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Arte e forma: dançarina Hope Boykin explora a liberdade dos AirPods
Arte e forma: dançarina Hope Boykin explora a liberdade dos AirPods Hope Boykin se considera uma criadora. Ela é educadora, mobilizadora e motivadora. Além de tudo isso, ela também adora tecnologia. Boykin diz que está sempre ligada nas novidades e ri ao contar histórias sobre os esforços que já fez para comprar um iPhone no lançamento ou sobre quando ela até recrutou um colega da companhia para buscar seus AirPods enquanto ela viajava em 2016. “Eu sabia que eles iam mudar minha vida”, comentou Boykin. Durante os ensaios, os colegas, curiosos, queriam saber todos os detalhes, confiando na avaliação de Boykin para saber se iriam gostar do produto. Boykin usa os AirPods até durante a fisioterapia, para bloquear todos os ruídos externos e ficar isolada em seu mundo, durante a sessão e no caminho do metrô até sua casa. Hoje em dia, os AirPods são os fones de ouvido sem fio mais populares do mundo. “Quando estou no metrô e observo as pessoas, todas elas estão usando AirPods”, diz ela. Com 19 anos de experiência na Alvin Ailey American Dance Theater (AAADT), Boykin começou a mostrar interesse pela dança aos três anos de idade, e há 26 anos se dedica à dança profissionalmente. “Acho que, com quatro anos, eu já criava coreografias”, lembra Boykin. “Quando eu estava no quarto ano, me pediram para criar uma coreografia para ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’.” No mês que vem, Boykin volta para a AAADT após uma lesão no tornozelo em dezembro. Antes de retornar aos palcos, ela já terá coreografado diversas obras em vários âmbitos artísticos. Recentemente, ela trabalhou no teatro, criando a coreografia de um novo musical do Public Studio, de Nova York. Além disso, está trabalhando em uma apresentação solo para um espetáculo beneficente com a ajuda de uma estudante de artes na Ailey School. Seu projeto mais recente foi a coreografia da música “Rise Up”, da cantora de soul Andra Day, na cerimônia de lançamento do empreendimento Hudson Yards, no dia 15 de março de 2019. “Parece que todas as vezes em que sofro uma lesão, eu encontro um novo jeito de me expressar”, conta ela. “Isso me ajuda a lembrar que não existem limites.” Quando foi convidada para trabalhar na coreografia da apresentação de Hudson Yards, ela mergulhou no trabalho da cantora Andra Day, levando os AirPods para todos os lugares aonde ia. “Eu ouvi até enjoar”, conta ela. “No metrô, saindo de casa, chegando em casa. Quando você sabe até os momentos em que a cantora respira na música, dá para colocar isso nos movimentos. Você tem a sensação de estar totalmente envolvido pela música.” “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. É uma sensação incrível de liberdade, de não ter amarras.” Na Ailey School, Boykin aproveita a liberdade de movimentos, flutuando pelo estúdio, perdida no seu próprio mundo. “Muitas vezes, eu sinto como se o design de alguma coisa tivesse sido feito para mim”, diz ela. “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. É uma sensação incrível de liberdade, de não ter amarras.” Boykin lembra que, no tempo em que dançava na companhia Philadanco, nos anos 90, os dançarinos dependiam de fitas VHS para aprender o repertório. “Precisávamos assistir e rebobinar, e rebobinávamos tanto que a fita arrebentava. Tínhamos que consertar com fita adesiva.” Desde então, Boykin aproveitou todas as tecnologias que foram disponibilizadas. Desde as primeiras filmadoras até os AirPods e os aparelhos iPhone que ela leva para o estúdio junto com a câmera DJI Osmo, que usa para gravar os ensaios de todos os ângulos, Boykin é fascinada pela arte da captura de imagens. Ela produziu o próprio livro, Moments, uma coleção de palavras, reflexões e imagens dela. Também tem uma série de vídeos (filmados e editados por ela com o Final Cut Pro), que usa para se expressar nas “horas vagas”. Seus alunos são seu meio de comunicação mais recente. “Estou sempre com os AirPods para ter certeza de que o som está do jeito que eu quero”, conta Boykin. “Mas eu nem sempre deixo que eles ouçam a música com a qual estamos trabalhando. Isso faz com que o trabalho dos dançarinos fique bem cru. Assim, eles não criam identificações com letras, acordes ou notas específicas. Posso dar algumas dicas sobre o que eles devem sentir antes que ouçam a música.” “Isso nos ajuda a entrar no clima e faz de nós uma tela em branco para ela”, descreve Martina Viadana, uma aluna da Ailey School a quem Boykin se refere como seu “corpo” para fazer os movimentos da coreografia enquanto ela ainda não está totalmente liberada por conta da lesão. “Ela atua como uma pintora nesse sentido.” Embora a tecnologia possa parecer oposta à dança, na verdade, ela transformou a experiência, dando aos alunos liberdade para se movimentar e aprender à sua maneira, no seu ritmo. Para Boykin, a tecnologia proporciona liberdade para criar, mesmo nos momentos em que seus movimentos físicos estão restritos. “A liberdade pode ser muitas coisas”, afirma Boykin. “Como artista, posso fingir. Posso sorrir ao derramar uma lágrima, fazer uma apresentação após a morte do meu pai, não estar em um bom dia comigo mesma e ainda conseguir passar algo por meio da minha arte, mas é bom poder se perder no próprio espaço às vezes.” “Posso estar em uma sala com várias pessoas, com meu celular na bolsa e os AirPods nos ouvidos”, ela conta, “e me perder naquele espaço, sem estar presa a um fio, à opinião de ninguém, a um julgamento, simplesmente estar sozinha, com a maior liberdade que é possível sentir.” Contatos de imprensa Erica Souza ,Apple,[email protected],+55 (11) 5503-1502 Apple Media Helpline,[email protected],(408) 972-2042
Arte e forma: dançarina Hope Boykin explora a liberdade dos AirPods
Arte e forma: dançarina Hope Boykin explora a liberdade dos AirPods Hope Boykin se considera uma criadora. Ela é educadora, mobilizadora e motivadora. Além de tudo isso, ela também adora tecnologia. Boykin diz que está sempre ligada nas novidades e ri ao contar histórias sobre os esforços que já fez para comprar um iPhone no lançamento ou sobre quando ela até recrutou um colega da companhia para buscar seus AirPods enquanto ela viajava em 2016. “Eu sabia que eles iam mudar minha vida”, comentou Boykin. Durante os ensaios, os colegas, curiosos, queriam saber todos os detalhes, confiando na avaliação de Boykin para saber se iriam gostar do produto. Boykin usa os AirPods até durante a fisioterapia, para bloquear todos os ruídos externos e ficar isolada em seu mundo, durante a sessão e no caminho do metrô até sua casa. Hoje em dia, os AirPods são os fones de ouvido sem fio mais populares do mundo. “Quando estou no metrô e observo as pessoas, todas elas estão usando AirPods”, diz ela. Com 19 anos de experiência na Alvin Ailey American Dance Theater (AAADT), Boykin começou a mostrar interesse pela dança aos três anos de idade, e há 26 anos se dedica à dança profissionalmente. “Acho que, com quatro anos, eu já criava coreografias”, lembra Boykin. “Quando eu estava no quarto ano, me pediram para criar uma coreografia para ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’.” No mês que vem, Boykin volta para a AAADT após uma lesão no tornozelo em dezembro. Antes de retornar aos palcos, ela já terá coreografado diversas obras em vários âmbitos artísticos. Recentemente, ela trabalhou no teatro, criando a coreografia de um novo musical do Public Studio, de Nova York. Além disso, está trabalhando em uma apresentação solo para um espetáculo beneficente com a ajuda de