he wasn't even looking at me and he found me
will byers stan first human second

blake kathryn
YOU ARE THE REASON
sheepfilms

★

Product Placement
Not today Justin

Love Begins
ojovivo

JVL

Kaledo Art
No title available
Noah Kahan
Show & Tell
Xuebing Du

PR's Tumblrdome
untitled

No title available

Andulka
seen from Malaysia
seen from Argentina

seen from United States

seen from Argentina

seen from United States

seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from Tunisia
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from Türkiye

seen from United Kingdom

seen from United States

seen from Argentina
@robbpelagios-blog
@cxalejandra
O italiano não possuía uma habilidade muito grande para lidar com o sexo feminino, quando este exigia uma abordagem um tanto mais sexual. É claro, ele possuía inúmeras amigas e já estava tão acostumado a ficar na friendzone que quando acontecia de acabar arrumando um encontro, o rapaz se via perdido. Tudo só piorou quando Robb olhou-se no espelho e constatou que seu olho ainda estava roxo, adquirindo um aspecto amarelado nojento – o que ele foi alertado que ocorreria – e ele tinha um encontro em poucas horas. Suas habilidades para esconder machucados consistia em um esparadrapo e uma gaze, o que não seria o caso naquele momento, portanto, o rapaz recorreu a única pessoa que poderia lhe ajudar naquele momento: Alejandra.
Ansioso, Robb se dirigiu a casa da morena esperando que uma salvação estivesse nas mãos da jovem. Estacionou do lado de fora e praticamente correu até a porta da casa da maquiadora, tocando a campainha insistentemente até ser atendido. ❛ — Você precisa me ajudar!❜ Foi logo dizendo assim que viu o rosto conhecido a sua frente. ❛ — Eu estou com esse negócio horrível no meu rosto e tenho um encontro hoje a noite, por favor, você tem o dom pra deixar as pessoas bonitas. Me ajude!❜ Praticamente implorou para a amiga enquanto ia entrando porta adentro e virando-se com uma expressão desesperada que intensificava a dor que ele sentia.
chefwainwright:
“Não é isso, é só que… as pessoas não apreciam a sorte que tem. Eu, uh, eu não tenho um problema com o mar. Na verdade gosto bastante dele. Tudo em LA é meio que incrível quando se vem de uma cidade pequena.”
❛ — Quando eu cheguei em LA eu achei ela um tanto assustadora, mas o mar foi a última coisa que parei para reparar, já estava acostumado com ele apesar de ser um totalmente diferente. Em todo caso, de onde você vem? Se quiser falar, claro. Não quero ser um intrometido. ❜
vxncs:
A cortina e o carpete é uma piada sobre os meus cabelos e os meus pelos pubianos, isso é muito constrangedor de se falar.
❛ — Desculpe, Vee. Eu não sou um adolescente idiota que usa analogias pra falar sobre as pessoas, mas eu sinto muito se fizeram isso com você. ❜ Disse de modo simpático enquanto levava a mão a da ruiva e entrelaçava seus dedos aos dela lhe passando conforto. ❛ — Pense pelo lado bom, no seu caso são só especulações, no meu, eles souberam a verdade. ❜
A puppy with a puppy
✕ — devil’s name.
jxrdna:
Pronta para dar as costas e seguir seu rumo, Jordana parou e se virou, semicerrando os olhos. Passou um bom tempo estudando a expressão do rapaz, tentando se lembrar de onde o conhecia. Não era nada estranho, mas algo não a permitia se lembrar… Quem era ele? Ela olhou ao redor, vendo um painel grande com uma foto do mesmo e várias outras pessoas atrás dele, admirando as fotografias que haviam adquirido com o mesmo. Mas ela não se lembrava de ninguém famoso… Foi então que Jordana ligou a frase com os acontecimentos das últimas semanas, querendo morder a própria bochecha de raiva. O rapaz do olho roxo, que logo o teria amarelado e que nem todo açúcar do mundo aliviaria a ironia ácida que tinha na ponta da língua. Apertou os olhos, suspirando. Além de irritante, ele era alguém de nome e ela nunca havia reparado — tampouco sabia qual era o nome dele. Mas não entregaria a situação tão fácil, afinal, ela era… ela. “Well, eu adoraria massagear bem o seu ego como os demais” apontou ao redor, abrindo um meio sorriso. “e dizer que eu esbarrei de propósito porque a sua atenção é, de fato, importante pra mim. Para o seu azar, foi só um acidente. Sei que você queria que não fosse.” concordou com a cabeça, sentindo-se áspera demais. Ela nunca se controlou, de qualquer forma. “Sem bolinhos hoje e, aparentemente, todos têm certo cuidado aqui para não acabarem roxos ou deixando os outros roxos. Você devia observar um pouco, quem sabe não aprende a se acidentar menos? Aliás, pele legal. Você tampou aquilo com alguma base específica?” referiu-se ao machucado, realmente avaliando que a textura do rosto do rapaz era boa, admirada.
