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Eu não estaria preso aqui por vontade própria.Vai me ajudar ou não?
Oh, frack. Oliver e Diggle vão ficar loucos quando souberem disso, Felicity pensou, mordendo o lábio inferior em preocupação. Já conseguia até imaginar o sermão, sermão este que seria completamente injusto porque aquilo, definitivamente, não era culpa dela! “Pareço estar bem? Tem um buraco no meu braço! E tem sangue saindo dele!” Exclamou. Okay, talvez ela estivesse sendo um pouco histérica. Mas Deus, aquela semana estava se tornando mais desastrosa a cada dia, sendo assim, sim, ela tinha todo direito de surtar. “Bom, senhor agente, é certo dizer que o FBI hoje em dia distribui armas para qualquer um.” Bufou. “E de onde eu vim? Que tipo de pergunta é essa?” Revirou os olhos. “Fine.” Concordou em acompanhá-lo até o hospital, mantinha sua mão sobre o sangramento. “Mas é melhor você comprar um pote de sorvete para mim depois, porque eu como quando passo por situações estressantes como essa.” Admitiu. “Mint chip. O sabor do sorvete. Não se esqueça.” Apontou o dedo indicador da sua mão livre para ele, seu tom de voz soando autoritário, o que era ridículo, porque perto do homem, Felicity devia parecer minúscula.
Foi impossível controlar a bitch face ao ouvir sobre o sorvete. Se em um instante estava muitíssimo preocupado por ter atirado em uma civil. Pelo menos pode relaxa durante um ou dois segundos. E não, armas do FBI não eram entregues para qualquer um. Tivera a criatura sob a mira certeira da arma. Como conseguiu fugir, essa sim é a resposta. Alias, talvez não fosse um lobisomem. Só de pensar na porcentagem de criaturas capazes de fazer aquilo, desejou uma vez mais possuir o ipad de Charlie. - Não é um buraco. Foi só de raspão. Continue apertando. - Com toda a calma do mundo, guiou a loira até o carro estacioado. Não era o chevy do irmão, mas sim um desses veículos mais moderninhos para o qual Dean torceria o nariz e afirmaria ser de menininha. Permitiu que ela se acomodasse no banco do carona enquanto dava meia volta e ligava o veículo.
- Sam. - Murmurou sem desviar o olhar da pista. - E mais uma vez sinto muito pelo braço. É só que... Perdi meu suspeito. - Apesar de estarem no surbubio, havia um hospital a poucos quilômetros dali. Até ultrapassou um pouco os limites de velocidade, porém estacionou na entrada da emergência em menos de dez minutos. - Uhn, talvez você deva descer aqui e i falar com os médicos. - Sam hesitou. Poderia ter feito o curativo ele mesmo. O problema eram as suspeitas que o exercício de tal atividade poderia levantar. - Vou estacionar melhor e prometo que volto daqui a pouco com seu sorvete.
— É, eu sou escritor e… Criativo demais. — Abaixou as mãos lentamente. Acreditava que só estava soando mais estranho que o normal e esperava que isso não lhe trouxesse mais problemas. — Ah, eu vi uma moça mais ou menos assim. Ela entrou na cafeteria. — Provavelmente se John ainda trabalhasse no jornal e escrevesse em sua coluna, colocaria essa experiência lá. Seus atos estranhos arrancavam risadas de várias pessoas quando morava em Londres.
Girou sobre o próprio eixo, transferindo o olhar do rosto do homem para a grande e chamativa placa de neon a poucos metros dali. É provável que em um passado próximo tenha sido mais famosa, porém agora parecia bem mais decaída do que nos dias de glória. - Escritor, uh? Não é amigo do Caver Edlund, é? - E o contrair dos lábios obviamente representava o quão temeroso estava por encontrar alguém relacionado ao Chuck. Não que todos os escritores estivesse relacionados com ele, mas sem problemas. Subiu a calçada e aproximou-se da porta de vidro, atento a qualquer musica que pudesse vir do interior da cafeteria. - Acha que essa música é do rádio do lugar ou parece uma mulher cantando?
