i could've gave up ᴛʜᴇɴ, but
then A G A I N i couldn’t have '𝕔𝕒𝕦𝕤𝕖
i’ve traveled all this way for 𝓼𝓸𝓶𝓮𝓽𝓱𝓲𝓷𝓰
Nome completo: Miles Lawrence Prescott, mas costumo ignorar o nome do meio, como todo mundo deveria fazer.
Motivo dos pais terem escolhido esse nome: Eu sei que Miles é o nome do meu avô por parte de pai, ele já havia falecido quando nasci e fui homenageado com o mesmo nome porque pelo que ouvi, ele era um cara ótimo.
Apelidos (se tiver uma história por trás, conte): -
Aniversário: 14 de março.
Signo: Peixes.
Idade: 25 anos.
Gênero: Masculino.
Orientação sexual: Pansexual, eu acho, costumo me apaixonar pela pessoa, sem importar o gênero.
Status de relacionamento: Solteiro.
Você usaria o Tinder? Disserte. Eu já usei uma vez, mas acho que tira um pouco da emoção de chegar na pessoa e entender pelos gestos se ela está afim ou não? Sem falar que é muito difícil classificar alguém pela aparência nas fotos ou um papo rápido e online. Não sei, não gostei muito do Tinder, ainda prefiro conhecer alguém pessoalmente primeiro.
Crush da cidade, tem algum? Vários, mas isso não quer dizer muito, costumo ter uma queda até pela atendente da cafeteria que vou porque ela coloca extra creme no meu café.
Lugar que nasceu: Aqui em Floremont.
Lugares que já morou: Floremont. E em Cambridge, na Inglaterra.
O que acha de Floremont: Acho uma cidade tranquila e familiar, gosto daqui e das pessoas nela. Não vejo eu me fixando em outro local.
Já viajou para fora? Quais foram os países que visitou? Quando eu era mais novo, visitei alguns lugares com meus pais, mas não lembro muito bem deles. A única lembrança que tenho gravada é de ter ido para Disney, nos Estados Unidos, no meu aniversário de onze anos.
Tem pais? Irmãos? Filhos? Descreva o relacionamento com cada um deles. Sou filho único, mas meus pais estão vivos. Eu acho que minha relação com eles costumava ser melhor quando eu os obedecia mais, eles ainda tem que entender que minha vida e minhas escolhas são só minhas. Porém eu os amo e sei que um dia vão compreender que só porque eu não sigo com todas as escolhas deles para mim, não quer dizer que não tenho carinho por eles. E tenho uma filha, a Violet. Minha relação com ela nos primeiros quatro anos depois que nasceu não foi tão boa, já que eu estava morando em outro país e mal a via. Foi complicado e, sinceramente, é o meu maior arrependimento. Agora as coisas estão melhores, eu vejo ela nos finais de semana e tento ajudar no que consigo, sinto que a gente tá se dando bem e que ela me considera um pai agora de verdade.
Outros parentes que são importantes: Acho que todo parente, de certa forma, é importante do seu jeito.
Você acha que herdou alguma característica de seus pais? Descreva qual(is). Meus pais são muito ambiciosos, acho que tenho um pouco dessa característica. Ambos são competentes profissionalmente e é exatamente isso que eu quero pra mim.
Descreva como foi sua infância: Não tenho o que reclamar da minha infância, meus pais, apesar de exigentes comigo no meu comportamento - e também eles odiavam que eu me sujasse demais (lembro de cada sermão desses) -, mas fora isso foi uma infância como qualquer outra.
Descreva sua experiência no colegial. Se você não chegou a estudar, diga o motivo. Eu acho que foi boa e tentei aproveitar o quanto pude, não que meus pais saibam dessa última parte. Mas teve bastante gente legal que conheci no colégio, eu costumava ser aquela pessoa que não tinha um “clique”, simplesmente tentava ser amigo de todo mundo. Tirava boas notas também porque meus pais eram bastante exigentes nisso e god forbid se eu chegasse em casa com uma nota menor que sete. Claro que, no meu último ano, com a notícia de que Violet estava a caminho, foi meio complicado e corrido.
