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@ricardogarciarp
ricardogarcia: oi 😈
welcome ~ ric&let
Letícia nunca se deu bem com seus colegas de apartamento, sempre que estavam chegando a um acordo, um dos lados acabava fazendo alguma besteira como deixar de pagar por um mês e achar que tem direito disso ou fazer uma festa sendo que nem havia espaço. De qualquer modo, o convite de Ricardo foi como uma benção, já que estava sozinha, precisava de alguém e o homem parecia ser mais responsável que todos com quem dividiu.
Mesmo com o pequeno atraso para levar suas coisas, a loira tinha certeza que dessa vez seria melhor. Ouviu seu celular avisar que mensagens haviam chegado, mas não podia fazer muita coisa já que estava com as mãos no volante de um carro que nem era seu, emprestado somente para a mudança. Assim que estacionou na frente do endereço, puxou o celular que estava jogado no banco de passageiro e respondeu com um. “Aqui!!! Desculpa a demora, transito ruim… Não desiste de mim e vem me ajudar” com vários corações, inclusive um grande que pulsava, dando uma risada sobre si mesma depois, colocando no bolso de seu shorts e saindo do carro.
Assim que a loira respondeu suas mensagem, com um bom tempo de espera, Ricardo levantou-se do sofá e colocou a garrafa na mesa de centro, para então, com as mãos livres, ir na direção da saída de seu prédio. Não demorou até chegar lá, visto que, pelo horário haviam poucos moradores utilizando o elevador. Ao sair pelas escadas, viu do outro a loira com o carro estacionado e o porta-malas aberto, indicando que ali estavam suas coisas. “Boa noite, Lê.” Disse Ricardo, dando alguns passos para ainda mais perto dela para depositar um beijo em sua bochecha - costume brasileiro que havia aprendido, se acostumado e gostado muito rapidamente. “Foi difícil achar o prédio?” Questionou, afastando-se dela e dirigindo sua atenção para as malas. “Se você quiser, pode estacionar o carro lá no estacionamento, eu tenho uma vaga livre porque eu não tenho carro mais, só moto.” Puxou as alças de uma mala e ergueu-a para tirar do carro.
welcome ~ ric&let
@leticiaschhh
Já fazia muito tempo que Ricardo não morava com alguém. Na verdade, muitos anos. Desde que decidiu sair da casa de seu tio, alugou uma kitnet e foi morar sozinho, acabando por gostar da experiência. Ficou tanto tempo naquela kitnet que quando saiu, já foi para financiar o apartamento que mora até nos dias de hoje, feito que conseguiu através de muito trabalho braçal e projetos depois que se formou em Engenharia Mecânica. Mas o moreno nunca negou que sentia falta de ter alguém na casa, até já pensou em ter um animal - mas tinha receio de ser negligente devido ao pouco tempo que se dedicava em alimentar a si mesmo. Quando Letícia, uma ex-aluna sua do seu projeto, comentou de estar procurando dividir um apartamento, não hesitou em convidá-la já que a conhecia. Como o apartamento não era alugado, combinaram de dividir as contas de luz, água e compras de mercado, o que facilitaria a renda dele para complementar a pensão que pagava aos seus dois filhos.
“Cadê vc?” Enviou para a loira a mensagem com mais alguns emojis; enquanto a esperava, tomava uma cerveja deitado no sofá, claramente entediado. Mais um dos motivos que o beneficiariam em ter uma colega de apartamento.
Pela ponta de seus dedos, Luíza percebeu o sorriso de Ricardo se formando no rosto masculino. “Então vamos juntos pra qualquer que seja o lugar. O primeiro que for fica esperando o outro.” Ela disse em tom calmo, mas com uma sombra de risada na voz. Depois, acomodando seu rosto no peito de Ric, Lulu fechou os olhos e esperou o sono chegar. Talvez tenha ficado ali, naquela posição, por quase uma hora. Estava realmente agitada por causa dos acontecimentos da noite, mas a respiração do homem de certa forma a acalmava pouco a pouco. Lulu se pôs a desenhar uma carícia nas costas dele e mesmo depois de perceber que Ricardo estava dormindo, continuou com o carinho.
