Ontem finalizamos a aceitação de reservas de vagas em nosso servidor. O plano é daqui algum tempo abrirmos novamente e enquanto isso irmos desenvolvendo e trabalhando nas personagens que já foram aceites. Até dia 30 estaremos aceitando as últimas fichas.
Agradecemos demais o interesse e a dedicação das nossas players que já estão conosco e das que estão chegando também.
Nossa ask e DMs estarão sempre abertas! Em breve nos encontraremos de novo, tag!
Conheça uma das sáficas que foi tocada pela Deusa Sappho! ALEXANDRA YOUNG ROSE, nascida em 1994, foi inspirada no Arquétipo Entusiasta.
Nome da Personagem: Alexandra Young Rose
Faceclaim: Jung Wheein (MAMAMOO)
Arquétipo: Entusiasta
Data de Nascimento / Idade: 12 de abril de 1994 | 27 anos.
Nacionalidade: Coreia do Sul
Orientação Sexual / Romântica: Pansexual
Comportamento Sexual: Alossexual
Identidade de Gênero: Cis Gênero
Biografia
Filha de um coreano com uma estadunidense, Alexandra se mudou para São Francisco quando tinha apenas oito anos e tudo em sua vida mudou a partir dali. Ao contrário de muitos mestiços, a filha única não teve muitas dificuldades em se adaptar apesar do obstáculo do idioma e os costumes diferentes.
Sempre foi uma criança energética e inteligente, sempre aprontando e até mesmo rendendo comentários em seu bairro durante o seu crescimento. Foi prodígio no time de xadrez de sua escola católica e também, uma excelente líder de torcida, vencendo um campeonato regional e outro nacional.
O que muitos não sabiam e seus pais inclusos, era que Alexandra mantinha diversas relações com meninas e meninos durante os seus estudos e isso rendeu em sua expulsão do colégio tão conceituado. Sair do armário daquela maneira não fazia parte dos planos de Alexandra que não esperava terminar o seu ensino médio em um colégio público mas o fez, assim podendo adentrar uma universidade. Se formou em Artes Plásticas na UCLA.
Para o seu mestrado, Alexandra voltou a seu país de origem para que pudesse fazer o seu mestrado em história da arte asiática e também, voltar as suas origens.
Trabalha atualmente a animação de filmes coreanos e pequenas empresas japonesa de maneira remota, morando sozinha com sua cachorra e seu gato.
Qual a ligação da personagem com Coletivo Ode to Sappho?
Trabalha com a ajuda de outras mulheres nas ilustrações do coletivo, cartazes para protestos e também na organização de eventos e encontros.
Conheça uma das sáficas que foi tocada pela Deusa Sappho! ANASTASIYA PARK-KUZNETSOVA, nascida em 1995, foi inspirada no Arquétipo Rebelde.
Nome da Personagem: Anastasiya Park-Kuznetsova
Faceclaim: Jennie Kim (BLACKPINK)
Arquétipo: Rebelde
Data de Nascimento / Idade: 31/10/1996 | 24 anos
Nacionalidade: Rússia
Orientação Sexual / Romântica: Bissexual
Comportamento Sexual: Alossexual
Identidade de Gênero: Cis Gênero
Biografia
Os raros dias ensolarados naquela cidade congelante que acompanharam os primeiros dias de vida de Anastasiya já marcavam como seu nascimento traria mudança. A primeira filha, caçula de quatro irmãos, seu destino era claro: ser mimada como a delicada princesinha que seus pais sempre sonharam. Os progenitores não perderam tempo e usaram boa parte de sua modesta renda para garantir um ensino de qualidade em uma escola paroquial. Como a criança demonstrava ser excepcional e com notas constantemente acima da média, Anastasiya foi logo inserida em vários tipos de atividades extracurriculares. A necessidade de ser a melhor e atuar o papel de pureza e perfeição que encheria seus pais de orgulho a consumia desde cedo. Não queria que o trabalho suado dos mais velhos fosse em vão.
Pequena Kuznetsova se destacava na música, especificamente no piano e violino. A forma como sua professora de música a elogiava e a usava de exemplo trazia um sentimento perigosamente viciante para a garota, que buscava o mesmo tipo de atenção em todo lugar que fosse. Sem contar que a natureza lógica e ao mesmo tempo livre da música era algo que preenchia sua alma de prazer. E apesar de ser hábil e gostar das áreas de exatas, seus pais tinham outros planos - queriam que Anastasiya fosse a melhor logo naquilo que parecia ser a única coisa que vergonhosamente não tinha facilidade: o balé. Tudo que envolvia aquele esporte era torturante para a jovem - desde o collant desconfortável até os treinos que faziam seus músculos gritarem de dor. Mas não importava pois não queria arriscar deixar sua máscara cair e encarar a destruidora decepção familiar.
De forma quase cômica, quanto mais a russa se esforçava para se destacar por seu intelecto e talento, mais se sobressaia por seus comportamentos excêntricos. Ficou de castigo ao pintar as madeixas de rosa, levou bronca por se interessar por qualquer outro gênero musical que não fosse louvor, era criticada por não ser tão elegante quanto as outras colegas. O peso das normas sociais e religiosas que a cercavam, censuravam cada pedacinho de si, fazendo com que se sentisse deslocada e inadequada.
Contudo, seu coração ainda inocente havia encontrado um motivo para acreditar que a dor em seus pés não era tão ruim assim. Motivo esse que tinha cabelos longos e uma boca convidativa - Anna estava encantada e sentia paixão pela primeira vez. As vozes das freiras ecoavam em sua mente como ecoavam nos corredores vazios da escola sobre como esse sentimento era errado. Mas nada disso foi o suficiente para impedi-la de ter seu primeiro beijo com uma colega do balé, escondidas em uma sala que julgaram estar vazia.
