OMG
Show & Tell
TVSTRANGERTHINGS

titsay
YOU ARE THE REASON

@theartofmadeline
sheepfilms
I'd rather be in outer space 🛸

roma★

No title available
DEAR READER
wallacepolsom

Product Placement

Kaledo Art

izzy's playlists!
we're not kids anymore.
No title available
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ

★
Cosimo Galluzzi

Andulka

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Germany
seen from United Kingdom

seen from Türkiye
seen from Egypt

seen from Venezuela

seen from Poland
seen from United Kingdom

seen from Italy
seen from United States

seen from Türkiye
seen from United States

seen from Türkiye
seen from Ukraine
seen from Australia

seen from United States

seen from Italy
seen from United States
@somipasempre
OMG
Tá, o Viktor morreu, faço o que agora? Posso nem shippar um casalzinho gay que já vão e tiram minha felicidade, Netflix infeliz.
Depois de muita luta, meu celular foi arrumado, eu estava entrando em combustão.
Dê uma olhada na comunidade Peaceful no Discord. Fique de boa com outros 1 membros e curta bate-papo de voz e texto grátis.
Servidor de arte
🫦❤️
Faz tempo que não posto alguma coisa aqui. Enfim, porque elas são tão parecidas?
Minha personagem de um RPG
Kit Harry Potter 🤓
Ugly
Coisinhas sobre meu RPG 😄
Guys, I'm making an RPG based on the Victorian era, so any useful information you have about that era please let me know. I hope this post reaches history nerds. I need to know about fashion, makeup, technology, everything is useful for RPG, believe me. Tysm
Pt-br -
Gente, eu tô fazendo um RPG baseado na era vitoriana, então qualquer informação que vocês tiverem desta Era por favor me falem. Eu espero que esse Post chegue nos nerds de História. Eu preciso saber sobre moda, maquiagem, tecnologia da época etc etc. Qualquer coisa é útil pro RPG, acredite. Muito obrigada❤️
A picture of my cat ❤️
Enjoy
Real
Cara, os livros da Darkside são tão lindos véi, olha esse do drácula, eu choro de emoção só de ver, imagina ter um desse 😭🛐
Capítulo I - Mundo cinza
Lonely Day- System Of A Down 2:52
Último dia de aula antes das férias, Michael devia estar feliz, finalmente iria ter um descanso da escola chata de sempre. Michael deveria estar feliz. O problema era ele. Ele olhava para o mundo e não via graça, ele olhava para as pessoas que sempre olhou e pensava por que estou aqui? Ele não se sentia bem, não tinha energia, não tinha mais amigos, não tinha mais sanidade, não tinha mais nada...
O alarme soou, o tão sonhado alarme, que dividia a libertação dos alunos, das aulas chatas para as férias. Michael guardou seu material lentamente em sua mochila, sobrando apenas ele, na porta da sala dava para ouvir cochichos, cochichos de pessoas que já foram seus amigos. O problema era ele.
Colocou a mochila nas costas, sentindo o peso em seus ombros, ainda mais em seu direito, que parecia que a cada dia que passava doía mais e mais, como todo seu corpo, como seu pulso que era coberto de cicatrizes...
Saiu da sala, só queria sair do ar da escola, era sufocante, contaminado por alguns coisa que tirava a felicidade dos alunos, que tirava tudo.
Quando saiu da escola pode sentir o cheiro de ar livre, mas não era o suficiente, porque ele não se encaixava ali, ele sabia que não. Andou até uma máquina de bebidas, colocando uma moeda e pegar algum energético para o manter acordado, teria uma longa viagem.
Parou em frente a porta de sua casa, com medo de sequer encostar na maçaneta gélida que parecia o eletrizar, suspirou, soltando o ar preso em seus pulmões que nem sabia que segurava. Abriu a porta, tentando ao máximo mudar seu semblante para alguma coisa animada, mas ele não sentia isso, então, para que fingir? Somente para sua mãe não perceber e o encher de perguntas? Talvez fosse bom desabafar. Não, ela não o entenderia, colocaria soluções óbvias como se as coisas fossem simples, e provavelmente colocaria a culpa em seu celular, se lembra perfeitamente da palavra que era repetida a ele, isso é por causa do celular.