uma estudante de artes na Ailey School. Seu projeto mais recente foi a coreografia da música “Rise Up”, da cantora de soul Andra Day, na cerimônia de lançamento do empreendimento Hudson Yards, no dia 15 de março de 2019. “Parece que todas as vezes em que sofro uma lesão, eu encontro um novo jeito de me expressar”, conta ela. “Isso me ajuda a lembrar que não existem limites.” Quando foi convidada para trabalhar na coreografia da apresentação de Hudson Yards, ela mergulhou no trabalho da cantora Andra Day, levando os AirPods para todos os lugares aonde ia. “Eu ouvi até enjoar”, conta ela. “No metrô, saindo de casa, chegando em casa. Quando você sabe até os momentos em que a cantora respira na música, dá para colocar isso nos movimentos. Você tem a sensação de estar totalmente envolvido pela música.” “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. É uma sensação incrível de liberdade, de não ter amarras.” Na Ailey School, Boykin aproveita a liberdade de movimentos, flutuando pelo estúdio, perdida no seu próprio mundo. “Muitas vezes, eu sinto como se o design de alguma coisa tivesse sido feito para mim”, diz ela. “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. É uma sensação incrível de liberdade, de não ter amarras.” Boykin lembra que, no tempo em que dançava na companhia Philadanco, nos anos 90, os dançarinos dependiam de fitas VHS para aprender o repertório. “Precisávamos assistir e rebobinar, e rebobinávamos tanto que a fita arrebentava. Tínhamos que consertar com fita adesiva.” Desde então, Boykin aproveitou todas as tecnologias que foram disponibilizadas. Desde as primeiras filmadoras até os AirPods e os aparelhos iPhone que ela leva para o estúdio junto com a câmera DJI Osmo, que usa para gravar os ensaios de todos os ângulos, Boykin é fascinada pela arte da captura de imagens. Ela produziu o próprio livro, Moments, uma coleção de palavras, reflexões e imagens dela. Também tem uma série de vídeos (filmados e editados por ela com o Final Cut Pro), que usa para se expressar nas “horas vagas”. Seus alunos são seu meio de comunicação mais recente. “Estou sempre com os AirPods para ter certeza de que o som está do jeito que eu quero”, conta Boykin. “Mas eu nem sempre deixo que eles ouçam a música com a qual estamos trabalhando. Isso faz com que o trabalho dos dançarinos fique bem cru. Assim, eles não criam identificações com letras, acordes ou notas específicas. Posso dar algumas dicas sobre o que eles devem sentir antes que ouçam a música.” “Isso nos ajuda a entrar no clima e faz de nós uma tela em branco para ela”, descreve Martina Viadana, uma aluna da Ailey School a quem Boykin se refere como seu “corpo” para fazer os movimentos da coreografia enquanto ela ainda não está totalmente liberada por conta da lesão. “Ela atua como uma pintora nesse sentido.” Embora a tecnologia possa parecer oposta à dança, na verdade, ela transformou a experiência, dando aos alunos liberdade para se movimentar e aprender à sua maneira, no seu ritmo. Para Boykin, a tecnologia proporciona liberdade para criar, mesmo nos momentos em que seus movimentos físicos estão restritos. “A liberdade pode ser muitas coisas”, afirma Boykin. “Como artista, posso fingir. Posso sorrir ao derramar uma lágrima, fazer uma apresentação após a morte do meu pai, não estar em um bom dia comigo mesma e ainda conseguir passar algo por meio da minha arte, mas é bom poder se perder no próprio espaço às vezes.” “Posso estar em uma sala com várias pessoas, com meu celular na bolsa e os AirPods nos ouvidos”, ela conta, “e me perder naquele espaço, sem estar presa a um fio, à opinião de ninguém, a um julgamento, simplesmente estar sozinha, com a maior liberdade que é possível sentir.” Contatos de imprensa Erica Souza ,Apple,[email protected],+55 (11) 5503-1502 Apple Media Helpline,[email protected],(408) 972-2042
Arte e forma: dançarina Hope Boykin explora a liberdade dos AirPods
Arte e forma: dançarina Hope Boykin explora a liberdade dos AirPods Hope Boykin se considera uma criadora. Ela é educadora, mobilizadora e motivadora. Além de tudo isso, ela também adora tecnologia. Boykin diz que está sempre ligada nas novidades e ri ao contar histórias sobre os esforços que já fez para comprar um iPhone no lançamento ou sobre quando ela até recrutou um colega da companhia para buscar seus AirPods enquanto ela viajava em 2016. “Eu sabia que eles iam mudar minha vida”, comentou Boykin. Durante os ensaios, os colegas, curiosos, queriam saber todos os detalhes, confiando na avaliação de Boykin para saber se iriam gostar do produto. Boykin usa os AirPods até durante a fisioterapia, para bloquear todos os ruídos externos e ficar isolada em seu mundo, durante a sessão e no caminho do metrô até sua casa. Hoje em dia, os AirPods são os fones de ouvido sem fio mais populares do mundo. “Quando estou no metrô e observo as pessoas, todas elas estão usando AirPods”, diz ela. Com 19 anos de experiência na Alvin Ailey American Dance Theater (AAADT), Boykin começou a mostrar interesse pela dança aos três anos de idade, e há 26 anos se dedica à dança profissionalmente. “Acho que, com quatro anos, eu já criava coreografias”, lembra Boykin. “Quando eu estava no quarto ano, me pediram para criar uma coreografia para ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’.” No mês que vem, Boykin volta para a AAADT após uma lesão no tornozelo em dezembro. Antes de retornar aos palcos, ela já terá coreografado diversas obras em vários âmbitos artísticos. Recentemente, ela trabalhou no teatro, criando a coreografia de um novo musical do Public Studio, de Nova York. Além disso, está trabalhando em uma apresentação solo para um espetáculo beneficente com a ajuda de uma estudante de artes na Ailey School. Seu projeto mais recente foi a coreografia da música “Rise Up”, da cantora de soul Andra Day, na cerimônia de lançamento do empreendimento Hudson Yards, no dia 15 de março de 2019. “Parece que todas as vezes em que sofro uma lesão, eu encontro um novo jeito de me expressar”, conta ela. “Isso me ajuda a lembrar que não existem limites.” Quando foi convidada para trabalhar na coreografia da apresentação de Hudson Yards, ela mergulhou no trabalho da cantora Andra Day, levando os AirPods para todos os lugares aonde ia. “Eu ouvi até enjoar”, conta ela. “No metrô, saindo de casa, chegando em casa. Quando você sabe até os momentos em que a cantora respira na música, dá para colocar isso nos movimentos. Você tem a sensação de estar totalmente envolvido pela música.” “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. É uma sensação incrível de liberdade, de não ter amarras.” Na Ailey School, Boykin aproveita a liberdade de movimentos, flutuando pelo estúdio, perdida no seu próprio mundo. “Muitas vezes, eu sinto como se o design de alguma coisa tivesse sido feito para mim”, diz ela. “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. É uma sensação incrível de liberdade, de não ter amarras.” Boykin lembra que, no tempo em que dançava na companhia Philadanco, nos anos 90, os dançarinos dependiam de fitas VHS para aprender o repertório. “Precisávamos assistir e rebobinar, e rebobinávamos tanto que a fita arrebentava. Tínhamos que consertar com fita adesiva.” Desde então, Boykin aproveitou todas as tecnologias que foram disponibilizadas. Desde as primeiras filmadoras até os AirPods e os aparelhos iPhone que ela leva para o estúdio junto com a câmera DJI Osmo, que usa para gravar os ensaios de todos os ângulos, Boykin é fascinada pela arte da captura de imagens. Ela produziu o próprio livro, Moments, uma coleção de palavras, reflexões e