As vezes eu me pergunto o sentido da vida e chego a conclusão que ele não existe, ou pelo menos eu não consigo encontrar.
E me pergunto se o erro está em mim, na minha criação, nas coisas que eu vivi ou na minha forma de pensar.
Afinal, como posso ser assim? Tão nova, com tantas tristezas, dores e mágoas acumuladas que quase não sobra espaço pra sentir alegria, ou quando sinto ela é quase invadida e invalidada pelos fantasmas do passado que insistem em me fazer acreditar que eu não sou suficiente.
Ou talvez o sentido da vida seja esse: sentir todas as dores do mundo acumuladas com as alegrias momentâneas de quem não sabe quase nada sobre a vida e sente que sabe tudo.