Seu mundo que ficara mais colorido e seu sorriso que surgia mais facilmente não duraram muito tempo. Junto aos rumores, vieram as perseguições e pegadinhas nada amigáveis. De primeira, Anastasiya foi paralisada pelo medo do acontecimento chegar em seus pais. Fez de tudo para negar para as outras garotas e a si mesma que havia beijado outra menina. Mas de nada adiantava. A pressão para ser perfeita o tempo todo que havia assombrado sua vida desde o começo estava prestes a quebrar e marcar sua adolescência, assim como Anastasiya acabou quebrando o nariz de sua colega de classe na intenção de se defender de um dos ataques que havia passado do limite. Era tudo que sabia, crescendo tendo a atitude agressiva de seu pai ao lidar com qualquer tipo de obstáculo como exemplo.
Depois que quebrou as regras pela primeira vez, foi praticamente impossível voltar a fingir ser a filha exemplar que sempre foi. Descobriu que resolver as coisas com seu próprio punho era incrivelmente eficaz. Não sentia orgulho, mas pelo menos deixaram de falar sobre quem andava beijando e o assunto se tornou sobre seu problema de atitude.
As consequências em sua família foram tão caóticas que a russa nem sequer se lembra da sequência de acontecimentos com precisão. O ambiente já posteriormente tóxico havia se tornado sufocante e Anna fazia de tudo para evitar pisar naquilo que tinha que chamar de casa. Era seu último ano do ensino médio e havia arranjado um emprego meio período num restaurante próximo a escola, com a desculpa de estar juntando dinheiro para faculdade. Dessa forma chegava em casa só quando estavam todos profundamente em seus sonos e podia desfrutar da paz de estar só.
A jovem jamais imaginaria que aquele restaurante pequeno com música ao vivo seria tão importante em sua vida, mas foi lá que teve o primeiro contato real com música fora daquela em sua bolha. Toda sexta-feira o palco apertado comportava um artista totalmente diferente um do outro. E Anna teve sua segunda paixão na vida - dessa vez foi com o ruído de uma música que parecia tão agressiva quanto seu coração. O choro da guitarra chamava seu nome e Anastasiya não hesitou em trocar o violino por uma guitarra surrada e usada, mas que era perfeita aos seus olhos. E então se viu trocando inconscientemente os sonhos criados por seus pais por sonhos próprios - não queria se permitir ter tais aspirações tão tolas, mas não conseguia enganar seu coração. Sem nem perceber, a garota já havia compreendido que música seria a única coisa capaz de preencher sua alma completamente.
As coisas pareciam ter atingido uma estranha harmonia durante anos em sua família. A garota, não mais tão ingênua, sabia que era por conta da falsa ignorância de seus pais. Ainda com medo de abandonar completamente seu papel naquela delicada peça dramática, Anastasiya havia ingressado na melhor faculdade de Medicina na região, graças a seu desempenho acadêmico impecável. Fingia ser sua bonequinha e os progenitores fingiam que acreditavam. Todavia, a russa sentiu na pele o famoso ditado de que mentira têm perna curta.
Seus pais, controladores como sempre foram, não demoraram a descobrir de sua maneira invasiva o novo estilo de vida julgado como inadequado e vulgar que a filha estava vivendo. Tamanha blasfêmia. Houveram gritos, lágrimas, copos voando e enfim uma Anastasiya na rua sem ter pra onde ir. Foi expulsa das aulas de balé por ter deixado sua raiva e impulsividade ganharem mais uma vez e se apresentava toda semana com seus amigos em uma banda improvisada.
Por sorte, conseguiu um teto temporário com tais amigos - mas Anna já havia entendido que estava sozinha nesse mundo e tinha de resolver seus problemas de forma independente. Estava pronta pra deixar tudo pra trás sem pensar duas vezes, então sem nem deixar uma explicação, sem nem dar um mísero adeus, Anastasiya usou tudo que havia juntado para uma possível faculdade no exterior para uma viagem sem passagem de volta para Coréia do Sul. A curiosidade e ligação afetiva pelo local por ser o país de origem de seus avós foi o que motivou sua decisão. Finalmente havia deixado as ruas cinzentas e congelantes de Volgogrado, junto com o fantasma da garota que fingiu ser por tanto tempo.
Se sentia abandonada, rejeitada. Acima de tudo, frustrada - caiu na ilusão que seria fácil se reinventar por completo em solo estrangeiro, mas acabou na mesma rotina que tinha em seu local de origem. Busking não era suficiente para pagar sua moradia ou sua comida, e a russa se viu obrigada a aceitar um emprego como bartender em um bar estreito e bem movimentado. Conseguia poucas moedas vendendo algumas de suas preciosas composições e letras, mas quase nunca recebia o devido crédito e isso quebrava seu coração. Não era assim que queria que viver de música fosse para si, mas também jamais admitiria derrota. Não queria se permitir sentir a dor nem por um segundo, pois sabia que havia chances de seu coração fraco esquecer-se das paredes criadas com tanto esforço e implorasse para que seus pais a aceitassem de volta em seus braços, e que tudo voltasse a como era antes.
Qual a ligação da personagem com Coletivo Ode to Sappho?
