for Fashion Magazine by Chris Nicholls
$LAYYYTER

Origami Around
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

@theartofmadeline
occasionally subtle

#extradirty
Sade Olutola
I'd rather be in outer space 🛸
official daine visual archive
Today's Document

oozey mess
YOU ARE THE REASON
RMH
Interview Vampire Daily
No title available

PR's Tumblrdome
No title available

Product Placement
h

roma★

seen from Malaysia

seen from Malaysia
seen from Türkiye

seen from Türkiye

seen from Colombia
seen from Brazil
seen from United States
seen from Vietnam
seen from Italy
seen from Guatemala

seen from Germany
seen from Germany

seen from United States
seen from Colombia

seen from Canada
seen from United States

seen from Malaysia
seen from Türkiye
seen from Colombia

seen from United States
@psi-aquarian
for Fashion Magazine by Chris Nicholls
Sweater Weather by The Neighbourhood on a Harp “‘Cause it’s too cold for you here”
This sounds beautiful
This is the most soothing thing I have ever experience.
Encha-me, 2016.
Estou sozinho. Tento lembrar-me de quem sou, Do que tanto sonhava e queria, De quem era, e de quem adoraria ser.
Estou sozinho e tento lembrar de meus momentos mais felizes: Das brincadeiras que mais gostava, Das pessoas que mais amava, Das músicas que sentia, Das danças que vivia, Dos choros, gritos, risadas. abraços, De mim mesmo. . Estou sozinho, mas todos estão aqui, comigo. (Não estou sozinho à toa). Estou sentado percebendo que eu preciso de você, Desesperado, as lagrimas afogam as últimas imagens que tenho de você, O choro angustiado e alto não deixam mais eu ouvir sua voz, O cansaço de meus olhos (maldita ansiedade) é apenas o reflexo do que sinto. Eu preciso de você Não você: alguém. Não você amor, amigo. Você, eu. Aquele que já esqueci.
Complete-me com mês sonhos. Encha-me de mim mesmo.
Efeito colateral, 2016.
Talvez chamam-me de frio por não entenderem minha intensidade.
Não vivo de agrados, mimos e abraços. Vivo de conversas -daquelas que discorremos cada detalhe de nossos dias-, vivo de momentos -dos quais tomamos um café demorado, no anoitecer do dia claro, onde levamos apenas nossos corações-, vivo de sentimentos -daqueles que chamamos de nosso.
Pergunte, então, para aqueles que não entenderam minha intensidade. Pergunte o efeito de minha entrada e todos responderam a verdade. Entrei em seus corações e rasguei-os de dentro para fora, explodindo-os de sentimentos -raiva, confusão, amor, felicidade, superação. Baguncei-os, tirei-os da mesmíssima imunda do mundo, dei-os a chance de viver por si só. Hoje, não sofreram mais com tanta intensidade, amaram a si mesmo como nunca, hoje, todos esperam pela intensidade de mais uma xícara de café.
Por fim, não é de todo mal, o "mau". Embora também sofro efeitos colaterais. Cada segundo que passo, sinto mais necessidade de que alguém viva minha intensidade. Sinto-me caindo num buraco para os países das maravilhas, mas sinto a solidão de cair tanto, mas sem companhia. Sinto que preciso que me beije, me cheire, me sinta, ralem meu coração em um ralador de pia! Sinto falta da dor de se apaixonar -ou será que me acostumei com ela, e nada mais sinto?
Não sei. Apenas sei que estou sentado na mesa da cozinha, tomando café. O café foi feito por mim. Solitário. Esperando que alguém traga seu coração para o fim de tarde e me discorra seu dia. As horas passam, aqueles que sentam-se comigo, não conseguem ficar por tanto tempo, quebram o ritmo. Espero, sentado na mesa da cozinha, alguém que me tire do sério, que me dê a mão enquanto descemos buraco a baixo, alguém que cante mesmo sabendo que estamos desafinados, espero alguém que sente comigo até mesmo quando o café acabar. Mesmo que, para isso, precise aguentar por uma eternidade intensa.
Estou sozinho, e nem lembro o meu nome, 2016.
Estou sentado com um estranho, Pergunto-lhe a verdade e ele apenas se enrola em suas próprias mentiras. Pergunto-lhe seus gostos e ele responde com confusão. Peço-lhe para que conte seus sonhos, desejos e momentos prediletos e, em troca, ele pede ajuda. Pergunto-lhe o que está acontecendo e ele responde com lágrimas.
Estou sentado comigo mesmo. Flashbacks de momentos rodeados com pessoas que não via alma, atormentam-me durante a noite. Percebo que, agora, estou sozinho. Sozinho e perdido. Tento puxar assunto comigo mesmo para entender o que está acontecendo e (…): por que estou mentindo para mim mesmo? Por que estou criando um personagem para tentar me auto-impressionar?
Quebra ao vento, 2016.
Vejo o mar agitado e lembro-me de você. As ondas que vão, quebrando as ondas que vem, aparentam a confusão dos meus sentimentos. Ou seria apenas mais uma lembrança de você? Desde quando chegou, tudo ficou confuso e esquisito, tudo o que sou foi posto em dúvida, tudo o que era foi esquecido e tudo o que serei, não importa se não for junto a ti.