Luíza não sabe dizer o exato momento em que caiu no sono. Acordou com um raio de sol em seu rosto, sem ter ideia de onde estava e o que tinha acontecido. Ela esfregou os olhos, sentando-se na cama, e foi quando esbarrou nos pontinhos na sobrancelha que toda a memória se refez em sua mente. Sozinha na cama, Lulu afundou seu rosto nas mãos e teve vontade de gritar, praguejar e, novamente, chorar. Mas ela não fez nada disso. Respirou fundo, erguendo seu rosto e tentando dispersar a imagem de Marcos que ocupava sua mente de forma dolorosa, quando sentiu um cheiro de café no ar. As palavras de Ricardo, então, foram automaticamente rememoradas e Lulu se lembrou de que ele tinha prometido uma refeição de café da manhã. Arrastando o corpo na cama, ela pisou devagar com o pé imobilizado no chão, e fez um coque alto com os cabelos escuros e compridos. Devagar, passou pelo banheiro, escovou os dentes e observou seu rosto inchado e como parecia um lixo com a ferida no supercílio. Quis sorrir ao enxergar a sutura de Ric, mas acabou fazendo mais que isso… Lulu deu uma risada suave. “Eu sou uma pessoa muito maluca mesmo. Puta que pariu.” Falou para sua própria imagem no espelho e, então, saiu à procura de Ricardo.
Ao chegar na sala, se deparou com o mexicano comendo uma tigela de cereal e – Lulu se atentou para a tela de televisão – assistindo jornal. “Jura que tu come cereal de manhã?” Perguntou com uma risada, anunciando sua presença.
Enquanto comia o cereal, o moreno se atentava ao jornal, esperando que o tempo passasse. Quando a voz feminina veio de algum lugar atrás de si, Ricardo girou sua cabeça, para então abrir um sorriso. Como no dia anterior, ela ainda usava as suas roupas, lhe dando algum tipo de orgulho ou sentimento que não soube discernir bem. “`Por favor, não conta para os meus vizinhos, eles acham que eu sou adulto.” Brincou com ela e colocou a tigela em cima de sua mesa de centro, para então se levantar e ir até ela. “Acusado. Gosto de cereal e nunca tenho pães em casa, você quer que eu vá na padaria buscar para você? Só tenho frutas... suco, biscoito... essas coisas.” Entortou os lábios e apontou com a cabeça para a copa, antes de começar a caminhar na direção da mesma.
“Você está se sentindo melhor? Alguma dor? Quer que eu chame a médica para dar uma olhada em você? E o seu pé, está muito difícil de andar? Eu até pensei em ir lá te buscar por causa do pé, mas achei que quisesse dormir.” Disse em disparada, olhando para o pé que estava com a sua tornozeleira. Puxou uma das cadeiras de sua mesa e sorriu para ela. “Senta aqui. ‘Cê gosta de geléia? Tem lá na geladeira. Ah, leite eu só tenho sem lactose.” Disse a última frase com um pequeno desapontamento. “Merda, ‘tô perguntando pra caralho, né?”
Por que você não consegue? - implicou descendo-NUnca mais eu te vi, mas você continua bem famoso nessa USP, hein? Um fofoca rolando solta sobre a festa de Vic.
“Porque eu tô com preguiça, seu otário.” Brincou com o amigo, erguendo a mão em cumprimento assim que ele se aproximou. “Ih. Nem é novidade, né? Sempre que invento de ir nessas festas sobra merda pro meu lado.”
Ah, gente boa né? Bom saber, aí depois quando eu terminar com você não sabe porque foi.
Pô, eu até divido meu Whey com ele. Que isso, Pê, precisa ir tão longe assim? Pensei que nosso amor atravessasse barreiras. Que decepção.