A primeira apresentação que fez na Coréia do Sul foi em um evento realizado pela Ode to Sappho. Uma colega de trabalho que era familiar ao coletivo havia mencionado a oportunidade para Anna, já que estavam em busca de artistas sáficas para o show. Não pensou duas vezes antes de aceitar e desde então, não conseguiu desgrudar - estava presente em todos os próximos eventos e sempre querendo ajudar no que era possível, já que a apresentação tão importante para ela.
Conheça uma das sáficas que foi tocada pela Deusa Sappho! DAMBI NADIA SEONG, nascida em 1995, foi inspirada no Arquétipo Artista.
Nome da Personagem: Seong Dambi Nadia
Faceclaim: Kim Jisoo (BLACKPINK)
Arquétipo: Artista
Data de Nascimento / Idade: 01/03/1995 | 26 anos
Nacionalidade: Sul Coreana
Orientação Sexual / Romântica: Lésbica
Comportamento Sexual: Demissexual
Identidade de Gênero: Não-binária
Biografia
O clã tradicional Seong é deveras importante na política nacional, contando com algumas gerações de servidores públicos de renome. Jonghyun Seong não foi diferente, elegendo-se como vereador no Conselho Metropolitano de Seoul logo após ter se graduado em Direito na SNU. Sua carreira não demorou a deslanchar e, para conquistar maior aprovação popular, um casamento foi arranjado para si por seu pai. Eleanor Kwon era uma importante aristocrata, elegante e simpática na medida certa para conquistar os votos que Jonghyun tanto necessitava.
Dambi foi a terceira criança do casal, a única nascida menina. Seus irmãos eram muito mais velhos e, bem da verdade, muito mais competentes que si –– ao menos, era isso que seu pai sempre lhe dizia. Apesar de adorar Dawoon e Dabin, Dambi era constantemente comparada (e diminuída) perante suas figuras, e a pequena sentia-se deslocada de seu seio familiar, apesar de ser protegida de forma voraz do mundo exterior. Por toda sua infância e juventude, foi forçada a seguir regras estritas, sendo adorada pelo público por ser um exemplo de feminilidade e amabilidade. Ela era uma boa propaganda –– e nada mais.
Apesar de ser colocada nas melhores escolas, suas notas eram deveras decepcionantes para a figura paterna, graças à sua dislexia e déficit de atenção. Seu interesse pelas artes era frequentemente zombado, e seu talento para a pintura, a dança, e a música nada mais eram do que material para piadinhas durante o jantar. A combinação de ambientes tóxicos, a falta de apoio de familiares, e a ausência completa de amizades sinceras, lhe fez fechar-se por completo em sua casca, ocasionando alguns problemas psicológicos que Nadia até hoje tem dificuldades para superar.
Foi neste período de sua adolescência que a garota descobriu o Coletivo, inicialmente buscando acolhimento psicológico na Ode to Sappho às escondidas. Encontrar tal sensação de pertencimento foi de exímia importância para seu desenvolvimento pessoal e social, e foi o grupo que lhe incentivou a desistir da ideia paterna de frequentar uma faculdade de Direito para perseguir seus sonhos na vida artística.
Foi assim que Nadia tornou-se uma bailarina profissional. As brigas em casa, é claro, não diminuíram, mas logo Jonghyun descobriu uma forma de monetizar a carreira de sua filha ao seu favor. Entretanto, o homem não pode fazer o mesmo quando Nadia confrontou-lhe com o fato de se identificar como lésbica. Jonghyun a colocou para fora de imediato, apesar de sua mãe e seus irmãos continuarem lhe ajudando às escondidas.
Ainda assim, ninguém a defendeu diretamente, e esse abandono lhe magoou mais do que qualquer outra coisa. Sua carreira seguiu normalmente, mas Nadia passou a residir na Casa de Acolhida por alguns meses, até encontrar um apartamento pequeno para si. Foi nesta época que tornou-se uma ativista com maior afinco, sem muito medo de botar seu rosto nas atividades do Coletivo.
Qual a ligação da personagem com Coletivo Ode to Sappho?
Nadia já passou pelo Coletivo em diversos momentos de sua vida. Já frequentou uma das psicólogas oferecidas pelo Ode to Sappho, além de ter participado de alguns de seus eventos artísticos durante sua juventude. Ademais, morou na Casa de Acolhida por alguns meses após ser expulsa de seu lar e, atualmente, oferece alguns cursos no Coletivo, geralmente no que se refere ao âmbito das artes (dança, música, artesanato, pintura, etc), além de ser uma voluntária frequente.
Oi de novo, tag! Só passando pra lembrar que hoje é o ÚLTIMO DIA de reservas das vagas até o servidor ser fechado por tempo indeterminado para novas fichas, okay? Estaremos jogando e desenvolvendo as personagens aceitas até que chegue nossa segunda temporada, risos— e assim serão disponibilizadas novas vagas para novas sáficas (mas não está decidido quando isso vai acontecer... Então aproveitem e lembrem-se que é tudo casual e sem pressão do lado de cá!). Qualquer coisa estarei por aqui hoje organizando o primeiro eventinho do servidor. Se cuidem, usem álcool em gel e máscara pff2!
Conheça o cantinho físico da Ode to Sappho no nosso universo. Sinta-se em casa!
A Vila de Acolhida Ode to Sappho é uma iniciativa do coletivo em conjunto com patrocinadores, apoiadores e parceiros, — por meio de financiamentos coletivos, — com objetivo de acolher e assegurar a segurança e bem estar de mulheres sáficas que passam por momentos delicados e que precisem de apoio e um espaço para residir temporariamente.
