Loving, Vincent | Dorota Kobiela, Hugh Welchman | 2017
will byers stan first human second
NASA
Cosmic Funnies
Fai_Ryy
official daine visual archive
Game of Thrones Daily
KIROKAZE

No title available
$LAYYYTER

No title available

roma★

if i look back, i am lost
🩵 avery cochrane 🩵
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
EXPECTATIONS
untitled

oozey mess

❣ Chile in a Photography ❣
wallacepolsom
Show & Tell

seen from United Kingdom

seen from Saudi Arabia

seen from Italy
seen from Germany
seen from Brazil

seen from United States
seen from United Kingdom
seen from Singapore

seen from Türkiye

seen from Malaysia

seen from Saudi Arabia

seen from Switzerland

seen from Saudi Arabia

seen from Saudi Arabia
seen from United States

seen from United States
seen from Türkiye
seen from United States

seen from United States
seen from United States
@ratificando
Loving, Vincent | Dorota Kobiela, Hugh Welchman | 2017
Persona | Bergman | 1966
O paraíso são os outros | Valter Hugo Mãe
Elle | 2016
Moonlight | 2017
O Homem Irracional | Woody Allen | 2015
O Homem Irracional | Woody Allen | 2015
Human Vol. 1 | Yann Arthus-Bertrand | 2015
Nos seus últimos anos de vida, eu fui seu enfermeiro, médico, amigo, amante e marido. Ela só queria que eu cuidasse dela. E eu o fiz sozinho. E eu adorava poder fazer aquilo por ela sem a ajuda de ninguém. E ela apreciava.
Human Vol. 1 | Yann Arthus-Bertrand | 2015
Edifício
Sim, baby, é verdade.
A Paixão de Ana | 1969
Querido
Para escrever é preciso coragem.
Não sei em que beco escuro do Centro eu deixei cair a minha.
Querido,
Para escrever é necessário vontade.
Meu corpo está enferrujado como uma lata velha
afiada de tétano e esquecimento.
Querido,
para escrever seria urgente uma cirurgia
Cardíaca, unhas enterradas ao redor do peito,
revirando tudo, remexendo o lixo
de uma vida inteira.
Não tenho forças para esse suicídio.
Sozinha,
descubro-me fria e sem talento.
Estou sussurrando,
Querido,
Isso não é um poema.
É meu pedido de desculpas cotidiano.
É o choro convulsivo
ao mesmo tempo que estou fria como uma parede
Escondida do sol.
Não me sinto muito humana.
Estou morta,
Querido,
Como um espírito angustiado
a espera do novo corpo e da nova vida.
Estou decepcionada comigo mesma.
Só consigo escrever dentro desses confessionários
Rápidos. O que faço comigo,
Querido?
Minha mente é audaciosa. Quero ser grande,
excepcional,
Mas meu corpo não.
Estou sendo gestada há apenas três meses.
Estou esperando, esperando
Ansiosamente, e minha angustia é: nascerei,
Querido?
Espontaneamente ou de parto forçado?
Estou assim
Desejando o nascimento de um grande plano,
a abertura de uma sublime esperança.
Quero a glória interior depois de um trabalho bem feito.
Aquele momento sublime
em que deitamos na rede satisfeitos - depois do amor
e um cigarro apoiado sobre dois dedos.
Querido,
O que foi que aconteceu comigo
depois do nosso encontro mágico? O que foi que fiz?.
Nem mesmo sei como terminar um pensamento
Triste,
estou exausta e não sei o nome dessa doença.
Só sei que é físico,
Querido,
Estou me saindo uma péssima perdedora.
Não sei mais usar a tristeza ao meu favor.
Tenha paciência,
Querido
Em Outubro nossa solidão completará nove meses
Quem sabe aí,
Volte a respirar confortavelmente?
Nascer é tão difícil quanto morrer,
Querido,
Quem sabe mais tarde, uma alma literária, tenha piedade
da minha fome – Verdadeira
e me sacie por uma horinha ou duas?
Seus olhos estão flutuando sobre o meu ombro esquerdo,
Não consigo escrever se não for
A sós. Separadamente, Querido,
Comigo mesma.