Johnathon se sentiu levemente aliviado ao saber que ao menos não estava sendo assaltado, mas a arma ali ainda o preocupava. — Não, isso eu posso confirmar que não sou. Minhas brincadeiras sobre ser um psicopata são puramente brincadeiras. — Onde ele se metera? Tinha que se lembrar de tomar mais cuidado por onde anda depois que conseguisse escapar daquela situação.
Brincadeiras? - Ainda desconfiado, abaixou a arma ainda em estado de alerta. Quem era louco de brincar de psicopata? Bem, tirando ele próprio e uns conhecidos, mas só em casos extremos como falta de arma, ser transformado em demônio, as coisas básicas. Olhou para os lados, esperando qualquer evidência do que perseguia. - Você não viu uma mulher por aqui, viu? Alta, cabelo no estilo dos anos 30, provavelmente cantando como se estivesse no filme A Noviça Rebelde...
something to sing about
Sam deveria sem menos ingrato. Sim, a Angels&Demons fizera um grande sucesso no ano anterior, agregando um belo contingente de fãs. Gabe curtia o estilo da banda, apesar de ter uma pegada meio anos 70 demais para o seu gosto. Nunca dera muita atenção ao grupo, não mais do que dava a uma banda qualquer. Isso até algumas semanas atrás. Seu irmãozinho mais novo (quem poderia dizer que Cas tinha uma queda por caras de banda com carinha de modelo?) havia lhe dito que havia uma vaga na A&D e que ter alguém na guitarra era exatamente o que eles precisavam. Não era como se Gabe tivesse um emprego mesmo, então não pensou duas vezes em entrar para o grupo.
Agora com Gabriel no grupo, com certeza a perspectiva da banda era melhor. Sem querer se gabar, é claro, mas ele era bom. Mais do que bom. E, sem Dean, a A&D precisava de alguém exatamente como Gabe. Basicamente, ela estava ali para salvar o dia. Custava mostrar um pouco de gratidão?
Charlie gostava dele. Eles eram estranhos e nerds e, meu deus, Star Wars sempre era um bom assunto. Gadreel… Bem, o cara era meio estranho afinal. Sem falar que eles quase tinham o mesmo nome. Estranho demais. E Sam? Sam era… um caso a parte.
O garoto era ridiculamente alto. Ridiculamente. Isso não tinha nada a ver com o fato de Gabriel ser um pouco menor que a maioria das pessoas. Claro que não. Sam parecia um Simba gigante, praticamente um raio de sol superdesenvolvido. Gabe sabia que cada bitchface o julgava diariamente. Devia ser um sinal do quão estranho Sam achava que ele era. Claro que Gabriel não pensava assim.
E agora lá estavam os dois, dividindo um quarto de hotel e prestes a brigar pela melhor cama. “Só porque é um gigante não significa que precise estar perto do teto o tempo todo, Samsquatch.”, Gabriel ergueu a sobrancelha da maneira zombeteira e desafiadora de sempre. "Sem falar que eu sou o mais novo por aqui, então vocês me devem uma.", completou com um sorriso. Não iria desistir tão fácil assim.
Apesar de Gabriel estar encarando tudo aquilo como uma brincadeira, não era assim que Sam via o desenrolar da situação. Poderia até ser chamado de trama infantil ou sabe-se lá qual termo está em alta na psicologia para referir-se a uma dependência antiga, cuja origem é ninguém mais ninguém menos que seu irmãozinho. Desde que se entendia por gente, seguiu todos os passos e ordens de Dean, o que incluía obedecer as regras de ficar na cama inferior. Problemas de irmãos. Quem os possui entende. Apesar de ser o mais novo, não havia mordomias no que dizia respeito a ter o que desejava. A infância foi difícil. E pequenos prêmios, pequenos prazeres como poder fingir que voava por estar em cima no beliche só vieram mais tarde, quando já na adolescência os genes e hormônios de crescimento se provaram amigos do Sammy. Daí as coisas se inverteram de novo enquanto viajava com o mais velho, bem recentemente, na idade adulta. Simplesmente porque não via motivos para implicar por um lugar para dormir. Normalmente ambos estavam tão cansados que nem paravam para pensar. Era sim um comportamento egoísta e infantil que estava tendo com Gabriel agora. Mas isso não era sinal que cederia fácil.
