Make my body say ah | Chris&Brids (FB)
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@queenb-rookwood
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Isso é o que você fala agora porque é muito nova para casar ou ter filhos. - Riu - A mim não me custou tanto ver a minha filha vir para aqui porque a vejo todos os dias mas acredito o que um pai deve sentir com a distância de um filho. Eu também nunca imaginei que seria pai, sempre pensei em me casar mas não a ter filhos e agora tenho. - Deu de ombros. - E não me arrependo nada, a sua opinião sobre isso vai eventualmente mudar com acontecimentos da sua vida. Como vai?
Talvez seja. Minha mãe só engravidou de mim aos vinte e cinco anos, talvez até lá eu encontre alguém que valha a pena que eu mude de ideia. - Riu. - Vou bem, e o senhor?
Corretamente… Comumente chamada de Mabelle e você é aluna do papai correto?
- Perdão, eu não sabia seu nome. - Riu fraco. - Exato, Bridgit Rookwood, mas pode me chamar de Brids.
Nada mesmo? Há tanta coisa que poderia fazer… - Riu com o que ela falou. - Cuidar de uma casa e da família não é tarefa fácil, tenho a certeza que ao menos seria uma mãe e esposa dedicada o que é ótimo. Não sei que tipo de traumas de infância tem senhorita Rookwood mas não se esqueça que uma coisa é a sua família e outra é a que você vai criar, a que você criar estará em suas mãos o destino da mesma e o facto de não causar aos seus filhos os mesmos traumas.
- Não sei se seria uma boa esposa ou uma boa mãe. Não me vejo acordando meus filhos, fazendo café para meu esposo, um dia vendo as crianças entrarem no trem e virem para Hogwarts... isso parece mais outra realidade, não a minha. - Torceu os lábios.
- Olá, garota. - Sorriu de canto. - Você é filha do Professor Wood, não é?
Sim, tive logo a certeza no meu último ano, mesmo que passasse a vida a falar que iria ser jogador de Quadribol profissional, mas acabei por desistir disso e gostei mais da ideia de leccionar. A senhorita já sabe o que quer fazer?
- Na verdade eu não tenho a mínima ideia. Talvez eu apenas case e passe a cuidar da casa e da família, apenas de isso não me agradar, traumas de infância. - Deu de ombros.
Um misto de ambos. - Riu de seguida. - Estou brincando, vou ficar feliz por saber que cumpriu seus objectivos e passou nos NIEM´s com sucesso, mas claro que por outro lado é mais uma aluna que vejo sair por aqueles portões, é sempre um pouco estranho e meio que melancólico para nós professores esse momento.
Ela riu e mexeu nos fios loiros. - Quando o senhor terminou os seus estudos, já tinha em mente o que queria ser?
Vocês só são tratados como adultos quando o merecem, e óbvio que como professores queremos o vosso melhor e não nos vermos livres de você, mesmo que isso seja um bom sinal, quer dizer que passaram nos exames e estão livres para enfrentar o mundo adulto.
- Quando eu for embora o senhor vai sentir minha falta ou vai agradecer por eu ter ido? Tenho certeza que os outros professores irão agradecer.
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- Leve como quiser. - Deu de ombros, envolvendo mais do que depressa a cintura da loira. Garantiu que não sobrara nenhum espaço entre os dois e então começou a se mover devagar, junto a ela. Mordeu o lábio inferior ao sentir a proximidade de suas cinturas, seu membro já acordando. - Eu adoraria comprovar isso. - Disse, seus lábios roçando a orelha da loira.
Empinou a bunda ao sentir o membro do garoto roçar no local e estendeu o pescoço, dando-lhe um livre acesso à área. - Chris, Chris, você está mexendo com fogo... - Sorriu de modo pervertido e rebolou em seu membro. - cuidado para não se queimar.
Porque normalmente os adolescentes se acham mais velhos do que são e agem como tal quando grande parte das vezes fazem figuras um tanto tristes. A maioria dos professores pode-te tratar assim porque já te conhecem há muito tempo e mesmo não parecendo nós vemos a vossa evolução como pessoas mas sempre nos lembramos daquelas crianças que colocaram há um tempo atrás o chapéu em suas cabeças quando foram escolhidos numa casa.
Bridgit sorriu levemente ao ouvir aquelas palavras ditas pelo professor e abaixou o olhar por alguns segundos. - Achei que queriam logo nos tratar como adultos e nos mandar embora logo, assim ficariam livres desses pestinhas.
E como deveria lhe tratar?
- Como qualquer coisa, menos como uma garotinha inocente. acredite em mim, inocente é a última palavra que pode ser usada para me descrever.
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- Eu tenho minhas armas secretas. - Piscou e sorriu divertido quando ela tentou grudar seu corpo ao dele. Deslizou suas mãos até a bunda da loira e trouxe-a mais para perto, acabando com qualquer espaço que tinha entre eles. - Eu gosto das baixinhas… Elas não precisam nem abaixar direito para fazer certas coisas.
- Isso foi um insulto disfarçado de elogio. - Revirou os olhos e girou, ficando de costas para ele e envolvendo sua cintura com os braços dele. - Baixinhas são boas na cama, pelo menos sempre me dizem isso. - Disse, balançando o corpo no ritmo da música. Sentia a respiração de Chris em seu pescoço e isso a fazia arrepiar.