Tão vivo, mas ao mesmo tempo tão morto. Você começou a desaparecer, como a fumaça de meu cigarro. Sua ponta acessa mostra a intensidade de sua existência: pequena, necessária, quente e viva. A fumaça me lembra como você não foi a melhor coisa em que tive: além de desaparecer tão rápido e se perder ao vento, entra pelos pulmões e deixam lembranças de dor e, ao mesmo tempo, prazer.
O peso da bolsa em meu ombro direito é mais uma lembrança de você, Mesmo que não esteja olhando para ela, posso senti-la levando meu corpo ao chão, devido ao peso de tudo o que se amontoa dentro de mim e dela. Será que essas coisas que a deixam pesada, também deixa você assim e, por isso, você pesa em meu coração? Ou então a bolsa apenas representa você, com todo meu sentimento bagunçado que te faz parecer pesado?
Não sei. A única certeza que tenho é que minha mente está com a mesma agitação que o mar. Minhas lembranças, tão saudáveis como a fumaça de meu cigarro. Meu coração tão pesado quanto a bolsa que carrego. Saio de frente ao mar, onde pensativo observava-o, para beber mais um gole do falso aquecimento, pois cada queimada que desce pela minha garganta deixa mais fresco a memória de você. Agora percebo que não bebo para esquece-lo, ms sim para poder sentir seu peso e seu calor mais uma vez.
Afundado em um mar escuro, a única coisa que consigo lembrar é que este frio que eu sinto nunca irá se comparar com o frio que foi quando você me deixou. Em um caminho sem volta, a única coisa que restou foi nossas lembranças e a magoa que carregou comigo todos os dias. Saiba que não foi por maldade, foi pelo seu melhor. O famoso clichê "não é você, sou eu". Tudo o que fiz foi por você. Tudo o que faço foi graças a você. Tudo o que farei é pela dor...
Se há uma coisa certa, é que nunca sabemos o que irá acontecer. Sabe, poderíamos contar quantas vezes pensamos que tínhamos certeza de algo e, no fim, estávamos errados. Quantas vezes achamos que alguém estaria conosco para sempre, ou quantas vezes chegamos a achar que tudo estaria perfeito. No fim, percebemos que sempre que sonhamos com algo perfeito, que temos expectativas, espalhamos ao mundo e tudo torna-se mais impossível.
Mas se sabemos que criar expectativas apenas piorar tudo, então porque criamos? Pois bem, a resposta é simples. Criamos pelo simples fato de sermos humanos: acordamos todos os dias com novas metas, com novos desejos, com novas esperanças e, quase sempre, esquecemos que estávamos caídos no dia passado. Esquecemos o que nos fez mal (por mais que demore e doa) e nos apegamos em coisas que nos faz felizes, criando expectativas de um dia melhor. Se isso é errado? Nem de longe! Errado é não amar, impedir-se de ser quem você realmente é, de deixar uma oportunidade ir embora, de não aproveitar o momento, de ter medo de sonhar, sorrir e se divertir. Errado, é você não ser como um girassol.
Talvez chamam-me de frio por não entenderem minha intensidade.
Não vivo de agrados, mimos e abraços. Vivo de conversas -daquelas que discorremos cada detalhe de nossos dias-, vivo de momentos -dos quais tomamos um café demorado, no anoitecer do dia claro, onde levamos apenas nossos corações-, vivo de sentimentos -daqueles que chamamos de nosso.
Pergunte, então, para aqueles que não entenderam minha intensidade. Pergunte o efeito de minha entrada e todos responderam a verdade. Entrei em seus corações e rasguei-os de dentro para fora, explodindo-os de sentimentos -raiva, confusão, amor, felicidade, superação. Baguncei-os, tirei-os da mesmíssima imunda do mundo, dei-os a chance de viver por si só. Hoje, não sofreram mais com tanta intensidade, amaram a si mesmo como nunca, hoje, todos esperam pela intensidade de mais uma xícara de café.
Por fim, não é de todo mal, o "mau". Embora também sofro efeitos colaterais. Cada segundo que passo, sinto mais necessidade de que alguém viva minha intensidade. Sinto-me caindo num buraco para os países das maravilhas, mas sinto a solidão de cair tanto, mas sem companhia. Sinto que preciso que me beije, me cheire, me sinta, ralem meu coração em um ralador de pia! Sinto falta da dor de se apaixonar -ou será que me acostumei com ela, e nada mais sinto?
Não sei. Apenas sei que estou sentado na mesa da cozinha, tomando café. O café foi feito por mim. Solitário. Esperando que alguém traga seu coração para o fim de tarde e me discorra seu dia. As horas passam, aqueles que sentam-se comigo, não conseguem ficar por tanto tempo, quebram o ritmo. Espero, sentado na mesa da cozinha, alguém que me tire do sério, que me dê a mão enquanto descemos buraco a baixo, alguém que cante mesmo sabendo que estamos desafinados, espero alguém que sente comigo até mesmo quando o café acabar. Mesmo que, para isso, precise aguentar por uma eternidade intensa.
Poderia ser você. Poderia ser a gente. Poderíamos ter uma infinidade de histórias, momentos e risos. Mas não foi assim: eu deixei você escapar por um erro meu.