“Só hoje percebo, tive dores desnecessárias por pessoas que não valiam a pena.”
— Rafael Lemos.
Que saudade dessa frase ❤️ Sdds antigo tumblr, até que eu n era ruim

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@reinversos
“Só hoje percebo, tive dores desnecessárias por pessoas que não valiam a pena.”
— Rafael Lemos.
Que saudade dessa frase ❤️ Sdds antigo tumblr, até que eu n era ruim
“Uma vez perguntei: — O que é mais importante, amar ou ser amado? E me responderam: — O que é mais importante para um pássaro, a asa esquerda ou a direita?”
— Desconhecido.
“Depois de tantas despedidas, um dia a gente encontra alguém que chegue para ficar. Depois de tantos amores, vamos encontrar aquele que, talvez, não seja o certo, mas que vai devolver o significado do “amor” novamente em nossa vida.”
— Lucas Martins.
“Quase deu certo. Quase foi pra sempre. Quase fomos um belo acerto. Quase foi.”
— Déborah Martins.
Pleno século XXI e ainda não inventaram um chuveiro com caixa de som.
Já inventaram sim, você que é pobre
“E se tudo isso for perda de tempo, é com você que eu quero perder o meu.”
— Nicholas Hoffman.
“Eu sou detalhista. Sou aquela pessoa que repara no seu olhar e na pele quando sente um arrepio. Que te abraça no primeiro leve tremor de frio. Que sente o seu sorriso no canto da boca quando você quer rir mas lembra que estava chateada comigo e não podia demonstrar nada. Eu me incomodo quando eu digo “eu te amo” e você responde “eu também” ao invés de dizer “eu também te amo”. Eu me incomodo quando não recebo aquela sms de “boa noite” que você manda todo dia e começo a me perguntar no que eu errei. Eu percebo demais e me incomodo demais. O que passa despercebido pra você como um grão de areia, pra mim será um martelo que me machuca pesando como um erro imperdoável.”
— Rafael Lemos.
“Você errou, eu errei também. Mas vai ver a gente estava tentando ser feliz…”
— Gabito Nunes.
“Eu não sou igual a eles, eles sabem disso.”
— Caio Fernando Abreu.
“Não sou interessante pra todos, e nem almejo ser. Me contento com o desprezo de muitos e o amor de alguns.”
— Sean Wilhelm.
“Se ame em primeiro lugar. Descubra o que é amor próprio e quem sabe depois de um tempo, você crie maturidade suficiente pra dizer o que estar apaixonado.”
— Pedro Pinheiro.
“Todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser, todo verbo é livre para ser direto ou indireto, nenhum predicado será prejudicado, nem tampouco a frase, nem a crase, nem a vírgula e ponto fíirgulas, e estar entre vírgulas pode ser aposto e eu aposto o oposto: que vou cativar a todos sendo apenas um sujeito simples.”
— O Teatro Mágico.
“Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã. Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ou quando alguém ou algo não deixa que esse amor siga, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter. Saudade é basicamente não saber. Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio. Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia. Não saber se ela ainda usa aquela saia. Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada; se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial; se ela aprendeu a estacionar entre dois carros; se ele continua preferindo Malzebier; se ela continua preferindo suco; se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados; se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor; se ele continua cantando tão bem; se ela continua detestando o MC Donald’s; se ele continua amando; se ela continua a chorar até nas comédias. Saudade é não saber mesmo! Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos; não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento; não saber como frear as lágrimas diante de uma música; não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer. É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso… É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer. Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler.”
— Tati Bernardi.
“É só ver teu nome escrito em algum lugar que o coração dispara. Não é de você que falam naquele jornal, ou naquela revista. Mas sempre vai ser você, entende?”
— Casebre.