ESPERANÇA.
Hoje, não vi tantas pessoas nas ruas. Aquelas que aparentavam estar tão vazias, mesmo cercadas de tantas outras. Elas não transitavam mais, O vazio daquela multidão deu espaço para o vazio das ruas. Me pergunto, nessa parada quase universal, se aqueles rostos vazios de antes se recuperarão, Se a tristeza que os circulavam vai dar espaço novamente para a felicidade Se a correria constante e opaca que circulava naquelas ruas agora vazias, Serão metamorfoseadas em um andar brando e sereno que voltará a observar O mundo. Talvez eu esteja sendo esperançoso demais crendo em uma mudança. Bom, talvez seja disso que o mundo precise, ESPERANÇA



