imagens dela. Também tem uma série de vídeos (filmados e editados por ela com o Final Cut Pro), que usa para se expressar nas “horas vagas”. Seus alunos são seu meio de comunicação mais recente. “Estou sempre com os AirPods para ter certeza de que o som está do jeito que eu quero”, conta Boykin. “Mas eu nem sempre deixo que eles ouçam a música com a qual estamos trabalhando. Isso faz com que o trabalho dos dançarinos fique bem cru. Assim, eles não criam identificações com letras, acordes ou notas específicas. Posso dar algumas dicas sobre o que eles devem sentir antes que ouçam a música.” “Isso nos ajuda a entrar no clima e faz de nós uma tela em branco para ela”, descreve Martina Viadana, uma aluna da Ailey School a quem Boykin se refere como seu “corpo” para fazer os movimentos da coreografia enquanto ela ainda não está totalmente liberada por conta da lesão. “Ela atua como uma pintora nesse sentido.” Embora a tecnologia possa parecer oposta à dança, na verdade, ela transformou a experiência, dando aos alunos liberdade para se movimentar e aprender à sua maneira, no seu ritmo. Para Boykin, a tecnologia proporciona liberdade para criar, mesmo nos momentos em que seus movimentos físicos estão restritos. “A liberdade pode ser muitas coisas”, afirma Boykin. “Como artista, posso fingir. Posso sorrir ao derramar uma lágrima, fazer uma apresentação após a morte do meu pai, não estar em um bom dia comigo mesma e ainda conseguir passar algo por meio da minha arte, mas é bom poder se perder no próprio espaço às vezes.” “Posso estar em uma sala com várias pessoas, com meu celular na bolsa e os AirPods nos ouvidos”, ela conta, “e me perder naquele espaço, sem estar presa a um fio, à opinião de ninguém, a um julgamento, simplesmente estar sozinha, com a maior liberdade que é possível sentir.” Contatos de imprensa Erica Souza ,Apple,[email protected],+55 (11) 5503-1502 Apple Media Helpline,[email protected],(408) 972-2042
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Arte e forma: dançarina Hope Boykin explora a liberdade dos AirPods Hope Boykin se considera uma criadora. Ela é educadora, mobilizadora e motivadora. Além de tudo isso, ela também adora tecnologia. Boykin diz que está sempre ligada nas novidades e ri ao contar histórias sobre os esforços que já fez para comprar um iPhone no lançamento ou sobre quando ela até recrutou um colega da companhia para buscar seus AirPods enquanto ela viajava em 2016. “Eu sabia que eles iam mudar minha vida”, comentou Boykin. Durante os ensaios, os colegas, curiosos, queriam saber todos os detalhes, confiando na avaliação de Boykin para saber se iriam gostar do produto. Boykin usa os AirPods até durante a fisioterapia, para bloquear todos os ruídos externos e ficar isolada em seu mundo, durante a sessão e no caminho do metrô até sua casa. Hoje em dia, os AirPods são os fones de ouvido sem fio mais populares do mundo. “Quando estou no metrô e observo as pessoas, todas elas estão usando AirPods”, diz ela. Com 19 anos de experiência na Alvin Ailey American Dance Theater (AAADT), Boykin começou a mostrar interesse pela dança aos três anos de idade, e há 26 anos se dedica à dança profissionalmente. “Acho que, com quatro anos, eu já criava coreografias”, lembra Boykin. “Quando eu estava no quarto ano, me pediram para criar uma coreografia para ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’.” No mês que vem, Boykin volta para a AAADT após uma lesão no tornozelo em dezembro. Antes de retornar aos palcos, ela já terá coreografado diversas obras em vários âmbitos artísticos. Recentemente, ela trabalhou no teatro, criando a coreografia de um novo musical do Public Studio, de Nova York. Além disso, está trabalhando em uma apresentação solo para um espetáculo beneficente com a ajuda de uma estudante de artes na Ailey School. Seu projeto mais recente foi a coreografia da música “Rise Up”, da cantora de soul Andra Day, na cerimônia de lançamento do empreendimento Hudson Yards, no dia 15 de março de 2019. “Parece que todas as vezes em que sofro uma lesão, eu encontro um novo jeito de me expressar”, conta ela. “Isso me ajuda a lembrar que não existem limites.” Quando foi convidada para trabalhar na coreografia da apresentação de Hudson Yards, ela mergulhou no trabalho da cantora Andra Day, levando os AirPods para todos os lugares aonde ia. “Eu ouvi até enjoar”, conta ela. “No metrô, saindo de casa, chegando em casa. Quando você sabe até os momentos em que a cantora respira na música, dá para colocar isso nos movimentos. Você tem a sensação de estar totalmente envolvido pela música.” “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. É uma sensação incrível de liberdade, de não ter amarras.” Na Ailey School, Boykin aproveita a liberdade de movimentos, flutuando pelo estúdio, perdida no seu próprio mundo. “Muitas vezes, eu sinto como se o design de alguma coisa tivesse sido feito para mim”, diz ela. “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. É uma sensação incrível de liberdade, de não ter amarras.” Boykin lembra que, no tempo em que dançava na companhia Philadanco, nos anos 90, os dançarinos dependiam de fitas VHS para aprender o repertório. “Precisávamos assistir e rebobinar, e rebobinávamos tanto que a fita arrebentava. Tínhamos que consertar com fita adesiva.” Desde então, Boykin aproveitou todas as tecnologias que foram disponibilizadas. Desde as primeiras filmadoras até os AirPods e os aparelhos iPhone que ela leva para o estúdio junto com a câmera DJI Osmo, que usa para gravar os ensaios de todos os ângulos, Boykin é fascinada pela arte da captura de imagens. Ela produziu o próprio livro, Moments, uma coleção de palavras, reflexões e imagens dela. Também tem uma série de vídeos (filmados e editados por ela com o Final Cut Pro), que usa para se expressar nas “horas vagas”. Seus alunos são seu meio de comunicação mais recente. “Estou sempre com os AirPods para ter certeza de que o som está do jeito que eu quero”, conta Boykin. “Mas eu nem sempre deixo que eles ouçam a música com a qual estamos trabalhando. Isso faz com que o trabalho dos dançarinos fique bem cru. Assim, eles não criam identificações com letras, acordes ou notas específicas. Posso dar algumas dicas sobre o que eles devem sentir antes que ouçam a música.” “Isso nos ajuda a entrar no clima e faz de nós uma tela em branco para ela”, descreve Martina Viadana, uma aluna da Ailey School a quem Boykin se refere como seu “corpo” para fazer os movimentos da coreografia enquanto ela ainda não está totalmente liberada por conta da lesão. “Ela atua como uma pintora nesse sentido.” Embora a tecnologia possa parecer oposta à dança, na verdade, ela transformou a experiência, dando aos alunos liberdade para se movimentar e aprender à sua maneira, no seu ritmo. Para Boykin, a tecnologia proporciona liberdade para criar, mesmo nos momentos em que seus movimentos físicos estão restritos. “A liberdade pode ser muitas coisas”, afirma Boykin. “Como artista, posso fingir. Posso sorrir ao derramar uma lágrima, fazer uma apresentação após a morte do meu pai, não estar em um bom dia comigo mesma e ainda conseguir passar algo por meio da minha arte, mas é bom poder se perder no próprio espaço às vezes.” “Posso estar em uma sala com várias pessoas, com meu celular na bolsa e os AirPods nos ouvidos”, ela conta, “e me perder naquele espaço, sem estar presa a um fio, à opinião de ninguém, a um julgamento, simplesmente estar sozinha, com a maior liberdade que é possível sentir.” Contatos de imprensa Erica Souza ,Apple,[email protected],+55 (11) 5503-1502 Apple Media Helpline,[email protected],(408) 972-2042
