NĂŁo tenha medo, seja vento, seja luz, explore os quatros cantos que a vida tem a oferecer, o medo de ser, aprisiona qualquer chance de viver.
â Shandy Crispim

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NĂŁo tenha medo, seja vento, seja luz, explore os quatros cantos que a vida tem a oferecer, o medo de ser, aprisiona qualquer chance de viver.
â Shandy Crispim
E ela nĂŁo contava para ninguĂ©m sobre os monstros que moravam embaixo da cama. Ajudava a todos, sempre sorridente, sempre acolhedora, uma daquelas pessoas leves que sempre diz a coisa certa. Mas era incapaz de pedir ajuda, era incapaz de falar do que doĂa e tinha medo, medo de ser uma fralde e descobrirem que todas aquela sĂĄbias palavras que saia de sua boca, nĂŁo eram aplicadas em sua vida. HipĂłcrita, Ă© assim que ela se sentia. Ă como se pudesse dar jeito em tudo, menos nela mesmo.
VocĂȘ tambĂ©m jĂĄ olhou pro cĂ©u e implorou por ajuda? Eu jĂĄ!
seja corajoso o suficiente para eliminar da sua vida as pessoas que jĂĄ te machucaram. por mais que vocĂȘ as ame, esse sentimento nĂŁo Ă© recĂproco. quem te ama nĂŁo te deixa ferido.
Eu queria ser boa para mim, assim como sou para os outros. Eu sou capaz de largar tudo e qualquer coisa pra ser o sorriso de alguĂ©m; a esperança; o papo descontraĂdo; o colo. Mas quando eu sinto dor; me fecho, nĂŁo deixo ninguĂ©m entrar e pior; acabo machucando a rĂspidas palavras todos aqueles que tentam se aproximar; como um animal ferido, amendontrado, que luta pela prĂłpria existĂȘncia.
Grito em silĂȘncio, de forma dolorosa. NinguĂ©m vĂȘ, ninguĂ©m ouve, ninguĂ©m sabe. E talvez seja melhor assim, as pessoas jĂĄ carregam coisas demais pra sustentarem o nosso caos.
Flagelos de um poeta.
âĂs vezes eu queria explicar como me sinto, mas nem sempre consigo e isso me deixa triste. Tem coisa pior do que nĂŁo conseguir entender o que se passa dentro de si? Tem dias que eu acordo assim e a Ășnica coisa que me resta, Ă© esperar o dia passar pra que isso tenha um fim.â
â Caren B.
âPrecisa desabafar ?Feche seus olhos, se desligue do mundo e converse com Deus.â
â Aline Barros.Â
âO que a gente sente e nĂŁo diz, cresce dentro.â
â Paulo Leminski. Â
âSinto um aperto no peito. Parece que vou sufocar a qualquer momento. Infarto? NĂŁo, angĂșstia. Muita coisa escondida dentro de mim resultou nisso. Palavras nĂŁo ditas. Sentimentos engaiolados. Excesso de pensamentos. AngĂșstia parece afogamento, asfixia, sufoca, mata. Ă isso, sinto como se estivesse me afogando, meus pulmĂ”es estĂŁo inundados. NĂŁo consigo respirar. Estou submergindo e a superfĂcie fica cada vez mais distante. Eu quero gritar, mas de nada adiantarĂĄ, ninguĂ©m irĂĄ escutar. Enquanto me deixo afogar, o tempo passa. O relĂłgio corre. Eu continuo aqui, mas atĂ© quando?â
â Caren B.Â
âUma hora a gente cansa de insistir e entende que Ă© melhor deixar ir, do que se partir.â
â Caren B.Â