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@seriacomico
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ás vezes o céu pesa e desaba sobre seus olhos e você chove.
sou
sou tudo e nada. sou camaleão. sou a inconstância escrita e desenhada. sou a porta trancada. eu não sou nada, mas sou tudo. tenho tudo, menos o que quero. sou um mergulho profundo. afogo. sou lágrima escorrida. lembrança esquecida. eu não sou nada.
poderia ter sido
poderia, eu queria muito, eu quis muito, mas não foi o suficiente e não o foi por muitas vezes até que passou a não ser mais.
THE DAILY PIC (#1569): I’m hardly the first person to notice that digital technology is bringing about a convergence of photography and painting, but that truth was brought home to me when I visited an exhibition of works by the New York artist Michael Dayton Hermann, now showing at Frances Saint Charles gallery on the Lower East Side of Manhattan.
Hermann has taken digital enlargements of found photos, digitally printed them onto canvas and then added fantastical elements to them in oil paint, often in riffs on the Old Masters. Looking at Hermann’s works – especially today’s Daily Pic, titled “Flowers for Atticus” – I suddenly got new insight into what the Old Masters themselves had been up to. They weren’t so much inventing from whole cloth, out of the imagination, as conveying the reality of the world to viewers via their era’s latest imaging technology, which allowed them to embellish and alter as they saw fit.
The ideal of the unmanipulated, truthful photographic image only held sway in our culture for a brief, parenthetical moment. (Courtesy Michael Dayton Hermann)
The Daily Pic also appears at Artnet News. For a full survey of past Daily Pics visit blakegopnik.com/archive.
Como é possível sentirmos tanto medo de perder aquilo que nem sequer nos pertence?
O Diário Secreto de Alice. (via velejo)
Em última análise, precisamos amar para não adoecer.
Sigmund Freud. (via quase-heroi)
mar aberto pulo durante a queda recordo: não sei nadar… desperto.
Lia F. (via pseudomorte)
por tanto tempo achei que estava do lado de fora da cela enquanto estava do lado de dentro. te crio prisioneiro nessas palavras, prosas, versos, farsas. você ri enquanto eu percebo que a verdadeira prisioneira sou eu. “é que você mente” na verdade, eu me engano e projeto milhares de dados, confundo farrapos com panos feitos de seda e por mais que eu saiba que sua vida vai bem lá, não aqui (aqui estou só eu e o que restou do que eu pensei que seria nós.), eu não consigo te deixar partir. tu fica livre durante o dia, mas de noite volta para dormir em meus pensamentos.
Gerardo Dottori, Aurora sul golfo, 1935
Eu tenho um pequeno caderno de 15 centímetros cujo ainda nem chegou na metade do abatimento de minha misantropia. Eu tenho alguns comprimidos de regulagem social. Eu tenho crises emocionais cíclicas. A minha vida sofre de arritmias. Os dias dão tabefes de um lado da minha face, E eu dou todos os dias o outro lado dela para ser alimentado a golpes cegos. Eu tenho as monotonias masoquistas da vida.