— Mãe, cheguei. — proferiu baixo, sua voz rouca, ela não ouviria, mas queria apenas avisar, a rotina seria a mesma, ela tomaria um susto, falaria que não o ouviu e então iria lhe perguntar como foi a aula e assuntos que ele não gostaria de falar. Era sempre assim, era cansativo, a mesma rotina para sempre.
Caminhou até a cozinha, em passos lentos e cansados, bocejou, saindo até mesmo lágrimas de seus olhos, não saberia se era por causa do sono ou apenas lágrimas que precisavam ser derramadas, mas eram lágrimas. Colocou sua mochila no canto do sofá, e se sentou, o sofá que antes era confortável e aveludado, para ele era apenas um sofá barato, uma imitação de algum artigo de luxo, cor preto e com aquelas duas almofadas, que sinceramente nem deveriam ser consideradas usáveis nos estados que estavam.
Ouviu os passos de sua mãe, tinha acabado de sair da cozinha provavelmente.
— Micha que susto! Não ouvi você abrindo a porta— sua mãe riu — Sua última aula foi interessante?
Se sentou ao seu lado, colocando um prato cheio de cookies na mesinha de centro.
— Foi a mesma coisa mãe, aula, aula e mais aula — falou simples, não queria entrar em detalhes, todas as vezes que se lembrava da escola lhe dava arrepio.
— Filho... — sentiu a mão macia de sua mãe na dele e a olhou, seus olhos que eram tão vividos estavam tão mortos, ele queria viver.
— Sei que acha nossa vida monótona, mas eu quero mudar isso sabe? Mas o problema é que... — Sua mãe abaixou o olhar. O problema era ele.
— Talvez o jeito que faremos isso seja estranho — riu sem graça e logo após se levantou dando um beijo na testa pálida de seu filho.
— Arrume suas coisas, iremos para um lugar que eu frequentava.
E então saiu, deixando seu filho confuso.
Isso não era da rotina... Alguma coisa nova talvez?
Pegou sua mochila rápido e foi até seu quarto, subindo as escadas velhas de madeira, tirando os cadernos de sua mochila jogando-os na cama, nem tinha nada anotado lá, era apenas uma fonte de não levar bronca do professor.
Foi até a sua pequena estante de livros, onde continha livros de mitologia grega, fantasia e outros que ele não lia tanto e é claro que tinha os seus livros queridinhos, Harry Potter, Percy Jackson, magisterium, alguns clássicos de fantasia, e tinha um livro camuflado em meio aqueles, heartstopper, para ser específico.
Colocou seus livros favoritos na bolsa vazia, alguns salgadinhos que estava no fundo da gaveta – torcia para não estar vencidos – e fechou a bolsa, pegou mais um energético que tinha em cima da escrivaninha, amava energético, podia se dizer que era sua bebida favorita – Tirando batida de frutas, tinha provado algumas vezes e era fantástico.
Se jogou na cama, estava com sono, muito sono, só não dormiria porque estava curioso sobre para onde sua mãe e ele iriam. Se espreguiçou fechando os olhos, e respirando lentamente.
Que tédio!
Suspirou derrotado, amava lugares calmos e sem barulho, mas não era comum isso quando sua mãe estava em casa, se levantou, indo até a porta e quando ia encostar na maçaneta, pensou:
Talvez, eu deveria aproveitar para dormir um pouco?
Com esse pensamento, voltou para a cama, não se lembrava que era tão confortável, talvez fosse o sono que fizesse ele ter essa sensação, pegou um de seus travesseiros e o abraçou. Sentia saudades de fazer isso com sua mãe, abraça-la e brincar de adivinha até dormirem. Sentia muita falta...
— Filho! Arrumou suas coisas?! — ouviu sua mãe gritar, o atrapalhando de seu mísero sonho, olhou para a mochila. Já tinha colocado tudo, livros, salgadinhos, caderno e lápis... como pode esquecer! Se levantou rapidamente, puxando a caixa de papelão que tinha debaixo da cama, tinham várias sacolas, plásticos bolhas e papel ali, mas o que o interessava estava lá no fundo.
