I might only have one match But I can make an explosion
Rachel Platten, “Fight Song”, Fight Song (via wordsnquotes)

Kiana Khansmith
The Stonewall Inn

Love Begins

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Mike Driver

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Monterey Bay Aquarium

blake kathryn

titsay
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occasionally subtle

ellievsbear

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★

Origami Around
Game of Thrones Daily
Xuebing Du
seen from Brazil

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seen from Indonesia

seen from United Kingdom
seen from United Kingdom
seen from Ecuador
@rottenxqueen-blog
I might only have one match But I can make an explosion
Rachel Platten, “Fight Song”, Fight Song (via wordsnquotes)
Holding on to things will only break your heart.
Mitch Albom, The Time Keeper (via wordsnquotes)
I can not trust myself with anyone anymore.
down-in-the-comfort-of-strangers (via wordsnquotes)
I don’t want to care. If I care about things, it’ll just be worse, it’ll just be another thing to worry about. It’s less painful if I don’t care.
Bret Easton Ellis, Less Than Zero (via wordsnquotes)
moodboard: pansy parkinson
“those cunning folk use any means, to achieve their ends.”
requested by anonymous
A thousand armies couldn’t keep me out. I’ve come to burn your kingdom down Right now you and I are going to talk about a regime change. The King is dead. Long live the queen.
You’ll understand why storms are named after people.
F. Scott Fitzgerald, The Beautiful and Damned (via wordsnquotes)
My dear, I don’t give a damn.
Margaret Mitchell, Gone with the Wind (via wordsnquotes)
She had literature inside her heart that she couldn’t sometimes write.
juansendizon (via wnq-writers)
❝it’s always tea time❞ • Lana & River
comealongscherbatsky:
A tarefa de conseguir algumas alianças políticas estava sendo uma tarefa mais complicada do que River poderia imaginar, aparentemente todos os governantes pareciam ficar com o pé atrás se tratando dela. A australiana não os culpava já que sabia se tratava de uma situação compreensível devido a sua história de vida, sem contar que ainda era bem inexperiente se comparada com outros príncipes e princesa que estavam lidando com aquele mundo desde o dia em que nasceram. River havia sido provada disso, ela era uma bastarda e tanto o seu pai quanto sua mãe queria lhe manter afastada de todo o mundo da realeza, eles queriam que ela crescesse como uma garota comum e foi isso o que aconteceu até os seus dezessete anos. Há cinco anos ela fora legitimada e desde então vinha tento aulas de política e aprendendo sobre a cultura do Canadá, afinal de contas para ser uma boa Rainha ela precisaria ter uma pequena noção sobre os costumes e os gostos de seu povo. E até que ela estava se saindo bem nisso, o seu esforço era notável, mas, mesmo assim, ninguém parecia disposto a lhe dar um voto de confiança. Aquela situação lhe deixava angustiada, como poderia ser uma boa monarca em algum dia se nem conseguia fazer uma misera aliança política? Desse modo, quando recebeu um bilhete da Rainha da Rússia, sugerindo que elas se encontrassem para tomar um chá, River sentiu como se suas esperanças tivessem sido renovadas. Apesar de que Svetlana não havia deixado o claro o objetivo de tal encontro, não custava nada sonhar, certo? O que mais a Rinha da Rússia poderia querer com ela?
Quando chegou ao local marcado encontrou a Rainha sentada em uma das cadeiras. Meu Deus será que cheguei muito atrasada? Pensou consigo mesma preocupada com aquela possibilidade, afinal de contas não era o melhor modo de se impressionar alguém. “Majestade”. A cumprimentou fazendo uma reverência e sentou-se em uma das cadeiras indicadas pela mulher. “Uma xícara de chá seria ótimo. A bebida também não é muito comum lá na Austrália ou no Canadá, mas se permitir experimentar novas coisas sempre é bom”. E se tratando naquele assunto de mudanças e experimentar coisas novas, River era uma verdadeira especialista. “Às vezes sinto como se nunca fosse me adaptar completamente, old habits die hard e no fundo eu sempre vou ser a garota australiana…” admitiu, enquanto ponderava em sua mente se tinha sido uma boa escolha de palavras dizer aquilo ou não.Como poderia passar a imagem de uma princesa confiante se estava agindo daquela maneira? “Ma até que a parte mais difícil de toda essa adaptação já passou. No início tive um pequeno choque cultural quando me mudei da Austrália para o Canadá, mas agora já amo o país como se tivesse nascido nele e me considero uma canadense de coração”.
