♱༺ ☠︎︎ ༻♱ Olha só quem os ventos nos trazem… SHIN SAH-RAN, não é? Que curioso, por um instante, eu poderia jurar que você era JUNG CHAE YEON, mas sejamos honestos: ela jamais sobreviveria ao destino dos heróis. Os deuses me sussurraram que você tem VINTE E OITO anos, jovem o bastante para enfrentar seu destino, mas velho o suficiente para pagar o preço da herança divina. Sendo filha de MANEA e criada sob as leis do ACAMPAMENTO JÚPITER, que os deuses lhe observem e que as Parcas, por agora, sejam misericordiosas.
Ocupações
Reforma, Manutenção e Planejamento.
Ajudante nas forjas.
Poder
O morte lhe cai bem — Toma uma forma espectral com atributos.
Arma principal
Arco e flechas com pontas variadas, ele não tem nada de muito especial mas as flechas podem ser cobertas por tipos diferentes de veneno e atiradas de pontos estratégicos.
Personalidade
Quieta, levemente introvertida, costuma passar despercebida e não sabe reagir muito bem em cenários sociais. Prefere estar entre os mortos que os vivos (a vá).
Traços físicos notáveis
Tatuagem da legião atrás do pescoço, com Tagetes como seu símbolo.
Biografia
Sah-Ran (Sarah na américa), é filha de Minho um imigrante coreano, que foi levado para a América do norte ainda quando criança, vendo os anos passarem e sua comunidade crescer, os avós da garota abriram uma funerária que fazia apenas ritos de raízes orientais, para honrar com sua tradição e dar aos demais imigrantes um lugar para ir quando chegasse o momento. Sim, quem imaginária que Manea estaria rondando um lugar assim não é mesmo? nenhuma novidade aí. A deusa se aproximou do homem quando estava na fase jovem adulta e passava horas ouvindo ele falar sobre os rituais, por mais que ela já soubesse tudo que ele iria dizer, ainda deixava que ele falasse de sua paixão e adorava ouvir sua voz daquela forma. Uma coisa levou a outra e o romance surgiu, mas também foi o que causou a briga que afastou os dois de um dia para o outro. Alguns meses depois, a mulher que havia desaparecido retornou no meio da noite, carregando consigo uma criança de aparência fúnebre, a pele praticamente sem cor, cabelos e olhos negros como a noite, e uma aura espectral que parecia diretamente tirada de um cadáver. A criança, que parecia — e tecnicamente estava — morta, ganhou cor assim que posta nos braços do pai, a pele agora rosada mesmo que pálida, olhos com orbes brancas em contraste as íris escuras e a dissolução do que a ligava diretamente ao mundo dos mortos. O amor e aceitação paterna sendo o sopro de vida que faltava para que aquela criatura terminasse de se formar.
Sah cresceu uma criança quieta e comportada, ela passava facilmente despercebida — Algo que mais tarde entenderia o por que — mas era feliz, mesmo que outras pessoas julgassem o homem por criar a filha em meio aos mortos da funerária. Desde cedo ela aprendeu sobre as tradições e sobre honrar suas raizes, que eram tanto coreanas, quanto romanas e herdou da família os gostos por ritos funebres. Foi apenas aos 8 anos de idade, quando causou um acidente na funerária, que seu pai entendeu que ela era mais especial do que ele esperava e que precisaria de ajuda dali em diante, como se houvessem escutado seus pensamentos, no dia seguinte um grupo de campistas foi busca-los e falar sobre o acampamento júpiter. Minho fez questão de acompanhar a filha até onde foi permitido e desde então ela voltava para casa eventualmente para manter-se conectada a família. Foi reclamada na força da obrigação, quando — aos 14 anos — ficou intangível pela primeira vez e atravessou o chão do campo de treinamento, retornando como se estivesse sendo carregada pelos braços de volta a superfície.
Sah-Ran lutou diretamente na guerra consideravelmente pouco, mas esteve por trás das cortinas ajudando com equipamentos e manutenções no resto do tempo, apesar de delicada, suas habilidade fantasmagóricas eram bem úteis para algumas coisas. Quando tudo terminou, foi difícil passar pela mudança para Long Island, mas sentia que ali era onde deveria estar, ela não tem desentendimentos de maneira geral, visto que ainda é quieta e sorrateira, passando despercebida na maior parte do tempo.