Não era costumeiro para o rapaz agir daquela forma em frente as pessoas. Em seus dias normais e com pessoas normais, Robb nunca diria tal coisa, mas havia algo na morena a sua frente que o impulsionava a agir como um babaca, talvez o fato dela agir da mesma forma que ele. Arqueou uma sobrancelha com o comentário ácido da outra e não pode deixar de alargar o sorriso e soltar uma risada leve e provocativa com a réplica da mesma. ❛ — Ninguém está massageando meu ego, acho que mais uma vez você interpretou errado. ❜ Respondeu ao comentário enquanto cruzava os braços e esperava ela concluir toda sua fala. Ele não queria irritar-se com a morena, mas parecia que ela fazia aquilo de proposito, o alfinetar tanto que ele perdesse a razão. ❛ — E eu não também não queria que uma baixinha como você o massageasse. Se fosse pelo menos 30 cm mais alta, talvez. ❜ Cutucou ainda com o sorriso nos lábios, fazendo um pequeno gesto com as mãos para medir em que altura ela ficaria se tivesse mais trinta centímetros de altura. ❛ — Nah, as pessoas estão se amontoando para fugir da chuva, acha mesmo que elas não vão se acidentar? Deveria ter providenciado algumas bandejas de bolinhos para elas. ❜ Observou ao redor enquanto as pessoas se espalhavam pelo lugar, algumas mais espremidas em outras. ❛ — É assim que você costuma elogiar as pessoas? Pele legal? Achei que por toda sua lista de comentários ácidos você teria capacidade para elogiar melhor as pessoas ou o repertório parar onde para a educação? ❜ Alfinetou, desfazendo o sorriso e a encarando.
theotherpresley:
Achilles bufou com irritação, não com porque o garoto não sabia onde era o tal endereço e sim porque ele parecia estar preso naquela rua pra sempre. Se ao menos a internet de seu celular funcionasse, poderia conseguir ajuda de um mapa online. ❛❛ Isso é uma droga, só queria conseguir chegar nessa casa logo. Você tem internet pegando ai? ❜❜ Questionou, já estava perdendo as esperanças. Estava surpreso com a resposta mal humorada, talvez o mais novo não fosse um simpatizante de Kyo, o que era completamente normal já que seu irmão parecia estar cada vez mais envolto a polemicas. ❛❛ Porque? Você é um hater? ❜❜
O Ruivo encarou o mais alto percebendo sua irritação, porém, não falou nada. Esperava que ele não fosse um admirador do Kyo e estivesse irritado com seu comentário, mas tudo se esclareceu com a frase seguinte. ❛ — Claro, aqui está. ❜ Disse pegando o celular do bolso e desbloqueando para que o rapaz tivesse acesso ao gps. ❛ — Se quiser pode tirar um print e mandar para si mesmo.❜ sugeriu com um dar de ombros esperando que isto o ajudasse, no fundo não gostava de deixar as pessoas à deriva daquela forma. ❛ — Hater? Nah. Eu só não simpatizo muito com as atitudes dele. ❜ Comentou justificando o motivo de não ser um simpatizante do cantor.
Depois que eu falo que homem e adolescente é feito de merda, subiram uma tag pra perguntar se a cortina combina com o carpete, that’s gross.
❛ — Eu realmente não entendi a relação entre xingar o sexo masculino e cortina e carpete. ❜
“Eu cresci às margens de um rio mas, cara… Isso aqui é muito diferente. Dois anos e eu ainda não consegui me acostumar com o mar. Como é possível que tem gente que mora aqui desde criança e simplesmente não gosta de praia?”
❛ — Existe gosto para tudo não? Tem pessoas que nascem em Londres e nunca se acostumam com a chuva e o frio, acontece. Mas qual o seu problema com o mar? ❜
theotherpresley:
Ele ligou o celular e o virou para o desconhecido, mostrando o endereço em questão. ❛❛ Reconhece o lugar? ❜❜ Perguntou impaciente, queria sair logo da rua já que a ultima coisa que precisava era ser flagrado por algum paparazzi. ❛❛O único ponto de referencia que eu tenho, é que a casa fica perto da daquele cantor…Kyo, ya know?❜❜
❛ — Eu estaria mentindo se dissesse que reconheço. ❜ Afirmou com certo pesar, porém, a frase seguinte do rapaz fez com que Robb parasse para ponderar a respeito. É claro que ele conhecia Kyo, quem não? Eles nunca tinham efetivamente se encontrado, mas ele sempre estava presente, afinal, tinha magoado duas das amigas de Robb. ❛ — Reconheço o nome sim, mas eu não sei onde ele mora e sinceramente não tenho muita vontade de saber. ❜ Admitiu com um dar de ombros.
