, mais uma vez, vejo-me a partir, deixando ex amores que ainda doem, casos de risos de formigar o estômago em intensidade, milagres que ainda não compreendi e partindo para longe de meu cantinho mineiro. Tantas mudanças que vi nestas férias. Tantos sonhos tomando rumos bem distintos das expectativas, que não sei se realmente a realidade da minha vida seria esta. Deixei tantas coisas irem embora lentamente, enquanto eu buscava esconder minha infelicidade para nutrir a alegria alheia. Mas também, no mesmo cenário, tive quase mil olhares de satisfação pessoal, de compreensão, de aumento na valorização da vida. Estas férias serviram não somente para eu viajar em pensamentos em Minas Gerais, mas sim, para testar meus passos, medir minha capacidade psicológica e entender que ninguém se resume em um ser de ferro. A bola de emoções me perseguindo e eu sempre a fugir, ver aquela bola gigante caindo em mim no meio das férias foi devastador. Tive a outra metade para tentar me recuperar, diria que ando bem, mas ainda não me sinto curada. Bastantes coisas mexem comigo, mas eu compreendo que já não tenho poder sobre nada. Não controlo os sentimentos dos outros, não os faço andar. Sou nada mais que uma temente neste mundo, com sonhos que sempre tendem a mudar, muitas horas, mudanças nas quais provocam choros de tristeza, com aquele sentimento de garota mimada quando não ganha a roupa da moda, e por aí vai. Nestas férias, fiz tudo menos descansar. Meu cérebro foi utilizado a cada passo que andei, neurônios destruídos a todos os instantes. Mas o que eu mais utilizei mesmo foi a tal de mente. Esta eu posso dizer que estava sempre a "220" e me atazanava constantemente com assuntos delicados de todos os tipo. Uma busca desesperadora para me conhecer e compreender o porquê das dores da vida. Muito obrigada férias, por me fazer chorar tanto. Minha cota de lágrimas se esgotou. Acredito que agora tudo finalmente pode se tornar flores, e que se eu tente chorar, o máximo que saia seja um sorriso meio torto uma gargalhada ao ter tentado. Hoje em dia sou apenas um ratinho racional em um laboratório de testes tentando resistir a tudo que colocam dentro de mim. Milena Poletto
PS: é muito difícil ser adulta com uma mente de criança.
Há umas duas semanas, estava eu a conversar com minha amiga sobre meus textos. Sobre o que ela achava da exposição no instagram, sobre a arte de escrevê- los. Ela apenas olhou e disse: "Aaah! Deixa disso, mulher! Esse textos merecem ser impressos!" E foi dito e feito. Todos que eu encontrei foram passados a ela e colocados em uma pasta. Ela fez duas cópias de cada texto meu e me deu dois para meu espanto. Perguntei a ela o porquê, afinal, os textos estavam todos salvos no meu computador e na minha conta do instagram. Ela apenas riu e me deu aquela resposta gratificante: "um texto eu te dei para te lembrar do tanto que você é incrível e para se lembrar do teu potencial. Já o outro é meu texto predileto!". Olhei, bastante confusa, e perguntei como eu saberia qual é qual. Ela apenas disse: "Descubra. Sua capacidade te permite.". Milena Poletto
Sempre fui aquele tipo de pessoa que tinha certeza de tudo porque não tinha certeza de nada, ou seja, uma pessoa beeem confusa. Nunca vi algum chamado, alguma expectativa fora do comum no sentido de realização pessoal. Qual faculdade escolher, qual pessoa namorar (não tinha pra escolher, mas, os que tinha, não sabia dizer sim ou não ao certo), sobre minha salvação, eu não tinha noção de nada. E, graças a Deus, continuo a NÃO TER CERTEZA DE NADA. "Mas, poxa, Milena... Pensei que fosse filosofar como nós temos que nos preparar e termos mais garra nas coisas que fazemos!" responde meu único leitor (pouca pessoas leem meus textos, porém, pra mim, vale mais um leitor de qualidade -pelo amor, meus textos não são fodas, mas estou querendo dizer que vocês têm paciência, coisa que muita gente não tem- do que leitores em quantidade). Realmente, temos que ir com bastante entusiasmo nos nosso compromissos diários, falo pela diferença do meu desempenho do 2º para o 3º semestres ( piorou), todavia, não precisamos sempre estabelecer certezas para o nosso futuro e metas absurdas para cada ano. Quem aqui quer casar? Ultimamente as pessoas não estão mais pensando nisso (então, exemplo tosco para eu usar, mas enfim, prosseguido), porém, eu tenho vontade. Todavia, eu não estabeleci a certeza de que irei, como uma meta que preciso alcançar antes do 30 (gosto meu), muito menos arrumei um namorado às pressas para realizar este sonho. Mesmo assim, eu tenho este sonho, "ele mora dentro de mim, almejo de coração", mas a certeza está longe. Veja, quando criamos muita expectativa para nosso cotidiano e não estamos preparados para receber um não (porque tudo pode ir para sua vontade ou não), nós nos fechamos em pequenos cofres e engolimos as decepções disso tudo. Faz bem acreditar em verdades, faz mal criar idolatrias de certeza.(resto nos comentários).
