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Contos macabros sobre lobisomens, vampiros, bruxas e demonios e muito mais
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A Maldição da Pirâmide
Contos macabros sobre lobisomens, vampiros, bruxas e demonios e muito mais
Por Sandro Jarbas Malheiros
Uma história de terror, horror, vingança, ganância, maldição e magia negra.
Era o ano de 1920, e um grupo de cientistas e exploradores estava em uma expedição no Egito, em busca de antigas relíquias e mistérios. Eles tinham ouvido falar de uma pirâmide escondida no deserto, que supostamente continha tesouros e segredos de uma civilização perdida a muito, muito tempo atrás.
O líder da expedição era o professor Arthur Smith, um renomado arqueólogo e historiador da Universidade de Oxford. Ele estava acompanhado por sua assistente, a jovem e inteligente Alice Jones, que sonhava em seguir seus passos. Além deles, havia o guia local, Ahmed, que conhecia bem a região; o fotógrafo, James, que documentava tudo com sua câmera; e o médico, Henry, que cuidava da saúde e segurança de todos e dez carregadores encarregados de transportar os mantimentos e ferramentas de escavação.
Após vários dias de viagem pelo deserto, eles finalmente avistaram a pirâmide. Era uma estrutura imponente e majestosa, que se erguia sobre a areia como um monumento do passado. Eles se aproximaram com cautela e admiração, observando os hieróglifos e símbolos que adornavam as paredes externas sem dar muita atenção ao fato de o guia e os carregadores estarem muito nervosos
- É incrível! - exclamou Alice. - Eu nunca vi nada igual!
- Nem eu - concordou o professor Smith. - Esta pirâmide deve ser muito antiga, talvez até anterior às dinastias faraônicas. Quem sabe que maravilhas ela guarda em seu interior?
- Talvez não devêssemos entrar - sugeriu Ahmed. - Pode haver perigos ocultos lá dentro. Os antigos egípcios eram mestres em armadilhas e maldições.
- Não se preocupe, Ahmed - disse o professor Smith. - Nós somos cientistas, não supersticiosos. Nós viemos aqui para descobrir a verdade, não para temer lendas.
- Como quiser, senhor - respondeu Ahmed, resignado.
Eles entraram na pirâmide, iluminando o caminho com lanternas. Logo encontraram uma escada que levava ao nível inferior. Eles desceram com cuidado, seguindo um corredor escuro e estreito. No final do corredor, havia uma porta de pedra com um estranho símbolo gravado.
- O que será que isso significa? - perguntou Alice, apontando para o símbolo.
- Parece ser um olho dentro de um triângulo - disse o professor Smith. - Talvez seja um símbolo de proteção ou vigilância.
- Ou de aviso - acrescentou Ahmed.
- Vamos descobrir - disse o professor Smith, empurrando a porta.
A porta se abriu com um rangido, revelando uma câmara ampla e circular. No centro da câmara, havia um sarcófago de ouro maciço, decorado com jóias e inscrições. Ao redor do sarcófago, havia vários objetos de valor, como vasos, estátuas, jóias e armas.
- Meu Deus! - exclamou James. - É o achado do século!
- Cuidado! - alertou Henry. - Não toquem em nada! Pode haver veneno ou bactérias nas coisas!
- Não sejam tolos! - disse o professor Smith. - Estes são tesouros inestimáveis da história! Nós temos que examiná-los e levá-los conosco!
- Professor Smith... - começou Alice.
- Silêncio! - interrompeu ele. - Eu sou o líder desta expedição! Eu sei o que estou fazendo!
O professor Smith se aproximou do sarcófago e o abriu com força. Dentro dele, havia uma múmia envolta em bandagens. O rosto da múmia estava coberto por uma máscara de ouro com o mesmo símbolo do olho no triângulo.
- Vejam só! - exclamou ele. - É o dono da pirâmide! Quem será ele? Um rei? Um sacerdote? Um mago?
- Um morto-vivo! - gritou Ahmed visivelmente assustado.
Nesse momento, a múmia abriu os olhos e soltou um grito horrível. Os olhos da múmia brilhavam com uma luz vermelha e maligna. O símbolo do olho no triângulo também brilhava, emitindo uma energia sinistra.
- Malditos sejam! - disse a múmia com uma voz rouca e assustadora. - Vocês ousaram profanar o meu túmulo sagrado! Vocês despertaram a minha ira! Vocês sofrerão a minha maldição!
- O que ele disse? - perguntou James, apavorado.