ROBB PELAGIOS - Moodboard.
Do you feel like a young god? You know the two of us are just young gods
✕ — devil’s name.
Quando a tempestade confinou todos dentro do resort, a morena pensou que o dia não podia piorar. Para começar, já não tinha vontade alguma de estar presente, por mais que algumas coisas fossem de seu interesse de forma integral. Jordana não era muito fã de eventos grandes, salvo por alguns, claro. Estar ali, ainda presa, era totalmente desagradável. A sua única sorte era que algumas bancadas de séries e quadrinhos ficavam em alguns salões do lado de dentro, com a desculpa de que ‘edições raras não podiam ficar no sol’ — bom, tampouco na chuva. A mulher observava algumas edições originais adaptadas para os filmes atuais, todos de heróis, ao mesmo tempo em que já se prontificava para prender os curtos cabelos, sentindo que o calor humano apenas começava a se manifestar. Decidiu sair, em busca de alguma coisa para beber antes que começasse a suar de verdade. Apesar de ter morado por tempos em Nevada, o clima era totalmente diferente em Los Angeles. Virando-se para qualquer bancada onde estivessem servindo algo com a desculpa de que logo o temporal passaria e que os drinks não tinham custo, acabou por bater o ombro contra alguém relativamente mais alto. Estava um pouco cheio demais, era impossível que não acontecesse; entretanto, aquilo não a privava de ter educação. “Desculpe, my fault.” disse apressada, levantando um pouco as mãos como se estivesse se rendendo. @robbpelagios
O primeiro evento de Robb após suas férias foi a convenção que ele sempre admirou ao longe quando era simplesmente um desconhecido. Ele adorava o evento como fã, pois era o momento que descobriria todas as novidades da próxima temporada e agora como um famoso ele estava ali para falar sobre as próximas temporadas do seriado onde era protagonista e de sua participação no filme da Liga da Justiça. Ficou animado ao perceber que as pessoas estavam ali para vê-lo, já que tinha uma péssima mania de achar que as pessoas simplesmente não gostavam dele e acreditava que possuía seis fãs no mundo. Claro que tudo aquilo foi sobrepujado pelos ocorridos que se seguiram. Em um momento o grande e dourado sol brilhava sobre suas cabeças e no outro simplesmente uma tempestade se formou, obrigando as pessoas a se confinarem dentro do local. Nunca imaginou que sentiria tanto calor em um lugar, mesmo que a temperatura tivesse caído consideravelmente no lado de fora, mas isto não o impediu de continuar com sua simpatia costumeira e empregar uma conversa animada com um dos seus colegas de elenco, quando sentiu uma batida na lateral de seu corpo. Aconteceria, ele sabia disso, afinal, estavam em frente a uma mesa repleta de drinks e as pessoas estavam se dirigindo para ali com afinco, afim de aplacar o calor que começavam a sentir. Ouviu uma voz se desculpando e virou-se em direção a ela para dizer que não havia sido nada, quando surpreendeu-se a encontrar a confeiteira do outro dia. A garota que passou praticamente uma hora falando como ele estava horrível com o roxo no rosto --- que agora já estava bem melhor --- abriu um sorriso provocador a vê-la e não se conteve em dizer. ❛ — Ora, ora, olha só quem temos aqui? Vendendo bolinhos e praticando bullying com pessoas machucadas ainda? ❜
Olhava em volta enquanto procurava encontrar alguma placa que indicasse o endereço certo, as coisas tinham mudado muito desde a ultima vez que esteve nos Estados Unidos. Tinha alugado uma pequena mansão em Bel Air, já que se hospedar na antiga casa de sua mãe ou com seu irmão, estava completamente fora de questão. Soltando um grunhido de irritação, guardou o celular no bolso. Iria perguntar sobre o endereço para a primeira pessoa que estivesse passando. ‘‘Ei, você! Pode me ajudar a achar um endereço?’’ Perguntou com educação para o estranho, o sotaque britânico ainda era forte em sua fala.
Los Angeles não era uma cidade muito fácil de se localizar. Um local repleto de ruas, vielas, avenidas e bairros enormes, que para uma pessoa como Robb foi difícil se acostumar e se localizar por ali. Porém, ele sabia o básico, ir para casa, ir para o estúdio e ir até seus restaurantes favoritos e era isto que estava fazendo no momento quando foi abordado por um homem alto de aspecto um tanto ameaçador. ❛ — Eu não conheço muito bem o lugar, mas claro, qual o endereço? ❜
