Hoje faço 11 anos de Tumblr! 🥳

Origami Around
Three Goblin Art

❣ Chile in a Photography ❣
d e v o n

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JVL

Product Placement

@theartofmadeline
Stranger Things
h
"I'm Dorothy Gale from Kansas"

Love Begins
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Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ

ellievsbear
Alisa U Zemlji Chuda
noise dept.
I'd rather be in outer space 🛸

#extradirty

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@rafaelsaar
Hoje faço 11 anos de Tumblr! 🥳
Sinforoso
O chefão (João Bosco / Aldir Blanc)
do repertório de Marlene
Show no Teatro da Net - Rio de Janeiro
Produção: Thiago Marques Luiz
Câmera: Caio Miranda, Rafael Saar, Thiago Brito, Willian Packer
Som: Thiago Sobral
Direção e Montagem: Rafael Saar
Maria Alcina - De Normal Bastam os Outros
Yorimatã com Luhli e Lucina
"que louvada seja por todos os hinos da praça essa mistura de preto mulato cafuso e paixão"
teaser de YORIMATÃ com LUHLI & LUCINA
Homem-ave (Bird-man/Hombre-pájaro)
Sinopse As vertigens na paisagem urbana levam o Homem-ave de volta às suas origens, numa metáfora sobre a vida. “Homem-ave” é um filme a partir do universo poético do cantor Ney Matogrosso e dos poemas de Cassiano Ricardo.
The vertigos in the urban landscape take the Birdman back to his origins, in a metaphor about life cycles. "Birdman" is a film from the poetic nature of Brazilian singer, Ney Matogrosso. During the 70's dictatorship, he broke sexual taboos with a "strange" behavior on stage and became one of the most famous brazilian singers. Inspired in Cassiano Ricardo's concrete poems and the experimental music of Ney's repertoire, "Birdman" explores a sound and visual lyrical aesthetic of high contrasts that approximates man to nature's feelings.
Informations Original title: Homem-ave Lenght: 7 min Director: Rafael Saar Co-director / Cinematography: Bernardo Canto Screenplay: Rafael Saar, Bernardo Canto Cast: David Cunha, Ney Matogrosso Production Design: Mateus Nagime Producer: Rafael Saar Art Direction: André Von Schimonsky Maquiagem: Dayse Gonçalves Sound design: Thiago Sobral Editing: Rafael Saar School: UFF Year of production: 2010 Language: Portuguese Subtitles: English Experimental Black&White Original format: 35mm, HD 16:9 Country: Brazil
Festivals •Festival Brasileiro de Cinema Universitário, Brasil, 2010. (Mostra Competitiva) •Festival Luso Brasileiro de Cinema de Santa Maria da Feira, Portugal, 2010. (Mostra Competitiva) •Festival Internacional de Escuelas de Cine, Uruguay, 2010. (Mostra Competitiva) •2º Festival Manuel Padeiro de Cinema e Animação, Brasil, 2010. (Mostra Competitiva) •Festival de Cinema Universitário da Bahia, Brasil, 2010. (Mostra Competitiva) •MIFEC – Mostra Internacional de Filmes de Escola, Portugal, 2011. (Mostra Competitiva) •Festival Manuel Padeiro de Cinema e Animação, Rio Grande do Sul, Brasil, 2011. (Mostra competitiva) •Festival Art Dèco de Curtas, São Paulo, 2011. (Mostra Competitiva) •Cinesul – Festival Ibero Americano de Cinema e Vídeo, Brasil, 2011 (Mostra Competitiva) •Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, Brasil, 2011. (Mostra Competitiva) •VII Panorama Internacional Coisa de Cinema, Salvador, Brasil, 2011. •Kinoforum - Festival Internacional de Curtas-metragens de São Paulo, Brasil, 2011. (Mostra Competitiva) •5° CINEPORT - Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa , Paraíba, Brasil, 2011. (Mostra Competitiva) •11° Goiânia Mostra Curtas,Goiás, Brasil, 2011. (Mostra Competitiva) •CLOSE - Festival de Cinema da diversidade sexual de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil, 2011. (Mostra Competitiva) • 2° Cine Riba, Rio de Janeiro, Brasil 2011. (Mostra Competitiva) • Festival Signes de Nuit, Paris, França, 2011 • Sansex – 1. Mostra de Cinema e da Cultura da Diversidade Sexual de Santos, São Paulo, Brasil, 2011 • 7º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, Paraíba, Brasil, 2011. • III Festival de Jericoacoara, Ceará, Brasil, 2012. (Mostra Competitiva) • Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe, 2012. • Mostra do Filme Livre, Brasil, 2012. • Tercer Festival de Creación Visual y Videoarte, Ecuador, 2012. • El roce de los cuerpos - Cine y vídeo sobre los 80 latinoamericanos - Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Espanha, 2013. • El roce de los cuerpos - Cine y vídeo sobre los 80 latinoamericanos (Itinerância), Peru, 2014. • El roce de los cuerpos - Cine y vídeo sobre los 80 latinoamericanos (Itinerância), Argentina, 2014.
na verdura do mar
cargueiro japonês