A ideia do projeto é ser um casa temporária, realizando um trabalho multidisciplinar para que as sáficas acolhidas desenvolvam autonomia para estabelecerem suas trajetórias a partir da entrada no projeto. São no total 18 vagas para estadia em um período máximo de 5 meses.
Além da moradia, alimentação e transporte, as sáficas residentes recebem suporte de assistência social para organização de documentações, apoio nos processos de continuidade ou retomada dos estudos, empregabilidade, atendimentos de saúde clínica e mental, assim como acesso à toda programação do centro cultural do coletivo.
Vale ressaltar que toda manutenção da vila é feita pelas voluntárias que moram no local junto as residentes acolhidas. O dinheiro vem todo de doações individuais ou financiamentos coletivos.
IMAGENS DE REFERÊNCIA —
PROJETOS DA VILA —
Atuando não só no acolhimento para mulheres sáficas em situação de vulnerabilidade social, a Vila de Acolhida OtS também abriga projetos a parte como o Centro Cultural com atividades voltadas à diversidade com objetivo de fomentar a produção de conhecimentos através de oficinas, cursos, exposições, palestras, debates, exibições, etc. Assim como a Clínica Social, que conta com atendimentos psicoterápicos, médicos pontuais e terapias complementares, sempre com uma perspectivas humanizadas e com foco na promoção de saúde mental, em especial da comunidade LGBT.
ESTRUTURA DA VILA —
A vila é uma vila Hanok que é formada por 6 construções independentes no estilo tradicional da arquitetura coreana, todas feitas de pedra, terra e madeira. Cada prédio independente possui 3 ou 4 cômodos cada.
1: Prédio Diretório
— Prédio principal. Mais perto da entrada da frente.
— Secretaria, sala para entrevistas e atendimentos psicoterapêuticos, sala de atendimento médico.
2: Prédio Centro Cultural
— Onde acontecem os eventos abertos para público.
— Sala de oficinas de arte, sala aberta para oficina diversas e sala de auditório.
3: Prédio Comunitário
— Usado coletivamente pelas residentes.
— Sala de estar, cozinha, lavanderia.
4, 5 e 6: Prédios Domitórios
— 3 quartos em cada prédio com 2 camas cada cômodo.
— 1 banheiro social em cada prédio, com banheira de pedra além do chuveiro elétrico.
— Lembrete importante: eu usei da liberdade artística pra criar a Vila, tentando ser bem realista, mas ainda levando em conta a necessidade e inclinamento do plot além de aspectos culturais também.
— A vila é um lugar que foi cedido por uma pessoa influente e anônima. (Se alguma personagem ricona quiser plotar algo com essa ideia também, pode ser.)
— Usem e abusem do espaço e da ideia. As integrantes e voluntárias do Coletivo são bem mais do que bem recebidas no espaço, tá sempre aberto pra cada uma delas e se quiserem plot de residente também, fiquem à vontade. Isso aqui é tudo nosso!
— As personagens que dão apoio psicoterapeutico, artístico e/ou social, etc, estão muito mais do que convidadas. Além das voluntárias que podem ajudar na limpeza, compras e manutenção de qualquer categoria pela vila.
— No momento só temos NPCs que moram na vila, tanto as residentes acolhidas como as voluntárias que moram e cuidam dos prédios. Vocês podem adicionar na ficha de suas personagens o tipo de ajuda que dão para o coletivo e também podem criar qualquer tipo de evento diário que aconteça no Centro Cultural na Vila.
— Vocês estão livres, só deixar a criatividade fluir.
informações também presentes no canal #vila-de-acolhida— no servidor.
Conheça uma das sáficas que foi tocada pela Deusa Sappho! ISIDORA MAE-CALLIS, nascida em 1996, foi inspirada no Arquétipo Diplomata.
Nome da Personagem: Isidora Mae-Callis
Faceclaim: Sejeong (gugudan)
Arquétipo: Diplomata
Data de Nascimento / Idade: 28/08/1996 | 24 anos
Nacionalidade: Grécia
Orientação Sexual / Romântica: Lésbica
Comportamento Sexual: Alossexual
Identidade de Gênero: Cisgênero
Biografia
Quando um importante diplomata coreano pisou em Creta, Grécia, foi amor à vista por uma importante boxeadora olímpica. Entretanto, a família não foi a melhor coisa que poderiam lhe ocorrer. Após uma injúria no pulso e ser aposentada à força, o pai não mais queria continuar alternando entre a Coréia e a Grécia. Um divórcio muito conturbado, fazendo com o que o homem apenas desaparecesse aos olhos da família. A mãe, praticamente abandonada e a filha, apenas uma criança que nunca entendeu a situação como um todo. De todo modo, eram apenas as duas agora e continuaria assim por muito tempo. Para conseguir toda a renda necessária e criar a filha, a mulher começou a lecionar em uma grande academia de box, onde Isidora passou a maior parte de sua vida.
Da lábia aos punhos, a vida de Dora era assim enquanto traçava seu caminho como uma excelente oradora, poetisa e filósofa após se formar na Universidade de Seoul. Tudo pelo singelo motivo de um dia fazer o pai se arrepender da filha que ele abandonou e nunca mais trocou um contato sequer. Sabendo que ele tinha investido na carreira política, com os anos que foi ascendendo ao papel da mulher forte, impecável, influente e estudiosa aos olhos da onda feminista coreana. Ela era agressiva, mas sabia acolher todas aquelas que sofreram com as suas palavras. E, inspirada por grandes movimentos por todo mundo, ela recrutava mulheres que se comprometiam com a causa para o que chamava de Panteras Cor de Rosa, com influência direta aos Panteras Negras de Bobby Seale e Huey Newton. Um movimento que avançava como auto-defesa para as mulheres, onde além de inspiração, eram ensinadas aulas gratuitas de luta para aquelas que não aguentavam apenas gritar, mas precisavam agir de forma rápida e efetiva.