polettomilenaContinuando, somos meros humanos, poxa. Tu quer se designar dono da verdade? Tudo que conhecemos hoje na física pode estar completamente errado! Assim como por séculos acreditou- se que o sol girava entorno da Terra ou que não existia algo menor do que o átomo e que não havia verdade maior, outras coisas podem ser mentiras SIM, EM PLENO SÉCULO XI, GALERAAA( até isso que revolucionou pode estar errado). Imagina a quebra total de expectativas das pessoas ao descobrirem o que os seus pais lhe contavam era mentira. Fogo, né?
polettomilenaEnfim, como sempre existiram os idólatras, também sempre existiram os que aceitam, mas estão nem aí para se isso vai "mudar" (quero dizer que não ficam na bad com isso) a vida deles, etc. Imagina uma reação (pq tem várias) do segundo: "Nossa, que diferente! Vou ler sobre isso, tentar ver onde eles erraram para eu entender.". Estão começando a entender o que eu quero dizer? Sim? Não? ESSE TEXTO JÁ TÁ MUITO GRANDE ENTÃO VOU CONCLUIR. Concluindo: ter criatividade é muito bom! Continue tendo! Mas tenha maturidade para entender que nem tudo que está na sua cabeça pode se tornar realidade!
Se almeja algo tanto, corra atrás, porém, não espere que saia do jeito que você quer. Você pode conseguir se realmente se esforçar, seja positivo sempre! Mas não se esqueça de que tem tempo para tudo (bíblia diz isso) e o que tanto quer no momento pode te fazer mal e você pode ganhar um não, todavia, que isso tudo seja para seu bem maior (bíblia diz isso também). Milena Poletto
PS: pense assim: a vida fica mais legal quando você sai da sua mente e explora as surpresas. Um não pode doer. Mas um não pode te dar um sim do nada e você pode ser feliz de verdade. Deus nos surpreende. Você não está sozinho. Procure amigos para abrirem seus olhos. Se tiver vontade, procure Deus também. Ele te dá liberdade para imaginar, mas também te instrui a receber não e sim deste mundo.
Ela é mesmo exagerada Exagerada em pensamentos Sonhos, amores, palavras Mas o principal dom dela É nos surpreender Ela vai e volta Mas nunca nos abandona Diz palavras ao vento Porém volta cheia de abraços A espontaneidade dela vicia A risada natural As manias estáveis Elas não se abalam A beleza intensa O andar suave A tranquilidade turbulenta em espírito Traz muita confiança Esse seu jeito de falar Em que é fiel aos seus pensamentos E me diz Que eu também não devo abandonar Os meus princípios Elogios e críticas em mãos Mas de sábia colocação Ela continua a sua vida Na roda daqueles que a ama Mesmo momentaneamente muda Ela continua a me falar Sobrinha, sobrinha minha Eu nunca vou te abandonar .. Milena Poletto
Esta poesia marcou um período bastante atordoado em minha vida, mas de crescimento espiritual inimaginável.
I believe there is a way. There always is. Or else, for what reason I would have such faith in this world? Milena Poletto - armature art
Desintoxica-me destas indulgências inexistentes que atormentam minha mente em sono e que me acompanham pelo andar de minha sombra. Não há a necessidade de fuga do consciente para enxergar o mal leigo da ignorância.Milena Poletto
Reflections - a freestyle poet Reflections of a fragile Deep in her sadness: She lays down on her bed With her eyesight upside down And a smudge of a thought Could it be hope just stopping by? And as she turned left And as she turned right Hoped for changes in here life Nothing came to sight She cried some false tears Oh, why not a little pressure on God... But what she didn't understand Was the meaning of that thought It was telling her to move "Get out of that spot! You don't belong caged in Go, make your eyes spark!" But that darling didn't listen Even ignorant she had been Left there, thinking of hope When, actually, she was left there to rot Not being without a heart But she earned it When did she move the dot! Never is right answer! And you don't want her learn? Women, children, men of the world You are nothing if you don't get out of you safe spot... Leave yourself there to rot Be always the same Yeah Who hates innovation dies of lack of creativity... And who treasures it gets to see life. Milena Poletto - desenho e poesia incompletos, fazer o que se não consigo ter controle de postar
Libertai-vos do preconceito Elimine-o Todavia, não retire expressão Desejam-se humanos e sentidos Não indiferenças ambulantes Adiante usted! Para que tão gelado toque? Frio e distante estão tuas opiniões Por um acaso Sem acaso Esta geração tens perdido a racionalização? E a sociedade diz: Pois bem Explique-nos esta "desmistificacão" De um preconceito na qual não preciso mais viver preto e branco Perdoe-me, mas nesta época Já não se toma chá Por medo de colorir o cenário Só o preto do café com o branco do açúcar é permitido Para se evitar o preconceito à cor que mais repudiar Que tristeza neste lugar Onde você não pode se expressar Onde você não pode ao mesmo tempo respeitar Uniformizados fomos Pela facilidade em questão "Se não há diferença O preconceito não entra em ação" Milena Poletto- O Real Fim do Preconceito não fica no Preto e no Branco ... Colonização dos que um dia foram Humanos