- Gabe, seja racional. Passei o dia todo tentando arranjar algum lugar razoável onde poderíamos tocar. Tenho uma reunião amanhã cedo porque Bobby disse que não vai mais sozinho nesses encontros. Além disso, você nem alcança o colchão de cima. – Não era bem verdade. Ainda assim fez questão de erguer o braço e a mão, fingindo estar usando uma fita métrica invisível para equiparar a altura do outro com a da cama superior. A conjectura quase se confirmava com ar de riso que por impulso arqueou o canto extremo dos lábios. Era verdade que estava cansado. Esgotado até. A luta diária dos últimos meses vinha exaurindo todas as forças que possuía e o que sobrava era transformado em melodia. Afinal, as pessoas tendem a gostar de quem coloca emoção na voz.
Nem era preciso ser vidente pra saber que a disputa ali não seria fácil. Estúpida, sim. Fácil, não. – Você sempre pode ir reclamar com a Charlie. Ela não teria problemas pra resolver isso. Alias, por falar em resolver, vamos fazer isso da forma justa, certo? Cara ou coroa? – Independente do que o outro dissesse, já estava tirando do bolso uma moeda. Jogou-a pra cima, capturando-a em pleno ar sobre as costas das mãos. - Cara, eu venço. – Dito e feito. Ali estava o rostinho que simbolizava a vitória para o Winchester. Não fosse a falta de cuidado do mesmo, a moeda não teria escorregado, ido ao chão e assim oferecido a Gabriel a oportunidade de confirmar que na verdade o pequeno objeto trazia cara dos dois lados. Sam engoliu seco, visivelmente incomodado pelo pequeno truque ter sido descoberto.
- Certo. Já que você parece realmente disposto a brigar pelo andar superior, dê as cartas. Escolha o que quiser, desde que seja rápido e não demore horas. Passei anos enfrentando meu irmão nas apostas. Não perderei tão fácil assim. – Embora a voz deixasse transparecer confiança, sabia até onde poderia ir com o próprio irmão. O que havia alie era um completo estranho. Porém Sam era mestre das palavras, sabendo usar da boa lógica e argumentação para conquistar os objetivos. – Ou então pode apenas aceitar que é mais fácil eu ficar em cima por questões de conforto.
— Ok… Só não atire. — John nunca passara por muitas situações de assalto. Suas mãos levantadas ao alto suavam, mesmo com o vento frio batendo em seu rosto. — Eu não tenho muito dinheiro, cara, mas posso te dar o que tenho no bolso.
Dude, eu não estou assaltando você. - Achou importante informar, visto que o outro cara ou mentia muito bem ou realmente achava que estava sendo assaltado. - FBI. Estou investigando o local. Você só estava no caminho e a última pessoa que andou por aqui foi um suspeito... Você não é ele, é?
"Você…Oh, meu Deus, você atirou em mim?" Olhou para seu braço esquerdo, onde sangue saía da recém feita ferida e manchava seu cardigã verde. De imediato, pressionou sua outra mão em cima do ferimento. Ela não sentia dor, o que não a surpreendeu, já levara um tiro antes então sabia que a descarga de adrenalina e o choque estava impedindo seu cérebro de processar a informação de que ‘damn tem um buraco no meu braço’. "O… Você não é um agente do FBI ou algo assim? Por que diabos está atirando em pessoas por razão nenhuma?" Sua voz estava a poucos decibéis de se tornar gritos estridentes.
O mais novo dos Winchesters xingou sem emitir som ao mesmo tempo em que abaixava a arma, guardando-a e instintivamente se aproximava da mulher. A preocupação ficava evidente a julgar pelo leve arregalar dos olhos. Mas oras! Não era exatamente culpa dele. Estava muito escuro e bem ali diante dele, instantes atrás, corria um lobisomem. Bala de prata no cartucho; apesar de não estar transformado, a verdade é que era um psicopata quando humano, sendo responsável pela morte de quatro crianças. E tudo piorava quando se transformava. A regra era clara: matar. E melhor que fosse ele do que Dean. Caso contrário, o irmão faria questão de fazer a vítima sofrer e implorar. Poderia ter sido uma cena feia que Sam preferia não ver. E ali estava ele, cometendo um erro e atirando na louca que apareceu do nada.