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Arte e forma: dançarina Hope Boykin explora a liberdade dos AirPods Hope Boykin se considera uma criadora. Ela é educadora, mobilizadora e motivadora. Além de tudo isso, ela também adora tecnologia. Boykin diz que está sempre ligada nas novidades e ri ao contar histórias sobre os esforços que já fez para comprar um iPhone no lançamento ou sobre quando ela até recrutou um colega da companhia para buscar seus AirPods enquanto ela viajava em 2016. “Eu sabia que eles iam mudar minha vida”, comentou Boykin. Durante os ensaios, os colegas, curiosos, queriam saber todos os detalhes, confiando na avaliação de Boykin para saber se iriam gostar do produto. Boykin usa os AirPods até durante a fisioterapia, para bloquear todos os ruídos externos e ficar isolada em seu mundo, durante a sessão e no caminho do metrô até sua casa. Hoje em dia, os AirPods são os fones de ouvido sem fio mais populares do mundo. “Quando estou no metrô e observo as pessoas, todas elas estão usando AirPods”, diz ela. Com 19 anos de experiência na Alvin Ailey American Dance Theater (AAADT), Boykin começou a mostrar interesse pela dança aos três anos de idade, e há 26 anos se dedica à dança profissionalmente. “Acho que, com quatro anos, eu já criava coreografias”, lembra Boykin. “Quando eu estava no quarto ano, me pediram para criar uma coreografia para ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’.” No mês que vem, Boykin volta para a AAADT após uma lesão no tornozelo em dezembro. Antes de retornar aos palcos, ela já terá coreografado diversas obras em vários âmbitos artísticos. Recentemente, ela trabalhou no teatro, criando a coreografia de um novo musical do Public Studio, de Nova York. Além disso, está trabalhando em uma apresentação solo para um espetáculo beneficente com a ajuda de uma estudante de artes na Ailey School. Seu projeto mais recente foi a coreografia da música “Rise Up”, da cantora de soul Andra Day, na cerimônia de lançamento do empreendimento Hudson Yards, no dia 15 de março de 2019. “Parece que todas as vezes em que sofro uma lesão, eu encontro um novo jeito de me expressar”, conta ela. “Isso me ajuda a lembrar que não existem limites.” Quando foi convidada para trabalhar na coreografia da apresentação de Hudson Yards, ela mergulhou no trabalho da cantora Andra Day, levando os AirPods para todos os lugares aonde ia. “Eu ouvi até enjoar”, conta ela. “No metrô, saindo de casa, chegando em casa. Quando você sabe até os momentos em que a cantora respira na música, dá para colocar isso nos movimentos. Você tem a sensação de estar totalmente envolvido pela música.” “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. É uma sensação incrível de liberdade, de não ter amarras.” Na Ailey School, Boykin aproveita a liberdade de movimentos, flutuando pelo estúdio, perdida no seu próprio mundo. “Muitas vezes, eu sinto como se o design de alguma coisa tivesse sido feito para mim”, diz ela. “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. É uma sensação incrível de liberdade, de não ter amarras.” Boykin lembra que, no tempo em que dançava na companhia Philadanco, nos anos 90, os dançarinos dependiam de fitas VHS para aprender o repertório. “Precisávamos assistir e rebobinar, e rebobinávamos tanto que a fita arrebentava. Tínhamos que consertar com fita adesiva.” Desde então, Boykin aproveitou todas as tecnologias que foram disponibilizadas. Desde as primeiras filmadoras até os AirPods e os aparelhos iPhone que ela leva para o estúdio junto com a câmera DJI Osmo, que usa para gravar os ensaios de todos os ângulos, Boykin é fascinada pela arte da captura de imagens. Ela produziu o próprio livro, Moments, uma coleção de palavras, reflexões e imagens dela. Também tem uma série de vídeos (filmados e editados por ela com o Final Cut Pro), que usa para se expressar nas “horas vagas”. Seus alunos são seu meio de comunicação mais recente. “Estou sempre com os AirPods para ter certeza de que o som está do jeito que eu quero”, conta Boykin. “Mas eu nem sempre deixo que eles ouçam a música com a qual estamos trabalhando. Isso faz com que o trabalho dos dançarinos fique bem cru. Assim, eles não criam identificações com letras, acordes ou notas específicas. Posso dar algumas dicas sobre o que eles devem sentir antes que ouçam a música.” “Isso nos ajuda a entrar no clima e faz de nós uma tela em branco para ela”, descreve Martina Viadana, uma aluna da Ailey School a quem Boykin se refere como seu “corpo” para fazer os movimentos da coreografia enquanto ela ainda não está totalmente liberada por conta da lesão. “Ela atua como uma pintora nesse sentido.” Embora a tecnologia possa parecer oposta à dança, na verdade, ela transformou a experiência, dando aos alunos liberdade para se movimentar e aprender à sua maneira, no seu ritmo. Para Boykin, a tecnologia proporciona liberdade para criar, mesmo nos momentos em que seus movimentos físicos estão restritos. “A liberdade pode ser muitas coisas”, afirma Boykin. “Como artista, posso fingir. Posso sorrir ao derramar uma lágrima, fazer uma apresentação após a morte do meu pai, não estar em um bom dia comigo mesma e ainda conseguir passar algo por meio da minha arte, mas é bom poder se perder no próprio espaço às vezes.” “Posso estar em uma sala com várias pessoas, com meu celular na bolsa e os AirPods nos ouvidos”, ela conta, “e me perder naquele espaço, sem estar presa a um fio, à opinião de ninguém, a um julgamento, simplesmente estar sozinha, com a maior liberdade que é possível sentir.” Contatos de imprensa Erica Souza ,Apple,[email protected],+55 (11) 5503-1502 Apple Media Helpline,[email protected],(408) 972-2042
Arte e forma: dançarina Hope Boykin explora a liberdade dos AirPods Hope Boykin se considera uma criadora. Ela é educadora, mobilizadora e motivadora. Além de tudo isso, ela também adora tecnologia. Boykin diz que está sempre ligada nas novidades e ri ao contar histórias sobre os esforços que já fez para comprar um iPhone no lançamento ou sobre quando ela até recrutou um colega da companhia para buscar seus AirPods enquanto ela viajava em 2016. “Eu sabia que eles iam mudar minha vida”, comentou Boykin. Durante os ensaios, os colegas, curiosos, queriam saber todos os detalhes, confiando na avaliação de Boykin para saber se iriam gostar do produto. Boykin usa os AirPods até durante a fisioterapia, para bloquear todos os ruídos externos e ficar isolada em seu mundo, durante a sessão e no caminho do metrô até sua casa. Hoje em dia, os AirPods são os fones de ouvido sem fio mais populares do mundo. “Quando estou no metrô e observo as pessoas, todas elas estão usando AirPods”, diz ela. Com 19 anos de experiência na Alvin Ailey American Dance Theater (AAADT), Boykin começou a mostrar interesse pela dança aos três anos de idade, e há 26 anos se dedica à dança profissionalmente. “Acho que, com quatro anos, eu já criava coreografias”, lembra Boykin. “Quando eu estava no quarto ano, me pediram para criar uma coreografia para ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’.” No mês que vem, Boykin volta para a AAADT após uma lesão no tornozelo em dezembro. Antes de retornar aos palcos, ela já terá coreografado diversas obras em vários âmbitos artísticos. Recentemente, ela trabalhou no teatro, criando a coreografia de um novo musical do Public Studio, de Nova York. Além disso, está trabalhando em uma apresentação solo para um espetáculo beneficente com a ajuda de uma estudante de artes na Ailey School. Seu projeto mais recente foi a coreografia da música “Rise Up”, da cantora