So in just a few hours; I’M SEEING MOCKINGJAY!
And you better believe I’ve learnt the lyrics to The Hanging Tree
[[CLICK HERE FOR THE JENNIFER LAWRENCE SCORE IT’S HELLA BEAUTIFUL]]
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So in just a few hours; I’M SEEING MOCKINGJAY!
And you better believe I’ve learnt the lyrics to The Hanging Tree
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Awesome Movie. But for the record, it shouldn’t be called the #mockingjay, it should be the Shooting Jay. Hahaha. K. 😜
And if we burn, you burn with us! #mockingjay
#MockingjayPart1 #iamthemockingjay #mokingjay
Jennifer Lawrence sings the Hanging Tree in the upcoming Mockingjay movie! She’s actually pretty good for someone who doesn’t sing at all, love it :)
Are you, are you Coming to the tree They strung up a man They say who murdered three. Strange things did happen here No stranger would it be If we met at midnight In the hanging tree.
Café da Manhã
Era uma manhã fria de terça-feira. O vento brincava de balançar meus cabelos castanhos e cacheados. Caminhava sem rumo, olhando para o além que agora parecia infinito. Me permiti viajar, me perder em devaneios. Sonhava com um futuro. Mas ao mesmo tempo me prendia ao passado. Pensava em voltar para casa, quando o frio já parecia congelar minhas mãos. Quando me deparei com uma pequena cafeteria de esquina, e por alguma força do destino, ou por quaisquer motivos que tenham me levado a entrar nessa cafeteria, decidi pedir um café comum.
Sentei numa banca, e senti alguém me olhando de relance. Quando virei para olhar, tinha um homem magro, jovem, de cabelos bagunçados e um chapéu branco, que fingia ler um jornal. Por algum motivo, eu sorri. Sei lá. Me senti encorajada a recomeçar. Senti algo brotar em mim. Alguma luz.
Comecei a rir sozinha. Depois de umas boas risadas, acho que acabei chamando atenção. O homem já me olhava como se fosse louca. Queria ir lá e dizer que não era nada disso, mas ele começou a rir também. E a gente começou a rir. E agora a moça do café achava que éramos loucos.
Meu coração palpitava. Trocávamos sorrisos. Ele me perguntava sobre meu livro favorito, sobre minha banda favorita. Eu só podia estar sonhando. Quando finalmente ele teve que partir, senti um vazio. Um vazio que parecia perseguir toda minha alma e a consciência que me restava. Não tinha me deixado um telefone. Tinha ido embora correndo, sem dar explicações.
Ele tinha ido embora.
E não tinha dito nem seu nome.
Voltei à cafeteria todos os dias.
Só queria ver o homem do chapéu branco.
Ele estava sempre lá. E me fazia rir. E me dizia como a vida é bela. Me mostrou como ver as coisas de maneira criativa. A imaginar possibilidades. A querer seguir em frente. Mostrou-me que o céu é uma tela todo dia renovada e decorada. Que os pássaros são almas de luz que trazem uma bela melodia aos nossos ouvidos. Que as árvores oferecem conforto, com sua sombra. Que a brisa que persegue seu pescoço e suas pernas, é o impulso pra você parar e observar a obra ao seu redor. Mostrou-me que devemos confiar em pessoas, cientes de que são imperfeitas, e de que irão errar. E que ao sermos quebrados, devemos juntar todos os cacos aos poucos, mas continuar.
Ele me ensinou a viver.
Por muito tempo.
Ele não revelava seu nome. Dizia que queria ser um mistério.
Um mistério que eu daria tudo para resolver.
Fui feliz por um ano.
E em um dia chuvoso, em que eu ia com um sorriso largo para à cafeteria, ele não estava lá.
Ele não estava lá.
Ele nunca mais voltou.
Ele tinha ido embora.
E não tinha dito seu nome.
Vivi por dias voltando à cafeteria a procura do homem de chapéu branco.
A procura de só mais um olhar, de só mais uma troca de sorrisos. De brincarmos de novo de imaginar cenários de maneiras criativas. De imaginar mulheres vestidas de torta e homens vestidos de lasanha. Era tão lindo a maneira como ele via tudo. Como ele sentia tudo. Como ele amava tudo.
Voltei, voltei e voltei. Voltei todos os dias. Era alimentada apenas pela adrenalina da esperança, pois vivia rastejando. Apenas querendo um olhar. Seu olhar.
Quando finalmente desisti.
O homem do chapéu branco foi um anjo.
Pensava em sua face todos os dias. Sempre.
O homem do chapéu branco deve ter vivido para mostrar a beleza existente na vida e o valor desta para as pessoas.
Pra mostrá-las que sempre existirá luz e esperança.
Tudo depende da sua maneira de enxergar, e consequentemente, a maneira que irá viver. O que irá escrever, o que irá traçar.
Eu o amei. Sim, eu realmente o amei.
Mas como gratidão a ele, segui em frente. Por tudo que ele fez, eu deveria retribuir. Não deveria ser em vão.
E fui feliz.
Quando já não lembrava mais de seu rosto, quando ele era apenas mais uma vaga lembrança linda e aconchegante, quando estava sentada em uma poltrona contando aos meus filhos sobre a história do homem de chapéu branco, eu finalizei: ele foi um anjo. Minha filha olhava com esperança, com um olhar lindo e brilhoso. Ela disse que queria mais histórias assim. E eu respondi a ela que bastava ela mesma fazer. Ela animada, veio me abraçar. Dei um beijo nela, e olhando em seus olhos, repeti: seja feliz.
Fui dormir.
E descansei.
Sabe, eu descansei. De verdade. Eu me dei esse luxo.
Eu estava feliz.
Stephanie Vieira de Carvalho.
Instagram: http://instagram.com/stuchi_
Cultiva
Cultivas flor, Cultivas jardim, Cultivas jasmin, Cultivas tudo, até mesmo gergilim;
Tu cultivas tudo, menos a mim
Não nasci para ser adequada, coerente, adorável. Nasci para ser gente. Para sentir de verdade. Tenho vocação para transparências e não preciso ser interessante o tempo todo. Por isso, não espere que eu supere as suas expectativas: às vezes, nem eu supero as minhas.
Marla de Queiroz. (via desembarcou)