Madura foi minha decisão, de não ter mais você no meu coração.
Isabella Wintter.
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@souteuprincipe
Madura foi minha decisão, de não ter mais você no meu coração.
Isabella Wintter.
Eu te amei tanto Que mesmo quando você me machucou eu tentei te entender
APENAS
Queria escrever sobre mim, definir o que sou ou quem sou. Me consideram uma pessoa tranquila, eu concordo, uns me acham calado outros dizem que eu falo pelos cotovelos, talvez os dois estejam certos, talvez essa minha característica vá depender de você, e se em algum momento lhe faltarem respostas é só olhar em meus olhos que irá saber exatamente o que se passa pela minha cabeça pois transparência é também um dos meus traços. Tenho o hábito de construir barreiras para as coisas que desejo conquistar e isso não é nada legal, só dificulta minha vida, talvez essa seja uma particularidade não tão particular assim, muitos irão se identificar pois é bastante comum entre as pessoas, sei disso porque ouço diariamente pessoas dizendo que tem sonhos mas que não irão conquistar por alguns motivos. Parece que esse texto não é mais sobre mim, é também sobre você, sobre nós, parece que temos mais em comum do que imaginamos mas é certo que não existe um outro ser absolutamente igual a mim porém existem muitos com os mesmos pensamentos, habilidades, qualidades ou defeitos, e eu sou apenas mais um nisso tudo que chamamos de “cosmos”.
Existem certos momentos na vida, que nos fazem buscar o nosso verdadeiro eu. Momentos em que cavamos o nosso interior em busca de resposta para a pergunta que mais fazemos durante a construção do nosso ser: "Quem sou eu?"
Essa é uma pergunta muito difícil e muito especial, pois cada indivíduo vem com características diversas, jeitos, modos de pensar e missões totalmente diferentes umas das outras. Cada ser deve ter dentro de si, uma ideia do que é si mesmo, baseada em um pensamento sem julgamento, livre de autocríticas, mas livre também de bajular a si mesmo como ser humano e trazer para a realidade aquilo que se é de verdade.
Para isso, devemos refletir com sinceridade estas perguntas:
O que me faz sentir bem?
Como são minhas emoções e como as expresso?
Quais são meus pensamentos e opiniões?
Eu coloco o que sinto e acho para fora?
Eu me aceito como sou?
Quais são meus verdadeiros sonhos?
São perguntas que de início nos dão uma estruturação de pensamento melhor para resolvermos essas questões que nos rodeiam durante toda a nossa vida e é de extrema importância lembrar que o que nos faz sentir bem, nossas emoções, formas de expressar e opiniões, devem ser baseadas em nossas experiências, não pelo que a maioria das pessoas falam ou pensam, mas no que você realmente sente, gosta e sonha, sem dar atenção ao julgamento alheio, ao que podem achar ou não de nós, de nossos pensamentos ou sonhos e muitas vezes perdemos a nossa identidade por calarmos o nosso eu em prol de pessoas que acham que sabem o que é melhor para nós.
Vale ressaltar, que quando não colocamos para fora quem somos de verdade, nos sentimos em uma verdadeira prisão emocional, em que usamos máscaras para esconder quem somos e enganamos os outros e a nós mesmos, e que mesmo que a gente fuja de nós, sempre carregaremos a nossa essência em nosso ser.
Então o que é melhor, fingir ser quem não somos, enterrar os nossos sonhos e o que gostamos por acreditar que os outros vão julgar e maldizer ou abraçarmos a nós mesmos e nos aceitar com nossas qualidades, defeitos, pesamentos, emoções, sonhos e sermos livres para viver a nossa própria identidade??
Por isso viva o que você é, esteja bem com seus sentimentos, ideias e planos, pois o que satisfaz o outro não é o que te faz feliz. Então seja a si mesmo, pois ninguém mais pode fazer isto, a não ser você. 🌺❣️🍀🍃🌻
ya-mizzoni 🌻
Some girls kiss girls - get over it!
Só sei que estou sentindo falta de alguma coisa.
O Diário de Anne Frank (via cherjournaldesilmara)
Quase nada nesse mundo é tão bonito quanto o teu sorriso pela manhã.
Se vier, venha com cem por cento de certeza. Por que dúvidas, já bastam as minhas.
Caio Fernando Abreu. (via recriou-me)
“Se não puder voar, corra. Se não puder correr, ande. Se não puder andar, rasteje, mas continue em frente de qualquer jeito.”
— Martin Luther King. (via descrever)
Mas não te procuro mais, nem corro atrás. Deixo-te livre para sentir minha falta, se é que faço falta…
Caio Fernando Abreu. (via criptonizado)
Nunca fui uma pessoa sociável, ou, “popular”. Mas também, nunca desejei ser. Acho que nasci no século diferente, onde muitos buscam nisso, e eu, só quero conhecer pessoas diferentes, que, não busquem a isso; busco pessoas do coração bom, que prefira ficar em casa do que ir a uma balada, que prefira ter poucos, mas que seja verdadeiros.
Rentreguei. (via resquicio)
It is a lonely feeling when someone you care about becomes a stranger.
Lemony Snicket, When Did You See Her Last? (via amortizing)
Fitando de forma honesta a abertura da janela, à noite, vejo a vida. O que está vivo, está logo ali, dentro de um retângulo de concreto branco que nos separa. Sinto, também de forma honesta e burra, como se estivesse assistindo a mim mesmo num futuro otimista. Quem seria eu se estivesse agora lá fora? Quem eu estaria segurando em meus braços? O que a noite de hoje faria perdurar em minha boca? Assisto o futuro mais longínquo da terra e não recebo sequer sono bruto. O mal do século seria justamente a impossibilidade de ter a noite lá fora sempre? Ou a eterna possibilidade de pensar sobre isso daqui de dentro? Me estraçalho entre os limites do meu quarto e não faço o óbvio. Não durmo. Odeio dormir. E, como espectador da própria insônia, não dou um passo importante para nada.
SouTeuPrincipe