de soul Andra Day, na cerimônia de lançamento do empreendimento Hudson Yards, no dia 15 de março de 2019. “Parece que todas as vezes em que sofro uma lesão, eu encontro um novo jeito de me expressar”, conta ela. “Isso me ajuda a lembrar que não existem limites.” Quando foi convidada para trabalhar na coreografia da apresentação de Hudson Yards, ela mergulhou no trabalho da cantora Andra Day, levando os AirPods para todos os lugares aonde ia. “Eu ouvi até enjoar”, conta ela. “No metrô, saindo de casa, chegando em casa. Quando você sabe até os momentos em que a cantora respira na música, dá para colocar isso nos movimentos. Você tem a sensação de estar totalmente envolvido pela música.” “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. É uma sensação incrível de liberdade, de não ter amarras.” Na Ailey School, Boykin aproveita a liberdade de movimentos, flutuando pelo estúdio, perdida no seu próprio mundo. “Muitas vezes, eu sinto como se o design de alguma coisa tivesse sido feito para mim”, diz ela. “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. É uma sensação incrível de liberdade, de não ter amarras.” Boykin lembra que, no tempo em que dançava na companhia Philadanco, nos anos 90, os dançarinos dependiam de fitas VHS para aprender o repertório. “Precisávamos assistir e rebobinar, e rebobinávamos tanto que a fita arrebentava. Tínhamos que consertar com fita adesiva.” Desde então, Boykin aproveitou todas as tecnologias que foram disponibilizadas. Desde as primeiras filmadoras até os AirPods e os aparelhos iPhone que ela leva para o estúdio junto com a câmera DJI Osmo, que usa para gravar os ensaios de todos os ângulos, Boykin é fascinada pela arte da captura de imagens. Ela produziu o próprio livro, Moments, uma coleção de palavras, reflexões e imagens dela. Também tem uma série de vídeos (filmados e editados por ela com o Final Cut Pro), que usa para se expressar nas “horas vagas”. Seus alunos são seu meio de comunicação mais recente. “Estou sempre com os AirPods para ter certeza de que o som está do jeito que eu quero”, conta Boykin. “Mas eu nem sempre deixo que eles ouçam a música com a qual estamos trabalhando. Isso faz com que o trabalho dos dançarinos fique bem cru. Assim, eles não criam identificações com letras, acordes ou notas específicas. Posso dar algumas dicas sobre o que eles devem sentir antes que ouçam a música.” “Isso nos ajuda a entrar no clima e faz de nós uma tela em branco para ela”, descreve Martina Viadana, uma aluna da Ailey School a quem Boykin se refere como seu “corpo” para fazer os movimentos da coreografia enquanto ela ainda não está totalmente liberada por conta da lesão. “Ela atua como uma pintora nesse sentido.” Embora a tecnologia possa parecer oposta à dança, na verdade, ela transformou a experiência, dando aos alunos liberdade para se movimentar e aprender à sua maneira, no seu ritmo. Para Boykin, a tecnologia proporciona liberdade para criar, mesmo nos momentos em que seus movimentos físicos estão restritos. “A liberdade pode ser muitas coisas”, afirma Boykin. “Como artista, posso fingir. Posso sorrir ao derramar uma lágrima, fazer uma apresentação após a morte do meu pai, não estar em um bom dia comigo mesma e ainda conseguir passar algo por meio da minha arte, mas é bom poder se perder no próprio espaço às vezes.” “Posso estar em uma sala com várias pessoas, com meu celular na bolsa e os AirPods nos ouvidos”, ela conta, “e me perder naquele espaço, sem estar presa a um fio, à opinião de ninguém, a um julgamento, simplesmente estar sozinha, com a maior liberdade que é possível sentir.” Contatos de imprensa Erica Souza ,Apple,[email protected],+55 (11) 5503-1502 Apple Media Helpline,[email protected],(408) 972-2042
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Destaques da apresentação da Apple Contatos de imprensa Erica Souza ,Apple,[email protected],+55 (11) 5503-1502 Apple Media Helpline,[email protected],(408) 972-2042
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Arte e forma: dançarina Hope Boykin explora a liberdade dos AirPods Hope Boykin se considera uma criadora. Ela é educadora, mobilizadora e motivadora. Além de tudo isso, ela também adora tecnologia. Boykin diz que está sempre ligada nas novidades e ri ao contar histórias sobre os esforços que já fez para comprar um iPhone no lançamento ou sobre quando ela até recrutou um colega da companhia para buscar seus AirPods enquanto ela viajava em 2016. “Eu sabia que eles iam mudar minha vida”, comentou Boykin. Durante os ensaios, os colegas, curiosos, queriam saber todos os detalhes, confiando na avaliação de Boykin para saber se iriam gostar do produto. Boykin usa os AirPods até durante a fisioterapia, para bloquear todos os ruídos externos e ficar isolada em seu mundo, durante a sessão e no caminho do metrô até sua casa. Hoje em dia, os AirPods são os fones de ouvido sem fio mais populares do mundo. “Quando estou no metrô e observo as pessoas, todas elas estão usando AirPods”, diz ela. Com 19 anos de experiência na Alvin Ailey American Dance Theater (AAADT), Boykin começou a mostrar interesse pela dança aos três anos de idade, e há 26 anos se dedica à dança profissionalmente. “Acho que, com quatro anos, eu já criava coreografias”, lembra Boykin. “Quando eu estava no quarto ano, me pediram para criar uma coreografia para ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’.” No mês que vem, Boykin volta para a AAADT após uma lesão no tornozelo em dezembro. Antes de retornar aos palcos, ela já terá coreografado diversas obras em vários âmbitos artísticos. Recentemente, ela trabalhou no teatro, criando a coreografia de um novo musical do Public Studio, de Nova York. Além disso, está trabalhando em uma apresentação solo para um espetáculo beneficente com a ajuda de uma estudante de artes na Ailey School. Seu projeto mais recente foi a coreografia da música “Rise Up”, da cantora de soul Andra Day, na cerimônia de lançamento do empreendimento Hudson Yards, no dia 15 de março de 2019. “Parece que todas as vezes em que sofro uma lesão, eu encontro um novo jeito de me expressar”, conta ela. “Isso me ajuda a lembrar que não existem limites.” Quando foi convidada para trabalhar na coreografia da apresentação de Hudson Yards, ela mergulhou no trabalho da cantora Andra Day, levando os AirPods para todos os lugares aonde ia. “Eu ouvi até enjoar”, conta ela. “No metrô, saindo de casa, chegando em casa. Quando você sabe até os momentos em que a cantora respira na música, dá para colocar isso nos movimentos. Você tem a sensação de estar totalmente envolvido pela música.” “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. É uma sensação incrível de liberdade, de não ter amarras.” Na Ailey School, Boykin aproveita a liberdade de movimentos, flutuando pelo estúdio, perdida no seu próprio mundo. “Muitas vezes, eu sinto como se o design de alguma coisa tivesse sido feito para mim”, diz ela. “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. É uma sensação incrível de liberdade, de não ter amarras.” Boykin lembra que, no tempo em que dançava na companhia Philadanco, nos anos 90, os dançarinos dependiam de fitas VHS para aprender o repertório. “Precisávamos assistir e rebobinar, e rebobinávamos tanto que a fita arrebentava. Tínhamos que consertar com fita adesiva.” Desde então, Boykin aproveitou todas as tecnologias que foram disponibilizadas. Desde as primeiras filmadoras até os AirPods e os aparelhos iPhone que ela leva para o estúdio junto com a câmera DJI Osmo, que usa para gravar os ensaios de todos os ângulos, Boykin é fascinada pela arte da captura de