Em primeiro lugar ela nem deveria estar ali. Mas tudo bem. - Você está bem? - Ele se adiantou tentando ver a dimensão no ferimento. Não era grande coisa e ela iria sobreviver com os devidos cuidados. - Sinto muito por isso. E sim, sou um agente. Eu estava em meio a uma perseguição e... E de onde você veio? - Abafou a pare do lobisomem enquanto tentava manter os dedos dela sobre o sangramento para contê-lo. - Vamos. Posso tratar disso. Só vai levar um minuto. - Murmurou breve, a voz vinha em um sussurro. - Posso te levar até um hospital. Meu carro está aqui perto.
something to sing about
Okay... – Pausou para respira enquanto pensava no que dizer. O cenho franzido criava uma espécie de bitch face reversa, da qual nem mesmo ele estava consciente. Era óbvio que poderiam ser racionais e chegar a um consenso sobre aquela situação e o consenso se resumia uma resposta. – A cama de cima é minha. – Concluiu com o ar de juiz que dá o veredito final. Nem precisava fazer muito. Levando em consideração a diferença de altura entre ambos, qualquer “ameaça” que deixava os lábios de Sam não deveria ser ignorada. Ainda que não fosse uma ameaça, apenas um alerta ou uma ordem. Na última semana mergulhara no mais insano dos planos. E, agravando o problema, nos últimos três meses fora vítima de tragédia atrás de tragédia. O conglomerado das mesmas foi o que o levou até ali. Sinceramente, dividindo quarto com outros integrantes da banda. Não dividia o quarto com Dean há quatro anos! Por que precisava fazer isso agora? Ah, claro. De acordo com Bobby, “porque vocês idjits estão passando por uma séria crise. Se no ano passado estavam no topo das paradas, agora estão no fundo do poço de piche! E precisamos economizar dinheiro, então parem de reclamar!”. Apesar das palavras duras, o agente tinha razão. Da glória para a desgraça em um único passo. Foi tão rápido que Sammy mal conseguiu acompanhar. Lembrava-se do primeiro single, lançado no ano anterior. Topo das paradas durante semanas. Fizeram vários shows, ganharam até bonequinhos. E então, nada. O momento de fama passou. Voltavam agora ao status de banda de garagem. Ou melhor, banda de bar, uma vez que só conseguiam tocar nas roadhouses que estavam pelo caminho.
Dean foi o primeiro a sair. Talvez tenha sido esse o estopim, o que deu início à cadeia progressiva de problemas cujos degraus levam à desgraça e à vergonha. Não podia culpar o irmão. Apesar da excelente voz e de adorar a vida na estrada, o mais velho dos Winchesters nunca conseguiu enxergar o próprio futuro em uma banda. Na verdade, Sam até hoje duvidava a respeito do futuro do irmão, porém, quando o mesmo telefonou para ele um mês antes informando que havia começado um negócio de tortas em uma pequena cidade do Kansas, Sam pode notar a ponta de orgulho na voz do mais velho. Certo, culinária. É, Dean podia fazer aquilo. Preferiu esconder quando o loiro questionou sobre a integridade da Angels & Demons. Agora, com a saída do único que insistia em implicar com ele sobre a escolha das músicas, sentia-se mais livre para escrever e cantar o que bem entendia, sem precisar se ater ao rock dos anos 70 e 80 que o outro tanto amava.