Assim era Isidora, uma líder nata que cada vez mais juntava as pessoas em um só coração, mesmo as convicções dela sendo puramente pessoais e distorcidas. Ela faria de tudo para acabar com a injustiça, tornando-se uma figura polêmica na sociedade coreana.
Qual a ligação da personagem com Coletivo Ode to Sappho?
Quem ajudou Isidora a começar e crescer em sua carreira foi o coletivo. Para uma menina que apenas fazia poesias genéricas e continuava tentando conscientizar as pessoas à cerca do que acreditava, não se via espaço para as obras puramente feministas e sáficas da qual ela é conhecida hoje em dia. Dora foi acolhida, foi colocada no caminho que seu coração necessitava e, em gratidão a isso, ela se propôs a tornar-se o principal nome na mídia quando se pensava em mídia lésbica. Em um país marcado pelo tradicionalismo e conservadorismo, onde quem saísse da curva padrão era linchado ou simplesmente colocado na marginalização, Isidora não se importava. Ela queria chegar nas pessoas iguais a ela e mostrar que elas tinha um local a pertencer e, sem mal perceber, era ela quem trazia meninas sem rumo para o coletivo. Porque, assim como ela, imaginou que precisassem pertencer a um lugar que não as matasse por dentro (e por fora), um local em que elas podiam ser elas mesmas e serem amadas desse jeito.
Conheça uma das sáficas que foi tocada pela Deusa Sappho! STORMI OCEAN, nascida em 1991, foi inspirada no Arquétipo Protagonista.
Nome da Personagem: Stormi Ocean
Faceclaim: Jung SooJung | Krystal
Arquétipo: Protagonista
Data de Nascimento / Idade: 24/10/1991 | 29 anos
Nacionalidade: Estadunidense
Orientação Sexual / Romântica: Lésbica
Comportamento Sexual: Alossexual
Identidade de Gênero: Cisgênero
Biografia
Nascida em Nova Jersey, estado situado onde moram todos os clichês periculosos dos Estados Unidos, enquanto as crianças se atinham as programações de suas faixas etárias, a pequena Stormi bisbilhotava pelas paredes do mausoléu em que morava todos os passos calculados da família Oceans. Tudo o que a impubere compreendia da sua história naquela idade, era que seu pai havia se apaixonado no trabalho – e dali, o fruto que chamariam de Stormi integrou a família como a mais jovem dos Ocean, roubando de si em seus primeiros anos toda a diversão proibida para menores de dezoito anos.
Era extremamente frustrante ser uma criança no seio do que era uma família excêntrica em demasia, suas atividades incluíam brinquedos cômicos como kits de enfermagem, monopoly e algumas joias das bonecas que Stormi unificava em uma única brincadeira. – Escutava a veracidade dos diamantes com o estetoscópio de plástico, enquanto simulava assaltos no monopoly e sempre roubava quando o jogo se tornava um programa familiar, sua brincadeira favorita na infância era policia e ladrão, onde conseguia adentrar a máfia da sua família sem se preocupar com o fato de ser muito jovem.
Na adolescência Stormi descontente colecionava boletins escolares, e comunicados de pequenos delitos pela redondeza, muito embora sua família tivesse a moral corrompida, aquele tipo de atenção era negativa em demasia, e aos quinze a impubere descobriu com exatidão o que aconteceu na noite em que seus pais se conheceram, e não somente. O patriarca houvera saído para uma grande ação em um banco local, e por consequência apaixonou-se por uma refém, aquilo implicou complicações para a família e era tão naturalmente citado como quase desastre, que aquela parte segregada dos Ocean vivia sempre a mercê de aprovação, portanto Stormi deveria agir de acordo com o código de conduta da família.
Mudaram-se então para Costa Rica, na tentativa de disciplinar o coração selvagem que era fruto de suas cabeças teimosas, e muito provavelmente só foi possível domar aquela adolescente quando a oportunidade de fazer parte da família por completo foi lhe apresentada. Se estivesse comportada o suficiente, seu presente de dezoito anos seria acompanhá-los em uma ação, e então a impubere se viu obrigada a se acalmar pelos três anos seguintes, na ambição de finalmente realizar seu sonho.
Aos dezoito, a adrenalina que corria em suas veias pareciam fomentadas pelos anos de inércia em que o demônio dentro de si ficou adormecido, três anos fingindo ser alguém que não era culminou em uma garota com urgência de se mostrar para o mundo. Entretanto, o assalto a banco prometido trouxe várias complicações no trajeto. Seu irmão que era um pouco mais velho que si, e não falava muito também participaria. Ele era respeitado pela família inteira e talvez, o único responsável pela reputação promissora, seu único problema era a ambição, esta que cega fê-lo ser preso no dia em que Stormi participou dos negócios da família pela primeira vez.
Tão irritada a impubere se viu obrigada a compensar a falha do irmão, o luto potencializou a necessidade de se provar e Stormi arquitetou um roubo milionário que deveria colocá-los como prioridade nas repartições da família. Muitos tentaram alertá-la de que era uma ideia ruim, mas ela jamais seria capaz de ouvir alguém além da voz interior que gritava em conjunto com o ódio de não ter mais seu irmão por perto. E nesse compasso Stormi findou como este, colocada a sete chaves em uma prisão.