imagens. Ela produziu o próprio livro, Moments, uma coleção de palavras, reflexões e imagens dela. Também tem uma série de vídeos (filmados e editados por ela com o Final Cut Pro), que usa para se expressar nas “horas vagas”. Seus alunos são seu meio de comunicação mais recente. “Estou sempre com os AirPods para ter certeza de que o som está do jeito que eu quero”, conta Boykin. “Mas eu nem sempre deixo que eles ouçam a música com a qual estamos trabalhando. Isso faz com que o trabalho dos dançarinos fique bem cru. Assim, eles não criam identificações com letras, acordes ou notas específicas. Posso dar algumas dicas sobre o que eles devem sentir antes que ouçam a música.” “Isso nos ajuda a entrar no clima e faz de nós uma tela em branco para ela”, descreve Martina Viadana, uma aluna da Ailey School a quem Boykin se refere como seu “corpo” para fazer os movimentos da coreografia enquanto ela ainda não está totalmente liberada por conta da lesão. “Ela atua como uma pintora nesse sentido.” Embora a tecnologia possa parecer oposta à dança, na verdade, ela transformou a experiência, dando aos alunos liberdade para se movimentar e aprender à sua maneira, no seu ritmo. Para Boykin, a tecnologia proporciona liberdade para criar, mesmo nos momentos em que seus movimentos físicos estão restritos. “A liberdade pode ser muitas coisas”, afirma Boykin. “Como artista, posso fingir. Posso sorrir ao derramar uma lágrima, fazer uma apresentação após a morte do meu pai, não estar em um bom dia comigo mesma e ainda conseguir passar algo por meio da minha arte, mas é bom poder se perder no próprio espaço às vezes.” “Posso estar em uma sala com várias pessoas, com meu celular na bolsa e os AirPods nos ouvidos”, ela conta, “e me perder naquele espaço, sem estar presa a um fio, à opinião de ninguém, a um julgamento, simplesmente estar sozinha, com a maior liberdade que é possível sentir.” Contatos de imprensa Erica Souza ,Apple,[email protected],+55 (11) 5503-1502 Apple Media Helpline,[email protected],(408) 972-2042
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Arte e forma: dançarina Hope Boykin explora a liberdade dos AirPods Hope Boykin se considera uma criadora. Ela é educadora, mobilizadora e motivadora. Além de tudo isso, ela também adora tecnologia. Boykin diz que está sempre ligada nas novidades e ri ao contar histórias sobre os esforços que já fez para comprar um iPhone no lançamento ou sobre quando ela até recrutou um colega da companhia para buscar seus AirPods enquanto ela viajava em 2016. “Eu sabia que eles iam mudar minha vida”, comentou Boykin. Durante os ensaios, os colegas, curiosos, queriam saber todos os detalhes, confiando na avaliação de Boykin para saber se iriam gostar do produto. Boykin usa os AirPods até durante a fisioterapia, para bloquear todos os ruídos externos e ficar isolada em seu mundo, durante a sessão e no caminho do metrô até sua casa. Hoje em dia, os AirPods são os fones de ouvido sem fio mais populares do mundo. “Quando estou no metrô e observo as pessoas, todas elas estão usando AirPods”, diz ela. Com 19 anos de experiência na Alvin Ailey American Dance Theater (AAADT), Boykin começou a mostrar interesse pela dança aos três anos de idade, e há 26 anos se dedica à dança profissionalmente. “Acho que, com quatro anos, eu já criava coreografias”, lembra Boykin. “Quando eu estava no quarto ano, me pediram para criar uma coreografia para ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’.” No mês que vem, Boykin volta para a AAADT após uma lesão no tornozelo em dezembro. Antes de retornar aos palcos, ela já terá coreografado diversas obras em vários âmbitos artísticos. Recentemente, ela trabalhou no teatro, criando a coreografia de um novo musical do Public Studio, de Nova York. Além disso, está trabalhando em uma apresentação solo para um espetáculo beneficente com a ajuda de uma estudante de artes na Ailey School. Seu projeto mais recente foi a coreografia da música “Rise Up”, da cantora de soul Andra Day, na cerimônia de lançamento do empreendimento Hudson Yards, no dia 15 de março de 2019. “Parece que todas as vezes em que sofro uma lesão, eu encontro um novo jeito de me expressar”, conta ela. “Isso me ajuda a lembrar que não existem limites.” Quando foi convidada para trabalhar na coreografia da apresentação de Hudson Yards, ela mergulhou no trabalho da cantora Andra Day, levando os AirPods para todos os lugares aonde ia. “Eu ouvi até enjoar”, conta ela. “No metrô, saindo de casa, chegando em casa. Quando você sabe até os momentos em que a cantora respira na música, dá para colocar isso nos movimentos. Você tem a sensação de estar totalmente envolvido pela música.” “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. É uma sensação incrível de liberdade, de não ter amarras.” Na Ailey School, Boykin aproveita a liberdade de movimentos, flutuando pelo estúdio, perdida no seu próprio mundo. “Muitas vezes, eu sinto como se o design de alguma coisa tivesse sido feito para mim”, diz ela. “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. É uma sensação incrível de liberdade, de não ter amarras.” Boykin lembra que, no tempo em que dançava na companhia Philadanco, nos anos 90, os dançarinos dependiam de fitas VHS para aprender o repertório. “Precisávamos assistir e rebobinar, e rebobinávamos tanto que a fita arrebentava. Tínhamos que consertar com fita adesiva.” Desde então, Boykin aproveitou todas as tecnologias que foram disponibilizadas. Desde as primeiras filmadoras até os AirPods e os aparelhos iPhone que ela leva para o estúdio junto com a câmera DJI Osmo, que usa para gravar os ensaios de todos os ângulos, Boykin é fascinada pela arte da captura de imagens. Ela produziu o próprio livro, Moments, uma coleção de palavras, reflexões e imagens dela. Também tem uma série de vídeos (filmados e editados por ela com o Final Cut Pro), que usa para se expressar nas “horas vagas”. Seus alunos são seu meio de comunicação mais recente. “Estou sempre com os AirPods para ter certeza de que o som está do jeito que eu quero”, conta Boykin. “Mas eu nem sempre deixo que eles ouçam a música com a qual estamos trabalhando. Isso faz com que o trabalho dos dançarinos fique bem cru. Assim, eles não criam identificações com letras, acordes ou notas específicas. Posso dar algumas dicas sobre o que eles devem sentir antes que ouçam a música.” “Isso nos ajuda a entrar no clima e faz de nós uma tela em branco para ela”, descreve Martina Viadana, uma aluna da Ailey School a quem Boykin se refere como seu “corpo” para fazer os movimentos da coreografia enquanto ela ainda não está totalmente liberada por conta da lesão. “Ela atua como uma pintora nesse sentido.” Embora a tecnologia possa parecer oposta à dança, na verdade, ela transformou a experiência, dando aos alunos liberdade para se movimentar e aprender à sua maneira, no seu ritmo. Para Boykin, a tecnologia proporciona liberdade para criar, mesmo nos momentos em que seus movimentos físicos estão restritos. “A liberdade pode ser muitas coisas”, afirma Boykin. “Como artista, posso fingir. Posso sorrir ao derramar uma lágrima, fazer uma apresentação após a morte do meu pai, não estar em um bom dia comigo mesma e ainda conseguir passar algo por meio da minha arte, mas é bom poder se perder no próprio espaço às vezes.” “Posso estar em uma sala com várias pessoas, com meu celular na bolsa e os AirPods nos ouvidos”, ela conta, “e me perder naquele espaço, sem estar presa a um fio, à opinião de ninguém, a um julgamento, simplesmente estar sozinha, com a maior liberdade que é possível sentir.” Contatos de imprensa Erica Souza ,Apple,[email protected],+55 (11) 5503-1502 Apple Media Helpline,[email protected],(408) 972-2042
