Aqui já foi lugar de gente doida e já foi diário de gente sã. Cada página uma poesia, cada poesia uma história, cada história uma vida e de cada vida um fã. Renegados, safados, corrompidos e até mal amados.
Dos poucos que restaram, as vidas já mudaram, as histórias acabaram, os poetas sumiram e as páginas ficaram. Caros, por onde andam esses novos personagens anônimos das histórias que ainda não contaram?

