Stormi pegou seis anos de cadeia, mas com recursos e o réu primário foi diminuído para quatro. O bom comportamento fê-la sair antes mesmo dos quatro completos, mas poucos sabiam que ali dentro a garota agora adulta cozinhava o maior assalto da sua vida, encontrou na cadeia uma motivação e se conectou com o seu sonho de formas distintas. Agora, se alguém lhe perguntasse o que ela desejava ser quando crescer diria sem pestanejar: assaltante de jóias.
Solta mas não liberta, Stormi vivia de pequenos delitos enquanto em seu guarda roupa não tinha roupa alguma comprada com o próprio dinheiro e este não compartilhava de espaço com a quantidade de roubos pequenos que Stormi realizava, demorou cinco anos para juntar todo o necessário para o assalto e quando chegou o dia, finalmente, sua gangue intitulou todos os jornais da cidade Manhattan, é claro que seus nomes não eram encontrados em lugar nenhum naquela matéria. Talvez o assalto mais bem executado de todos os tempos.
Com todo aquele dinheiro, Stormi mudou-se para a Coreia do sul, país de origem da sua mãe – na tentativa de se reconectar com a parte da família que não tinha nenhuma ligação com o crime, a púbere investiu parte do seu dinheiro no comércio local e, trabalhou em diversos estabelecimento sem muito sucesso pela falta de adrenalina no âmago. Nunca foi muito fã de estacionar-se em um só lugar, talvez reflexo do coração indomável ou mesmo dos traumas causados pelos quase quatro anos de prisão.
Qual a ligação da personagem com Coletivo Ode to Sappho?
Dentre as múltiplas facetas de Stormi, ao residir a ásia notou o quão carente eram as peças de teatro e o entretenimento sáfico, dito isto fez uma nota à imprensa se utilizando da popularidade que cresceu exponencialmente pela boa conduta e lavagem de dinheiro, entendida pelos Americanos como ótimas lojas e investimento nas ações locais, sendo assim a mulher então conseguiu com alguns dos seus sócios um interesse crescente na produção de espetáculos para o teatro local, sendo agora uma das maiores acionistas do novo estabelecimento que abriga jovens LGBTS de toda a coreia, independente da idade, género, raça ou credo. Tão bem falada, a mulher agora apaziguada das emoções se encontrou nas artes com uma empreiteira, e muito embora utilize daquele lugar para lavar dinheiro de alguns golpes acometidos esporadicamente, está também muito interessada em alavancar ainda mais sua carreira de atriz.
Conheça uma das sáficas que foi tocada pela Deusa Sappho! IM CHAEWON, nascida em 1993, foi inspirada no Arquétipo Perfeccionista.
Nome da Personagem: Im Chaewon
Faceclaim: Choi SooYoung (SNSD)
Arquétipo: Perfeccionsita
Data de Nascimento / Idade: 28/08/1993 | 28 anos
Nacionalidade: Coreia do Sul
Orientação Sexual / Romântica: Lésbica
Comportamento Sexual: Assexual
Identidade de Gênero: Cisgênero
Biografia
Quando tinha 8 anos, ela perdeu sua inocência. No lugar, um vazio. Vazio esse que ela nunca soube muito bem como preencher, mas que pareceu menor quando sentiu o toque quente de sua melhor amiga na festa de pijama que havia feito para comemorar seus 15 anos.
Naquele quarto escuro, deitadas lado a lado e confiando seus maiores segredos uma à outra, Dara passou os dedos carinhosos pelo rosto de sua amiga, fazendo com que doces calafrios percorressem sua espinha. ChaeWon ainda não saberia o porquê daquele gesto tão simples ter causado a reação que teria a seguir — um beijo gentil nos lábios adocicados de sua melhor amiga — mas foi capaz de perceber que tal momento, por mais errado que parecesse em sua mente, também havia sido a primeira vez em que se sentiu viva em muito tempo.
Passou os anos seguintes acreditando firmemente que aquela situação não passara de um lapso de confusão, de uma adolescente perdida que, pela primeira vez, parecia ter recebido um gesto de carinho genuíno, observada em sua complexidade e percebida com compaixão, como se existisse ao menos uma pessoa no mundo que fosse capaz de olhar em seus olhos e enxergar algo que não fosse um monstro, mas sim uma menina perdida, deixada aos lobos, que precisava desesperadamente de ajuda — mesmo que ela mesma não soubesse disso.
ChaeWon nunca foi capaz de manter relacionamentos por muito tempo. Todos eles acabam da mesma forma — com ela sendo abandonada. As justificativas sempre remetem ao fato da menina não ser boa o suficiente, não saber expressar seus sentimentos e ser "inconsequente demais para pessoas normais". Tentava não ver isso como uma coisa tão ruim, afinal, sempre estava disponível para transar com qualquer pessoa que chamasse sua atenção, mesmo sabendo que o sexo não a realizava e raramente a fazia gozar.
Apesar de tantas ações imprudentes, ChaeWon conseguia ser bastante responsável. Assim que teve condições de finalmente deixar a casa de seus pais e se mudar para longe, onde não existisse mais contato algum com seu passado, ela se empenhou em estudar sua única paixão: a arte. Em meio a transas casuais com pessoas estranhas, ela mergulhava em livros sobre história da arte e expressava em seus quadros e desenhos todo o turbilhão de sentimentos que habitava dentro de si.
⚠️ [TW: Abuso sexual / pedofilia]
Só assim ela era capaz de fazer com que as vozes em sua cabeça — aquelas que a lembravam do peso que o corpo de seu pai fazia sobre si e de toda a culpa que viria a seguir — parassem por um momento, permitindo que ela respirasse em paz, mesmo que por pouco tempo.