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Com 19 anos de experiência na Alvin Ailey American Dance Theater (AAADT), Boykin começou a mostrar interesse pela dança aos três anos de idade, e há 26 anos se dedica à dança profissionalmente. “Acho que, com quatro anos, eu já criava coreografias”, lembra Boykin. “Quando eu estava no quarto ano, me pediram para criar uma coreografia para ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’.” No mês que vem, Boykin volta para a AAADT após uma lesão no tornozelo em dezembro. Antes de retornar aos palcos, ela já terá coreografado diversas obras em vários âmbitos artísticos. Recentemente, ela trabalhou no teatro, criando a coreografia de um novo musical do Public Studio, de Nova York. Além disso, está trabalhando em uma apresentação solo para um espetáculo beneficente com a ajuda de uma estudante de artes na Ailey School. Seu projeto mais recente foi a coreografia da música “Rise Up”, da cantora de soul Andra Day, na cerimônia de lançamento do empreendimento Hudson Yards, no dia 15 de março de 2019. “Parece que todas as vezes em que sofro uma lesão, eu encontro um novo jeito de me expressar”, conta ela. “Isso me ajuda a lembrar que não existem limites.” Quando foi convidada para trabalhar na coreografia da apresentação de Hudson Yards, ela mergulhou no trabalho da cantora Andra Day, levando os AirPods para todos os lugares aonde ia. “Eu ouvi até enjoar”, conta ela. “No metrô, saindo de casa, chegando em casa. Quando você sabe até os momentos em que a cantora respira na música, dá para colocar isso nos movimentos. Você tem a sensação de estar totalmente envolvido pela música.” “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. É uma sensação incrível de liberdade, de não ter amarras.” Na Ailey School, Boykin aproveita a liberdade de movimentos, flutuando pelo estúdio, perdida no seu próprio mundo. “Muitas vezes, eu sinto como se o design de alguma coisa tivesse sido feito para mim”, diz ela. “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. É uma sensação incrível de liberdade, de não ter amarras.” Boykin lembra que, no tempo em que dançava na companhia Philadanco, nos anos 90, os dançarinos dependiam de fitas VHS para aprender o repertório. “Precisávamos assistir e rebobinar, e rebobinávamos tanto que a fita arrebentava. Tínhamos que consertar com fita adesiva.” Desde então, Boykin aproveitou todas as tecnologias que foram disponibilizadas. Desde as primeiras filmadoras até os AirPods e os aparelhos iPhone que ela leva para o estúdio junto com a câmera DJI Osmo, que usa para gravar os ensaios de todos os ângulos, Boykin é fascinada pela arte da captura de imagens. Ela produziu o próprio livro, Moments, uma coleção de palavras, reflexões e imagens dela. Também tem uma série de vídeos (filmados e editados por ela com o Final Cut Pro), que usa para se expressar nas “horas vagas”. Seus alunos são seu meio de comunicação mais recente. “Estou sempre com os AirPods para ter certeza de que o som está do jeito que eu quero”, conta Boykin. “Mas eu nem sempre deixo que eles ouçam a música com a qual estamos trabalhando. Isso faz com que o trabalho dos dançarinos fique bem cru. Assim, eles não criam identificações com letras, acordes ou notas específicas. Posso dar algumas dicas sobre o que eles devem sentir antes que ouçam a música.” “Isso nos ajuda a entrar no clima e faz de nós uma tela em branco para ela”, descreve Martina Viadana, uma aluna da Ailey School a quem Boykin se refere como seu “corpo” para fazer os movimentos da coreografia enquanto ela ainda não está totalmente liberada por conta da lesão. “Ela atua como uma pintora nesse sentido.” Embora a tecnologia possa parecer oposta à dança, na verdade, ela transformou a experiência, dando aos alunos liberdade para se movimentar e aprender à sua maneira, no seu ritmo. Para Boykin, a tecnologia proporciona liberdade para criar, mesmo nos momentos em que seus movimentos físicos estão restritos. “A liberdade pode ser muitas coisas”, afirma Boykin. “Como artista, posso fingir. Posso sorrir ao derramar uma lágrima, fazer uma apresentação após a morte do meu pai, não estar em um bom dia comigo mesma e ainda conseguir passar algo por meio da minha arte, mas é bom poder se perder no próprio espaço às vezes.” “Posso estar em uma sala com várias pessoas, com meu celular na bolsa e os AirPods nos ouvidos”, ela conta, “e me perder naquele espaço, sem estar presa a um fio, à opinião de ninguém, a um julgamento, simplesmente estar sozinha, com a maior liberdade que é possível sentir.” Contatos de imprensa Erica Souza ,Apple,[email protected],+55 (11) 5503-1502 Apple Media Helpline,[email protected],(408) 972-2042
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Arte e forma: dançarina Hope Boykin explora a liberdade dos AirPods Hope Boykin se considera uma criadora. Ela é educadora, mobilizadora e motivadora. Além de tudo isso, ela também adora tecnologia. Boykin diz que está sempre ligada nas novidades e ri ao contar histórias sobre os esforços que já fez para comprar um iPhone no lançamento ou sobre quando ela até recrutou um colega da companhia para buscar seus AirPods enquanto ela viajava em 2016. “Eu sabia que eles iam mudar minha vida”, comentou Boykin. Durante os ensaios, os colegas, curiosos, queriam saber todos os detalhes, confiando na avaliação de Boykin para saber se iriam gostar do produto. Boykin usa os AirPods até durante a fisioterapia, para bloquear todos os ruídos externos e ficar isolada em seu mundo, durante a sessão e no caminho do metrô até sua casa. Hoje em dia, os AirPods são os fones de ouvido sem fio mais populares do mundo. “Quando estou no metrô e observo as pessoas, todas elas estão usando AirPods”, diz ela. Com 19 anos de experiência na Alvin Ailey American Dance Theater (AAADT), Boykin começou a mostrar interesse pela dança aos três anos de idade, e há 26 anos se dedica à dança profissionalmente. “Acho que, com quatro anos, eu já criava coreografias”, lembra Boykin. “Quando eu estava no quarto ano, me pediram para criar uma coreografia para ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’.” No mês que vem, Boykin volta para a AAADT após uma lesão no tornozelo em dezembro. Antes de retornar aos palcos, ela já terá coreografado diversas obras em vários âmbitos artísticos. Recentemente, ela trabalhou no teatro, criando a coreografia de um novo musical do Public Studio, de Nova York. Além disso, está trabalhando em uma apresentação solo para um espetáculo beneficente com a ajuda de uma estudante de artes na Ailey School. Seu projeto mais recente foi a coreografia da música “Rise Up”, da cantora de soul Andra Day, na cerimônia de lançamento do empreendimento Hudson Yards, no dia 15 de março de 2019. “Parece que todas as vezes em que sofro uma lesão, eu encontro um novo jeito de me expressar”, conta ela. “Isso me ajuda a lembrar que não existem limites.” Quando foi convidada para trabalhar na coreografia da apresentação de Hudson Yards, ela mergulhou no trabalho da cantora Andra Day, levando os AirPods para todos os lugares aonde ia. “Eu ouvi até enjoar”, conta ela. “No metrô, saindo de casa, chegando em casa. Quando você sabe até os momentos em que a cantora respira na música, dá para colocar isso nos movimentos. Você tem a sensação de estar totalmente envolvido pela música.” “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. É uma sensação incrível de liberdade, de não ter amarras.” Na Ailey School, Boykin aproveita a liberdade de