O lugar calmo que havia encontrado servia para duas coisas: ouvir se alguém estivesse se aproximando e poder fumar em paz. Embora cigarro não fosse algo que era acostumado, ali, depois de esbarrar com o ex-namorado e ouvir a voz raivosa que atormentava em seus pesadelos, como não tinha bebida, seria a nicotina a aliviar sua tensão. E os passos, infelizmente, logo foram ouvido, o que fez seu corpo ficar um pouco tenso antes de perceber que não se tratava das botas pesadas do ex que faziam até um barulho singular. Mais relaxado, o moreno levou o cigarro aos lábios. “Se essa não era a área para fumantes… agora é. Agradeceria se você não me dedurasse.”
Qualquer lugar era melhor do que ficar no meio do movimento. Atores e fãs dividiam o mesmo espaço agora e isto parecia um tanto assustador para Robb, mesmo com o número elevado de seguranças que o local tinha. Na primeira oportunidade o ruivo fugiu, percorrendo os corredores do hotel até achar um local ao qual definitivamente ele pudesse ficar sozinho e longe dos olhares curiosos e do movimento exacerbado. Porém, o lugar não estava vazio, relevando este fato, Robb aproximou-se sentando-se defronte ao jovem que fumava. ❛ — Não costumo dedurar as pessoas, mesmo aquelas que desejam morrer lentamente fazendo o uso de nicotina. ❜ Brincou com um sorriso nos lábios, reparando que não conhecia o sujeito à sua frente. ❛ — Eu sou Robb, btw e você é? ❜
angxlsykes:
Like I said, this is cute. Era pra ser um deboche daquelas que eu fico com vontade de apertar a pessoa e não posso, Can I? Eu sou algum tipo de daddy’s little girl, I can’t say much about that. Seja lá quem ele for, tem um ótimo soco.
❛ — Ela tem outros dois filhos, não sei se sou realmente o garotinho da mamãe. ❜ Deu de ombros por um momento lembrando-se da preferência que a mulher tinha pelos outros dois. ❛ — Okay, eu vou levar isso como um elogio então, mas por favor, se for apertar o faça do lado onde não há um roxo. ❜
nxtasha:
Natasha ainda estava atrás do balcão, observando o garoto que tinha acabado de chegar. Havia tantas pessoas famosas naquele lugar que ela começava a se sentir mal por não reconhecer algumas logo de cara, mas o rosto de Robb não era tão estranho assim pra ela. Mesmo assim, não resolveu arriscar dizer que o reconhecia. — Muito prazer, Robb. Meu nome é Natasha. — Ela se apresentou com um sorriso, colocando a garrafa que tinha em mãos em cima do balcão entre os dois. Não faria mal puxar um pouco de assunto, já que tudo que tinha pra fazer era esperar a chuva passar. Um trovão soou ao longe, lembrando-os que estavam presos naquele hotel pela noite. — Você quer algo pra beber? Aproveita que sou a nova bartender e por mim é tudo por conta da casa.
O ruivo tinha uma péssima memória, afinal, ele era extremamente distraído e às vezes acabava por abstrair informações que passavam a ele. Um problema congênito que acabou sendo herdado por todos os Pelagios. Ainda assim, aproximou-se o suficiente para colocar o pacote de salgadinhos em cima do balcão que separava os dois. ❛ — O que você está fazendo? ❜ Questionou apesar de que a resposta era óbvia, mas qualquer coisa era melhor do que o silêncio e a possibilidade de que ele fosse quebrado por um trovão – o que ocorreu minutos depois – fazendo com que Robb se encolhesse um pouco, mas disfarçadamente sentou-se em uma das banquetas em frente ao balcão. ❛ — Você sabe preparar um bloody mary? ❜ Questionou com divertimento enquanto comia uma das batatinhas.
jxrdna:
“Você está fazendo isso de propósito, não é possível. Se eu admitir isso vai soar melhor? Nada mais delicado do que ‘hey, você vai poder fazer a live action do Shrek com essa cara!’” rolou os olhos, cruzando os braços. “Já, ao contrário de ter ficado famosa com alguma sex tape ou ter algum talento notório, eu fui pra faculdade e essa é uma justificativa muito boa. Ok, se você insiste… Na verdade, sou eu é quem estou incomodando, eu não deveria ficar falando na cabeça dos clientes mas é meio difícil quando você coloca palavras na minha boca.”
❛ — Na verdade eu estava apenas brincando e você sabe que se rolar um live action do Shrek ele vai ser todo feito a partir de computação gráfica, né? ❜ Retrucou com um singelo sorriso no rosto. ❛ — Eu só perguntei se você tinha ficado com um olho roxo, não sobre seu currículo, mas agora fiquei curioso. Você foi para faculdade cursar o que? Não coloquei palavras na sua boca, eu só interpretei as palavras que saíram dela. ❜