Descreva sua experiência na faculdade. Se você não chegou a estudar, diga o motivo. Foram os anos da minha vida que eu mais fiz besteira. Não falo só pelo fato de ter ido embora de Floremont. Mas acho que foi o primeiro gosto de liberdade de verdade que eu tive, longe dos meus pais e sem as regras deles para burlar. Eu simplesmente podia fazer quase tudo que eu quisesse. Foram anos bons, é claro que não fui lá tão rebelde assim porque faculdade é difícil e exige muito, mas foi divertido. Apesar de me arrepender de ter ido, as experiências que tive longe do país foi a parte boa de tudo.
Quantos relacionamentos sérios já teve? Por que terminaram? Eu gosto de namorar, então já tive alguns relacionamentos. Claro que o que mais marcou foi o que gerou a Violet, com a Jazlyn, era na época de colégio e foi aquela coisa de pensar que passaria toda a vida com a pessoa. Mas enfim, eu fui embora quando ela mais precisava e as coisas não duraram muito depois disso, obviamente. E meu último relacionamento não faz muito tempo, acabou quando eu disse que amava ela...
Se você faz parte da comunidade LGBTQ+, como foi o processo de se descobrir? Eu não sei exatamente quando descobri? Foi meio que um processo gradativo, sempre gostei muito de saber mais sobre qualquer pessoa e pensava que era apenas interesse por elas. Mas não conseguia sentir diferença de quando eu estava admirando alguma garota que eu tinha uma queda, falar sobre um assunto interessante, ou com um garoto fazendo o mesmo. Só fui realmente começar a experimentar quando fui para a faculdade.
Se você faz parte da comunidade LGBTQ+, descreva a reação de seus pais ao contar sobre. Se não contou ainda, diga o motivo. Eu nunca contei aos meus pais, mas eles sabem, a cidade não é tão grande assim, afinal. Só escolhem ignorar tal fato e provavelmente torcendo para que eu acabe com uma mulher no final.
Bandas favoritas: Não sou muito ligado em música, mas sempre tem alguma música de Maroon 5 e de Capital Cities no meu Spotify.
Cantores favoritos: Se mal sei banda, imagina cantor?
Séries favoritas: Stranger Things, Game of Thrones e Black Mirror.
Filmes favoritos: Ilha do Medo!!! Clube da Luta (sinto que esse é o favorito de todo mundo), Amnésia e recentemente assisti A Garota Dinamarquesa, muito bom também.
Cor favorita: Não sei, verde?
Crush(s) famosx(s): Leonardo DiCaprio e Natalie Portman.
Músicas favoritas: Kangaroo Court de Capital Cities, We Will Rock You de Queen. E não importa o que dizem, mas Viva la Vida de Coldplay nunca cansa pra mim.
Uma música que descreva sua atual estado emocional: Marchin On de OneRepublic
Você está satisfeito com seu trabalho atual? Muito, apesar de estar recém pegando o jeito, mesmo com o diploma e pós-cursos, só aprendi algo quando comecei a atender.
Se você não estivesse trabalhando com o que trabalha hoje, com o que estaria trabalhando? Não faço ideia? Provavelmente outra coisa na área da saúde, talvez Terapia Ocupacional. Mas se for para diferenciar um pouco, sempre achei Psicologia interessante.
Como você se vê daqui 5 anos? Bem, se Floremont sobreviver com esse novo prefeito, espero que eu esteja com mais pacientes no meu consultório. E conseguindo ser um bom pai para a Violet, ela já teria uns 14 anos e isso é um pouco assustador. Ah, também de preferência que eu não esteja ainda solteiro e já tenha encontrado alguém.
(OOC) Tem algo que você esteja querendo muito desenvolver no seu personagem? Aproveite essa pergunta para dar sugestões de conexões que esteja precisando. A relação do Miles com a família dele, quero muito desenvolver essa imagem de filho perfeito dele se desmanchando perante aos pais e ele indo contra a vontade de ambos!! Com relações eu realmente quero desenvolver de tudo, amigos confidentes para desabafar com ele porque Miles é um ótimo ouvinte, parentes, envolvimento amoroso que deu merda porque Miles também tem que sofrer, e crushes, alguém que deixe ele sem graça com flerte. E não sei mais, eu gosto muito das relações que tô desenvolvendo no momento.