Cê acha? - riu - E eu tenho certeza que cê não usou essa palavras aí. Não pra levar um tapão desses. Queria tá lá pra ver essa cena. Mas diz aí, quem foi a tua agressora?
“Claro que não, fui bem filho da puta. Sei lá o que me deu. Mas já foi. Até parece que você não sabe, seu fofoqueiro da porra.” Falou, brincando. “A Manu. Nunca tente ganhar um tapa dela, a menina é boa, viu? Manja demais, deu um estalo que achei que fosse minha mandíbula quebrando.”
wpp to ric
Clara: vai cagar então
Clara: falta um dia pro natal, tá estudando o que?
Ric: iá clarinha, eu faço mestrado, ne?
Ric: qm faz mestrado estuda o tempo todo
Ric: estou fazendo pesquisas.
Ric: nem fala de natal, queria ter grana para ir pro méxico. mas esse ano fui lá tantas vezes que tô zerado pra gastos "supérfluos"
Mas então zé, sabe aquele momento da vida em que ocê acha que está vivendo um sonho porque tudo na sua vida tá lindo aí cê vai pra um seminário da faculdade e a pessoa que ocê num gosta, vulgo Chico, senta bem do seu lado? Adeus dia lindo.
Qual é o seu problema com o Chico? O cara é gente boa pra caralho.
Vamos, suba, agora… Não é tão difícil.
Ô Tarzan, desce daí. Vou subir nisso aí não.
wpp to ric
Clara: tá ocupadx?
Clara: diz que não, por favor
Clara: e vamos fazer alguma coisaa
Ric: n zoa:
Ric: eu to estudando
“Você não é mediano. Você é perfeito.” A garota soltou e até mesmo ela se surpreendeu, calando-se em seguida. Depois, novamente de frente para ele, desceu a carícia da sobrancelha de Ric para uma das bochechas. “Que bom que você também acha.” Luíza riu junto com Ric e fechou os olhos para receber o beijo, suave e inocente. “Vai armar nada não. Vê se eu dou conta de você toda machucada assim? ‘Tá, eu dou conta de você sim… Melhor a gente ir dormir.” Ela ponderou e sorriu com a piada. Deixou um beijo nos lábios de Ric, selando-os e demorando um pouco para separá-los. Em seguida, afundou o rosto no peito dele. “Boa noite.” Apesar das palavras, a morena pensou que ainda demoraria muito para dormir. A noite tinha sido muito agitada.
A satisfação de Ricardo se fez óbvia com um suspiro alto que ele deu, assim como um sorriso que ela não poderia ver, mas sentir com o toque que dava em sua bochecha. “Se você não estiver lá, talvez não me interesse estar lá também.” Ponderou com a voz calma, mas logo a risada do homem havia voltado. “Você dá conta sim.” Reafirmou, mas não insistiu na conversa pois, mais do que qualquer pessoa, entendia a distância respeitosa que deveria ter dela. “Boa noite.” Murmurou de volta, encaixando a sua mão na cintura da morena para que seu corpo ficasse unido. Não demorou muito para que o homem dormisse, afinal, tinha um sono muito pesado.
Embora o sono pesado, acordar cedo era uma mania rotineira. Enquanto Luíza dormia, cuidadosamente Ricardo saiu da cama e foi direto para o banho. Logo depois, fez um café, juntou alguns biscoitos e frios, dispondo-os na mesa da copa – tal como tinha prometido à ela: um café da manhã. Mas não optou por acordá-la, sabia que ela merecia um descanso talvez maior do que o costume. Então, sentou-se no sofá de sua sala com uma tigela de cereal e ligou a televisão, para assistir o jornal.
Prometo que não conto para ninguém Ricardo, todo mundo faz alguma coisa quando está bêbado. Olha, eu sei lá se tu é gay, me diz, tu sente desejo por algum rapaz ou foi só pontual?