- Ele disse que estamos amaldiçoados - traduziu Ahmed, tremendo.
- Isso é impossível! - disse o professor Smith, incrédulo. - Ele está morto há milhares de anos! Ele não pode nos fazer mal!
- Então por que ele está se levantando? - perguntou Alice, apontando para a múmia.
A múmia se levantou do sarcófago e avançou em direção aos intrusos. Ela estendeu as mãos e lançou raios de fogo pelos dedos. Os raios atingiram James, que caiu no chão, queimado e sem vida.
- James! - gritou Henry. - Ele matou o James!
- Fujam! - gritou Ahmed dominado pelo maís puro terror.. - Fujam enquanto podem!
Eles correram para a porta, mas ela estava fechada. Eles tentaram abri-la, mas ela estava trancada. Eles bateram na porta, mas ninguém os ouviu.
- Estamos presos! - gritou Alice. - Estamos presos com essa coisa!
- Calma! - disse Henry. - Tem que haver uma saída! Tem que haver uma maneira de parar essa maldição!
- Não há saída! - disse a múmia. - Não há salvação! Vocês todos morrerão aqui, um por um, até que eu seja o único vivo!
A múmia riu de forma macabra e continuou a atacá-los com seus poderes sobrenaturais. Um a um, eles foram caindo, vítimas da maldição da pirâmide.
Algum tempo depois os carregadores, que haviam ficado do lado de fora da pirâmide, vendo que os patrões não voltavam levantaram acampamento e retornaram a seus lares, uma atitude muito maís sensata que a daqueles que morreram lá dentro.
Fim.
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JOSÉ E O LOBISOMEM
Uma história assustadora sobre lobisomens.
Confira
Minhas histórias de terror e mistério
Lord of the Living Dead
That was a small village, lost in the confines of Romania a couple of centuries ago. For almost two hundred years this village had been a relatively peaceful place, far removed from the ills of the outside world. The problem is that this pleasant village was built not far from a large mountain on whose top stood an imposing and sinister and very old castle. Another problem is that the people also have short memories, and much of the terrible history of that castle had been forgotten, and what was remembered came to be considered as just superstition. Until on a stormy night, the one who slept in the catacombs of the ancient castle woke up from his long sleep, and felt the presence of those who dwelt at the foot of the mountain. Which made that at the same time that he opened his eyes, he felt his eternal thirst again. So, he got up from his coffin, left his old home and, transforming himself into a horrible and gigantic bat, went down to the village and took his first prey. A two-year-old baby taken from her crib. The hunter's son.
It was getting dark.
At the foot of a large gorge in a remote region of the Carpathian mountains flowed a river with turbulent waters. There the hunter allowed himself to stop to quench his thirst in the icy waters. Yuri, that was his name, bent down and cupped his hands to sip the precious liquid. And after quenching his thirst, he filled his canteen and got up to continue on his way. That's when he saw them.
They were huge wolves, one with fur as black as night, the other three brown. Huge animals, evil eyes, bared fangs, sharp as razors. They came out from among the trees that grew in those wilds and surrounded the man. Iuri, in turn, had no doubts about who the beasts served or about the intentions of those beasts.
Yuri Antonov was never the man to walk away from a good fight, whether he had a chance or not. So what he did was meet the first of the wolves with a shot from the pistol he had with him. And the animal fell to the ground lifeless.
The other three monsters showed no signs of being intimidated, on the contrary, they continued advancing, forcing the man to retreat further and further, until he was surrounded against the canyon wall.
The hunting rifle he carried with him wouldn't help much in that situation. He knew it well. Then, while holding the pistol with one hand, he used the other to pick up the sharp knife that was attached to his waist and prepared to face the demons.
And they advanced, not one at a time, but all together, murderous intent etched on their animalistic faces. A new shot knocked one of the creatures to the ground, and the machete finished off another. It was the fourth wolf, the black one, that nearly reached the hunter's throat, its sharp fangs digging into the shoulder, digging deep into the flesh.
Both rolled across the leaf-covered forest floor, locked in a deadly struggle, the beast striving to reach its victim's neck and the man in turn striving to keep the killer fangs as far away as possible. And while he was fighting, the images of his dead wife and son taken by the creature he was now hunting came to Iuri's mind and this made him find the strength to repel the monster and deliver a mortal blow with his machete.
Yuri struggled to his feet, feeling a lot of pain from the wound in his shoulder. The shadows already dominated the forest, and from somewhere not far away came the howling of the rest of the pack. Gathering his belongings, he started to run. There was in that forest a cabin that he used to use during his hunts. Yuri needed to reach her fast if he wanted to survive.
