25 de novembro é Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres e início dos 16 dias de ativismo. Passamos o dia de hoje vendo pessoas “celebrando” ou “comemorando”, palavras estranhas para se usar quando: :: a cada 7 horas, 1 mulher é morta; :: Brasil é o 5º país do mundo no ranking de feminicídio; :: a cada 7 minutos uma mulher é estuprada (1 em cada 4 mulheres sofre violência sexual); :: a cada 2 minutos, 1 mulher sobre agressão física doméstica; :: 1 em cada 4 é vítima de violência obstétrica; :: 10,3% das mulheres estupradas tem algum tipo de deficiência. :: Brasil é o país que mais mata trans. :: a cada dois dias uma pessoa com capacidade de gestar morre em decorrência de complicações de aborto inseguro. :: a cada 28 segundos uma mulher sofre uma violência verbal. Estupros corretivos de lésbicas, mulheres campesinas, quilombolas, indígenas abandonadas pelo Estado, que insiste em intervir para dizer como devem viver, mas não está preparado (ou não tem a intenção) de ampará-las. Estão faltando vários dados e recortes nessa lista e isso é muito triste. Quem são as mulheres mais expostas às violências? Qual sua raça e classe? Quantas violências passamos e ainda vamos passar na vida? Mas não vamos nos calar. Vamos gritar, não vamos permitir, vamos lutar para que as meninas que venham depois possam viver em um menos machista, racista, classista. Sempre agradecendo também as batalhas travadas por quem veio antes. Bora fazer do mundo um lugar melhor para as mulheres? 📷 por @psi.emiliasenapeschi 👉🏾 texto descritivo #pratodosverem (em Brazil) https://www.instagram.com/p/CIB-cbxn35y/?igshid=1rdzickjdkhie