Qual a ligação da personagem com Coletivo Ode to Sappho?
Por meio de Shin Bona, que ofereceu o convite para que ChaeWon usasse suas habilidades de Designer de Exibição para ajudar na produção de alguns eventos do Coletivo. Não demorou muito para que ela quisesse se juntar oficialmente ao Ode to Sappho.
Conheça uma das sáficas que foi tocada pela Deusa Sappho! JEONG SOOMIN, nascida em 1996, foi inspirada no Arquétipo Cientista.
Nome da Personagem: Jeong SooMin
Faceclaim: Moon GaYoung (Atriz)
Arquétipo: Cientista
Data de Nascimento / Idade: 26/10/1996 / 25 anos
Nacionalidade: Coreia do Sul
Orientação Sexual / Romântica: Lésbica
Comportamento Sexual: Alossexual
Identidade de Gênero: Cisgênero
Biografia
Nascida em Seul com seu pai sendo o diretor de um famoso hospital e um doutor renomado pela comunidade médica, Soo-Min teve acesso à melhor educação, melhores tutores e melhores escolas, tudo com o intuito de auxiliar sua eventual entrada na Universidade Nacional de Seul. Sua personalidade sendo moldada por um claro respeito aos mais velhos e quietude encantava aqueles ao seu redor. Uma das poucas, porém mais marcantes falhas seria o total interesse de Soo-Min em se esforçar minimamente em seus estudos e a segunda e não menos importante sendo o fato de ser extremamente mimada. Se a maioria das crianças mimadas que desejam algo começam a chorar e gritar para o desespero de todos, Soo-Min se tornava o total oposto ao ponto de parar de comer, até o momento em que recebesse o que queria e logo voltava dizer seus obrigados com um claro sorriso de satisfação.
Sua mãe, uma neurocirurgiã que se mudou para a Alemanha alguns anos após o nascimento de Soo-Min e o seu divórcio, sempre manteve suas portas abertas para Soo-Min que tinha o costume de passar suas férias na casa de sua mãe, aproveitando os períodos de paz e lazer. Longe da rotina estrita na Coreia, Soo-Min tinha total liberdade de fazer amizades com as crianças vizinhas e suas mais queridas memórias são dessas férias.
A péssima nota no Suneung não foi algo muito surpreendente para todos os membros de sua família, afinal, Soo-Min praticamente já vivia em outro país e a decepção de seus pais nunca foi algo que a abalou já que aparentemente sua posição no hospital de seu pai já tinha seu nome escrito independente de sua universidade ou não. Assim, foi decidido sua entrada em uma universidade particular na Alemanha e após o fim dela, Soo-Min faria estágio no hospital onde seu pai era diretor. Sabendo que não haveria outra opção ou acordo, Soo-Min concordou com tudo e alegremente fez as malas.
Estranhamente, Soo-Min descobriu várias coisas sobre si durante a universidade. Longe de seus pais, ela possuía uma liberdade inesperada, se antes a faculdade de medicina era algo que sempre fora imposto e sua escolha sobre o assunto era nula, Soo-Min aos poucos se viu genuinamente interessada no conhecimento científico e biológico que lhe era passado. Existia algo gratificante em conhecer os males que poderiam acometer uma pessoa e o mais importante, como tratá-los e acima de tudo, ter conhecimento do mundo ao seu redor. Essa descoberta foi bem recebida por seus pais que tinham esperança que Soo-Min finalmente adquirisse responsabilidade.
A outra descoberta infelizmente não os agradou de maneira alguma. Se ela olhasse para o passado, Soo-Min realmente veria que de uma maneira ou outra ela acabaria percebendo como seu coração palpitava ao tocar os lábios de outras mulheres, como com certas amigas um dar de mãos era a origem de diversas emoções. Não demorou muito para que ela descobrisse sua sexualidade e para o seu azar, sua volta para a Coreia já estava com data marcada. Seu breve namoro rapidamente terminou com a decisão de Soo-Min retornar para a Coreia para fazer o internato médico.
De volta sob o vigilante olhar de seu pai, Soo-Min lentamente observou a sua liberdade conquistada nos últimos cinco anos, aos poucos desaparecer em cinco meses. Não que seu estágio também não tivesse colaborado com sua falta de tempo apesar de adorar o trabalho que era realizado. Também, ter sido descoberta dentro do armário de limpeza com uma das residentes, talvez não fosse a melhor maneira de contar ao seu pai e até Soo-Min admite a falta de profissionalismo, principalmente já que a descoberta aconteceu durante uma emergência médica com um dos pacientes VIPS.
Soo-Min não se lembra exatamente da conversa que ela teve no escritório de seu pai, ela apenas se recorda de alguns detalhes como observá-lo tocando a base da nuca ou de tentar remover a marca batom de seu pescoço de modo sutil e falhando miseravelmente. Até a cor do batom é visível em sua memória, porém todas as palavras ditas desapareceram e o final do dia terminou com Soo-Min saindo do hospital de cabeça erguida sabendo que ela não dependeria mais de seus pais e muito menos de seu dinheiro.
Percebendo um pouco tarde que ser filha de seu pai a havia protegido de várias coisas e principalmente lhe garantido regalias, Soo-Min se vê fazendo o trabalho de uma verdadeira estagiária e ganhando muito menos do que lhe era dado no hospital de seu pai. Apesar de tudo, ela se vê realmente feliz onde está agora, mesmo que esteja fazendo internato em um hospital menor e passando por diversas frustrações.