Lana analisou-a por longos segundos enquanto a morena lhe dizia sobre suas inseguranças. O que sentiu por River não poderia ter sido chamado de compaixão, mas talvez algo próximo disso. O rosto de Lana não se alterou em momento algum, mas por dentro as coisas mudavam sem cessar. A rainha russa decidiu então cumprir um favor que tanto devia à uma garotinha iludida e cheia de sonhos que se tornou uma princesa ainda que fosse nova e imatura demais. Aquela garotinha esteve sozinha e os últimos resquícios dela dentro de Svetlana Delavich quase clamavam para que não deixasse aquela história enfadonha se repetir. Soltou um longo e pesaroso suspiro quando as palavras de River cessaram. Olhou para os lados, vendo que duas criadas estavam num canto do cômodo esperando para servirem-nas. Lana rolou os olhos, abanando com a mão para que ambas se retirassem do local. Voltou-se para a princesa em sua frente, erguendo levemente o queixo. Por incrível que pareça, aquele não foi um gesto superior, não daquela vez. Mas um gesto de análise. -Sabe, não é usual de minha pessoa aconselhar ninguém. Para mim, as pessoas devem aprender sozinhas, ainda que se machuquem. Todo machucado e toda cicatriz deve se tornar uma arma e não motivo para tristeza. –Começou, depositando ambas as mãos sobre a saia de seu vestido midi cor verde. -Todavia, ainda que eu tenha conseguido passar pelo meu período de prova sozinha não é algo que eu indico para alguém. Então, Lady Scherbatsky, deixe-me dizer-lhe algumas verdades. Você jamais será completamente aceita por todos e completamente aprovada tampouco. Muitos se oporão a você, duvidarão de você e lhe apontarão dedos. Não apenas por ter vindo de um local diferente e crescido com outra cultura, mas por ser uma mulher. Será testada, subestimada e menosprezada. –Eram palavras duras, ninguém de fato se animava para ouvir aquilo. Mas também eram palavras reais, Lana teria agradecido se alguém lhe tivesse dito aquelas coisas mais cedo, para que pudesse ao menos tentar se preparar para o que viria. River não era rainha, mas um dia talvez seria e a Delavich esperava que ela se recordasse de suas palavras. -Mas se é isso que você quer jamais deixe que nenhuma pessoa lhe diga que não consegue. Veja bem, a rejeição aconteceria ainda que tivesse crescido em berço de ouro. Ninguém jamais será aceito por todos, mas isso não significa que você seja incapaz ou desqualificada. Ser uma princesa, uma rainha, uma líder de uma nação sem ter, de fato, nascido e crescido nos costumes e no meio real exige uma prova diária de que você é, sim, capaz. –Afirmou as palavras com a cabeça. -A vida não é fácil e tenho absoluta certeza de que já teve muitos exemplos dessa mera frase. Mas alguém precisa fazer o trabalho árduo, alguém precisa se dispor a tornar-se o alvo, o comandante e o culpado pelas coisas certas e erradas. Reinar exige muita paciência, um toque de frieza e nunca, jamais, desistência. Se esse papel foi colocado em suas mãos então, espero eu, que esteja disposta a todos os sacrifícios que virão com ele. –Após suas palavras, Lana baixou levemente a cabeça, levando as mãos até o bule de chá e servindo a ela e River. O cheiro de hortelã inundou o cômodo, quase causando um sorriso na russa. Sentiu um ligeiro embrulho no estomago, ainda após aquilo, sabia que sua dívida com a garotinha jamais estaria realmente paga. Afinal, Lana a matara.
❝what do you want from me?❞ • Svenry
henryixofengland:
Ele tinha regredido para o pronome de tratamento propositalmente, assim como seus olhos desviavam dela constantemente. Usualmente, aquela não seria a abordagem que ele usaria, mas não podia falar para ela o que estava acontecendo e nem podia se dar o luxo de deixar acontecer de novo o que havia acontecido. “Eu acredito que já passamos por diversas coisas, Lady Delavich, e algumas já ficaram no passado.” As palavras saíram abafadas, em silvo, como se ele não quisesse falar porque ele realmente não queria e não apenas pelo sexo. Svetlana era realmente uma pessoa interessante, mas não sabia quanto tempo resistiria o charme dela. Não recusou objetivamente. “Tenho que avisá-la que eu sou uma péssima companhia nesse tipo de evento.” E apesar dele ter sido criado para aquele tipo de evento, não tinha como não ficar um pouco entediado com eles.