Pegou o que queria, e a tirou do papel que a envolvia, colocou-a na escrivaninha e a admirou por alguns segundos, era uma pequena estátua, tinha uns 15 centímetros, havia a feito no 8° ano, achava aquilo fantástico, era feita de biscuit e argila. Um feiticeiro, não sabia de onde tinha tirado aquela ideia, mas achou fantástico, tinha se importado tanto com os detalhes que nem parecia que ele tinha feito, envolvendo ele – como uma corrente – tinha um colar, aquelas duas coisas eram seu amuleto da sorte, talvez deveria ter levado para a escola todos os dias, para ver se realmente funcionava.
Guardou com cuidado em sua mochila, a última coisa que queria era que quebrasse. Sua mãe apareceu na porta como um fantasma.
— Ah, oi... Já peguei tudo — colocou a mochila nas costas.
Sua mãe sorriu, também estava com uma mochila nas costas.
— Que bom, vamos logo, vamos, vamos! — empurrou seu filho para sair do quarto.
— Para onde a gente vai mãe? — perguntou preocupado, Marya não tinha um grande senso de direção, e se eles se perdessem em uma floresta e morressem? Se bem que morrer não é uma coisa tão ruim...
— Um novo mundo — deixou seu filho mais confuso.
Um novo mundo? Contanto que ele saísse daquela cidade tudo estaria bem, se bem que pensava que nada iria resolver o jeito que ele vê o mundo, entediante, um mundo sem cor. Marya nunca foi assim, o que estava acontecendo? Um novo mundo, o que ela quis dizer com isso? E por que levaria seu filho até lá? Por quê?
Já andavam algum tempo, tinham chegado a uma parte deserta que não conhecia, a estrada era pouca movimentada e ficava em volta de uma floresta.
Michael se lembrou de filmes de terror, já havia assistido alguns com sua mãe, sempre era a mesma coisa, estrada deserta, floresta, entediante muitas vezes.
Michael deu um passo para trás evitando entrar na neblina, aquilo deixava a floresta mais cinzenta que o próprio cinza, era assustador, lhe dava arrepios.
— Vamos filho... — sua mãe o puxou pela mãe para a neblina, não conseguia enxergar nem mesmo um palmo a sua frente.
— Mãe... — chamou preocupado, olhando ao redor, ela havia se cansado dele e queria o matar ali?
— Chegamos! — Marya finalmente largou sua mão, olhando para o nada a sua frente, Michael olhava confuso, era como se alguma coisa o mandasse se afastar dali.
— Apenas me siga, tudo bem? — sorriu para seu filho, e então andou para frente, e Michael viu ela desaparecer, em um piscar de olhos, como uma magia.
— Mãe?! — suas mãos estavam tremendo, correu a direção que ela correu, e sentiu uma coisa o puxando, não era humano, não era alguém.
Como um teleporte, ele não estava mais naquela floresta cinza, assustadora e sem graça, estava em um campo, recheado com flores de diferentes tipos.
— Filho! — ouviu a voz de Marya, se virou bruscamente para vê-la.
— Onde estamos?! — perguntou assustado, simplesmente tinha se teletransportado para algum lugar e nem sabia onde estava. Por alguns motivo, mesmo assustado, sentia conforto e familiarizado.
Sua mãe segurou sua mão.
— Nos estamos... — sua fala foi interrompida por uma voz masculina.
— Quem são vocês?! — Um homem alto e pálido proferiu, com a voz ameaçadora e um pouco alto demais.
Sua mãe se virou para o homem o mais rápido possível soltando sua mão.
— Viemos do mundo Menschlich — falou com a voz firme levantando um pouco a cabeça para olhar nos olhos do homem pálido, Michael poderia chutar que ele era um vampiro, se eles existissem claro, o homem não parecia tão velho, devia estar com 33 anos, tinha cabelos negros e os olhos em um tom castanho avermelhado. Michael recuou um pouco.
O homem ainda parecia desconfiado, Marya fez algum tipo de sinal e eles entraram em um consenso silencioso, enquanto o mais novo ainda se mantia tão confuso quanto antes.
Notas:
Espero que gostem, confesso, eu abandonei essa história muitas vezes e não tenho muitas espectativas para ela, mas tentarei fazer pelo menos 10 capítulos para eu bater minha meta antes de abandonar de vez. 1705 palavras.
Um abraço ⊂((・▽・))⊃
E caso eu não veja mais vocês, Bom dia, boa tarde e boa noite.
Esse cara é simplesmente perfeito cara, PQP, Thomas/Stephen lindo demais, rei 🛐🛐🛐
🛐🛐🛐