Qual a ligação da personagem com Coletivo Ode to Sappho?
Soo-Min soube do Coletivo através de uma amiga em comum e não tardou a se interessar e participar dos eventos e atividades. Sempre que consegue, ela faz uma pequena doação e não hesita em oferecer ajuda no auxílio de agendamentos de consultas médicas através de suas amizades.
Conheça uma das sáficas que foi tocada pela Deusa Sappho! IM NABI, nascida em 1999, foi inspirada no Arquétipo Ativista.
Nome da Personagem: Im Nabi
Faceclaim: Im NaYeon (TWICE)
Arquétipo: Ativista
Data de Nascimento / Idade: 30/07/1999 / 21 anos
Nacionalidade: Coreia do Sul
Orientação Sexual / Romântica: Bissexual
Comportamento Sexual: Alossexual
Identidade de Gênero: Mulher Cis | Ela/dela
Biografia
Im Nabi nasceu na cidade de Busan em uma família humilde e simples, o pai sendo um pescador e a mãe uma professora de jardim de infância. Cresceu com uma educação firme porém com muito amor e conversa, seus pais sempre diziam que dinheiro não era tudo e que se ela crescesse dedicada e fiel aos seus princípios já seria o orgulho deles, e esse apoio foi definitivo para sua decisão de, aos 15 anos, se mudar para Seul para poder treinar em uma empresa e realizar seu sonho de se tornar uma idol.
Porém, mesmo com toda a coragem do mundo, a realidade lhe foi dura e fria, os horários de ensaio eram intermináveis, as dietas muito restritivas e a pressão esmagadora, isso porque diziam que ela já estava atrasada pois na empresa já haviam treinees de 11 e 12 anos.
Nabi não se deixou abalar com as situações e enfrentava tudo da melhor forma que conseguia, dançando. Apesar de seus pais mandarem dinheiro mensalmente para ajudar ela a se manter aquilo ainda assim não foi o suficiente então, ao completar 21 anos, ela começou a trabalhar a noite como dançarina exótica em uma boate onde seu principal público era, isso mesmo, mulheres gays, e foi ali que Nabi entrou contato com esse mundo LGBT e, depois de quase um ano lá e muita confusão sexual, ela se descobriu Bi, o que foi um choque para ela que nunca nem tinha considerado a possibilidade de se envolver com alguém do mesmo sexo antes. Pesquisando mais sobre o assunto ela conheceu o Coletivo Ode to Sappho através da bartender do bar, que disse que o grupo poderia ajudar ela a conhecer mulheres parecidas com ela e que não estivessem obcecadas com fama e ficar magras ao extremo.
Hoje, Nabi se tornou uma membro ativa no coletivo que ajuda com cartazes e protestos quando dá, porém, após 7 anos de treinamento ela se vê mais perto de debutar do que nunca e sabe que se vazar informações sobre seu emprego de meio período, o coletivo ou até mesmo sua sexualidade, seu sonho pode ir para o buraco, e agora se encontra em um conflito interno.
Deveria ela deixar toda essa ideia de ativista de lado para poder finalmente viver seu sonho ou arriscar tudo para poder viver sua verdade livremente?
Qual a ligação da personagem com Coletivo Ode to Sappho?
Ela conheceu o coletivo através de uma colega de trabalho e o frequenta bastante por gostar do ambiente e se sentir acolhida lá.
Conheça uma das sáficas que foi tocada pela Deusa Sappho! KAWAKITA MAI, nascida em 1995, foi inspirada no Arquétipo Comediante.
Nome da Personagem: Kawakita Mai
Faceclaim: Maria Tani (Modelo/atriz)
Arquétipo: Comediante
Data de Nascimento / Idade: 15/05/1995 / 26 anos
Nacionalidade: Japão
Orientação Sexual / Romântica: Pansexual
Comportamento Sexual: Alossexual
Identidade de Gênero: Cis
Biografia
Kawakita Mai nasceu em Tóquio, no Japão. Desde o início chamava atenção por ser mestiça: seu pai era japonês e sua mãe venezuelana. Filha única de uma família rica, sempre teve todos os mimos — infelizmente nenhum pai nem mãe se prepara para determinadas peculiaridades da personalidade de seus filhos.
Mai, por exemplo, sempre foi uma garota que esbanjava alegria e animação. Ninguém imaginaria que ela conseguisse ser obcecada por alguém, e esse alguém era sua psicoterapeuta. A menina simplesmente passou a segui-la sempre, o que resultou numa ordem de restrição.
Decepcionados com o comportamento disfuncional da filha, a mandaram para a Coreia do Sul onde morou sozinha, mas sempre com alguém por ser carismática demais. Lá, conseguiu concluir a faculdade de psicologia (irônico) e fez amizade com Wang Lu, quem ela considera sua melhor amiga.
Foi lá na Kyung Hee University que conheceu o ex namorado abusivo. Ficou com ele três anos de curso e terminou o relacionamento depois de muito drama e apoio dos amigos. Graças a isso, passou a ver os homens como uma ameaça, sempre "brincando com a cabeça de algum" quando se faz possível.
Atualmente com 26 anos, atua como psicóloga clínica e divide o apartamento em Seul com a melhor amiga. Conheceu a Ode to Sapho por ela e decidiu ajudar o movimento sempre que possível, principalmente chamando mais membros com todo o seu carisma.
Qual a ligação da personagem com Coletivo Ode to Sappho?
A melhor amiga Wang Lu e o amor que sente por todas as mulheres.