—– Palavras e atos tinham enorme distinção. Alguns achavam atos mais poderosos, outros as palavras. Pensar nisso sempre a levava de volta para Alex e de como nenhuma das vezes que ele a atacou fisicamente doeu tanto quanto quando usou as palavras. O pensamento lhe causou outro embrulho no estômago. Henry não era como Alexei. Não era… era? Todavia, a frase que ele disse de forma tão discreta e baixa a pegou de surpresa. Ele não estava brincando, afinal. Claro que ela teria deixado seu ponto de vista de uma forma bem mais desagradável, mas tampouco foi prazeroso ouvir aquilo. Soou estranho, não pelas palavras, mas pelo modo de agir. De qualquer modo, Lana mal o conhecia, não podia especular sobre como ele era realmente. Aquela versão de Henry talvez fosse a versão que ela pensava que ele escondia, a que estava tão curiosa para encontrar. Não que estivesse chateada, mas sim decepcionada. -Outch. -Ela murmurou, arregalando os olhos por alguns segundos e franzindo o cenho. Por fim acabou assentindo e soltando um riso nasal. Ergueu ambas as mãos no ar. -Perdoe-me pela inconveniência, Sir. -Não sabia se em sua voz havia raiva, sarcasmo ou qualquer coisa, mas a última palavra deixou seus lábios de forma mais lenta, propositalmente, claro. -Posso ver. É até bastante notável. -Murmurou, analisando-o da cabeça aos pés com -De qualquer modo, aproveite o evento, Henry, sir Brigham ou o que diabos você queira ser chamado. -Se perdeu nos olhos dele por um segundo a mais do que deveria, mas isso tampouco a impediu de forçar um lardo sorriso e desviar-se do caminho do príncipe.
I think a lot, but I don’t say much.
Anne Frank (via wordsnquotes)
❝what do you want from me?❞ • Svenry
henryixofengland:
Henry não sabia como seria aquele aniversário de Paris. Léonie e ele ainda estavam escondendo o noivado, então ela estava no carro alegórico com seus selecionados enquanto ele estava no meio da multidão, celebrando a França nos pequenos detalhes. Ele não gostava da distância entre eles, mas não é como se ele pudesse protegê-la melhor do que as pessoas que estavam lá em cima com ela. Então ele tinha que tentar se divertir, como se tudo estivesse normal. No meio da multidão, ele ouviu alguém chamando-o. Lana entrou em seu campo de visão quando ele virou-se. Não estava ativamente evitando a rainha russa, porém tinha sentido-se grato de não ter encontrado-a desde que estiveram juntos. Não que não tivesse sido bom, mas agora que ele estava noivo, não era exatamente confiável estar muito perto de Lana. Ela era muito atraente e ele sempre ficava intrigado pela presença dela, isso sem mencionar que seu relacionamento com Léonie era completamente platônico (por quanto tempo eles ficariam sem sexo? Ou eles entrariam em um acordo para ter relações com outras pessoas?). “Lady Delavich──” finalmente respondeu, esperando que pudesse colocar uma distância entre eles, “eu nunca tive medo de você, apesar de você parecer feliz com a ideia. Estive ocupado.” Não era de todo uma mentira ─ sempre tinha alguma coisa a fazer e as coisas chegavam cada vez mais da Inglaterra. “Como tem estado?”
—– Seus ombros se remexeram inconscientemente ao ouvir as primeiras palavras de Henry. Lana arqueou uma sobrancelha, soltando um baixo riso nasal, ele só podia estar brincando. -Lady Delavich. -Repetiu, rolando os olhos. -Terei de lembrá-lo que já passamos dessa parte? -A morena provocou, sussurrando as palavras que dizia. Henry estava ligeiramente estranho, mas não o estranho e desconhecido que ela gostava e sim estranho e… distante, talvez? -Não feliz, intrigada. -Disse, pensativa. Franziu o cenho com as palavras que se seguiram. Henry não parecia nem de longe ser o tipo que ficava envergonhado, mas Lana tampouco sabia de muito para conseguir especular. Apenas balançou a cabeça para resposta dele, com um sorriso lateral brotando nos lábios ao ser questionada sobre seu estado. -Estou ótima. Talvez fique um pouco melhor se acompanhar-me para ver o restante do desfile.
❝what do you want from me?❞ • Svenry
w/ @henryixofengland
—– Dormir com alguém poderia ser considerada a parte que causava menos dor de cabeça. Seres humanos sentem atração uns pelos outros, ora essa, não é segredo algum. Porém, os dias após que eram o famoso problema. Cada pessoa reagia de uma forma, uns ficavam acanhados, outros fingiam que nada havia acontecido... e havia Lana. Sexo jamais seria algo que deixaria a rainha russa acanhada ou com vergonha, sendo ela fosse ver a pessoa no dia seguinte ou não. Acontece que ela estava certa sobre o ensamento do que lhe era suficiente e o que houve entre ela e o príncipe inglês sem dúvidas não era. O que ela queria dele era bem mais complicado do que algumas horas em seu quarto. Estava andando pela festa, tentando ao máximo não estapear os idiotas correndo por aí para servirem as pessoas. Não tinha paciência, para ninguém. Até que reconheceu alguém um pouco ao longe, sequer precisou cogitar se era ele ou não, afinal, agora possuía conhecimento de ângulos diferentes de seu alvo. -Henry? -Chamou ao aproximar-se o suficiente para ser ouvida, dando a volta para olhá-lo de frente. -Estive procurando por você. Não continua com medo de mim, eu espero.
Those who are heartless once cared too much.
Unknown (via wordsnquotes)