Não, não! Acho que eu ‘tava curioso. E bêbado. Bêbado pra caralho. Daquele jeito que a gente esquece as coisas, sabe? Mas eu esqueci porra nenhuma.
Tavam falando do tapão do século, palavras delas. Mas isso cê já deve ta cansado de ouvir cara. Deixa eu ver esse teu rosto aí… É, não ficou nem marca, já levei piores. Que que cê fez dessa vez?
Bacana, bacana. Cara, não faz nem um ano que levei um soco na cara, de ficar sem vir pra faculdade e tudo mais. Mas a sensação é bem pior, mesmo sem o machucado. Ah, eu falei pra mina que a gente tinha nada, um monte de coisa. Acho que ela gostou muito não.
A gargalhada que Luíza deu saiu mais alto do que ela planejou. “Não! Eu só quero dizer que aqueles caras geralmente têm uma coisa desproporcional… É bizarro. E assustador.” Olhando para ele, deu outra risada. “É isso aí mesmo. Vai pro céu direto, porque a treta é séria.” A risada anterior se transformou em um sorriso quase tão sereno quanto o modo com o qual Ricardo dissera a frase anterior. Agora, olhando para o teto escuro, Lulu respirou fundo e fechou os olhos. “Jura?” Para a garota, é como se um peso saísse de seus ombros; um peso que carregou desde que teve certeza que o recado com o texto tinha vindo de Ricardo e de como percebeu que estava correndo o risco de perdê-lo por estar com outro. “Lembra o que eu te disse na mensagem do celular depois?” De novo, a morena se colocou de lado, repousando com cuidado o tornozelo machucado sobre a cama. “Ainda é aquilo. Sabe?” Ela esticou a mão e tocou o rosto dele, passando as digitais por uma das sobrancelhas, seguindo seu contorno. “É um pouco difícil falar, desculpa.”
Calmamente, o sorriso do homem ia se desfazendo, não por não achar mais graça da conversa entre eles, mas era que provavelmente sua boca já estava dormente de tanto rir. “Entendi. Então eu sou um mediano. É, ‘tá ótimo.” Considerou, fingindo analisar a fala dela. “É, direto pro céu, ‘né? Eu ‘tô é duvidando que você vai me levar pro céu.” Rebateu a brincadeira em um tom baixo. “Juro.” Respirou fundo, ainda que confortável com a conversa. “Lembro, eu não esqueceria. Não precisa falar nada, eu também acho difícil falar.” Ricardo riu, por se sentir um adolescente com aquilo. Sorrateiro, aproximou seu rosto do dela e deu um beijo nos lábios femininos. “A gente tem que dormir, se não, minha barraca vai armar aqui.” Disse com um tom de voz de zombaria.
“Olha, deixa eu pensar na melhor forma de falar isso… Eu gosto muito do seu pau. Muito mesmo. Mas igual aqueles caras lá não é, não… Ainda bem, né?” Também deu uma risada leve, torcendo para Ricardo não se ofender; a maioria dos caras provavelmente se ofenderia. “É, eu não sou.” Sorriu no escuro diante dos elogios. No namoro, Lulu vinha duvidando de sua personalidade e comportamento, visto que vez ou outra Marcos a criticava por ambos. “Seu padrão são os beijos, né? Tá aí um jeito bem inteligente de deixar amplo o leque de opções.” Falou em tom de humor, apesar de um pouco enciumada. “Achou que não ia ter chances… de me namorar? Olha, acho que tem até um versículo bíblico de diz mais ou menos assim: corajosos são vós, homens, que pensam em namorar a jovem Luíza Marcoccia.” Lulu virou o rosto para Ricardo quando ele tocou seu ombro. “Voltar pro Marcos? Não!” Respondeu com certeza. “O que ele fez foi imperdoável… eu tô falando assim porque… é estranho. Assim, tu lembra o que eu te disse naquela mensagem? Depois que tu me escreveu aquela cartinha na festa junina?” Luíza não esperou por resposta. Olhou para o teto de novo e prosseguiu. “Eu ainda tenho esses sentimentos por você. Bem fortes, sabe?”