movimentos, flutuando pelo estúdio, perdida no seu próprio mundo. “Muitas vezes, eu sinto como se o design de alguma coisa tivesse sido feito para mim”, diz ela. “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. É uma sensação incrível de liberdade, de não ter amarras.” Boykin lembra que, no tempo em que dançava na companhia Philadanco, nos anos 90, os dançarinos dependiam de fitas VHS para aprender o repertório. “Precisávamos assistir e rebobinar, e rebobinávamos tanto que a fita arrebentava. Tínhamos que consertar com fita adesiva.” Desde então, Boykin aproveitou todas as tecnologias que foram disponibilizadas. Desde as primeiras filmadoras até os AirPods e os aparelhos iPhone que ela leva para o estúdio junto com a câmera DJI Osmo, que usa para gravar os ensaios de todos os ângulos, Boykin é fascinada pela arte da captura de imagens. Ela produziu o próprio livro, Moments, uma coleção de palavras, reflexões e imagens dela. Também tem uma série de vídeos (filmados e editados por ela com o Final Cut Pro), que usa para se expressar nas “horas vagas”. Seus alunos são seu meio de comunicação mais recente. “Estou sempre com os AirPods para ter certeza de que o som está do jeito que eu quero”, conta Boykin. “Mas eu nem sempre deixo que eles ouçam a música com a qual estamos trabalhando. Isso faz com que o trabalho dos dançarinos fique bem cru. Assim, eles não criam identificações com letras, acordes ou notas específicas. Posso dar algumas dicas sobre o que eles devem sentir antes que ouçam a música.” “Isso nos ajuda a entrar no clima e faz de nós uma tela em branco para ela”, descreve Martina Viadana, uma aluna da Ailey School a quem Boykin se refere como seu “corpo” para fazer os movimentos da coreografia enquanto ela ainda não está totalmente liberada por conta da lesão. “Ela atua como uma pintora nesse sentido.” Embora a tecnologia possa parecer oposta à dança, na verdade, ela transformou a experiência, dando aos alunos liberdade para se movimentar e aprender à sua maneira, no seu ritmo. Para Boykin, a tecnologia proporciona liberdade para criar, mesmo nos momentos em que seus movimentos físicos estão restritos. “A liberdade pode ser muitas coisas”, afirma Boykin. “Como artista, posso fingir. Posso sorrir ao derramar uma lágrima, fazer uma apresentação após a morte do meu pai, não estar em um bom dia comigo mesma e ainda conseguir passar algo por meio da minha arte, mas é bom poder se perder no próprio espaço às vezes.” “Posso estar em uma sala com várias pessoas, com meu celular na bolsa e os AirPods nos ouvidos”, ela conta, “e me perder naquele espaço, sem estar presa a um fio, à opinião de ninguém, a um julgamento, simplesmente estar sozinha, com a maior liberdade que é possível sentir.” Contatos de imprensa Erica Souza ,Apple,[email protected],+55 (11) 5503-1502 Apple Media Helpline,[email protected],(408) 972-2042
Arte e forma: dançarina Hope Boykin explora a liberdade dos AirPods Hope Boykin se considera uma criadora. Ela é educadora, mobilizadora e motivadora. Além de tudo isso, ela também adora tecnologia. Boykin diz que está sempre ligada nas novidades e ri ao contar histórias sobre os esforços que já fez para comprar um iPhone no lançamento ou sobre quando ela até recrutou um colega da companhia para buscar seus AirPods enquanto ela viajava em 2016. “Eu sabia que eles iam mudar minha vida”, comentou Boykin. Durante os ensaios, os colegas, curiosos, queriam saber todos os detalhes, confiando na avaliação de Boykin para saber se iriam gostar do produto. Boykin usa os AirPods até durante a fisioterapia, para bloquear todos os ruídos externos e ficar isolada em seu mundo, durante a sessão e no caminho do metrô até sua casa. Hoje em dia, os AirPods são os fones de ouvido sem fio mais populares do mundo. “Quando estou no metrô e observo as pessoas, todas elas estão usando AirPods”, diz ela. Com 19 anos de experiência na Alvin Ailey American Dance Theater (AAADT), Boykin começou a mostrar interesse pela dança aos três anos de idade, e há 26 anos se dedica à dança profissionalmente. “Acho que, com quatro anos, eu já criava coreografias”, lembra Boykin. “Quando eu estava no quarto ano, me pediram para criar uma coreografia para ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’.” No mês que vem, Boykin volta para a AAADT após uma lesão no tornozelo em dezembro. Antes de retornar aos palcos, ela já terá coreografado diversas obras em vários âmbitos artísticos. Recentemente, ela trabalhou no teatro, criando a coreografia de um novo musical do Public Studio, de Nova York. Além disso, está trabalhando em uma apresentação solo para um espetáculo beneficente com a ajuda de uma estudante de artes na Ailey School. Seu projeto mais recente foi a coreografia da música “Rise Up”, da cantora de soul Andra Day, na cerimônia de lançamento do empreendimento Hudson Yards, no dia 15 de março de 2019. “Parece que todas as vezes em que sofro uma lesão, eu encontro um novo jeito de me expressar”, conta ela. “Isso me ajuda a lembrar que não existem limites.” Quando foi convidada para trabalhar na coreografia da apresentação de Hudson Yards, ela mergulhou no trabalho da cantora Andra Day, levando os AirPods para todos os lugares aonde ia. “Eu ouvi até enjoar”, conta ela. “No metrô, saindo de casa, chegando em casa. Quando você sabe até os momentos em que a cantora respira na música, dá para colocar isso nos movimentos. Você tem a sensação de estar totalmente envolvido pela música.” “Eu posso girar, pular e saltar, e eles não caem dos meus ouvidos. 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Ela produziu o próprio livro, Moments, uma coleção de palavras, reflexões e imagens dela. Também tem uma série de vídeos (filmados e editados por ela com o Final Cut Pro), que usa para se expressar nas “horas vagas”. Seus alunos são seu meio de comunicação mais recente. “Estou sempre com os AirPods para ter certeza de que o som está do jeito que eu quero”, conta Boykin. “Mas eu nem sempre deixo que eles ouçam a música com a qual estamos trabalhando. Isso faz com que o trabalho dos dançarinos fique bem cru. Assim, eles não criam identificações com letras, acordes ou notas específicas. Posso dar algumas dicas sobre o que eles devem sentir antes que ouçam a música.” “Isso nos ajuda a entrar no clima e faz de nós uma tela em branco para ela”, descreve Martina Viadana, uma aluna da Ailey School a quem Boykin se refere como seu “corpo” para fazer os movimentos da coreografia enquanto ela ainda não está totalmente liberada por conta da lesão. “Ela atua como uma pintora nesse sentido.” Embora a tecnologia possa parecer oposta à dança, na verdade, ela transformou a experiência, dando aos alunos liberdade para se movimentar e aprender à sua maneira, no seu ritmo. Para Boykin, a tecnologia proporciona liberdade para criar, mesmo nos momentos em que seus movimentos físicos estão restritos. “A liberdade pode ser muitas coisas”, afirma Boykin. “Como artista, posso fingir. Posso sorrir ao derramar uma lágrima, fazer uma apresentação após a morte do meu pai, não estar em um bom dia comigo mesma e ainda conseguir passar algo por meio da minha arte, mas é bom poder se perder no próprio espaço às vezes.” “Posso estar em uma sala com várias pessoas, com meu celular na bolsa e os AirPods nos ouvidos”, ela conta, “e me perder naquele espaço, sem estar presa a um fio, à opinião de ninguém, a um julgamento, simplesmente estar sozinha, com a maior liberdade que é possível sentir.” Contatos de imprensa Erica Souza ,Apple,[email protected],+55 (11) 5503-1502 Apple Media Helpline,[email protected],(408) 972-2042