CONFIRAM A VILA SOLITARIA
fugindo da lei, um pistoleiro busca refugio em uma cidadezinha assolada por uma terrível maldicão
Conto completo
O senhor dos mortos vivos
Aquela era uma vila pequena, perdida nos confins da Romênia de uns dois séculos atrás. Por quase duzentos anos essa vila fora um lugar relativamente pacífico, afastada das mazelas do mundo exterior. O problema é que esse aprazível lugarejo foi erguido não muito longe de uma grande montanha em cujo cume erguia-se um imponente e sinistro e muito antigo castelo. Outro problema é que o povo também tem a memória curta, e muito da terrível história daquele castelo havia sido esquecida, e o que era lembrado passou a ser considerado como apenas superstição. Até que em uma noite de tempestade aquele que dormia nas catacumbas do antigo castelo acordou de seu longo sono, e sentiu a presença daqueles que habitavam ao sopé da montanha. O que fez com que ao mesmo tempo que abria os olhos, ele voltasse a sentir sua sede eterna. Então, ele levantou-se de seu caixão, saiu de sua velha morada e, transformando-se em horrível e gigantesco morcego, deceu até a vila e levou sua primeira presa. Um bebê de seus dois anos tirado de seu berço. O filho do caçador.
Anoitecia.
Aos pés de um grande desfiladeiro em uma região afastada dos montes Carpatos corria um rio de águas turbulentas. Ali o caçador se permitiu parar para matar a sede nas águas geladas. Iuri, esse era o seu nome, abaixou-se e usou as mãos em concha para sorver o líquido precioso. E depois de matar a sede, encheu o cantil e levantou-se para continuar o seu caminho. Foi quando ele os viu.
Eram lobos enormes, um com pelos pretos como a noite, os outros três castanhos. Animais enormes, olhos malignos, presas a mostra, afiadas como navalhas. Saíram de entre as árvores que cresciam naqueles ermos e cercaram o homem. Iuri, por sua vez não tinha dúvidas sobre a quem as feras serviam e nem sobre a intenção daquelas bestas.
Iuri Antonov nunca fora homem de fugir a uma boa briga, pouco importando se tinha alguma chance ou não. Então, o que ele fez foi receber o primeiro dos lobos com um tiro da pistola que trazia consigo. E o animal caiu por terra sem vida.
Os outros três monstros não deram sinais de terem se intimidado, muito pelo contrário, continuaram avançando, obrigando o homem a recuar cada vez mais, até estar cercado contra a parede do desfiladeiro.
O rifle de caça que trazia consigo não ajudaria muito naquela situação. Ele sabia bem disso. Então, enquanto segurava á pistola com uma das mãos usou a outra para pegar o afiado facão que trazia preso a sintura e preparou-se para enfrentar os demônios.
E eles avançaram, não um de cada vez, mas todos juntos, a intenção assassina estampada em suas faces animalescas. Um novo tiro deitou por terra uma das criaturas, e o facão deu cabo de outra. Foi o quarto lobo, o preto, que quase alcançou a garganta do caçador, suas presas afiadas cravando-se no ombro, entrando profundamente na carne.
Ambos rolaram pelo chão da floresta recoberto de folhas, engalfinhados em uma luta mortal, a fera esforçando-se por alcançar o pescoço de sua vítima e o homem por sua vez esforçando-se para manter as presas assassinas o mais distantes possível. E enquanto assim lutava, veio a mente de Iuri as imagens de sua falecida esposa e de seu filho levado pela criatura que ele agora caçava e isso fez com que ele encontrasse forças para repelir o monstro e desferir-lhe um golpe mortal com o facão.
Iuri levantou-se com dificuldade, sentindo muita dor no ferimento em seu ombro. As sombras já dominavam a floresta, e de algum lugar não muito distante chegaram os uivos do resto da alcateia. Recolhendo seus pertences, ele começou a correr. Havia naquela floresta uma cabana que ele costumava usar durante suas caçadas. Iuri precisava alcançá-la rápido se quisesse sobreviver.
Solidão.
O homem descansou a cabeça grisalha no travesseiro naquela cama solitária naquela noite escura quando lá de fora chegou o som distante de tenebroso uivo. Instintivamente levou a mão calejada e apalpou o espaço infinito vazio a seu lado. "Paciência " - pensou o velho. "O feitiço que conjurei mantém apenas sua forma animal afastada. Amanhã não é mais lua cheia, ela voltará para meus braços. "