Arte urbana II A voz dos centros urbanos volta a ser ouvida aqui na nossa seção de blogs em destaque! Olhesse muro Uma coleção dos trabalhos que colorem as ruas de Belo Horizonte. Stencio esforçado Paulo Leminski marcando presença nas ruas de São Paulo. A arte, a parede e o devaneio! O Alex Souza viaja mundo afora clicando paredes por puro hobby. Olho de bolso A vida e a arte urbana registradas pela Isadora.
Videoclipe de "O Castelo" - Kali C. & Luís Capucho! Produção Dilúvio e Kalicfilmes. "Quando me masturbo, se quero ter o que julgo ser um gozo masculino ou um gozo feminino, a intenção que devo dirigir a meus músculos e aos meus esfincteres é diferente. Essa intenção dos movimentos dos músculos de meu corpo e de seus esfincteres é definida por uma dilatação de meu centro, se quero me sentir uma mulher ou pela concentração dele, se quero me sentir um homem. Para mim, um homem é concentrado e uma mulher, dilacerada." Trecho do livro Rato, de Luís Capucho -- pg. 108
esboços de paisagismo para a Fazenda da Cachoeira-MG
#2 - NEY MAR
cabelo raspadinho. carequinha. Ney Matogrosso e Maria Alcina cantam pelos cabelos.
1) Cabelo (Arnaldo Antunes)
2) Olhos coloridos (Sandra de Sá) (incidental: Eu sou neguinha/ Sarará Miolo)
3) Debaixo dos caracóis dos seus cabelos (Roberto Carlos)
4) Fio de Cabelo (Tetê Espíndola) - Participação Tetê Espíndola
5) Hair (The Cowsills) / I Whip my Hair (Willow Smith)
6) A hora e a vez de o cabelo nascer (Liminha/Arnaldo Baptista/Sergio Dias/Rita Lee)
7) Olha a cabeleira do Zezé (Marchinha)
8) Cabelo Raspadinho (Cgiclete com Banana)
9) Autotune Autoerótico (Caetano Veloso)
10) Pixaim (João Gomes e Valter Freitas) - com tambores de Luhli e Lucina
11) Respeitem meus cabelos, brancos (Chico César)
12) Índia (Manuel Ortiz Guerrero, J. Assuncio Flores - Versão: José Fortuna)
13) Os teus cabelos (Paulo Menezes)
O SHOW
Uma trança sai do meio do cenário multicolorido e passa por todo o palco. Ney Matogrosso surge da esquerda, Maria Alcina vem na direção oposta, atraídos pelo mesmo cabelo que os liga as cabeças. Além dos microfones, tesouras. Cantando “Cabelo”, antigo sucesso de Gal Costa o público se anima.Projeções mostram cabeleiras célebres da nossa música popular: Gal, Bethânia, Pepeu…as axilas de Baby, o descolorido de Supla, o black da Elza, os mulets de Benito, a barba de Herondy, os caracóis de Cae, as trancinhas de Gil, enfim, Claudia Ohana, o bigode de Belchior, a peruca de Cauby.
É na segunda música que eles se libertam, com um corte na cabeleira que os prendia um ao outro.
Em “Fio de Cabelo”, Ney surge em cena com uma maquina que raspa os cabelos de Maria Alcina que canta magicamente a canção da gruta do lago azul. A iluminação, assinada pelo próprio Ney, dava a esse momento índigo blue uma atmosfera onírica.
Ney praticamente nu, com os cabelos do peito à mostra, e um lindo arranjo capilar na cabeça. Alcina, totalmente careca, usa uma roupa de longos pelos que balançam quando pula. A cada música a platéia se contamina em capilaridade pela música de Ney e Alcina, que celebram com o espetáculo a sintonia histórica de sua música.
Agora…imagina!
#playlist
(“Pixaim” a gente não achou pra colocar na playlist. Mas dá pra ouvir no site de Luhli e Lucina…e é lindo! http://www.lulielucina.com.br/timbres.html)
trip hop minimalista jazzístico base eletrônica participação de Jaques Morelenbaum ao violoncelo 1) Destruição 2) Atitudes burras 3) Pessoas são seres do mal 4) Minha casa é um céu 5) Poema maldito 6) O amor é sacanagem 7) Algo assim 8) Ponto máximo - participação de Luís Capucho 9) Sucesso com sexo 10) Medley Mamãe - Eu quero ser sua mãe/ Mamãe me adora 11) Romena 12) Vida é livre Faixa bônus 13) Vai querer (ao vivo) O SHOW
O show é lindo. O primeiro que a Elis faz depois de muitos anos sem gravar nada novo. A crítica acusava ela de estar decadente, ultrapassada, mas ela estava era sem tesão em ninguém. Até conhecer a obra do Luís. Show em Preto e Branco. Cenário com luz expressionista em 3 focos. No fundo preto uma janela desenhada pela luz. O público entrava no teatro com o maestro Morelembaum já no palco, solando clássicos do repertório da artista e Elis os encarando sentada à beira do tablado. O timbre do violoncelo se torna mais grave e , quando a luz da platéia apaga, Elis recitava:
“Com isso eu era pra estar
Magoada, deprimida
Com isso eu era pra estar
Chateada, enlouquecida
Eu era pra morrer enforcada
Tomar veneno, me jogar da ponte
Algo assim, algo assim
Mas não estou nada Luís”
A melodia se transforma em “Destruição”, entra a base eletrônica, Elis se levanta e, enquanto se dirige para o centro do palco, canta. Ela desfila o repertório do álbum, viceral, radical, melancolicamente e sem concessões, sem saídas fáceis. Elis recita trechos do “Cinema Orly” e canta “Homens” à capela. O público enlouquece. Faixa após faixa do disco. A penúltima música é “Vai querer”, que também não fora gravada em estúdio. Depois, “Vida é livre”. Nenhuma outra cantora ousou tanto.
Ney e Fagner