Ainda restavam os outros dois integrantes, embora esses não tivessem muito a declarar. Pelo contrário, sentiam-se gratos por poderem mudar o estilo musical uma vez na vida e estavam mais do que dispostos a tentar reaver a fama perdida. O mesmo não podia ser dito sobre a criatura baixinha e irritante que agora estava parada diante de Sam; ambos no pequeno quarto de hotel de beira de estrada, encarando com firmeza a cama. Pelo menos (pelo menos!) não era uma cama de casal. Gabriel era...estranho. O Winchester ainda duvidava se podia realmente dizer que o loiro era um integrante da A & D. Foi um telefonema do próprio Dean, cerca de quinze dias atrás, que os levou até ali. De acordo com o mais novo gastrônomo do Kansas, Cas tinha um irmão muito, muito bom com instrumentos. (Nota mental: questionar depois o que diabos era um Cas). Uma coisa levou a outra e, depois que Bobby aceitou, dizendo que era exatamente o que queriam, Gabe acabou entrando pela porta traseira no grupo, tornando-se o quarto integrante, muito provavelmente para substituir Dean.
Certo, o baixinho era talentoso, isso Sammy não podia negar. Ele só era meio louco e irritante, extremamente viciado em açúcar. Iria morrer em breve se não parasse com aquilo. Nas últimas duas semanas haviam se falado muito pouco, não passavam dos limites que eram as questões da banda. Tocaram algumas vezes e – oh, sim, ele era bom – e nada além disso. E eis que ali estavam. Sob a noite tempestuosa, viram-se sem escolha a não ser dormir debaixo de um teto. Não havia nada em um raio de milhas, nada além daquele hotel de aparência estranha. Todos os quartos estavam lotados, exceto dois. Gadreel e Charlie saíram na frente, nenhum parecendo gostar da ideia de ter que dividir com Gabriel. Dessa forma restaram os outros dois. Foi uma agradável surpresa quando notarem o estilo de cama. Foi uma terrível surpresa quando Gabe tentou se adiantar e ocupar o colchão superior. Opa. Nada disso. Sam tirou proveito da própria altura e prostrou-se diante da cama, atuando como uma muralha. Ainda precisava checar os e-mails e redes sociais e descobrir se Becky ainda o stalkeava. – Desculpe. Eu fico em cima. Sem discussões sobre isso.
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Eu sinto muito. Realmente, sinto muito.
"Wow. Você é alto. I mean, uh. É claro. Mas antes, assumindo que isso seja um questionamento oficial, posso ver seu distintivo?"
Como desejar.
Podemos ir logo para as pergunta? Eu tenho um prazo para cumprir.
codebreakerssmoak
Com licença. Será que poderia me responder algumas perguntas?
eventyri
Er, você não está um pouco bem vestida demais para estar num colégio? Sem querer ser rude nem nada.
Dramático como sempre. Veja apenas no presente, Sammy. Eu não pretendo fazer nada tão mal assim.
Estou vendo no presente. E tentando imaginar exatamente onde você se encaixa sem a palavra mal no meio.
*le todos os sabores*
Eu queria responder isso logo, então vai ser out of character. Se quiser um do Sam, faço depois
i-clueingforlooks
redbean ice cream: cara do Jensen + temperamento do 9th doctor
greenbean Popsicle: sou ciumenta com meus parceiros de rpg aiushasas era o que você queria ouvir.
mochi ice cream: alguém que aguente um pouco de loucura + minha personalidade de Greg House
banana popsicles: assistir a season finale de dw via skype <3
mango ice cream: hm.. destiel
strawberri froyo: antissocial, timidez, rancor
mint choco froyo: minha esperteza, ter cortado meu cabelo, minha frieza (sou mesmo. e daí?)
cookies and cream froyo: me dar amor, me dar o master, não me abandonar
vanilla: tu me seguiu com a jackie
orange ice cream: *sobe no palquinho* Obrigada por me aturar. E por não me abandonar
green tea ice cream: justthedoctor.co.vu
jasmine tea: adoro steven moffat.
orange tea: falo sozinha com meu poster do matt smith
oolong tea: Lord John Roxton e Indiana Jones qq Se estamos falando na vida real, ele descobriu que era gay e foi embora pra europa '-'
strawberry tea: gosto das roupas da Clara...
milk tea: er...sei lá (?). Botas. Sempre
bubble tea: não acho que tenho algum.
strawberry iced tea: em qual sentido? Nenhuma conta??
The children of Supernatural writers aren’t safe from the devils their parents create.
Also, Mark is such a lovable punk.