“Você gosta do meu pau, mas ele não é bonitinho e grandão? Acho que meu pau ‘tá triste, vai precisar até de um carinho depois disso.” Brincou, dando risada ao final. “Se você gosta muito dele, é suficiente.” Explicou, afinal, de fato não se importava com aquilo. “Não é qualquer beijo. Tem que ser um beijo gostoso. Não é todo mundo que tem um beijo gostoso, né?!” Devolveu para ela. “Achei e acho. Ainda bem que eu sou bem corajoso, ‘né? Se é bíblico quer dizer que eu vou pro céu se eu te namorar.” Comentou com serenidade, desconsiderando as motivações que a levavam pensar daquele jeito. “Seu ex-namorado poderia ter me dado um pescotapa por ter feito aquilo.” Disse apenas para ter orgulho em se referir ao homem daquele jeito. “Eu não menti em nada. É tudo aquilo. Ainda é tudo aquilo. Você entende, certo?”
“Clichêzão só se for de filme pornô, né? Porque hoje em dia nem ‘tá tão na moda assim mais caras muito perfeitos.” Luíza riu com a imagem de Ricardo dormindo com um site de horóscopo aberto na sua frente, mas realmente evitou render o assunto. “Meio impossível, 'tô ligada. Acho que ninguém mais consegue me imaginar casta no mundo todo. Eu não acho que eu tenha um padrão pra caras… Ohhh, você lembra disso, Ricardo?” Ela riu.”Tipo: quando eu cheguei em São Paulo, eu tinha acabado de terminar meu primeiro namoro sério e tinha sido com uma menina, entende? Daí fiquei apegada na crença de que eu só dava certo namorando garotas… Que só conseguia gostar de garotas, sei lá. Afetivamente.” Ela fez uma caretinha com a própria mentalidade na época; tanta coisa tinha se passado depois do término do penúltimo namoro… Lulu nem se reconhecia mais naquela garota que viajou pra Europa anos atrás. “Ahn… Sentimento. Claro. Eu sei.” Luíza demorou um pouco para responder a pergunta do mexicano, e quando o fez usou as palavras de forma pausada, um pouco envergonhada e ciente do que aquilo significava. Ouviu Ric dizer que não queria mais papo com Manu e não poderia negar que gostou da informação. “Ótimo.” Soltou de ímpeto. “Não que eu tenha… direito de… reclamar… você sabe.” Lulu virou o corpo na cama e ficou de barriga pra cima, encarando o teto escuro e pensando que devia parecer muito patética quando gaguejava daquele jeito.
“’Cê acha que eu sou pauzudo igual aqueles caras lá de filme pornô?” Perguntou assim que ela terminou a frase, dando uma risada leve. “Como poderíamos imaginar se você não é? Você é o tipo certo de garota. Não tem essa de dar uma de santinha, fala na real e eu te acho bem decidida, sabe? Eu acho que você tem sim um padrão para caras, só não quer pensar nisso. Meu padrão ‘tá no beijo. Se beijou bem, já tenho interesses.” Falou em tom de brincadeira e se voltou a deitar, ajeitando-se mais uma vez no colchão. “Bem louco isso, você me assustou com esse papo na época. Achei que não ia ter chances.” Entortou os lábios. Em seguida, girou o seu corpo, deitando de lado para que ficasse de frente para o corpo dela. “Por que ‘cê ‘tá falando assim?” Questionou, levando seus dedos para o ombro feminino, esfregando os dígitos de modo suave na região. “Você vai voltar ‘pro Marcos?” Por mais que quisesse fugir daquele assunto, quisesse respeitar o fato dela não querer tocar naquele assunto... Ricardo não conseguia evitar o pensamento recorrente.